História Memórias - Seasons May Change - Capítulo 1


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Categorias Tekken
Personagens Personagens Originais
Tags Casamento, Demon, Lucy, Romance, Valentine's Day
Visualizações 14
Palavras 2.039
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Inverno, dois anos antes dos eventos de Memórias.
Casa do lago da família Kazama.

Capítulo 1 - The Winter Of Our Lives


Fanfic / Fanfiction Memórias - Seasons May Change - Capítulo 1 - The Winter Of Our Lives

~ Lucy ~

No momento que comecei a caminhar na direção dele me veio à memória de nosso primeiro beijo... Ele tinha me puxado pela cintura, colando nossos corpos e me inebriando com aquele cheiro delicioso de café, que eu só percebi vir dele naquele instante... Foi um beijo sedento e pela primeira vez em muito tempo eu cedi a alguém... Cedi a ele... Cedi ao seu beijo quente e envolvente... Enquanto me deixei levar pela doce sensação de seu forte abraço, bagunçando seu cabelo durante aquele beijo...

Olhei diretamente para ele, dentro de suas orbes douradas... Aqueles dois sóis que iluminavam minha vida... Apenas sorri ao vê-lo ali, de terno branco, sorrindo a me esperar... Eu não pude olhar mais nada, pois simplesmente não conseguia... Tudo que eu conseguia ver era o homem da minha vida ali, esperando por mim com o sorriso mais lindo que eu já vi em seu rosto... Com aquele brilho no olhar único...

Ele moveu os lábios, sem emitir som algum, mas pude entender um “eu te amo” junto com aquele sorriso radiante... Meus olhos começaram a lacrimejar um pouco e eu passei a mão de leve, para tirar aquelas lágrimas teimosas que insistiam em escapar dali. Sorri de volta para ele e murmurei um “te amo mais” em resposta... Vi ele se encher de emoção e rir baixo em seguida, aquele riso gostoso e doce... Assim com tudo nele...

Conforme eu me aproximava, a ansiedade aumentava... Eu queria que toda aquela cerimônia acabasse logo, para poder passar o resto da minha vida junto a ele... Para que pudesse passar o resto da noite nos braços do meu Kazama... E ele nos meus... Queria acabar com toda aquela ansiedade e enrolação, me jogar em seus braços e beijá-lo, dizer “sou toda sua, meu anjo” e deixar que ele me domasse, me tomasse como mulher dele...

Quando finalmente cheguei até ele senti meu maxilar doer de tanto sorrir... Uma dor boa... Entreguei o buquê nas mão de Maya, minha madrinha, que sorriu enquanto dizia que eu estava linda... Eu agradeci, assentindo, e no instante seguinte ri baixo, com Demon erguendo meu véu...

Demon: Linda é pouco... Acho que deslumbrante é a palavra certa, gatinha... (Disse, em tom baixo, me fazendo corar e rir baixo)

Lucy: Posso dizer o mesmo de você, meu anjo... (Respondi, baixinho)

Ele estendeu as mãos, com as palmas viradas para cima, e eu coloquei as minhas sobre as dele, colando nossas palmas e fechando os olhos... Inspirei fundo ao sentir o toque tão bom de suas mãos nas minhas... Era um contraste incrível... Suas mãos eram quentes, as minhas frias... Eu amava aquilo... Soltei um suspiro bobo apaixonado e olhei em seus olhos... Vi certeza e segurança ali... Foi quando avançamos um passo, juntos... Avançamos em direção ao nosso futuro...

~ Demon ~

A cerimônia foi bonita e bem cansativa (admito), mas toda hora que sentia estar me cansando daquela falação eu olhava pra ela... A alegria e empolgação em seus olhos violeta amenizavam todo e qualquer cansaço... Era único... Só ela consegue me deixar tão estranho assim... Nem pareço eu mesmo... “Eu que criei essa versão melhor de você, meu anjo... Fiz um upgrade no meu Kazama...”, ela diria.

Ri ao ver como ela parecia ligeiramente irritada de ter que sorrir em todas aquelas fotos com o bolo... Então pedi a atenção dos fotógrafos por um segundo e puxei Lucy para mim num instante, colocando uma mão em sua cintura e outra em seu pescoço. Ela revirou os olhos quando percebeu o que eu estava fazendo, mas não recuou (ela nunca recua, e eu amo isso nela) e se entregou completamente ao beijo.

Senti as mãos dela subirem para meu cabelo (ela ama bagunçar ali) e aproveitei para descer as minhas até seu quadril, puxando-a mais ainda para mim. Ela riu durante o beijo e eu ri junto, mas não nos separamos... Aproveitei para envolver uma de suas coxas com minha mão, agarrando firme ali e puxando de encontro à minha cintura... Foi nesse momento onde ela pareceu lembrar que os fotógrafos estavam tirando fotos nossas ainda, e tentou se afastar... Resultado? Caímos ambos no chão, eu por cima dela ainda...

Lucy: Kazama... (Resmungou)

Eu apenas ri, e pude ouvir risos dos fotógrafos um pouco atrás... Dei um selinho nela, em seguida me levantei e estendi a mão para ela, ajudando-a a se levantar. Lucinda deu um soco em meu braço com uma cara de emburrada linda demais... Eu apenas ri e beijei-a mais uma vez, segurando suas mãos para que ela não tentasse me empurrar. Nos separamos ofegantes, ela com cara de brava e eu rindo...

Lucy: Vou... Te... Matar... (Ameaçou, me fuzilando com aqueles olhos apaixonantes)

Demon: Quer ficar viúva, Sra. Kazama? (Perguntei, rindo)

Ela resmungou algo e me puxou para dançar... Não sei quanto tempo ficamos na pista de dança, mas sei que quando saímos fomos direto até o barman. Lucy me lançou um olhar maroto e fez um pedido que, realmente, ela não deveria ter feito... Pois me deu uma ideia muito, muito cruel...

Lucy: Duas batidas de pêssego, por favor... (Sorriu, com a malícia de uma criança travessa que acabou de quebrar o vaso favorito da mãe e pôr a culpa no irmão, e acredite, eu já fiz isso)

Demon: Assim como no dia em que nos conhecemos... (Ri baixo)

Lucy: Assim como no dia do nosso primeiro beijo... (Sorriu, me dando um selinho e pegando os copos em seguida)

Olhei bem pra ela, naquele vestido preto bonito, que realçava cada curva mais que perfeita dela... Desde os seios fartos que me provocavam através do decote, até as coxas grossas e trabalhadas que se escondiam debaixo daquela saia... Peguei o copo de sua mão, mas antes mesmo de experimentar um gole da bebida despejei tudo em seu vestido...

Lucy: Não... (Ela disse, chocada) Você não fez isso, Kazama... (Me fuzilou com aquele olhar transbordando fúria)

Demon: Vingança por aquele dia, gatinha... (Pisquei um olho, rindo muito da cara de brava dela)

Lucy: Mal casei e já vou ficar viúva... (Disse, irritadiça e vindo pra cima de mim) Te mato, Kazama...

Demon: Mata nada, você me ama... (Ri, fugindo dela)

Sim, começamos a brincar de pega-pega no meio de nossa festa de casamento... Ela com o vestido todo sujo de batida de pêssego, e eu tentando correr ao invés de rir...

Admito...

Ela me pegou...

~ Lucy ~

Claro que bati muito em Demon por causa do meu vestido, mas continuamos a festa por um bom tempo... Os últimos a irem embora foram Maya e Jin, que riram muito das palhaçadas de Demon (pra variar um pouco) e decidiram sair para “deixar os pombinhos à sós”, nas palavras de Jin. Eu ri e fiquei acenando para eles conforme o carro se afastava...

Então senti aqueles braços fortes envolvendo minha cintura em um abraço apertado... Aqueles lábios tocando meu pescoço em beijos doces e sedutores... Sorri ao pensar que aquele homem agora era meu marido... E que agora sou sua mulher... Toda sua...

Demon: Então, Sra. Kazama... (Disse em tom baixo e rouco, no pé do meu ouvido) Hora de consumar nosso casamento, não acha? (Riu gostoso em seguida)

Lucy: Com certeza, querido marido... (Disse, fazendo graça e rindo em seguida) O que estamos esperando? (Perguntei, virando-me de frente para ele e jogando os braços sobre seus ombros)

Ele me deu seu melhor sorriso maroto e num instante me pegou no colo, no estilo noiva, assim como naquelas comédias românticas clichês... Eu ri e ele também... Demon me levou no colo o caminho todo até o quarto, onde me deitou na cama... A mesma cama onde fizemos amor pela primeira vez...

Demon: Porque é tão diferente agora? (Perguntou, vindo para cima de mim) Devia ser a mesma coisa, mas não é...

Lucy: É mais... Muito mais... (Ri baixo)

Demon: Deve ser por causa do anel... Certeza... (Disse, semicerrando os olhos e rindo)

Revirei os olhos rindo e puxei-o para mim pela gola da camisa. Colei nossos lábios e dei início a um beijo cheio de paixão e... Amor... Todo aquele amor que tínhamos um pelo outro... Todo aquele sentimento gostoso e único... Tudo... Aquilo...

Lucy: Eu te amo, Kazama... (Disse, soltando um suspiro em seguida)

Demon: Também te amo, minha Kazama... (Riu e me deu um selinho)

Demon se levantou e começou a tirar a camisa... Eu sentei e fiquei apenas admirando aquela cena linda... As marcas pretas em seu abdômen davam a ele um ar tão mais sexy e envolvente... O dourado em seus olhos o deixava tão mais selvagem e travesso... Cada detalhe nele que o diferenciava do irmão era apaixonante... Até mesmo seu Devil Gene... Que parecia se dar muito bem com o meu...

Lucy: Não sei se eu tiro o vestido agora ou faço você tirar, como desaforo por ter sujado ele... (Disse, tentando fazer drama)

Demon: Eu tiro... (Sorriu de lado, se aproximando de mim lentamente)

~ Demon ~

Pedi que ela se levantasse, e ela o fez. Tratei de puxar o zíper para baixo, com cuidado para não quebrar (se eu estragasse aquele vestido ela me mataria), e descer todo aquele tecido preto, deixando-a seminua...

Lucinda estava com uma lingerie azul-petróleo que eu havia dado de presente a ela no último dia dos namorados. Lembro que ela me bateu nesse dia por ter achado o presente “pervertido demais”, mas amou aquela peça...

Demon: Tão linda... (Murmurei, dando um beijo estalado em sua nuca, o que encheu-a de arrepios)

Terminei de tirar suas roupas, colocando o sutiã e a calcinha junto com o vestido em um canto do quarto, assim como minha camisa e o resto das minhas roupas, que tirei no momento em que fui colocar as roupas no canto.

Lucy: Você vem, Sr. Kazama? (Perguntou, em um tom extremamente sexy)

Eu apenas sorri e me aproximei dela... Aquela silhueta linda sentada na beirada da cama com as pernas cruzadas... Comecei a olhá-la de cima a baixo, começando nos cabelos tingidos de azul escuro, passando pelos traços fortes de seu rosto, como os olhos grandes e expressivos, que se repuxavam nos cantos conforme ela sorria. Os olhos que demorei a perceber seu real tom: violeta! Um violeta tão lindo quanto eu nunca tinha visto antes...

Depois mirei seus lábios, carnudos e bem contornados, formando um sorriso travesso e coberto de ansiedade... Sorri de volta, ainda em pé, e afundei minha mão em seu cabelo, acariciando a bochecha com o polegar e o couro cabeludo com os outros dedos. Ela quase ronronou com aquele carinho (sério, ronronar... essa mulher é incrível) e eu continuei a descer meu olhar pelo seu corpo, olhando as pequenas marcas roxas que eu tinha deixado em seu pescoço (chupões de noites anteriores).

Então me voltei à sua clavícula, levemente contornada... Ela não era daquelas mulheres magras que aparecem todos os ossos, longe disso, Lucinda tinha a tal medida certa... Sua clavícula ficava saliente apenas por uma teimosia de sua natureza, imagino. E logo ali, abaixo, estava aquele par de seios que me hipnotizavam o tempo todo... Redondos, macios e firmes... A tatuagem do corvo acima do esquerdo dava-lhe um charme a mais, deixando-a mais atraente do que já era... Se é que isso é possível...

Coloquei uma mão em sua cintura e apertei de leve, eu amava fazer aquilo... Ela se arrepiava toda, esticava o corpo e me lançava um sorriso lindo de satisfação. Fora o fato de que a carne dela ali era tão macia que dava vontade de morder... Desci a mão calmamente pelo seu quadril, apertando ali e descendo para as coxas grossas e firmes, onde fiquei subindo e descendo a mão suavemente, causando arrepios nela...

Lucy: Meu anjo... (Suspirou, pondo uma mão no meu pescoço e a outra sob meu peito) Faça amor comigo... (Pediu, sorrindo docemente)

Eu amo esse sorriso dela... É onde consigo ver seu interior, seu lado mais profundo... Sua alma...

E ali dentro eu consigo me encontrar...

Consigo me ver completando ela, assim como ela me completa...

Consigo ver toda e qualquer forma de expressão do nosso amor...

Consigo vê-la em mim e me ver nela...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

E naquela noite fizemos o mais perfeito amor de todas nossas vidas...


Notas Finais


Pra quem não leu e ficou curioso com o futuro do casal, taí o link de Memórias:
https://www.spiritfanfiction.com/historia/memorias-10976062


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