História Memories - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais, The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Alaric Saltzman, April Young, Aurora de Martel, Bonnie Bennett, Carol Lockwood, Caroline Forbes, Céleste Marie Helene Dubois, Damon Salvatore, Davina Claire, Elena Gilbert, Elijah Mikaelson, Elizabeth "Liz" Forbes, Elizabeth "Lizzie" Saltzman, Emilly Bennett, Enzo, Esther Mikaelson, Finn Mikaelson, Freya Mikaelson, Genevieve, Giuseppe Salvatore, Hayley Marshall, Henrik Mikaelson, Hope Mikaelson, Isobel Flemming, Jackson Kenner, Jane-Anne Deveraux, Jenna Sommers, Jeremy Gilbert, John Gilbert II, Johnathan Gilbert, Josette "Jo" Laughlin-Saltzman, Josette "Josie" Saltzman, Julian (bruxo), Julian (vampiro), Kaleb Westphall, Katherine Pierce, Kelly Donovan, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Lexi Branson, Lilian "Lily" Salvatore, Logan Fell, Lucas "Luke" Parker, Lucien Castle, Lucy Bennett, Luka Martin, Malachai "Kai" Parker, Malcolm, Marcellus "Marcel" Gerard, Mary Louise, Mason Lockwood, Matt Donovan, Meredith Fell, Mikael, Mikael Mikaelson, Monique Deveraux, Nora Hildegard, Olivia "Liv" Parker, Papa Tunde, Pearl Zhu, Personagens Originais, Ray Sutton, Rebekah Mikaelson, Richard Lockwood, Rose-Marie, Sage, Stefan Salvatore, Tristan de Martel, Tyler Lockwood, Valerie Tulle, Vicki Donovan, William Tanner, Zachary "Zach" Salvatore
Tags 1864, Álcool, Chloe Bennett, Daniel Gilies, Diarios De Um Vampiro, Drama, Família, Fanfic, Festa, Ian Somerhalder, Joseph Morgan, Os Originais, Romance, The Originals, The Vampire Diaries, Vampiros, Violencia
Visualizações 10
Palavras 1.637
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Hentai, Literatura Feminina, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Finalmente vou escrever uma fanfic decente de TVD, também incluindo o universo de TÔ. Tentarei me basear nos acontecimentos das duas séries, mas haverá muito conteúdo de minha própria autoria. Tirando alguns personagens fora da série que são de minha autoria, o restante pertencem apenas às séries e os livros. Espero que gostem dessa trama sobrenatural. Também não me esquecendo de um bom romance e drama.
Boa leitura.

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Memories - Capítulo 1 - Prólogo

10 de setembro


Querido diário,


Assim como eu tenho escrito todos os dias para você, Theo conseguiu me convencer de viajar com ele e de finalmente nos mudarmos para Mystic Falls. É uma pequena cidade da Virgínia, poucos habitantes e com um currículo escolar maravilhoso, pelo menos foi essa a referência que ele passou para me convencer a abandonarmos nossa pequena casa no Texas. Iremos morar na pensão do tio dele, Zach. Ele me disse ser uma boa pessoa e que mora sozinho. Sei que isso também é uma desculpa para que eu finalmente saísse de casa e pudesse me socializar. Ele anda preocupado comigo, mas não tem com o que se preocupar. Eu estou bem. Pelo menos é isso que eu digo para mim mesma todas as manhãs em frente ao espelho. Eu sei que estou bem. Mas desde o "pequeno incidente", que ele tem sido muito mais cauteloso comigo, mal posso ir ao banheiro sem ter um guarda parado na porta, batendo a cada cinco minutos para saber se ainda estou viva. As vezes eu o odeio por me deixar viver, mas também não posso negar que o amo mais ainda por ter todo esse cuidado com a minha saúde e segurança. Talvez um novo ar possa me ajudar a sair do poço aonde eu mesma me joguei. Bom, pelo menos é isso o que eu mais desejo.


Louise fechou seu diário e ergueu a cabeça no momento em que o carro entrava na cidade, a placa estava logo ao lado, dando passagem a uma ponte por onde o veículo trafegou lentamente. Ela inclinou a cabeça na direção da janela, observando o rio lá embaixo, sentiu um embrulho no estômago, mas tentou afastar qualquer pensamento negativo que pudesse tomar conta de seu consciente. Desviando os olhos para seu namorado logo ao lado, que mantinha as duas mãos no volante e os olhos atentos na estrada.


- Você dirige como uma senhora, sabia? - Ela bateu o cotovelo nas costelas dele, antes de enfiar o pequeno caderno de capa preta dentro de sua mochila.


- Eu apenas gosto de ser cuidadoso. Sabe que um acidente de carro não me mata, mas pode matar você. - Ela sentiu o peso em seus ombros com aquela frase, o que não a impediu de se encolher no banco como um animal acuado e ferido. - Desculpe, querida, eu não quis te chatear de novo. Foi só uma piada de humor negro. - Theo alcançou o joelho dela, pressionando levemente com a ponta dos dedos.


A morena sorriu minimamente pra ele. Voltando os olhos para a estrada, um conjunto de casas já apareciam mais a frente, enormes casas com vários andares e lindos jardins na frente.


O carro dobrou a estrada e logo a frente, entre um extenso corredores de árvores, uma enorme casa de destacava. Com um chafariz na frente e uma gramado verde bem aparado, parecia ter uns 3 andares, com inclusão do que deveria ser o sótão no topo. Muito bem conservada para uma casa que parecia ter sido construída na época da renascença e passado por diversas reformas ao longo dos anos. Theo guiou o carro pela entrada e estacionou próximo ao que parecia ser a estrada, um corredor de concreto que se estendia com pilastras que sustentavam a parte da frente da casa.


O vampiro desceu na frente, em menos de um milésimo já se encontrava abrindo a porta do carona para a namorada. Louise tirou o cinto e agarrou sua mochila com uma mão, enquanto a outra, ela segurava a do namorado, que lhe puxou para fora do carro. Jogando um dos braços sobre os ombros dela, lhe guiando pelo corredor que os levou até a porta de entrada.


Havia uma homem parado na soleira, parecia jovem, apesar de ter algumas marcas de expressão no rosto que estregava já estar na casa dos quarenta. Parecia não estar muito feliz e também bastante impaciente, já que batia o pé freneticamente no chão e tinha os braços cruzados sobre o peito, sem abaixar a guarda até mesmo quando o jovem casal parou próximo a ele.


- Mudança de planos, melhor vocês irem embora. - Zach disparou antes de qualquer coisa.


- Oi pra você, também, tio. - Theo o cumprimentou com certo sarcasmo. - O que está acontecendo?


- O dono da casa está aqui.


Ligia sentiu a pressão sobre seu ombro, devido ao aperto que Theo fez com seu braço, ele estava tenso e ela não entendia o motivo.


Dono da casa? Mas Zach não era o dono?


Ela encarou o namorado que tinha o maxilar travado em uma expressão que ela conhecia bem, era raiva.


- Qual deles? - O moreno parecia estar tentando se conter ao proferir cada palavra e isso preocupou a garota.


- Stefan.


A menção do nome parecia ter sido o suficiente para estabilizar o vampiro, que automaticamente suavizou suas expressões.


- Posso conversar com ele, aposto que vai ser muito receptivo conosco.


- Eles não são tão diferentes, Stefan também consegue ser tão frívolo quanto o irmão.


- Será por poucos dias, tio. Eu prometo. - Theo empurrou a namorada para dentro da casa, passando pelo homem ainda parado no canto da porta. Ele os observou com cautela, torcendo os lábios com reprovação. - A propósito, essa é a Louise, minha namorada.


A garota sorriu timidamente, permitindo que suas bochechas corassem com a vergonha que ela sentia naquele instante. Estendeu uma das mãos ao mais velho que lhe cumprimentou mais por educação, do que realmente interesse. A Martini já se sentia completamente desconfortável com aquela situação, sentia vontade de convencer seu namorado a partirem ou procurarem por outro lugar para ficar. Não queria ser um tormento para outras pessoas e pelo papo que havia escutado de tio e sobrinho, os donos verdadeiros daquela casa não pareciam ser muito hospitaleiros. Mas o vampiro era cabeça dura demais e pelo que ela lhe conhecia, ele ficaria apenas para provocar alguém que claramente ele já conhecia.


- Peço desculpas pelo incômodo, em nome do Theo. - A menor balançou a cabeça na direção do moreno ao seu lado.


- Não se preocupe, eu lido com pessoas como ele a minha vida inteira. - O homem sorriu como se quisesse apaziguar o momento.


- Tio, já está tarde. Vou instalar a Louise em um dos quartos, ela precisa descansar. Tem aula amanhã de manhã.


- Tenho? - Ela arqueou as sobrancelhas em confusão.


- Sim, você vai estudar em uma escola, com alunos de verdade, acabou os ensinamentos em casa. - Theo apoiou as mãos sobre os ombros dela, lhe guiando até as escadas que davam acesso ao segundo andar da casa.


- Eu te odeio. - Louise bufou, enquanto subia os degraus.


- Também amo você, querida.


¥¥¥


O quarto ainda estava escuro quando a morena abriu os olhos, enrolada em um enorme edredon de várias camadas, rolou sobre o colchão a procura de seu namorado, mas ela se encontrava completamente sozinha na cama e naquele enorme quarto. Se sentou sobre o móvel e passou as mãos sobre seu rosto, as cortinas balançavam com a leve brisa que vinha de fora, o quarto ainda estava escuro, entregando que nem se quer havia amaenhcido.

Louise empurrou o cobertor de cima dela e apoiou os pés descalços no chão, andou na ponta dos pés até a porta, abrindo a mesma lentamente. Colocou a cabeça pra fora e observou o longo corredor escuro e silencioso. Parecia mais uma cena de filme de terror, que chegou a fazer os pelos em sua nuca se arrepiarem.

— Theo? — Sussurrou, esperando que o vampiro pudesse ouvi - lá e vir até ela. Mas, ele não apareceu.

Contra sua própria vontade, Louise saiu do quarto e caminhou pelo corredor, observando as portas dos outros quartos e o corrimão das escadas que levavam ao primeiro andar. Ela seguiu para lá, Theo deveria estar na cozinha, costumava levantar durante a madrugada para beber sangue, um ritual que ele havia adquirido para evitar que a Martini o visse nesses momentos monstruosos de seu lado sombrio. Mas o barulho de vidro se quebrando a fez parar no meio do caminho.

Louise se virou rapidamente e sem pensar duas vezes, ela seguiu em passos largos e rápidos para o fim do corredor, de onde o barulho vinha. Sentiu medo por seu namorado, que ele tivesse se metido em uma briga com o dono da casa, o que não seria nenhuma novidade para ela. Quantas brigas já não o tinha visto se meter por pouca coisa?

Abriu a porta do quarto sem ao menos bater, dando de cara com o cômodo vazio e uma janela totalmente estilhaçada. Haviam cacos de vidro por toda parte, o que fez a garota parar no centro do quarto, evitando pisar em algo cortante com seus pés descalços.

— Theo? — Ela o chamou em voz mais alta, tentando buscar por seu namorado do lado de fora da casa.

— Mas olha só o que temos aqui.

A voz rouca e arrastada num tom de deboche, fez a garota se virar de uma única vez, tropeçando contra seus próprios pés ao encontrar um par de olhos azuis tão perto dela. Havia um sorrio nos lábios do homem, que não poupou em esconder o par de presas bem afiadas. Numa tentativa em vão de se afastar do vampiro, Louise sentiu um longo pedaço de vidro entrar contra a carne de seu pé, numa dor aguda que a fez tropeçar e cair contra o chão, batendo suas mãos sobre os vidros moídos que grudaram em sua pele com o peso da pancada, lhe arrancando um gemido doloroso.

— Péssima ideia, querida. — O vampiro balançou a cabeça num riso de zombaria, se aproximando da menor como um leão prestes a atacar.


Notas Finais


Mistic Falls a cidade dos meus sonhos. Quem não quer morar lá? E quem não quer dar de cara com Damon logo na primeira noite? Tudo bem que eu não queria ter de me machucar tanto na presença de um vampiro sanguinário. Mas, vamos torcer para que a Louise sobreviva.
Até mais, bebês.


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