História Memórias e Histórias - Capítulo 7


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Crimes, Ecchi, Hentai, Horror, Incesto, Manipulaçao, Nudez, Psicopata, Sociopata, Terror, Violencia, Vozes
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Palavras 2.059
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Policial, Romance e Novela, Seinen, Shounen, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá leitores, como estão? Espero que bem. Aqui estou mais uma vez atualizando essa delícia de fic, então... Fiquem com a história!!

Capítulo 7 - Arrependimentos


Corri pelo corredor dos armários até à porta da sala de aula, parei um pouco e recuperei o fôlego, entrei e comecei a guardar minhas coisas.

- Vai embora?

- Vou sim Lara, não me sinto muito bem - disse soando frio.

- Espero que melhore…

- Valeu. - disse fechando minha mochila e saindo.

Voltando ao corredor corri em direção a porta da frente, empurrei e sai.

- Não acredito que você me fez fazer isso com ela seu lixo!

“Max, para que correr tanto? Se acalma seu inútil”

- Vo-você…. Eu vou… Eu não vou te perdoar por isso! 

Continuei correndo por todo o caminho.

“Correr não vai ajudar a resolver o problema que você criou hahaha”

- O problema que você criou!!

“Eu sou você, Max!!!! Seu monte de merda, eu sou você! Eu não fiz nada, você fez, porque eu sou você!!!”

    Ele continuava falando e a cada palavra eu tentava correr mais rápido, bufando, já ofegante diminuía a velocidade mesmo que tentasse correr mais e mais. Acabei enfiando o pé em um buraco não muito fundo no meio da rua. Apenas fundo o suficiente pra me fazer cair e esfolar o braço.

- Aí!

“Tá vendo? Que moleque de merda! Por que não se mata logo?”

- Cala a boca!! Eu tô cansado de você ficar me dando ordens!! Você me fez matar animais, comer animais, me vingar de pessoas, tive que incriminar pessoas pra poder sobreviver e agora…bem, e agora eu e-estuprei a Sra. Alice…

“Você tem um problema grande ai, melhor pensar logo no que fazer haha”

- Eu não quero mais te ouvir. Aaaaaaaaaaaah - gritei.

“Cala a boca seu monte de lixo, apenas caminhe pra casa”

- Você não vai mais mandar em mim!!

Minha cabeça começou a latejar, doer muito...

“Me escuta bem, você vai fazer o que eu mandar, por que eu sou você. Você vai pra casa e lá a gente decide o que fazer, entendeu seu imprestável?

- Tá bom, tá bom!! Só faz isso parar!!!

A dor parou. Me levantei do chão, bati a poeira da calça e limpei o braço. Tornei a correr para casa, porém, mais devagar. Corri até que chegasse na rua, quando avistei minha casa de longe comecei a correr mais rápido ofegando de passo em passo. Entrei pela porta da frente e tranquei, andei rapidamente até o banheiro e fui até a privada.

    Vomitei.

    Me sentei no chão do banheiro, arrumei o cabelo e limpei a boca com a manga da blusa.

- Eu não acre-credito que eu estu- interrompido pelo vômito.

Limpei a boca novamente.

- Tenho nojo de mim…

“Ora essa, pra que tanto desapontamento?”

- Fica calado porra!

“Me diz pequeno Max, você gostou de matar os animais”

- Eu só estava fazendo o que você mandou!

“Você gostou?!!”

- Sim…mas...- Fui cortado.

“E por quê?”

- Bom... É que... É que... A adrenalina, o sangue quente e grosso dos animais escorrendo, passar a mão no pelo deles e não sentir vida…mas... - Fui interrompido de novo. 

“E quanto a destroçar o animal?”

- Foi preciso…

“Mas e a vinhaça contra Theo?”

- Ele mereceu…

“E a prostituta?”

- Eu me descontrolei! 

“E quanto jogar a culpa da morte dela em Arthur?”

- Bem... Antes ele do que...-

"Como é? Fala de novo"

- ANTES ELE DO QUE EU!!

“Viu? Você tem uma desculpa pra tudo, não vai ser difícil inventar uma pra justificar o estupro da sua querida professora.”

- Não é bem assim...

“E sabe qual é a maior semelhança de todas essas coisas?”

- Qual é?

“Você gostou.”

- Mas eu não queria ter feito…

“Mas você gostou hahaha você é um lixo, você gostou de cada coisa que fez, você é o pior tipo de ser humano, porque não se mata logo?”

- Eu não tenho culpa de gostar… Eu não consigo controlar o que eu gosto ou não…

“Mas você fez, e agora? Vai fugir? Desistir? Seu fraco! SEU LUGAR É MORTO, DEVERIA... ESTAR... MORTO!!”

- Eu não vou fugir, nem desistir, não é bem assim, as coisas saíram do controle e a culpa é sua… Mas…mas- fui cortado

“Eu sou você Max, a culpa é sua, sem mas.”

- E agora?

“Nós vamos pensar em alguma coisa. Até lá, vamos continuar punindo os pecadores.”

- Eu farei isso… Mas só se vo- fui interrompido por alguém batendo na porta da minha casa.

- Só se você parar de ser tão babaca…

Batem na porta novamente.

- Já vou!!!

Me levantei do chão e passei uma água na cara, fui até a sala e abri a porta. 

- JP?!

- E aí cara.

- O que faz aqui?

- Lara me disse que você passou mal, vim ver como você tá.

- Eu tô um pouco melhor. Quer entrar?

- Quero sim.

JP entrou e foi logo sentando no sofá, eu fechei a porta e sentei no outro.

- O que você tinha?

- Ah cara, foi um mal-estar, tava com muita vontade de vomitar então fui ao banheiro.

- A professora foi atrás de você não, é? Lara me falou, ela achou estranho que nenhum dos dois voltaram pra sala.

- A Sra. Alice não voltou?

-Não, Jason disse pra todos que viu ela saindo da escola meio descabelada e chorando.

- E é verdade?

- Parece que sim.

- Que estranho cara, pra ela eu só disse que não estava bem e pedi pra ir embora, passei na sala do diretor pra pegar a autorização e vim pra casa. 

- Talvez nesse meio tempo tenha acontecido algo?

- Não sei, mas uma hora ou outra a gente vai saber o que aconteceu.

- Espero que sim, pena que não sabemos onde ela mora, se não a gente podia ir vê-la.

- Acho que não tem necessidade.

- Enfim cara, passei só pra conversar um pouco, já vou indo.

- Já? Tão rápido.

- Tenho que trabalhar. Por falar nisso, faz um tempo que meu pai não chama você, aconteceu algo?

- Ah, nada demais, desde que vim morar aqui com minha tia que disse pra ele que não ia mais trabalhar.

- Entendo, mas vê se não some cara.

- Não vou. 

- Aliás, quando sua mãe volta da Europa?

- Nem eu sei cara, ela não me escreve a um tempo, tão pouco manda alguma mensagem ou email. - disse rindo.

- É uma pena, espero que ela volte logo, enfim, agora tenho mesmo que ir - disse JP se levantando e caminhando até a porta.

Caminhei com ele e abri a porta, ele saiu e eu a fechei, quando voltei vi um celular jogado no sofá.

- Hum? Será que ele esqueceu?

Peguei o celular e liguei a tela. Foto de JP e May na tela de bloqueio, bloqueado por PIN.

“Olha só o que temos aqui”

Batem na porta.

- Já vou!!

Guardei o celular no bolso e fui até a porta abrir.

- Ei cara, eu deixei meu celular aí?

“E aí Max, ele deixou?”

- Não cara, aqui não tem nada.

-Mesmo? Acho que perdi, que droga!

- Se quiser entrar e procurar…

- Isso seria ótimo! 

Procurou, procurou e não achou nada. 

- Olha cara, tô bem atrasado, mas confio em você. Se achar, vê se não abre, só me devolve. Até mais.

- Pode deixar cara, sem problemas.Tchau, tchau…

“Ele pareceu tão preocupado, será que tem algo de importante aí?”

- É o celular dele, óbvio que ele se preocupou.

“Poderíamos tentar desbloquear”

- Eu até sei como fazer, mas é demorado e cansativo. Além do mais a gente não deveria. 

“Pode ser que valha a pena. Não custa tentar não é?”

- Não sei, acho que não quero fazer isso 

"Vamos lá Max, o que você tem a perder com isso? Nada!" 

- Você tem razão… Mas não acho que ele tenha algo a esconder de mim.

“É o que vamos descobrir."

    Fui até o meu quarto e abri a gaveta do guarda roupa, peguei um cabo USB, pluguei no celular e no computador, liguei o computador e abri o programa de decodificar códigos. Escolhi a opção "PIN". A mensagem na tela do computador era:

“0001/9999 isso levará aproximadamente três horas”

    Encostei o celular no canto e deixei o computador trabalhar. Enquanto isso tomei um banho rápido, troquei de roupa e saí de casa. Peguei o ônibus e e enquanto ia até meu destino pensei nas melhores palavras pra dizer isso. Algunss minutos depois desci em uma rua de um bairro rico, andei até a casa que procurava e toquei o interfone.

- Quem é? - disse a voz trêmula pelo interfone.

- Sou eu... 

- Eu não quero te ver Max! - disse com tom de medo, chorando. 

- Por favor, precisamos conversar... 

- Eu não tenho nada pra conversar com você, vai embora!

- Alice…

- Me deixa em paz!!! - gritou, chorando.

- ...

    Me sentei nas escadas da porta da frente e abaixei a cabeça. Ouvi um som de porta destrancando e então olhei para trás, lá estava Alice com a maquiagem borrada pelas lágrimas e totalmente desarrumada me olhando pela porta, embora estivesse serrada.

- Posso entrar? Precisamos conversar…

- Não tente nada! - disse abrindo a porta com uma mão escondia nas costas. 

Entrei e ela fechou a porta, logo em seguida trancou e tirou das costas a mão que segurava uma arma. Levantei os braços. 

- Alice… Abaixa essa arma… Eu-eu não vou fazer nada com você…

- Não confio mais em você!

- Abaixa a arma Alice, por favor, eu tô pedindo.

- Não vou abaixar! Fala logo o que você quer!

- Alice… Me-Me desculpe… Eu não que-

- Max, se for vir com esse papo de que você não queria, eu juro por Deus que dou três tiros na sua testa!!! Eu fui estuprada pelo meu ex namorado várias e várias vezes antes de fugir e me mudar pra cá e virar sua professora, eu tenho uma história Max! Eu estava quase superando tudo… Você me ajudou tanto, mas você também é só mais um filha da puta que me tirou tudo mais uma vez!!!  Então se não quiser levar um tiro... VAI EMBORA MAX!

    Meus olhos se encheram de lágrimas, caminhei até a porta, a cada passo que eu dava ela se afastava um pouco, mas ainda com a arma apontada para mim. Abri a porta e saí.

-Me desculpa, Alice… - sussurrei.

Ela bateu a porta com força e de longe eu conseguia ouvir os gritos em meio ao choro. A chuva começou a cair e eu comecei a andar, voltando para casa.

“Viu a humilhação que você passou? Essa foi por pouco em”

- Humilhação foi o que fizemos a ela. A gente deve ela muito mais que um pedido de desculpas.

“A gente não deve mais nada agora, nossa parte a gente fez”

- Vou tentar falar com ela amanhã.

“Você é um idiota mesmo, morre!”

    Quando cheguei em casa, fui direto para o computador ver como estava o andamento da decodificação.

“PIN encontrado! A chave de acesso encontrada para o seu smartphone é 3268”


- Demorou menos que eu esperava!

“Eu sou foda”

- Eu decodifiquei! 

"A ideia foi minha" 

- Nós não somos uma só pessoa? 

"Agora você me pegou..." 

    Deitei em minha cama procurando no celular por qualquer coisa que fosse suspeita. Não encontrei nenhuma mensagem ou arquivos. 

- Ao menos nosso amigo JP não tem nada relacionado a pedofilia, necrofilia ou coisas do tipo hahaha. 

“Aposto que seria divertido”

-Isso é você que tá dizendo. Espera, um documento trancado…

“Bingo”

Cliquei no documento e me pediu senha, digitei “3268”

“Senha inválida”


-Então vejamos, “8623”

“Senha correta!”

-JP, JP, tão óbvio...

O documento tinha um vídeo com pouco mais de 5 minutos.

- Vejamos, o que será esse vídeo? 

“Vamos descobrir, é só abrir o arquivo"

    Abri o vídeo e comecei a assistir.

Som do vídeo

- Ah, ah, isso é tão bom- gemido feminino.

- É disso que você gosta sua puta? Então é isso que você vai ganhar!- chicote estalando. 

- Aaah, isso, me bate mais, me fode bem gostoso!

- Você é uma submissa bem vagabunda, sua puta.

Corta o som 

-Não acredito que eu realmente tô vendo isso. Deus... 

“Que tal brincarmos um pouco com esses pecadores?”

- Mas ainda não resolvemos com a professora... 

"A gente vai dar um jeito. Por enquanto, foque no seu amigo. O que vai fazer?" 

- Eu vou fazer ele pagar... 


Notas Finais


Então é isso pessoal, obrigado por terem lido e espero que tenham gostado, caso tenha algum erro, me notifiquem para eu poder atualizar. Críticas construtivas e sugestões são aceitas. Não esqueçam de favoritar e comentar pra eu saber se vocês realmente gostaram ou não. É isso, beijos e tchau :3


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