História Melodias da Vida - Capítulo 13


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Categorias Felipe Z. "Felps", Flavia Sayuri, Malena "Malena0202" Nunes, Rafael "CellBit" Lange, TazerCraft
Personagens Felps, Flavia Sayuri, Malena0202, Mike, Pac, Rafael "CellBit" Lange
Tags Banda, Cellbit, Cellps, Felps, Lemon, Mike, Mitw, Musica, Pac
Visualizações 218
Palavras 2.936
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha quem trouxe a continuação do Lemon mais esperado desse site?!
Estou bem ativa de ontem para cá, então terá mais capítulo amanhã das outras fanfics. Estou escrevendo Ones para serem postadas também.
Espero que gostem!
Peço que favoritem e comentem nas Ones que postei ontem, por favorzinho! Façam essa autora muito feliz.
Estarei esperando muitos comentários lá e aqui também!!!!

Boa leitura.

Capítulo 13 - O outro dia


Os dois corpos suados e cansados respiravam com dificuldade. Os olhares fixos no teto branco do quarto de Felipe. O silêncio se instalou no ambiente e puderam ouvir o vento soprando pela janela.

-Isso foi selvagem. -o moreno sorriu.

-Não sabe há quanto tempo te desejo... -o loiro respondeu sorrindo largo.

-Foi tudo o que esperava?

-Na verdade não.

-Como assim?! Achei que iria dizer que sim. Que foi até melhor. -Felps olhou para ele.

-Foi muito bom. Uma delícia. -mordeu o lábio. -Mas eu já fantasiei outra coisa na minha cabeça. -ficou vermelho de vergonha.

-Fantasiou? O quê? -Felipe ficou sobre seu cotovelo, olhando de cima para o chefe que de uma hora para outra ficou envergonhado.

-Nada, esquece. -tentou se levantar da cama.

-Esquecer? Eu não sou homem de esquecer nada. -trouxe o corpo de volta para a cama.

-Preciso ir. Já está tarde.

-Antes você irá me dizer como foi essa fantasia sexual que teve comigo. -o moreno insistiu.

-Tudo bem.

-Ótimo. Pode começar. Quero todos os detalhes.

-Primeiro, estava na minha sala e você chegava. Me beijava como se não houvesse o amanhã e me jogava no sofá. Colocava uma música lenta e sexy, enquanto tirava a roupa, peça por peça.

-E depois? -o moreno perguntou curioso.

-Depois... -Rafael continuou olhando o teto. -Depois, você sentava numa cadeira bem na minha frente e começava uma masturbação lenta, gemendo meu nome e jogando a cabeça para trás. Antes de gozar, você vinha até o sofá e me fodia forte. Depois me fodia novamente na mesa e por fim, em pé.

-Resumindo, te fodia pela sala toda.

-Isso. -os dois riram.

-Gostei da sua fantasia. -Felps se aproximou do outro e iniciou um beijo.

Um beijo que virou em dois, três, quatro.

-Preciso ir embora. -falou ao finalizar os beijos.

-Ou podemos iniciar mais um round quente e gostoso. -o mais alto sugeriu sussurrando.

-Não acredito que você ficou duro de novo. Depois o depravado sou eu. -Rafael beijou a orelha do outro e mordeu.

-Mas se quiser, pode voltar para sua cama, eu posso ficar aqui e me masturbar lentamente. -Felps tirou a camisinha usada.

A camisinha velha foi jogada no lixeiro ao lado da cama. Ao se sentir livre, iniciou uma masturbação gostosa em seu pênis.

-Eu acho que posso te ajudar. -o loiro envolveu sua mão no membro alheio.

-Tem certeza? -sorriu safado.

-Tenho total certeza. -se ajoelhou e sem pensar colocou todo o membro na boca.

Felipe mordeu o lábio inferior para não gritar de prazer. A boca do chefe era tão quente e pequena que se sentiu nas nuvens ao sentir o interior das bochechas comprimindo seu pênis.

-Que boca maravilhosa! -suspirou pesado e segurou os fios loiros entre os dedos.

Rafael não teve chance de agradecer o elogio, pois estava com a boca um tanto quanto ocupada. Mas riu internamente por está fazendo o moreno gemer gostoso.

Antes de gozar, Felipe puxou o loiro para cima e o beijou vorazmente. Precisava daquele beijo, precisava sentir a boca contra a sua. Gemeu manhoso ao sentir a língua quente passear dentro da sua boca.

Quando achou que iria chegar no paraíso, Rafael se separa de repente.

-O que foi?

-Você acha mesmo que vou te deixar gozar sozinho?

Antes de mais protestos, o loiro saiu da cama, abriu a gaveta e tirou outra camisinha. Em seguida, voltou para onde o moreno estava, vestiu a camisinha nele e sentou no colo alheio.

-Você é incrível, sabia? -Felps sussurrou.

-Sabia sim.

-Convencido... -riu, mas calou-se quando sentiu a bunda durinha do loiro roçando em seu membro ereto.

Rafael pegou o membro pulsante e o colocou na posição certa, com maestria desceu devagar até ter todos os centímetros dentro de si.

Apertou o ombro alheio com força. Encostou sua cabeça na testa de Felipe e o empurrou pra trás, o fazendo ficar com as costas na cabeceira da cama.

-Puta que pariu! -xingou ao ter a dor de início.

Felps o beijou de imediato, para tentar afastar a dor e o desconforto. Isso realmente funcionou, e em pouco tempo os corpos estavam em combustão total.

Rafael subia e descia, enquanto arranhava os ombros e beijava os lábios de Felipe. Já o moreno segurava firme a cintura e a bunda do chefe o ajudando nas investidas, mas sempre deixando o loiro no comando.

O suor descia pelas testas e as respirações se misturavam à medida que o êxtase ia chegando ao máximo.

A força brutal que faziam para não gritar de prazer era a pior parte. Queriam gemer alto e livre, mas não podiam.

-Queria gemer... -o moreno falou.

-Então geme só pra mim, vai. -pediu manhoso e provocativo.

Dito e feito. No minuto seguinte, os jatos fortes de Rafael veio, levando à contrações intensas e ao prazer supremo em Felipe que gozou na camisinha, gemendo arrastado e manhoso no ouvido do loiro.

Foi um dos melhores orgasmos que tiveram na vida. Aos poucos, os corpos iam descansando e voltando ao normal.

Ainda permaneciam ligados e grudados, era bom demais está assim.

-Acho que eu deveria ir embora agora. -o loiro falou ainda com a testa colada na de Felps.

-Acho que você poderia ficar e dormir aqui. Já está muito tarde para dirigir. -passou os dedos pelos cabelos assanhados e loiros.

O suor da testa grudou os fios, que caiam nos olhos. Com os dedos frios, Zaguetti retirou e sorriu ao ver os olhos azuis tão brilhantes e tão perto de si.

-Dorme aqui hoje?

-Tem certeza? Se seus irmãos me virem aqui?

-Eles não vão ver. Acho que estão dormindo. -passou os dedos pelas costas nuas do loiro.

-Não tem problemas em dividir sua cama com seu chefe e maior fã? -sorriu enquanto delineava os lábios que tanto amava, seja cantando ou beijando.

-Vou fazer esse sacrifício. -respondeu e levou um tapa no ombro.

Em seguida, veio a risada baixa e tímida do Lange. Ele não tinha o jeito tímido, mas diante de Felipe e sua beleza descomunal, qualquer criatura do universo em sã consciência sentia-se tímido.

Os olhos tão negros pareciam analisar e decifrar qualquer que fosse o segredo mais profundo de alguém. E isso fazia todos sentirem-se atraídos, tímidos ou intimidados por aquele par de olhos.

No caso de Rafael, o efeito surtia em timidez e excitação.

-Quer tomar banho?

-E arriscar dos seus irmãos ou seu pai me ver aqui? Nem pensar. -respondeu depressa.

-Tudo bem. Vamos dormir sujos, então.

-Acho uma ótima ideia. -sorriu.

Rafael saiu do colo do moreno, retirando o pênis do seu interior. Felipe tirou a camisinha suja e jogou no lixo, igualmente a primeira. Abriu a cômoda novamente e pegou papel toalha, limpou seu pênis que tinha resquício de esperma e jogou no lixeiro também.

O loiro vestiu sua cueca e sua calça. Felps também vestiu sua cueca e uma bermuda.

-Vou beber água, quer alguma coisa para comer ou beber?

-Água.

-Tudo bem. Se quiser, pode deitar primeiro. Não vou demorar.

Felipe abriu a porta, desceu as escadas e foi até a cozinha. Pegou um copo de água bebeu e depois encheu novamente para levar ao quarto.

Antes de entrar em seu quarto, foi até o quarto de Pac e Daniel. Os dois já estavam dormindo, então deu um beijo nos dois e trancou a porta.

Quando voltou para seu quarto, encontrou Rafael digitando no seu celular.

-Avisei ao meu pai que irei dormir fora de casa.

-Disse que estava aqui?

-Disse.

-Mas disse o que estava fazendo aqui? -Felps quase engasgou.

-Falei que te trouxe para casa e acabei me distraindo, quando percebi já era muito tarde e você não me deixou mais sair daqui.

-Não deixa de ser verdade. Você se distraiu enquanto beijava meu corpo todinho. -Felps sorriu maldoso.

-Idiota! -jogou o travesseiro no moreno.

-Ai! Toma sua água. -entregou o copo e voltou para a porta, a trancou na chave e se deitou.

-Boa noite. -o loiro desejou depois de tomar água.

-Boa noite. -puxou o corpo alheio para junto do seu. -Você está cheirando a sexo.

-Culpa sua. E você também está cheirando a sexo.

-Culpa sua.

Os dois riram e acabaram adormecendo.

Nos primeiros raios de sol, Rafael acordou pois a bendita janela estava um pouquinho aberta. Se remexeu na cama e pegou o celular olhando as horas.

Ainda era bem cedo, mas tinha que ir embora. Sua casa não era tão pertinho e ele ainda tinha que tomar banho antes de ir trabalhar.

-Acordou junto das galinhas, foi? -ouviu a voz rouca atrás de si.

-Tenho que ir agora.

-Que horas são?

-Seis e quinze.

-Não quer ficar para o café? Ainda é cedo. -Felps puxou o corpo para mais perto e beijou seu pescoço.

-E ter que encarar seus irmãos e seu pai? Não, obrigada.

Felps riu.

-Por falar neles, como vou sair? Eles já estão acordados?

-Uma hora dessas, meu pai já saiu para trabalhar. Pac e Dan ainda estão dormindo. Eles acordam às seis e meia.

-Então, acho melhor ir logo. Tenho menos de quinze minutos. -riu e vestiu a camisa. -Vou aproveitar e tomar água, estou morrendo de sede. Eu posso ir na sua cozinha?

-Claro que pode. Minha cozinha, sua cozinha. Nos vemos no escritório.

-Até mais tarde. -o loiro abaixou e beijou o moreno.

Rafael colocou o celular no bolso e andou apressado até a cozinha. Não queria ser visto ali pela manhã, seria vergonhoso demais ter que encarar os irmãos e pai de Felipe depois de ter feito o que fez durante a noite passada. Estaria estampado na cara dele que os dois transaram.

Não, seria vergonha alheia demais ser flagrado assim. Melhor seria parar de pensar, até porque pensamento atraí.

Sorriu ao descer as escadas e não encontrar ninguém. Suspirou aliviado e entrou na cozinha.

-Merda! -xingou baixinho ao entrar na cozinha e encontrar de cara os dois homens.

-Lange? -Tarik perguntou ainda com a frigideira na mão.

-Estou vendo miragem ou é Rafael Lange na minha cozinha pela manhã? -o homem mais velho perguntou olhando para o loiro.

Esse por sua vez estava a ponto de ter um troço de tanta vergonha.

Qual é, universo?!

-Bom dia, senhor Zaguetti. Bom dia, Pac. Eu já estava de saída. Até mais. -se virou para sair com o rabinho entre as pernas.

-Espera, aí. -ele paralisou. -Pode dar meia volta e sentar à mesa. Só sairá daqui depois de tomar café. -Lucas ordenou.

-Não precisa se preocupar, senhor Zaguetti. Estou de saída. -insistiu.

-Lucas, pode me chamar de Lucas. Agora, sente-se e coma. Cadê o Felipe? Ainda está dormindo?

-Pelo jeito, o senhor Lange o derrubou. -Pac riu colocando a frigideira na mesa.

-Tarik! Isso é jeito de falar na frente das visitas? -o pai quis rir, mas se conteve. -Pode sentar, garoto. Vou chamar o Felipe

Rafael continuava paralisado e vermelho. Mas voltou a Terra quando ouviu uma voz familiar.

-Ouvi meu nome... Opa! -Felps congelou ao ver o loiro em pé. -Achei que você já tinha ido..  -falou baixinho.

-Acho que o plano de ser invisível falhou. -Pac continuou soltando suas piadinhas e rindo sozinho.

-Não é isso que estão pensando. -tentou mentir.

-Com certeza, não. -Rafael falou por fim.

-Ah, pelo amor de Deus! Não sou obrigado a ver isso às seis horas da manhã. Vai vestir uma camisa, Felipe. -o mais velho pediu ao ver os ombros do filhos arranhados e mordidos.

-Com certeza não é isso que estamos pensando. Deve ser bem pior. -Pac meio que cantarolou a última parte.

-Tarik, o coitado do garoto está quase morrendo de tanta vergonha. Acho que está bom de piadinhas. -Pac riu. -Rafael, sente e tome café. Felipe vá vestir uma roupa e venha tomar café. Eu vou acordar o pequeno.

Todos obedeceram. Pac terminou de fazer café, Felps foi no quarto e o Lucas foi acordar o filho mais novo.

-E então.. vocês dois?

-Ah, que vergonha. -Rafael cobriu o rosto com as mãos.

-Relaxa. Não é como se o mundo fosse acabar. Você só encontrou o irmão e o pai do cara com quem transou à noite inteira. -Pac deu de ombros e riu.

-Não foi a noite inteira. -soltou sem querer.

-Pelo menos não gemeram alto, meus ouvidos agradecem.

-De nada. -o loiro riu pela primeira vez.

Está com Pac era legal, ele era engraçado. O tinha feito passar vergonha, mas era divertido.

-Estou morrendo de fome. -o moreno voltou e sentou ao lado do loiro.

-Imagino que sim. -Pac soltou mais uma pérola.

-Ah, vai ver se estou na esquina vendendo amendoim. -Felps revirou os olhos.

-Também te amo. -o irmão do meio beijou a testa do moreno.

-Eu te amo mais. -Felps o puxou para seu colo e o abraçou forte.

-Eu sou o bebê dessa casa. -Daniel falou entrando na cozinha.

-Você é sim! -os irmãos disseram juntos.

-Tio Rafael? -o menor viu o loiro e quase gritou.

-Oi, pequeno.

-Eu não acredito que você está aqui! -correu para o colo do loiro que o abraçou.

-Você está maior do qhe a última vez. -Rafael apertou o garoto e o encheu de beijinhos.

-O que veio fazer aqui? -a pergunta veio de surpresa.

Os mais velhos seguravam o riso, enquanto Rafael e Felipe morriam de vergonha. O pequeno esperou sua resposta paciente.

-Eu e o seu irmão trabalhamos até tarde ontem. Quando olhei a hora, achei melhor dormir aqui.

Os outros três olharam entre si e para o loiro. Um silêncio constrangedor se fez presente, mas Tarik não poderia deixar escapar uma das suas gracinhas.

-O tio Rafael e o Felps ficaram tão cansados de tanto trabalhar que acabaram dormindo um por cima do outro.

-Ah, que bom que você veio. Estava com saudades de você. -Daniel nem entendeu o que o irmão mais velho quis dizer, apenas estava feliz de ver seu amigo.

Felipe beliscou o irmão mais novo e o fuzilou com os olhos. Pac apenas caiu numa gargalhada gostosa e saiu do colo do irmão.

Daniel depois de fazer o loiro jurar que iriam se ver com mais frequência, saiu do colo dele e sentou ao lado do irmão do meio. Lucas também sentou e todos comeram as torradas com ovo mexido e café.

Ovo e café eram as únicas coisas que Pac fazia que dava para serem comidas.

Durante o café, Tarik olhava para os dois só para provocá-los e rir anasalado. Lucas tentava manter a conversa longe do quarto onde tudo aconteceu para Rafael não se sentir deslocado e envergonhado.

Daniel conversava alegremente sobre como ia a escola e como tinha conhecido um novo amigo que se chamava Tobi. Sim, Tobi era um cachorro vira-lata que o vizinho tinha adotado.

Rafael aos poucos foi se adaptando a falação de Daniel, ao jeito impossível de Pac e ao jeito de Lucas comandar a casa mesmo sem um papel feminino presente.

Ao final do café da manhã, o loiro estava se sentindo alegre por ter compartilhado seu tempo com aquela família. As briguinhas matinais dos irmãos Zaguetti eram rotina. Porém, ao mesmo tempo, os três se amavam demais e demonstravam isso a cada minutos, seja em palavras, ações e sentimentos.

-Estou indo. Foi um prazer ter você conosco, espero que volte mais vezes... de um jeito menos vergonhoso. -Lucas riu.

-Ah, com certeza sem a parte da vergonha, senhor. -Lange concordou.

-Bom dia para vocês, bom trabalho e você, se comporte na escola. -beijou cada um dos seus filhos na testa. E também beijou a testa do convidado.

-Bom dia, pai. -os três falaram em coro.

O mais velho saiu, deixando os garotos na cozinha. Cada um colocou seu prato e copo na pia.

-Eu lavo a louça, Lange. -Tarik pronunciou ao ver o loiro arregaçar as mangas da camisa.

-Eu posso ajudar.

-Não, senhor. Vocês têm que trabalhar.

-Ok, mas uma outra vez, eu lavo.

-Irei cobrar a promessa. -o do meio falou sorrindo.

-Que tal uma carona? Te deixo na empresa e depois vou em casa tomar banho. -sugeriu.

-Tudo bem. Me espera que vou tomar banho rapidinho.

-Aproveita e vai dividir o chuveiro com ele. -Pac sussurrou perto do loiro, pois Dan ainda estava na cozinha.

-Está louco? -o loiro o olhou incrédulo.

-Vai logo. Vou enrolar o Daniel enquanto vocês se pegam no banho. Só não demora muito. -empurrou o outro para fora da cozinha.

O loiro saiu a força. Pac aproveitou para lavar a louça e colocou o menor para enxugar. Eles sempre faziam isso, era divertido pois cantavam a música preferida enquanto trabalhavam.

Na cozinha estava tudo fluindo. Felps estava entrando debaixo do chuveiro quando ouviu batidas na porta.

-Oi? -não teve resposta.

Quando ia sair do chuveiro, viu a porta abrindo e os olhos azuis.

-Oi. Posso tomar banho contigo? -perguntou envergonhado.

-Vem cá. -o moreno chamou.

O mais rápido possível, tirou a roupa, jogou na pia e entrou debaixo da água também.

-O que te deu para vim tomar banho comigo? -Felps o puxou para junto.

-Tarik Zaguetti me obrigou a isso.

-Ele pode ser persuasivo quando quer. -riu e beijou o chefe.

-Não podemos demorar. Eu vim só tomar banho, senhor Zaguetti. -o loiro se separou.

-Eu também. Tecnicamente, estamos debaixo do chuveiro, então estamos tomando banho. -sorriu de lado.

Nada foi respondido, Rafael o beijou. Por minutos se beijaram enquanto sentiam a água cair sobre os corpos.

-Estão demorando demais. Eu falei para não demorarem. -Pac bateu na porta e os dois riram.

-Estamos saindo. -Felps foi quem respondeu.

Decidiram realmente tomar o banho e se enxugaram. Rafael voltou a vestir suas roupas e Felipe foi até seu quarto trocar as suas.

Em menos de vinte minutos estavam prontos para irem embora.

Se despediram de Daniel e Pac e partiram para a empresa.

-Te vejo daqui a pouco. -o loiro se despediu ao deixar Felipe na portaria da empresa.

Saiu novamente pela rua movimentada, foi em casa, trocou de roupa e voltou para a empresa para mais um dia de trabalho.


Notas Finais




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