História Memórias São Só Memórias - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Especial, Memórias, Original, Perda
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Palavras 836
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi oi xenty :v
Tudo bem? Esse é o quarto capítulo da história e o mesmo falará sobre o que Victor fará para rever Akichi
Aliás, o nome do shipp é Akitor, ok? ^^
Boa leitura galero

Capítulo 4 - Capítulo Quatro - Maus sentimentos, más escolhas


Domingo, 12 de Agosto de 2018

Acordo assustado. O pesadelo recorrente aumentava a dor insistente que me fazia ficar cada vez mais triste. O pesadelo passava uma cena distorcida, era o dia que encontrei Akichi, então se transformava de um sonho em um pesadelo, pois ela me olhava com ódio, e simplesmente me dizia palavras frias antes de desaparecer, tudo começava a congelar e eu simplesmente me atirava em um rio, acabando assim por me suicidar. Não que não quisesse me matar de vez em quando, mas neste momento essa vontade tem se esvaído de mim, afinal eu tenho bons planos e boas expectativas. É como uma luz que me diz para não ir, que ainda há uma chance.

Olho enfim o horário e decido me levantar mais cedo que o normal, são 06:00 da manhã, se eu acordasse em meu horário normal dormiria por mais uma hora. Eu me esqueço momentaneamente de meu plano, basicamente um "tudo ou nada", mas sempre preparado para o pior, nunca deixando de almejar o melhor. Os finais felizes não existem para quem não os merece, penso. Então decido descer e tomar um café da manhã, afinal meu estômago está em um protesto de ronco e dor, já que não comi da maneira que devia ontem.

Meus pais demorariam para acordar, era Domingo, dia que ambos estavam de folga. Eu esperava por meu aniversário, afinal ia ser um dia depois que ia começar tudo de novo. Lembro-me de algo que me distrai para o tempo passar mais rápido e decido fazê-lo após comer algo. Desço silenciosamente as escadas que levam ao meu quarto e me encaminho a cozinha. Faço torradas, pois são práticas e gostosas. Como rápido, subo até meu quarto novamente, quero me entreter. Ligo meu computador, confiro o horário e conecto meu fone de ouvido ao celular. Coloco uma certa música e pesquiso a tradução da mesma em meu computador, em cima da mesa onde o computador fica estão lápis e um caderno, no qual copio traduções de músicas que gosto ou que importam para alguém (essa eu entrego depois de escrever).

Passo boa parte da manhã fazendo isso, levando um pequeno susto quando minha mãe chega na porta do meu quarto e me pergunta se queria ir com ela e meu pai para dar uma volta e comer algo mais tarde. Recuso, pois seria uma ótima oportunidade para falar com uma pessoa. Enquanto copiava me lembrei de um amigo que foi morar no Japão, perguntaria a ele se poderia me hospedar em sua casa durante um tempo.

Assim que meus pais saem, ligo para ele via Skype. É de madrugada lá, e ele gosta de madrugar, então é ótimo para falar com ele. Seu nome é Cléber, mas todos os amigos inclusive eu o chamam de Tingo, pois ele ficava falando muito essa palavra esquisita quando estava bravo.

A ligação começa
Eu: Fala Tingo,suave mano?
Ele: Eae Victor, preparado para o dia 25?
Eu: Ué, o Léo te falou sobre meu plano?
Ele: Aham,ele disse que você quer vir para cá e procurar pela Akichi, e eu sabia que você ia vir perto do seu níver. Mas eae, já tem onde ficar?
Eu: Na verdade, te liguei para perguntar se teria como ficar aí ou em algum lugar que você conheça e seja confiável.
Ele: Bom, eu tenho um quarto de hóspedes vazios, mas seus pais deixaram?
Eu: Aí que está, eles acham que eu vou em Dezembro. Eu irei escondido...
Ele: Ué, eles vão sentir sua falta, vai contar para eles só depois que for?
Eu: Sim. Eu não queria que fosse assim, mas terá de ser. 
Ele: Você já pensou na possibilidade de eles vierem atrás de você? 
Eu: Não na verdade... Mas eu dou um jeito, sabe disso
Ele: Ok, vou dar uma arrumada aqui nesses dias para te receber, quanto tempo pretende ficar? 
Eu: O suficiente para convencer Akichi a voltar para o Brasil junto a mim
Ele: Então traz muito desodorante, pois aqui não vende e vai demorar para você conseguir isso...
Eu: *rio* Ué, por que demoraria? 
Ele: Ela tá gostando de outro cara e outro dia veio aqui em casa pedir conselhos para chegar nele...
Eu: O QUE?!!
Ele: É um colega meu de serviço, o nome dele é Kazuya Nakamoto, e ele é um cara muito bom e legal, na verdade ele é meu amigo.
Eu: Vou desligar mano, até depois...
Ele: Esp-

Encerro a ligação, agora meu mundo se desaba novamente. Meus olhos ficam marejados de lágrimas, corro até o banheiro e entro no chuveiro, sem me preocupar em tirar as roupas. Vou até lá para chorar, pois minhas lágrimas se tornam insignificantes. Ela havia superado, eu tinha que deixá-la ir...

De repente, a luz se apaga. Mas era meu objetivo. Talvez fosse a última coisa que eu fosse fazer enquanto em vida, mas eu iria lhe falar o que eu sinto. Porque iria doer menos do que ter ressentimentos e morrer com a culpa.

Eu iria encontrá-la...


Notas Finais


EAE GALERAAAA <3
DESCULPA A DEMORA,EU TAVA MÓ OCUPADO ESSES DIAS, MAS COM O TEMPO CONSEGUI DEIXAR O CAP EXATAMENTE COMO QUERIA xD
MAS EAE,GOSTARAM? EU AMEI ESCREVER ESSE CAPÍTULO, COMENTEM AÍ SUGESTÕES E ATÉ A PRÓXIMA


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