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História Melancolia - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Tô assustada com minha produção de fanfics nessa quarentena mas espero continuar assim.

Agradeço imensamente a Camilla que é dona de todo meu coração e está sempre disposta a fazer capas excepcionais para as minhas fanfics de qualidade duvidosa. Obrigada sempre amiga. Te amo muito.

Agradecer a Helô por ser um anjo e ter se oferecido para me salvar quando ninguém ao menos tentou. Obrigada pela betagem incrível e pela paciência!

Espero que gostem...

Capítulo 1 - Capítulo Único


Tudo começou quando Chanyeol conseguiu um emprego de atendente em um bar noturno perto do apartamento onde morava. De início, os dois ficaram bastante felizes e até saíram para comemorar a nova conquista. Aos poucos, Chanyeol ia conseguindo se mover com as próprias pernas e trilhar um caminho próprio para si. Sempre sendo acompanhado e encorajado por Baekhyun, claro.


Após quase dois anos de relacionamento, muitos altos e baixos, conspirações contra a relação dos dois e até mesmo discussões com direito a recusa de dormir agarradinho, poder compartilhar de mais uma vitória do namorado era motivo de vanglória para Baekhyun.


Mas as coisas começaram a sair dos eixos depois dos dois primeiros meses de trabalho do Park. Saiam com menos frequência e tinham pouco tempo até mesmo para desfrutarem da companhia um do outro. Todo tempo livre que Chanyeol tinha era usado para dormir e estar bem descansado para uma rotina de trabalho puxada e bastante cansativa.


Byun evitava se deixar pensar sobre o assunto mas cada vez mais via o namorado distante, cada dia mais sentia falta das brincadeiras, dos chamegos, brincadeiras de lutinhas e até mesmo das discussões bobas sobre quem dormiria no canto da cama.


Eram pequenas coisas que ao longo do tempo iam fazendo mais e mais falta. A saudade de ter um namorado presente era grande e esmagava seu inocente coração mas o menor não queria cair na tentação do egoísmo. Mesmo que sentisse falta de dar uns amasso no final de semana, o emprego de Chanyeol estava ajudando bastante com as contas e até mesmo na faculdade. Era praticamente uma benção do céus.


Com o tempo passando e a presença de Chanyeol diminuindo a cada dia, gradativamente Baekhyun fora sendo consumido pela lassidão. Estava cansado de se sentir sozinho, de não ter mais nem o mínimo de atenção.


Até mesmo quando o moreno estava na companhia do mais velho no apartamento do outro era como se estivesse sozinho. Nas noites em que o ruivo conseguia sair mais cedo do bar, se encontravam na cama espaçosa dele e o Byun aproveitava-se desses raros momentos para divagar sobre seu dia e atualizá-lo sobre sua semana mas as vezes sentia como se estivesse falando com as paredes. De vez em quando olhava para o namorado e encontrava-o deitado confortável em seu lado da cama, de olhos fechados, nem sequer sabia se ele estava ao menos o ouvindo. 


Talvez Baekhyun tivera deixado de ser algo importante para Chanyeol e se tornado apenas um incômodo. Algo que o Park agora precisava apenas aprender a lidar porque não sabia como se livrar dele.


Doía tanto. Machucava-o em uma imensidão, mas Baekhyun se mentivera firme, sustentando o máximo que pode toda a situação e engolindo tudo calado porque ele amava o seu grandão de orelhas enormes, afinal.


Infelizmente, Byun Baekhyun também era humano e, assim como todos os outros, tinha seus limites.


Foi quando o moreno se pegou, de novo, falando sobre algo de seu dia que havia o frustrado bastante e, de novo, se viu falando sozinho com as paredes, que chegou ao seu limite. Apenas sorriu fraco sentindo o aperto já familiar no peito e o nó na garganta sufocando-o como nunca antes. Estava magoado. De novo.


— Ah, ok... — anunciou no tom mais firme que pode proferir e levantou-se da cama cauteloso com medo de suas pernas o traírem. Dirigiu-se até a mochila no canto do quarto e olhou ao redor procurando por suas roupas que sempre ficavam espalhadas por todos os lugares.


Pelo canto dos olhos conseguiu visualizar Chanyeol retirando o braço pesado de cima do rosto e olhando para si confuso e questionador.


— Pra onde você tá indo? — questionou o outro sentando-se na beira da cama ainda sem entender o que estava acontecendo.


O moreno virou de volta para mochila sem se dar ao trabalho de responder ao outro. Tinha medo de sua voz falhar e delata-lo tão rapidamente, seus olhos ardiam em tamanho esforço de segurar as lágrimas. Precisava ir embora, para casa, para longe de tudo que estava magoando-o tanto. Queria chorar.


— Baekhyun... — chamou a voz rouca e Byun suspirou porque ela estava perto, tão perto que quase pode senti-la em sua pele.


Virou mantendo as expressões firmes e prendeu a respiração por segundos quando viu que o ruivo estava a, no máximo, três passos de si.


— Eu tô indo pra casa, Chanyeol. — Ditou sem coragem de olhá-lo nos olhos e tentou passar pelo outro segurando forte a mochila na mão.


— Tá indo pra casa por que, pra quê? — o corpo grande com peitoral exposto entrou em seu caminho obrigando-o a parar. — O que aconteceu, Bae? — O apelido carinhoso atingiu-o com força, bem na boca do estômago. Sentia tanta falta do carinho, do contato mais intimo...


— Nada aconteceu, Chanyeol. Eu só estou indo pra casa, ou não tenho mais direito a isso também?


— Aconteceu alguma coisa sim, não mente pra mim! Do que você tá falando? — o questionamento fora tão sinceramente confuso que Baekhyun, por um momento, se sentira culpado por estar agindo daquela jeito. Mas não estava errado, estava? Só queria ter um pouco mais de atenção, de carinho, e Chanyeol não podia dar isso a ele naquele momento pois estava muito mais ocupado tentando construir uma vida, tentando se solidificar no emprego e conseguir uma renda fixa para pagar suas contas no final do mês. Baekhyun estava atrapalhando-o com todo seu egoísmo e não queria mais ser um peso na vida do outro.


— Eu tô indo embora, Chanyeol! — explodiu com o outro largando a mochila com força no chão. — Não quero mais ser um incômodo pra você, algo que você se obriga a lidar porque não sabe como se livrar. Só tô facilitando as coisas.


— Do que você tá falando? Eu não tô entendendo nada, Baek.


— Eu tô falando de que você agora não tem mais tempo pra ficar comigo, a gente nem consegue se beijar direito sem você não cair no sono. As suas prioridades são outras agora, Chanyeol, e eu entendo totalmente o seu lado e é exatamente por isso que eu tô terminando tudo entre a gente. É melhor que você foque no seu trabalho, se dedique as oportunidades que está tendo sem precisar se preocupar com o merda do seu namorado chato que só precisa de cinco minutos da sua atenção.


Podia sentir seu pescoço quente e sabia que todo o seu rosto estaria vermelho pelo esforço que estava fazendo para não chorar. Os olhos ardiam e as mãos tremiam, os joelhos queriam ceder ao peso do corpo e o moreno sabia que precisava sair dali antes que desmoronasse na frente do outro. Pegou a mochila de volta do chão ainda sobre o olhar paralisado do ruivo e seguiu porta a fora rumando direto para a porta de saída do apartamento.


Lágrimas grossas desceram pelo rosto pálido impossíveis de serem contidas por mais um momento e a mão trêmula fora impedida de girar a maçaneta quando braços firmes o seguraram pela cintura com força, mas não o suficiente para machucar, apenas firme o suficiente para fazê-lo ficar.


— Não faz isso comigo, por favor. — sussurrou o maior ao pé de seu ouvido e Baekhyun sentiu-se arrepiar. — Por favor, Baek, não vai embora assim. — a mão pequena e pálida na maçaneta fora coberta pela mão grande e bronzeada do outro. — Por favor, por favor, não vai, fica aqui comigo. Não me deixa, Baekhyun.


O coração do moreno vibrou dentro do peito e apertou ainda mais. Ouvir a voz rouca e quebrada do outro implorando em seu ouvido era o fim para si. 


O menor se abraçou, encolhendo-se contra o peito largo e quente do mais velho que encostou a testa na nuca dele e o apertou contra si, abraçando-o e o mantendo seguro de seus próprios demônios. Baekhyun não queria terminar, nem de longe esse era seu desejo mas, em sua cabecinha paranoica e cheia de inseguranças, era melhor assim. Chanyeol estando livre da responsabilidade de um relacionamento teria mais tempo para focar em seu trabalho e descansar um pouco mais do que descansava estando com ele.



Chanyeol virou o corpo pequeno que estava encolhido em suas braços de frente para si e a imagem que vira fora suficiente para quebrar seu coração em mil e um pedacinhos. O mais novo tinha o rosto todo vermelho, mais até do que antes, e agora as lágrimas corriam soltas e desimpedidas pelo rosto pequeno. Doía tanto em si mesmo ver o seu pequeno grande amor sofrer daquela forma. Não queria perdê-lo em hipótese alguma, sentia-se fraco apenas com a possibilidade de não ter mais o mais novo tagarelando em seu ouvido em qualquer oportunidade que tinha, sentiria falta dele agarrando-o nas noites frias e se escondendo ao lado de seus corpo, embaixo do braço, local onde dizia ser mais quente e aconchegante. Não conseguia mais se ver sem seu baixinho perturbador e serelepe iluminando seus dias e fazendo com que cada um sempre fosse diferente do outro mas mantendo o aconchego sempre igual.


As mãos grandes seguraram com delicadeza os lados do rosto corado e Chanyeol aproximou um pouco mais fazendo as respirações dividirem o mesmo espaço. Em um ato quase desesperado mas ainda com toda delicadeza que sempre tinha com o outro regou os lábios carnudos e inchadinhos com beijos curtos e seguiu um pouco mais firme com a mão trêmula no lado do pescoço quente quando o outro não reagiu, continuou estático de olhos fechados e expressão franzida. Amava aquele garoto mais do que a si mesmo, sua vida era dele agora para fazer o que quisesse e se o moreno decidisse que sairia por aquela porta sem sinais de que voltaria, levaria tudo consigo. Todos os esforços estariam descendo pelo ralo e Park veria, com seus próprios olhos e impotência, o destino pregando-lhe mais uma peça enquanto Baekhyun passaria pela porta levando tudo e todas as coisas consigo.


— Não vai embora, por favor. Não faz isso comigo. Eu te amo, por favor não me deixa. Não desiste da gente. Não desiste de mim. — implorou sem conseguir conter as lágrimas e abraçou forte o mais novo escondendo-o no peito onde o coração estava a mil.


O abraço apertado, as lágrimas marcando o rosto bronzeado do maior e o coração acelerado fora muito mais do que suficiente para o moreno desistir da ideia de ir embora. Mesmo antes de os braços fortes segurá-lo com força ele já havia desistido. Tinha derrubado as peças na mesa desde que passara pela porta do quarto e não conseguira mais segurar as lágrimas. Byun Baekhyun era o perdendo de seu próprio jogo.


Com as expressões contorcidas em ansiedade, Chanyeol o puxou e juntou as bocas em um beijo ardente, desesperado. As mãos tremiam e o corpo ardia em antecipação. A falta de palavras de Baekhyun machucava muito mais do que se o menor estivesse o agredindo e o xingando de todos os nomes possíveis. Não queria perdê-lo. Não podia!


Baekhyun era seu para amar e cuidar desde muito antes de estarem relacionados de forma mais íntima e agora Chanyeol não conseguira fazer o mínimo para o manter perto e fazê-lo se sentir amado.


Foi com um desespero ainda maior do que o seu que Baekhyun agarrou-o forte pelos cabelos da nuca e abriu a boca beijando-o com força e paixão. Todas as mágoas e momentos mal-interpretados estavam sendo despejados ali naquele beijo. Todas as vezes em que se sentiu inseguro e insuficiente foram descontadas nos braços fortes pelas unhas que aranhavam o local e a mão que puxava o cabelo a ponto de fazer formigar.


Precisavam um do outro. Queriam um ao outro. Necessitavam da presença e do contato, da afirmação, para os dois, de que Baekhyun ainda estava ali e não iria a lugar nenhum.



De alguma forma, voltaram para o quarto e agora Baekhyun estava na cama, sendo despido e admirado pelo namorado. Sempre fora assim, desde a primeira vez que tiveram um contato mais íntimo, Chanyeol sempre olhara para si como a coisa mais linda e preciosa de todo o mundo e o Byun sentiu-se esquentar por dentro. Sentia falta de estar no centro da atenções do mais velho. Sentia falta de se sentir amado e desejado com tanta intensidade.


O beijo que compartilharam dessa vez era mais calmo, ainda ansioso pela incerteza mas repleto de amor e carinho. Chanyeol sempre fora muito bruto em questão de convivência, reservando-se a respostas curtas e rápidas sem dar espaços para interações muito longas. Nunca teve tato para demonstrações de carinho, nunca fizera seu perfil ser alguém que desmontar demais. Demonstrava nas pequenas ações inconscientes do dia-a-dia e era assim que ele era.


Mas na cama sempre fora muito bom no que fazia. Sabia o que fazer e como fazer. Onde tocar, morder e apertar. Era quase um Deus do sexo. E era lá também onde se permitia ter um momento de fraqueza, onde deixava que suas barreiras fossem postas abaixo e transparecia seu eu mais íntimo e frágil. 


As mãos grandes percorreram todo o corpo bem feito de forma devotas pela perfeição na ponta dos dedos e a boca ansiava por marca algo, reivindicar seu espaço e mostrar para todos que aquele pequeno garoto de aparência tão frágil e personalidade forte era seu e somente seu. Sentia-se frustrado apenas em imaginar o outro se entregando para alguém que não a si mesmo. 


Juntou as bocas novamente sugando os lábios inchados e entrelaçando as línguas. Ainda sentia vontade de chorar, a imagem de seu pequeno saindo pela porta e o deixando para trás sozinho no quarto assombrava-o. Sacodiu a cabeça tentando se livrar do pensamento e afastou-se  para observar o namorado.


Baekhyun estava lindo, corado com os lábios agora entre os dentes e o cabelo negro espalhado no travesseiro. Uma verdadeira obra de arte.


Se livrou das próprios roupas com pressa e fez o mesmo com o Byun, prendeu a respiração com a imagem divina que era Baekhyun completamente nu e mergulhou no próprio desejo deixando-se consumir. Sem aviso prévio segurou o pênis quase que completamente duro do moreno e o levou a boca sem pestanejar e o engoliu com gula. Baekhyun gritou com o estímulo repentino mas bem vindo e embrenhou as mãos pálidas no cabelo vermelho como fogo do mais velho.


Tudo era tão intenso, eram tantas sensações ao mesmo tempo que Byun sufocou em um gemido mudo quando Chanyeol o chupou até o fim e brincou com suas bolas entre os dedos. Park ChanYeol chupava pau como ninguém e Baekhyun adorava se vangloriar por isso. Independente de quantas pessoas quisessem estar em seu lugar, a boca de Chanyeol sempre seria sua para beijar e foder como quisesse. Segurou o ruivo pela nuca e levantou os quadris de encontro a cavidade molhada do outro, deleitou-se com os sons obscenos que o namorado reproduzia e o fodeu fundo na garganta.


O mais velho afastou-se ficando de joelhos se inclinando para pegar o lubrificante no móvel de cabeceira, não queria perder tempo, estava duro igual concreto e precisava estar no calor do mais novo o quanto antes.


Derramou bastante lubrificante nos dedos grosso e pressionou o períneo do outro provocando a entrada pulsante logo em seguida. Park gostava da visão de Baekhyun todo entregue sempre que transavam. A confiança do outro em si, o corpo relaxado e os suspiros silenciosos os encantavam sempre e sempre. Nunca superaria o namorado que tinha.


Nunca foram verbais na hora das preliminares, sempre prezavam por ouvir os pequenos suspiros e gemidos provindos um do outro. As vezes estavam mais propensos a conversas sujas mas num geral sempre foram muito mais carnais demonstrando tudo o que sentiam apertando e arranhando um ao outro, deixando marcas. Sendo possessivos um com o outro pois essa era uma das muitas coisas que tinham em comum; a necessidade de reivindicar o que era seu e se mostrarem para os outros após uma foda alucinada.


Os dedos ágeis foram sendo introduzidos pouco a pouco, cada vez mais Baekhyun ia ficando mais vocal e Chanyeol estava amando tudo aquilo,  não se aguentava com a expectativa de ter o amante gritando por si enquanto cavalgava desesperadamente em seu pau.


Não se demoraram muito na estimulação, os dois queriam a mesma coisa desde muito tempo e agora não viam motivos para prorrogar tanto. Queriam foder, queriam fazer amor, queriam estar conectados da forma mais íntima que se podia imaginar e não queriam mais esperar.


Chanyeol sentou escorado na cabeceira da cama puxando o menor para sentar-se em seu colo, o moreno não se atrasou em segurar o pau grosso do outro na mão e masturba-lo com vontade dando atenção especial a glande onde sabia ser mais sensível. Olhando nos olhos do outro colocou a língua pra fora devagar expelindo um fio de saliva diretamente na mão que segurava o pau pulsante e masturbou novamente de forma rápida apenas para massagear o próprio ego quando o corpo grande tremeu inteiro em um espasmo.


Sem mais preliminares direcionou o pau direto para a própria entrada sentando de uma vez apenas porque gostava de se sentir cheio de pau, cheio de Chanyeol. Gostava quando ardia, fazia seu estômago formigar e as pernas tremerem. Gostava quando Chanyeol era bruto também e aquilo era quase como um pedido mudo para que o maior não tivesse piedade.


— Eu estava planejando fazer amor com você mas agora vejo que você é só um vadio louco por um pau que te foda com força. — o maior proferiu segurando-o sem força pelo pescoço fazendo Baekhyun sorrir safado enquanto começava a cavalgar com força no pau alheio.


— Não quero que tenha pena de mim essa noite, Chanyeol. — após a frase ousada Park segurou-o com força pelo pescoço e o deitou na cama virando-o de costas para si fazendo a bunda redondinha e pálida do outro pairar sobre o ar exposta para si. Sem aviso penetrou o outro de uma só vez fazendo-o geme e arquear as costas.


— Você não é mais meu namorado, Baekhyun, não preciso mais ter cuidado com você! — exclamou segurando os braços finos e pálidos nas costas suadas pelos pulsos com uma única mão enquanto a outra pressionava a cabeça de cabelos negros contra o colchão.


Como o mais novo pediu, não houve piedade; Chanyeol fodeu com Baekhyun como um animal. Descontou toda a frustração dos recentes acontecimentos no rabo quente do outro, bateu com força na bunda branquinha até que a visse marcada pelos cinco dedos de sua mão e o calou com os próprios dedos quando o mais novo se tornou alto demais.


Baekhyun já estava fraco e mole na cama quando finalmente gozou com Chanyeol apertando-o no pescoço enquanto brincava com a glande de seu pau inchado e sugava seus mamilos duros e intocados. Queria poder gritar mas o ar era escasso e o desespero gostoso de não conseguir respirar o fez gozar forte contra os lençóis. Chanyeol veio logo em seguida preenchendo-o com jatos fortes e quentes pintando-o por dentro com seu prazer.


Os corpos suados finalmente relaxaram na cama e Baekhyun sorriu cansado quando Park o olhou verificando se estava tudo bem.


— Nunca mais faça isso comigo de novo — pediu o mais velho com a voz rouca. — Por um momento tive a sensação de como é estar morto.


— Se a gente foder assim toda vez que eu disser que vou terminar com você eu vou dizer toda semana. — brincou se arrastando para o aconchego do peito largo do outro. — A gente precisa de um banho. — disse fraquinho sorrindo feliz ao receber um beijinho gostoso no topo da cabeça.


— A gente toma banho e dorme mas amanhã nós realmente precisamos conversar.


O ruivo se levantou da cama sem deixar espaço para questionamentos. Baekhyun costumava fugir das conversas sérias e deixava tudo se resolver por menos. Preferia evitar conflitos mas sabia que Chanyeol não deixaria de forma alguma aquela discussão passar em branco.


Independente da conversa que teriam, Baekhyun estava tranquilo pois sabia que Chanyeol faria o possível e o impossível para que dessem certo cada vez mais. Eles passariam por mais essa crise, e da melhor forma possível: Juntos.





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