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História Meio-irmão ( Itachi Uchiha ) - Capítulo 7


Escrita por: __sangster__

Notas do Autor


Hey purpurinas me desculpem não ter postado novos cap <3



Boa leitura!

Capítulo 7 - Confissão


Fanfic / Fanfiction Meio-irmão ( Itachi Uchiha ) - Capítulo 7 - Confissão

Incerta do que fazer com isso, rolo meus olhos para Itachi e rapidamente alcanço o ultimo rolinho primavera antes que ele o devore também. E dou uma mordida.

– Eu já estava pestes a assistir um filme na Netflix. Mas como você está aqui. Você quer ver também?

Itachi para de comer por um momento e simplesmente me fulmina com o olhar preguiçoso.

– Sério? Você ia deitar no sofá com o seu vibrador ou algo parecido? 

Meu coração depressa palpita, me encontrando em um estado totalmente estupefato. Meu vibrador. "Merda!. Estava na minha gaveta de roupas íntimas. Tinha esquecido que tinha colocado lá depois que limpei minha mesinha de cabeceira. Já tinha um tempo que não o usava e tinha esquecido dele. Mas Itachi havia pegou isso também!

– Olha para sua cara. Você acabou de lembrar que ele tinha sumido? Como é que você tem se aliviado? Ou os seus dedos estão doloridos ou você seriamente está precisando aliviar a tensão.

Não podia ver, mas meu rosto deve ter adquirido centenas de tons de vermelho.

– Idiota – meu olho contraiu.

– Você está piscando pra mim de novo. Desculpe, eu não posso ajudar você. – sorriu ladino.

 – Não pedir nada há você.

– Talvez você deva assistir... Um tipo diferente de filme, essa noite maninha? Talvez isso te alivie. Eu tenho alguns. Se você quiser um emprestado para... você sabe.. entrar no clima.

Suas palavras da outra noite de novo passaram pela minha cabeça. “Tenha algum respeito próprio.” Decidi que chega de Itachi por essa noite. Resolvi ser superior e fui para o meu quarto sem dizer mais uma palavra, mas não antes que pegasse o recipiente de macarrão e despejasse no colo dele.

– Entra no clima, babaca.

Enquanto segui meu caminho escada acima, a risada rouca do Uchiha cortou por mim. Naquela noite ainda estava furiosa enquanto me remexia nos lençóis. Quem ele pensa que é com esse comportamento passivo agressivo? Ele tentou virar o jogo, como se fosse eu quem estivesse procurando a atenção dele, quando tinha sido ele mandando mensagens para mim durante o seu encontro antes de vir para casa mais cedo para interromper o meu encontro com Diego.

Meus pensamentos obsessivos continuaram até às duas horas da manhã, quando fui interrompida pelo que pareciam gritos vindos do quarto do Uchiha. Com rapidez, levanto da cama para ir até o quarto de Itachi. Ao chegar vejo que ele estava se contorcendo enquanto gritava.

– Mãe, por favor. Não! Por favorrrrrrr.

Sua respiração estava irregular, a roupa de cama tinha caído no chão. Ele não parava de gritar e meu coração estava acelerado enquanto o balançava.

– Itachi! Itachi. É só um pesadelo.

Ainda meio adormecido, ele pegou e apertou minha mão tão forte que doeu. Quando abriu os olhos, ainda parecia confuso. Suor brilhava nas suas têmporas. Ele se sentou e me olhou em choque como se não soubesse onde estava.

– Sou eu, S/n. Você estava tendo um pesadelo. O ouvi gritar e achei que tinha algo errado. Está tudo bem. Você está bem.

Sua respiração ainda estava forte. Ele afrouxou o apertão em meu braço, recuperando a razão. Então me soltou.

– É a segunda vez que pego você em meu quarto quando estou semiconsciente. Como sei que você não está fazendo coisas comigo enquanto estou dormindo?

Já havia aguentado o bastante. Talvez seja o fato de estar esgotada por não estar dormindo ou talvez porque apenas atingi meu limite com todos seus golpes. Mas ao invés de responder, eu o bati com toda minha força. Talvez tenha sido algo infantil, mas estava morrendo de vontade de fazer, e essa pareceu a gota d’água.

– Bem, já era hora  – sorrio debochado, o que me irritou ainda mais.

– Como é que é, idiota?

– Eu estava querendo que você perdesse a cabeça. – fitava-me intensamente.

– Você acha que é engraçado me fazer perder a cabeça assim?

– Não, acho que você é engraçada... Tipo, muito engraçada. Nada me diverte mais do que te tirar do sério.

–Bem, ótimo. Estou feliz que você ache isso.  – digo lutando para manter o contato visual.

As lágrimas estavam se acumulando em meus olhos. Isso não podia estar acontecendo. Era quase aquela época do mês, e não podia fazer nada para controlar essas emoções. Tentei cobrir o rosto, mas sabia que ele tinha visto a primeira lágrima cair.

– Que porra – dessipou-se o sorriso dele.

Precisava sair dali. Não tinha como explicar minha reação para ele se nem entendia. Então me virei e sai. Corri de volta para o meu quarto e bati a porta atrás de mim. Subi na cama, puxei meu cobertor sobre a cabeça e fechei os olhos mesmo que fosse impossível dormir. Logo ouço minha porta se abrir e a lâmpada ser acesa.

– Oferta de paz? 

Quando ouvi Itachi dizer aquilo, me virei, para minha mortificação. Ele estava ali com seu sorrisinho e com um pau na mão. Não qualquer pau. Meu pau. Meu vibrador. Meu vibrador de borracha lilás de tamanho real.

– Nada diz... "eu sinto muito" como um pau e um sorriso – balançou o objeto.

Virei de volta e me escondi sob o cobertor novamente.

– Vamos. Você não está chorando de verdade, está?

O quarto estava em silêncio enquanto permanecia debaixo das cobertas. Deduzi que Itachi iria embora, então o ignorei. Sabia que estava errada quando ouvi um clique e um som de vibração no tempo em que sentir o peso dele na cama.

– Se você não sorrir, então terei que fazer cócegas em você com seu amiguinho.

Ele tocou o vibrador no meu quadril, e me encolhi. De inesperado retirei o cobertor de cima para tentar pegar o vibrador, mas ele não queria soltar. Continuou a me provocar com aquilo com movimentos rápidos; atrás da minha perna, nas costas do pé.

– Pare – estava lutando para não rir.

– Sem chances.

Todo o controle foi perdido quando Itachi colocou aquilo embaixo do meu braço, o que me fez rir histericamente. O som de sua risada vibrou contra meu ouvido e me questionei como acabei rolando na cama no meio da noite com meu meio irmão, me provocando com um pênis de borracha? Estava rindo tanto que achei que fosse morrer. Morte pelo vibrador.

Quando ele finalmente desligou, levou vários minutos para recuperar o fôlego e me acalmar.

– Porque parar agora?

– O objetivo era te fazer rir. Missão completa – entregou o vibrador.

– Obrigada.

– Festa em suas calças amanhã à noite? Devo trazer salgadinhos? – levantou uma sobrancelha.

– Muito engraçado. – revirei os olhos.

Coloco o objeto na mesinha de cabeceira fazendo uma nota mental de achar um lugar melhor para esconder. Itachi se aproximou para deitar ao meu lado com a cabeça encostada na cabeceira. Mesmo que não estivéssemos nos tocando, podia sentir o calor do corpo masculino enquanto ficávamos ali em silêncio. Enquanto meus olhos vagavam pelo seu peito bronzeado e seu abdômen definido, o desejo foi se acumulando dentro de mim. Sua cueca estava aparecendo no topo de sua calça moletom. Seus pés estavam descalços, e me dei conta pela primeira vez de como eles eram sexy. Forcei meus olhos em outra direção e encarei o teto.

– Eu realmente não queria vir para cá, S/n. – a voz era baixa.

Era a primeira vez que dizia meu nome sem está me provocando ou irritando. Tinha saído tão bem de sua boca que me fez virar para olha-lo enquanto ele continuava.

– Estive muito perto de esquecer aquele voo e ir para outro lugar.

– O que te fez mudar de ideia?

– Não podia fazer isso com minha mãe. Não queria que ela se preocupasse comigo enquanto estava distante.

– Entendo porque não queira estar aqui agora. Não entendi no começo, mas depois de ouvir como seu pai falou com você, posso entender porque você tem tanta raiva dele. O que eu não entendo é porque você descontou em Diego na outra noite.

– Por que acha que aquela briga foi minha culpa?

– Porque você não me explicou e você era quem estava batendo enquanto ele estava no chão.

– Eu também pareço um cara mal, certo? – sorriu nervosamente – então cada pessoa naquela lanchonete assumiu que eu explodi sem outra razão além de bater num cara bonito por diversão. Talvez eu tenha uma ficha... Por beber quando menor e fumar maconha uma vez. Mas nunca na minha vida ataquei alguém ou comecei uma briga antes daquela noite.

– Porque não me conta o que houve?

Ele finalmente se virou para mim e me olhou.

– Porque apesar do que você pensa e do fato que eu adoro te perturbar... Não quero te ferir.

– Eu não entendo.

– Aquele primeiro dia quando você me pegou no banheiro, eu quis chocá-la. Você disse que nunca tinha visto um cara nu. Achei que estava brincando.

Me reposicionei, me sentindo um pouco nervosa sobre onde isso estava indo.

– Ok... O que isso tem a ver com o que estávamos conversando?

– O idiota não sabia que eu era seu irmão adotivo, então quando você deixou a mesa, ele começou a falar sobre como iria levá-la para festa na próxima semana, te embebedar e foder com você. Seu ex- namorado fez uma aposta com ele, que ele não conseguiria nada com você por você ser virgem. Se você cedesse a Diego, seu ex lhe daria 500 dólares.

– Oh! Meu Deus – cobri a boca ao receber o impacto daquelas palavras.

Itachi assentiu devagar com um olhar de simpatia.

– Então, sim... Eu bati nele.

– Você deixou todo mundo pensar que a culpa era sua. Você até ouviu tudo aquilo do seu pai! E estava apenas me protegendo?

– Não sabia como te contar o que ele planejava. Mas claramente, hoje à noite meu aviso pra ficar longe dele não estava te convencendo, então precisava contar para você.

– Obrigada.

Ele olhou para o teto, e seus lábios franziram enquanto pensava no que dizer.

– Gosto de abusar de você. Começou como um jeito de irritar meu pai... torturar a filha da mulher dele. Mas eventualmente, fazer isso se transformou nesse jogo divertido. Hoje à noite, quando você chorou, sabia que tinha ido longe demais e que para você não era um jogo. Por mais que seja difícil acreditar, nunca quis te ferir, e com certeza não ficaria parado e deixaria alguém te ferir.

Levantei meu dedo indicador para passar suavemente no lugar onde seus lábios estavam machucados da briga. Ele apenas fechou os olhos, e meu coração passou a bater furiosamente, enquanto sua respiração acelerava a cada passada gentil do meu dedo em seus lábios quentes.

– Sinto muito que tenha se machucado.

– Valeu a pena — disse sem hesita.





Notas Finais


Só pra avisar que vai rolar hot sim. Mas plis, esperem tem que ter uma histórinha para enfim rola o hot kkkk


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