História Memories - Capítulo 15


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Categorias Jogos Vorazes (The Hunger Games)
Personagens Annie Cresta, Finnick Odair, Gale Hawthorne, Katniss Everdeen, Peeta Mellark
Tags Amor, Annie, Finnick, Jogos Vorazes, Katniss, Love, Peeta, Peetniss, Romance, Sexo, The Hunger Games
Visualizações 63
Palavras 1.681
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 15 - Talvez uma verdade


Sinceramente eu esperava uma reação completando diferente da qual eu esperava. Ele ficou aliviado.

— Sério Ann, isso não é uma notícia exatamente ruim pra mim.

— Eu percebi.

— Eu não vou contar a ela o que aconteceu.

— Haymitch se a memória dela voltar ela vai saber que você mentiu.

— Eu invento uma desculpa.

— Parece que você não conhece a filha que tem.

— Eu sei que é um risco.

— Olha, os remédios dela já estão no fim, e quando acabarem ela irá começar psicoterapia e então estará mais próxima de recuperar a memória.

— Antes que a memória dela volte, eu quero ter momentos bons com ela.

— Haymitch, você tem noção do que você fez?

— Depois do acontecido eu bati no Nick, eu quase fui preso por quase matar o garoto.

— Mas você demorou, e você mal defendeu sua filha, você deixou aquela bruxa da sua ex esposa humilhar sua filha.

— Eu sei...— ele realmente parecia arrependido, mas ainda não me conformo dele só ter vindo aqui depois de todo esse tempo.

— O sobrinho da sua querida ex esposa, embebedou e transou com a sua filha. Eu sei que eles tinham ficado, e como melhor amiga da Katniss eu sabia que ela não queria ir tão longe, mas ele foi assim mesmo. Sabe que é estupro né? Mesmo que ela não tenha se defendido na hora, no dia seguinte todos nós vimos que ela não queria aquilo. E sua esposa foi lá e disse que a sua filha era uma prostituta sei lá....e defendeu o Nick até o último momento, e você não se pronunciou a favor da sua filha.

— Também não fui a favor do Nick.

— Mas ainda esta errado, é sua filha. — Disse e dei um empurrão em seu ombro. Sinto raiva só de lembrar — A Karniss foi quase que obrigada a sair de casa, felizmente ela realmente saiu.

— Eu me arrependi muito Annie. Eu quero minha filha.

\\ Peeta

Já era noite e continuavamos na praia e estava completa deserta, apenas os restaurantes estão dando movimento a nossa volta.

— Acho engraçado — Disse a minha desmemoriada.

— O que? — Respondi me deitando na areia e observando algumas estrelas no céu.

— Estamos passando dias e semanas juntos — O rosto dela agora bloqueiava a imagem das estrelas — E a gente não sabe quase nada um do outro.

— Você sabe tudo que precisa saber de mim, você sabe.

— Eu quero saber mais — Disse tocando os fios do meu cabelos.

— O que você quer saber? — Segurei a sua mão que estava na minha cabeça.

— Bem... Eu já sei todas as suas questões financeiras e familiares — Disse aproximando um pouco o rosto — Me fala algumas coisas que você gosta, além de praia.

— Tipo?

— Meu Deus— disse e deu uma risada — Me diga qualquer coisa. Qual seu filme favorito?

— Não vou dizer — Respondi da forma mais segura possível. Não posso dar resposta a essa pergunta, é constrangedor.

— Ah qual é!? — Disse e se sentou de penas abertas em cima de mim — Se eu falar o meu, você fala o seu?

— Não — Neguei com certeza absoluta — Mas eu quero saber o seu.

— Bem, considerando a minha recente perda de memória, meu atual filme favorito é " A pequena sereia".

— Nossa, é pior que o meu — Disse rindo de dia escolha para filme favorito.

— Se o meu é pior, você não tem do que se envergonhar!

— Mama mia — Respondi a ela de forma rápida, torcendo para que ela não entenda o que eu disse.

— Meu Deus — Disse rindo da minha cara — Eu não acredito! — Ela caiu do meu lado de tanto rir — Você todo fortão, bonito, cara de macho bravo. E você me diz que seu filme favorito é mama mia.

— Chega sua chata! — Me levantei do chão irritado com sua risada — Vamos embora! — Disse e chutei areia em cima de sua barriga.

— Eu vou contar isso a todos! — Disse ao se levantar.

— Se você fizer isso vai andar por aí sem roupa por uns meses.

— Mama mia! Lá vamos nós outra vez! — Ela cantou em quanto andavamos em direção a casa — Com o coração partido — Continuou a soltar a voz — Triste desde o dia que terminamos!

— Da pra calar a boca! — Reclamei e chutei ainda mais areia nela.

— Ah qual é!? Eu nem canto tão mal!

— Não disse que cantava mal, só disse para calar a boca.

— Poxa — Disse fazendo cara de triste. Falsa.

A peguei pelas penas e joguei o resto do seu corpo por cima de meus ombros. Gostei de ouvir meu nome no meio de sua risada.

— Me põe no chão! — Disse mais uma vez entre risadas.

— Nem pensar! Só em casa.

Ela resmungou alguma coisa e depois se aquietou. Provavelmente se conformando com o fato de que não colocará os pés no chão.

— Você é gay? — Ela perguntou só pra me provocar — Quer dizer, não é querendo ofender, mas é muito difícil encontrar homens heterossexuais que curtem um musical muito bem produzido com a Meryl Streep e outros três homens.

— Não, não sou homossexual.

— Bom ter certeza disso.

Coloquei ela no chão, pois já estávamos na porta de casa. Ela continuava a libertar leves risinhos dos lábios.

— Não vou contar a ninguém — Me afirmou.

— Eu sei disso— Disse e abri a porta — Mas não seria nada difícil dar um perdido em suas roupas, Pensei em jogar elas no mar, sei lá.

— Não teria essa audácia.

— Sério? Depois de hoje você ainda dúvida de mim? — Disse, e isso realmente a fez pensar. Pude notar pela sua expressão.

— Você é assustador — Disse rindo e entrou dentro de casa.

// Karniss

É surpreendente, meu pai, finalmente resolveu aparecer.

Eu não passo um dia sequer nessa casa sem parecer que eu estou vivendo em um seriado de tv.

— Minha filha! — Meu pai se levantou do sofá e veio caminhando até me encontrar, de braços abertos. Pude ver a Annie revirando os olhos por um segundo.

— Pai — Disse baixo ao receber seu caloroso abraço. Mil perguntas pulam na minha mente, mas admito que no meio de toda essa confusão, é bom ter esse apoio, é bom estar em braços seguros pelo menos uma vez. Adorei afundar meu rosto em seus ombros, a única pessoa que me fez sentir aliviada assim foi o Peeta, mas ainda sim não chega perto aos carinhos do meu pai.

Me afastei dele só para olhar um pouco mais em seu rosto. E era meu pai! Finalmente o meu pai. Ele me abraçou mais uma vez, sem ligar do meu corpo estar repleto de areia.

— Estava com saudades — Disse segurando minhas mãos, com ternura nos olhos — Juro que por instante, achei que não lembraria de mim.

— É impossível te esquecer— Então quer dizer que ele sabia que eu estava aqui, com esse torturante estado mental — Porque não apareceu antes? — Fiz essa pergunta torcendo para não me decepcionar com a resposta.

— Eu descobri recentemente que você estava aqui, e assim que soube, vim correndo.

— Aí meu Deus — Disse Annie encostada nas costas do sofá. Ela cruzou os braços e mantinha toda sua atenção em nós, com um olhar fuzilador. — Não vai contar a verdade para a sua amada filha? Por ter demorado tanto para chegar até ela.

Não pude deixar de notar a roupa da Annie, estava toda vestida de peças que falsificam couro, calça preta e coladinha uma jaqueta combinando. Uma blusa branca simplesmente por baixo e uma bota preta de saltos nos pés. Ousada e deslumbrante.

— Como assim? Que verdade? — Disse a Annie tentando não parecer surpresa — Achei que tudo que eu tinha que saber de mim já tínhamos jogado na mesa.

— Não me olhar assim. Entre eu e você... Já está

tudo resolvido. O seu problema agora é com seu pai, conta a ela Hay.

Meu pai suspirou, senti suas mãos apertarem as minhas e ele me olhou nos olhos, bem fundo nos olhos.

— Querida — Começou — Eu e você tivemos um desentendimento no passado por conta de sua ex madrasta, e eu sendo um péssimo pai, fiquei do lado dela pois estava sentindo uma imensa falta da sua mãe. E você simplesmente foi embora.

— Meu Deus! Eu não quero nem terminar de ver isso! — Disse Annie em um tom que pode até ser de nojo.

— Continua pai — Ele sorriu ao me ouvir dizer.

— Eu não te procurei, pois você saiu tão decida que não queria saber de mim. Que eu desistir. Mas assim que soube de você minha filha, eu tiver que vir aqui.

Meu coração se encheu de felicidade e alívio. Pelo menos com uma pessoa eu não errei. Eu acho. Mas de qual jeito, eu o aceito de braços abertos e ele me aceita igualmente.

Mais uma vez me afoguei em seus braços e apertei meus olhos para apreciar a realidade de meu conforto.

Quando eu abri os olhos, vi Peeta nos observo com um sorriso no rosto, então ao ver essa bela arcarda dentária foi impossível não sorri.

— Então pai... — Disse me soltando de seus braços — Tenho que te apresentar alguém — Puxei o Peeta para perto. E ele veio desengonçado para apertar a mão do meu pai.

— Peeta Mellark senhor! — Peeta.

— Prazer, sou Haymicth — Meu pai soltou a mão do Peeta — Você é o que da minha filha?

— Meu apoio no meio de tanta coisa, minha distração, meu melhor amigo no momento.

Em um dado momento notei Peeta me olhar com outros olhos... Diferenciados de seu jeito brincalhão.


Notas Finais


Oi, bem eu consegui um celular provisório o que resolve o nosso problema. ( meu pai ta me enrolando para dar um celular novo, tô puta já)
Então aqui estou!
Obrigado pela paciência e por entender! Espero que não tenham desistido da fic.
Obrigado!
Comentem aí que me ajuda muito e beijinhos! 😍


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