História Memórias e Histórias - Capítulo 12


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Crimes, Ecchi, Hentai, Horror, Incesto, Manipulaçao, Nudez, Psicopata, Sociopata, Terror, Violencia, Vozes
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Palavras 3.969
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Policial, Romance e Novela, Seinen, Shounen, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá leitores, como estão? Espero que bem.
Enfim chegou o último capítulo dessa história!
Espero que gostem!

Capítulo 12 - Meu Próprio Mau


    Desci as escadas carregando segurando um prato de plástico e May estava sentada na cadeira, chorando.

- Espero que tudo já esteja limpo.

- Já limpei tudo, Max…

- Quantas vezes vou ter que dizer? - Bati em sua cara. - É mestre! - Gritei. - Francamente… - Murmurei. 

“Isso mesmo! Mostra quem é que manda!"

- Desculpe, mestre… - Abaixou a cabeça. 

- Ótimo. - Cuspi no chão. - Não limpou aqui.

“Você é terrível hahaha”

- Mas…

- Mas?!

- Mas…nada, mestre.

- Limpe! - Ela pegou o pano de chão. 

"Nada de pano."

- Não, não. Com o pano não.

- Mas então?

"Com a língua"

- Com a língua.

“Exatamente, é assim que a gente gosta”

- Por favor… Não…

- Calada! - A puxei pela corrente. - Limpe agora!

- T-Tá... - Lambeu meu cuspe no chão, chorando.

“Essa puta chora de mais”

- Boa garota. - Joguei o prato no chão. - Tome, comida.

- O-Obrigada. - Ela abriu a sacola. - Pão com queijo? Sério?

“E tá achando ruim?”

- Não seja mal agradecida, eu cortei os dedos do seu irmão por muito menos. - Segurei no cabelo.

“Faça ela se desculpar!"

- Agora se desculpe e agradeça.

- M-Me desculpe Max. - Soquei seu estômago. - Ai!

- Tenta de novo!

- Me-Me desculpe, mestre. 

- E? - Puxei o cabelo.

- Argh! E… E...Obrigada! Obrigada!

“Agora sim”

- Isso… - A soltei no chão, ficou deitada em posição fetal, junto com a comida, chorando. - Quando eu voltar, espero não ver esse pão jogado no chão.

- E-Ei, ficar aqui embaixo tira toda a noção de tempo. Pode me dizer se já é dia?

- Sim, já é dia, mas sabe o que é engraçado?

"Lá vem você"

- O-O quê?

- Você Jamais verá a luz do dia novamente. - Subi as escadas e tranquei a porta.

    Sentado na cozinha, tomei minha xícara de café lendo no celular as notícias locais.

“Estranho não ter nada sobre eles”

- Estranho, mas bom.

“Claro, muito bom”

- Falando sozinho de novo?

- Eu? Não!

“Imagina…”

- E acordou cedo… De novo.

- É.

“Tão comunicativo.”

- E por quê?

“Temos uma vadia pra cuidar”

- Acho que é só o costume, tia. 

- Entendo, a suspensão não está sendo fácil, não é?

- Não, nem um pouco.

"Que cínico!" 

- Mas e como você tá?

- Normal, por quê?

“Você é super normal, claro que é hahaha”

- Não ficou sabendo?

- Do quê?

- Bem… May desapareceu na noite passada.

- Co-Como assim desapareceu?

“Muito cínico.”

- Ela saiu de casa e não voltou, só sabem que ela tinha uma entrega para fazer. 

- Não sabem onde?

“Por acaso tá com medo, é, garotão?”

- Não… Mas estão investigando. - Tocou meu ombro. - Lamento. 

- Entendo. Isso é horrível.

“Você finge muito bem”

- Não pareceu se surpreender muito com a notícia. 

- Deve ser o choque, além disso, digamos que eu sempre fui mais próximo do JP. Ainda espero que o encontrem, e May também, é claro.

- Claro, bom, vou indo, alguém nessa casa tem que trabalhar.

- Já tirei o carro pra você, e a propósito, estou procurando um trabalho! 

- Que produtivo. Vê se não passa muito tempo naquele porão, você anda indo muito por lá.

“Se ela soubesse o que tem lá”

- Pode deixar.

- Beijo, tchau. - Fechou a porta e saiu. Logo em seguida, alguém bateu.

“Que estranho”

- Esqueceu as chaves, tia? - Gritei e fui até a sala abrir a porta.

“Droga, que merda!”

- Maxwell Antony Solver? - O policial perguntou.

- É… só Max.

- Tanto faz garoto. - Empurrou a porta tombando em mim e entrou. 

“Fodeu cara”

- Ei! Você não pode sair entrando assim! 

- Algum problema?

“Seja cooperativo, idiota”

- Não, nenhum problema. Já que entrou, como posso ajudar? - Fechei a porta. 

- Como? Maylin Pells está desaparecida, assim como seu irmão Joseph Pells. - Revirou a sala, indo até a cozinha. - O que você acha disso? 

- Você está me acusando? 

- Não sei do que você tá falando, apenas fiz uma pergunta, afinal, quem não deve não teme. 

- Concordo. 

“Ele não é idiota, você vai ter que se esforçar mais pra manter essa pose de inocente.”

- Você foi o último a ver o Joseph, e o último a falar com Maylin, temos um registro de uma ligação entre vocês poucas horas antes de ela desaparecer. - Caminhou até atrás da casa e eu o segui. 

"Ele tá tão pertobde descobrir" 

- Sim, ela ia me trazer um pacote de cal, mas não apareceu. JP veio aqui, não nego, mas de-depois foi para casa.

“Mantenha a naturalidade porra! Sem gaguejar!”

- Joseph nunca chegou em casa, tão pouco tem registros nas câmeras locais de ele saindo daqui. Sabemos também que a entrega era pra você, não estou aqui à toa. - Bateu o pé. - Por que tem tanta terra aqui?

- É um quintal, tem plantações, você esperava o quê? 

- Plantação de quê? 

“Porra, ele tá pisando na cova do JP!”

- É a plantação de alface da minha tia.

- E cadê o alface?

- Tá plantado? - Dei de ombros.

“Não faça piadinhas, seu idiota!”

- Engraçadinho - Voltou para a cozinha e subiu, revirando os quartos, eu o segui. 

- Achou o que queria? - Encostei no portal da porta de braços cruzados. 

“Que tal fechar essa boca?”

- Ainda não, mas tenho certeza que vou achar. - Desceu as escadas, passando pela sala em direção a garagem.

“Droga, ele tá indo pra lá, droga, droga! Pense.... Pense... Já sei! Pergunte ele do mandato!”

- Espera, eu nem sequer perguntei, você ao menos tem um mandato pra estar revirando tudo ? - Questionei. 

- Tá de gracinha comigo moleque? - Ele encostou na porta da garagem e olhou fixamente nos meus olhos. 

“Isso, pegamos ele! ”

- Mostra o mandato ou dá o fora da minha casa! 

- Como é que é? - Veio para cima de mim.

- Agora! 

“Não abusa, imbecil.”

- Quem você pensa que é? 

- Vai bater em um adolescente agora? Meu pai era policial, eu sei dos meus direitos e entendo bem das leis, se você não quer perder o emprego, dá o fora da minha casa, já! - Abri a porta da sala. 

- Isso não acabou moleque. Isso não acabou. Eu ainda vou te pegar. - Bateu a porta.

“Caralho!”

- Merda… Essa foi por pouco… - Bufei e sentei no sofá. 

“Por muito pouco”

- Acha que ele vai voltar?

“Claro, precisamos pensar em algo, e rápido.”

- Claro - Me levantei e caminhei até a cozinha para beber água. - Hum, talvez May esteja com sede. - Dei o último gole. 

“E o que vem agora depois do queijo com sêmen?”

- Você verá. - Fui até a garagem e abri a porta, descia as escadas e fechei. - Ei. May. - Balancei seu corpo. 

- Hum? - Murmurou. 

- Ei, acorde! - Chutei sua barriga.

- Ai! Acordei... - Se sentou no colchão. 

- Comeu o pão?

- Comi.

- E como estava o gosto?

- O queijo estava meio amargo, mas não estava nada ruim.

“A putinha adora o gosto de porra”

- Que bom que gostou, por que eu gozei naquele pão antes de te deixar comer.

- O quê?! Seu nojento!

“Que abusada”

- Cala a boca! - Soquei sua cara. - Me respeita! - joguei no chão.

- Ai!

"Faça o que tem que fazer e vamos embora logo" 

- Me diz… Tá com sede? - Parei na frente dela que ainda estava no chão. 

- S-Sim. Muita. - Segurou o choro.

- Quer algo para beber? - A puxei pelo cabelo.

- Ai, Ai! - Fiz com que se ajoelha-se. - Que-Quero. 

- Abre a boca - Abri o zíper.

“Você vai mijar nela? Haha”

- Ah? Como é?

- Anda! Abre a boca!

- Não! Por favor, não!

“É tão sexy implorando”

- Anda! Rápido! Não tá com sede? - Tirei a faca da cintura.

- Não estou mais. Não quero… Por favor Max… - Soltou o choro. 

- Lambe meus pés então. 

“Ah cara, sério?”

- Max…

- Lambe meus pés ou eu mijo em você. 

- Tá-Tá bem… Tudo menos isso. - Lambeu por cima do tênis.

“Não é o suficiente Max!”

- Tire o meu tênis, lamba meus dedos. - Me sentei na cadeira.

- C-Como quiser - tirou meu tênis e lambeu meus dedos, passando a língua entre eles, todos eles enquanto duas lágrimas molhavam meu pé. 

“Ainda acho pouco”

- Até que isso é bom. 

- U-Uhum - Murmurou com meus dedos na boca.

“Que vadia mal agradecida”

- Ao menos agradeça direito! - chutei sua boca, ela caiu no chão, sangrando. - Vadia imunda, se ajoelhe.

“Agora sim”

- Não… Por favor… - Disse chorando.

“Eu adoro quando elas choram!”

- Se ajoelhe! Agora! - Ela se ajoelhou e eu desci a cueca, segurei firmemente e urinei em seu rosto, molhando May. - O que acha disso em?

“Que delícia”

- Pa-Para…Por favor… Para! - Colocou a mão na frente, fazendo ânsia de vômito e chorando. 

- Tira a mão! - Bati na sua cara. - Não está com sede? Abre a boca!

“Isso! Faz ela beber!”

- Não! - Gritou em meio a lágrimas.

- Abre agora! - A segurei pelo cabelo enfiando meu pau dentro de sua boca, e como planejado, urinei até terminar. - Não estava com sede? Agora bebe. Chorava muito. - Bebe logo, porra! - Ela fechou a boca e engoliu. - E então, gostou?

- É-É… quente… - Vômitou.

“Filha da puta!”

- Que nojo! - chutei seu estômago, fazendo vomitar sangue - Limpa essa merda aí! Sua filha da puta! - Subi as escadas, tranquei a porta e fui para meu quarto.

Fechei as cortinas e deitei na minha cama ainda pensativo sobre tudo. 

- Você viu que vadia

“Pois é, puta mal agradecida!”

- Concordo.

“Já pensou o que fazer sobre o policial?”

- Ainda não sei. - Me revirei. 

“Melhor pensar rápido”

- Quem tá na minha mente é você!

“Não interessa, precisamos sair dessa!”

- Relaxa, deu tudo certo pra gente até agora, não vai ser agora que vamos falhar.

“Espero que esteja certo”

- Eu sempre estou. - Acabei dormindo, mas algumas horas depois acordei com o sol batendo na minha cara e o celular tocando, meio desnorteado peguei o celular na mão e atendi.

"Essas cortinas não servem de nada"

- Alô?

- Max?

- Oi Lara.

“Será que a cadela já tá querendo dar de novo? Essa aí é fogo em!”

- Como você está? - Choramingou.

- Bem. Algum problema?

- Não sei, um policial acabou de sair daqui de casa, me fizez um monte de perguntas sobre você.

“Ferrou”

- Perguntas? Tipo o quê?

- Um monte delas, muitas mesmo, acho que estão te investigando, seja lá o que você tiver feito, é melhor tomar cuidado Max… Esses caras não estão de brincadeira.

“Max, o cerco tá fechando pra gente”

- Cala a boca. - Sussurrei. 

- Como é?

- Não! Não é com você, tô falando sozinho.

- Sei…

- Acontece que eu não fiz nada, Lara! Um policial revirou minha casa toda hoje, e não achou nada!

“Precisamos fazer algo, anda rápido!”

- Olha max… - A cortei.

- Eu preciso desligar, tá bom?

- Max!

- Até mais, Lara. - Desliguei. - Merda, que merda, merda, merda!

“O que faremos?”

- A gente mata May, foge, muda de identidade, e some no mundo!

“Isso não vai dar certo”

- Vai sim. Tudo no seu tempo, primeiro vamos matá-la!

“Se você tá dizendo.”

- Então vamos. - Me levantei da cama e peguei a faca.

Quando abri a porta ela estava tentando se enforcar com a corrente, desci rápido deixando a porta aberta. Corri até ela e a suspendi.

- Tá querendo se matar vadia? - Joguei ela no chão.

- Me deixa morrer!

- Você quer morrer? - Perfurei sua perna com a faca. - Ela gritou. - Tá vendo essa faca? - Girei na mão. - Comprei especialmente para você! - Perfurei a outra perna. 

- Argh! Ai! Para! Por favor! Você não quer fazer isso! - Se debateu. 

- Parar? Mas você não quer morrer? - Levei a faca até seu pescoço. - Eu estou até pegando leve. 

“Max, não vamos nos divertir com o corpo antes de matar?”

- Você tem razão…

- Tenho? - Suspirou.

- Ah? Você não, minha mente, minha mente tem razão - Passei a lâmina no pescoço cortando de leve entre as correntes, lambi seu sangue. Desci a faca rapidamente, cortando a blusa e fazendo um pequeno corte superficial no abdômen.

"Eu sei que tenho razão."

- Ai! Tá me machucando! - Começou a se debater.

- Quieta! - Bato na sua cara. - Vai ficar bem quietinha - rasguei o resto da blusa e arrebentei seu sutiã, deixando os seios à mostra.

"São pequenos e lindos" 

- Não!! Para!!!

- Parar? Eu estou apenas começando! - A empurrei  e pisei nas suas costas.

- Me solta! Me solta! Socorro!!

- Pode gritar querida, ninguém vai te ouvir aqui embaixo. - Segurei na sua cintura, tirei seu short  puxando com força e arrebentei a calcinha.

"E olha que ela grita alto" 

-Não! Por favor! - Tentou se arrastar, mas não conseguiu.

- Essa calcinha tá molhada - Cheirei.

- Não cheire isso… - Se ajoelhou.

-Isso é…

-É... 

- Mijo? Você se mijou de medo? - Ri. - Ela se mijou de medo! - Gargalhei.

"Que puta nojenta!" 

- Para com isso… Socorro… Me-Me deixa ir…

"Adorável, mas irritante." 

- Você já tá me irritando. - Joguei a calcinha no chão e segurei a corrente. - Cala a boca!

- Ai! Tá machucando… O corte… Tá queimando…

- Acha que me importo? - Apertei a corrente mais forte. - Sua puta nojenta. - Cuspi na sua cara e chutei seu peito, derrubando-a no colchão.

- Argh! Isso dói… Muito - Murmurou, chorando.

"É pra doer mesmo" 

- Mas é assim que é bom! - Me abaixei perto dela e deitei por cima, me esfregando na sua bunda.

- Não! Não! Não! Por favor… Faça qualquer coisa comigo, mas não me estupre… Por favor… - Desci o zíper e coloquei o pau para fora da cueca, ela cravou as unhas no colchão, tentando sair debaixo de mim, encaixei e penetrei com força na buceta nada molhada. Nem um pouco excitada. - Ah!!! Não!!! - Berrou alto. 

"Puta merda, ela grita muito."

- Puta merda! Que apertado! - Cuspi para lubrificar e comecei a me movimentar rápido, fazendo com que entrasse tudo. 

"Assim que eu gosto" 

- Ah! Ai! Por favor! - Soluçava de tanto chorar. - Para com isso por favor! Não me estupre! Por favor! - Chorava muito em meio ao berreiro.

- Cala a boca se não vai ser pior! - Risquei a faca em suas costas, aumentando a velocidade. 

"Que buceta incrível" 

-Ai! Para! - O sangue de suas costas escorria na bunda que batia no meu corpo cada vez mais forte a cada estocada. 

- Agora entendo porque JP não conseguiu parar de te comer. - Segurei nos ombros os usando de apoio para foder mais rápido.

"Não acho que ele tenha fodido muito ela, ela é muito apertada."

- Eu e meu irmão... Ah! Só-Só transamos três vezes... Ah! Tá machucando! - Se contorcia enquanto gemia. 

- Vou te mostrar o que é foder de verdade então, sua puta. - Puxei pela corrente apertando seu pescoço, forçando-a ficar de quatro. - Gosta disso May? Essa é a sua posição, a posição das cadelas. - Estoquei mais forte batendo na sua bunda. 

-Max...Tira… Tá machucando! - Gritava de dor. 

- Tá machucando?

-Tá sim.

"Continue machucando" 

- Coitadinha de você. - comecei a foder bem forte, fazendo sua buceta sangrar um pouco, apertando cada vez mais a corrente.

"Agora mate-a!" 

- Claro! - Apertei a corrente o mais forte que conseguia enquanto a estuprava. 

-  Max… Tô ficando…. Sem ar. - Eu continuava fodendo. - Max! Tá me sufocando! - Tentou tirar a corrente com a mão. 

-Ah… Tão bom. - Meti forte, bem fundo. 

-Max!! Tá... sufocando!

"Que divertido..." 

- Sua buceta é muito apertada! Vai me fazer gozar!

"Espere ela morrer pra você poder gozar!" 

- Não… consigo… Respirar… - Desmaiou. 

- Antony?! O que está fazendo?! - Gritou minha tia descendo as escadas, correndo até mim e me empurrando pra longe de May.

"Que desgraça! Acabou, perdemos." 

- Tia? Que merda! Acabou tudo! Merda!

- Como você pode, Antony?! Olha o que você tá fazendo! - Me empurrou. - Quem é você de verdade seu monstro! - Me empurrou de novo. 

"Você é um monstro Max" 

- Eu não sou um monstro, eu não sou um monstro…

"Monstro, monstro, monstro, monstro" 

- Você fez isso com todos eles? Todos os outros também, seu monstro? - Começou a chorar. 

"Seu monstro, somos montros" 

- Eu não sou, eu não sou um monstro…

- Seu…

“.... Monstro!”

- Eu não sou um monstro!

- Você é sim! Seu mons - Interrompi.

-Eu não sou monstro! - A esfaqueei no abdômen.

- A-Antony… - Colocou a mão em meu rosto e a chutei, deixando a faca presa ao seu corpo.

- Eu não... - Respirei fundo. - Eu sou um montro...

"Foge! Anda logo, foge!!" 

    Subi rapidamente as escadas e saí pela garagem, corri pelas ruas escuras até achar um beco para me esconder, era o fim, tudo estava acabado.

- E agora? Eu não quero ser preso! Merda! 

“O viaduto”

- Como é?

“Nossa única alternativa é o viaduto”

- Mas eu também não quero morrer... 

"Não temos outra alternativa" 

- Mas se vamos fazer isso... - Suspirei fundo. - ... Preciso fazer uma coisa antes. - Tremendo, peguei o telefone e disquei, chamou, chamou, ela atendeu. - Lara? - Segurei o choro.

- Sim?

- Me perdoe.

"Que patético" 

- Aconteceu alguma coisa Max? Tá chorando?

- Não, não tô chorando só tô meio rouco. - Tossi. 

- Max… Não mente pra mim. 

"Garota esperta, apesar que qualquer um perceberia a mentira de longe" 

- Olha Lara, eu vou ser sincero, eu não sou uma boa pessoa. Fiz coisas muito ruins e caras como eu merecem morrer, Lara, eu vou me jogar e tudo vai estar acabado.

- Onde você está? Você tá louco Max? Não faça nada!

- Adeus Lara, eu amo você. - Desliguei.

"Que nojo de você." 

- Não força... 

“Agora corre. Vamos! A essa hora a polícia já deve estar atrás de nós.”

- Vamos pra lá… - Corri rapidamente, passando na frente da loja de ferramentas, ofegante, passando na frente da escola, todos me olhando, passando pela margem da floresta lembrando de tudo que havia feito nos últimos meses, correndo muito, até chegar ao viaduto.

“Suba as escadas”

- Claro. -Obedeci.

“Sua última chance de redenção é se jogar, não perca tempo, eles devem estar vindo”

- Eu não quero morrer… - Não aguentava mais segurar as lágrimas.

“Você não tem escolha!”

- Eu… não tenho… escolha… - Deixei que as lágrimas rolassem, subi nas vigas, e ventava forte, os carros lá embaixo passavam como feixes de luz, era muito alto. 

“Vamos Max… Pule!"

- Eu não tenho escolha? - As minhas pernas tremiam. 

“Não!”

- Mesmo?

“Sim, idiota! Rápido! A não ser que queira ir pra cadeia”

- Não quero morrer, mas tão pouco quero passar o resto da vida na cadeia. - Fechei os olhos. - Você ganhou mente.

“Eu sempre ganho”

- É o que parece… - Soltei o corpo.

- Max!!!! - ouvi um grito e tudo ficou escuro. 

“Ah? Não estamos mortos.”

- Max… - Lara me segurou pela barra da blusa, faltando pouco para cair.

- Lara...

- Você é pesado! - Me puxou para a parte de dentro do viaduto, chorando. - Achei que tinha perdido você. 

- Como sabia que eu estaria aqui? - Enxuguei as lágrimas do meu rosto.

"A gente já era" 

- Como você foi capaz de pensar em me deixar? - Estávamos no chão, abraçados.

- Cada um com seu cada qual... Eu não tenho escolha… Eu sou doente, Lara… Morrer é o único jeito de acabar com isso… - As viaturas policiais cercaram os dois lados do viaduto.

- Já acabou Max, já acabou… - Ela chorava. 

"Acabou..." 

- Lara… Seja meu sol... - A abracei forte deixando minhas lágrimas escorrerem em seu ombro.

- Senhor Maxwell Antony Solver, está preso pelo sequestro de Maylin e Joseph Pells. - Fui tirado a força dos braços de Lara, que ficou pálida quando ouviu o que saiu da boca do policial.  - Eu disse garoto, que eu ia te pegar, demorou muito menos que eu esperava…

- É verdade Max? 

- Apenas seja o meu sol... 

-Eu serei... 

   Horas mais tarde descobri que minha tia tinha chegado mais cedo em casa porque minha mãe havia recebido alta e precisa de um lugar para ficar, quando chegou, ouviu os gritos de May no porão. foi assim, esses foram meus crimes, essa é minha história foi assim que me tornei o meu próprio mau. Por isso, estou aqui hoje, diante de todos os envolvidos dessa situação, que estão no auditório agora. 

- O réu tem mais algo a dizer?

- Não, meritíssimo.

O réu confessa a autoria do crime de maus-tratos aos animais?

- Sim, meritíssimo.

- Confessa ter retalhado o animal e ter inserido ele na mochila de um aluno? - Theo, que estava no auditório cruzou os braços. 

- Sim, meritíssimo. - Lara que também estava presente, me olhou espantada.

- Confessa ter matado Megan Clover e ter incriminado Arthur Shawcross? 

- Sim, meritíssimo. 

- Filho da puta! - Theo gritou. 

- Ordem! - O juiz bateu o martelo. - Confessa ter se relacionado e ter estuprado a Professora Alice Montgomery?

- Nós tivemos um relacionamento não muito sério, mas sim, depois eu a estuprei. - Todos do auditório começaram a murmurar, Lara estava até pálida. - Duas vezes. - Alice colocou os óculos escuros e deixou o tribunal.

- Também espancou Jason Clark resultando em vários ossos quebrados? 

- É. Eu dei uma boa surra nele. - Ri olhando para Jason, que estava ainda um pouco machucado. 

- E quanto ao crime virtual de expor um vídeo íntimo de Maylin e Joseph Pells? 

- Também fiz isso. 

- Logo depois sequestrando Joseph, torturando-o e matando. - May segurou às lágrimas. 

- Isso eu fiz também. - disse ironizando.

- Ainda por cima sequestrou Maylin, torturou e estuprou. - May não aguentou segurar e chorou. 

- É, olha pra ela, parece que fiz isso também.

- E por último, a tentativa de homicídio contra, Mariany. 

- Sim, confesso. - Minha tia e minha mãe me olhavam fixamente do auditório. 

- Maxwell Antony Solver, pelos crimes de maus-tratos aos animais, tentativa de homicídio, estupro e homicídio triplamente qualificado, tortura, cyber bullying eu o declaro… culpado, sendo sentenciado… a morte. - Lara começou a chorar.

- Eu compreendo meritíssimo.

- Declaro essa tribunal encerrado!

- Max! Eu ainda amo você... E sempre serei sol - Gritou Lara aos prantos enquanto se levantava. 

- Você falhou, mas nós perdoamos você - Minha mãe sussurrou, minha tia nem sequer me olhou.

  No fim, estou agora na fila da cadeira elétrica, sentindo o medo atrás de mim e vendo o choro na minha frente, enfim chegou minha vez, doce mente, finamente, iremos descansar.

"Adeus, seu idiota..."

Sempre é dito que temos livre-arbítrio, mas a grande verdade é que isso não existe. O livre-arbítrio é algo inventado para o ser humano crer que tem poder de escolha, mas a verdade é que não temos. O ser humano é um perigo para qualquer coisa que tem vida, desde uma pequena planta até o maior dos animais, a verdade é que nós, seres humanos somos o mau e tudo que nós fazemos é mau. Era a única coisa que consiga pensar, amarrado naquela cadeira elétrica, a última coisa que senti foi a eletricidade percorrendo pelo meu corpo, até não sentir mais nada.


Notas Finais


Então é isso pessoal, obrigado por terem lido e espero que tenham gostado.
Caso tenha algum erro, me notifiquem para que eu possa corrigir!
Sugestões e críticas construtivas sempre serão muito bem aceitas. 
Não esqueçam de comentar e favoritar para eu saber se vocês realmente gostaram ou não!
Lembre-se que um comentário/favorito faz muita diferença para quem escreve as fanfics.
Beijos e tchau!


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