História Menina Bia - Capítulo 1


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Categorias Originais
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Palavras 690
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Famí­lia, Fluffy

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Mais uma mais umaaa. Só que essa é especial, é um presente para essa pessoa linda que eu tive o prazer de conhecer e ter colado com cola permanente em minha vida. A @Biazitha Nossa senhora, eu não tenho nem palavras pra descrever o quanto eu te admiro e acho a coisa mais fofa desse universo. Vou te jogar num potinho e esconder no coração, e não se preocupe, terá Liz e comida ahsuahsua.

Então meu amor, hoje é seu dia, eu disse que te daria feliz aniversário às 23:59 no horário de Brasília, mas essa foi só uma desculpa pra dar tempo terminar a fanfic ahsuahsu. Como terminei antes eu vou te parabenizar logo.

FELIZ ANIVERÁRIOOO, MUITOS ANOS DE VIDA, SAÚDE, PAZ, AMOR, CARINHO, VINHO, TAINHA E MUITO SEXO PORQUE TU MERECE! (nem sei se pode falar isso aqui. Mas é claro que pode, não pode na sinopse heuhuehuehue).

Que você continue sendo essa menina doce e preocupada que tu é, cheia de amor e companheira. O que me fez me apaixonar por você como pessoa e que me ajudou bastante embora você não saiba, foi uma frase que você me disse: “A vida é tão curta e o ser humano tão lindo pra não se experimentar de tudo” eu levo essa frase pra vida e sempre falo isso com meus amigos em momentos oportunos porque ela realmente ficou gravada. Eu agradeço pela força que você sempre me dá, pelo incentivo, pelo pé na bunda que me joga pra frente, por pular comigo sempre que te grito falando sobre minhas ideias malucas, enfim, obrigada por simplesmente existir na minha vida bagunçada e ser uma constelação linda no meu céu <3 Te amo guria

Só leia a fanfic e não pule as notas finais u.u

Capítulo 1 - Único


O céu cinzento daquela tarde, denotava a forte chuva que estava prestes a cair. A brisa fria trazia consigo um aroma característico de terra molhada, e não demoraria até que a tempestade alcançasse a menina de cabelos presos em duas tranças, uma de cada lado. As pequenas mãos agarravam as alças da mochila enquanto corria vigorosamente até em casa. A respiração intercortada deixava visível que não começara a correr a poucos minutos. Seu pequeno tesouro que levava consigo dentro da mochila de florezinhas, era o que dava a ela todo aquele pique. Não permitiria que os livros molhassem, embora tão cuidadosamente os tivesse forrado as capas para que não rasurasse ou manchasse.

A corrida foi interrompida quando um ganido baixo foi ouvido, a menina de cabelos castanhos e bochechas rosadas, logo virou-se à procura de onde viera o som. Os olhos brilhantes e curiosos, de um castanho doce e caloroso, pararam na direção do que parecia um terreno baldio. Os pés cautelosos não demoraram a dar os primeiros passos. A medida em que se aproximava, o chorinho baixo aumentava... aumentava, até que Beatriz parou de sobressalto ao vislumbrar a criaturinha miúda encolhida, lutando contra os espasmos musculares causados pelo contato com o solo frio.

— Um cachorrinho — o pesar que carregava a voz da menina, era palpável.

Beatriz se agachou. No mesmo instante o filhotinho deu sinal de que sentira a presença da garotinha. Seu instinto foi se levantar frente ao “perigo” eminente. Outro ganido, dessa vez mais alto. A menina tapou a boca e os olhinhos marejaram, estava machucado o pobre bichinho. Sem pensar duas vezes, ela estende a mão a fim de recolher o animal dali. Com muito cuidado para que não o machucasse ainda mais, ela o aconchegou em seu moletom para o aquecer do frio que tendia a aumentar.

Mais uma caminhada e chegou em casa, a escola não era tão longe afinal de contas, gostava de ir sozinha mesmo com as reclamações de sua mãe. Seu jeitinho meio tímido, a impedia de se juntar aos colegas que moravam próximos à sua casa, por esse motivo chegava na maioria das vezes sozinha. Mas naquela quinta de céu nublado, ela trouxe mais alguém consigo, e aquilo não passou despercebido por sua mãe que logo pedira satisfações sobre o que ela carregava no colo assim que abriu o portão.

— O que é isso Bia? — indagou dando passagem para que ela entrasse.

Bia sorriu pedinte.

— É um cachorrinho, mãe. Eu o encontrei no caminho pra casa, está machucado, olha — ela abriu um pouco o braço para que a senhora sua mãe olhasse o edema presente na pequena patinha.

— Que maldade meu Deus, como podem abandonar um bichinho indefeso desses? Mas ‘cê sujou sua roupa toda Bia. Arruma uma caminha pra o cachorrinho lá no fundo que eu vou procurar uma vasilha, tomara que ele consiga comer, e a senhorita trate de ir tomar banho logo em seguida.

— Tá bem, mãe — cantarolou feliz da vida por poder cuidar do doguinho até ele se recuperar. — Você vai ficar bem logo, vai ver — sorriu.

Naquele dia, Bia revirou todo o quartinho onde ficavam as bagunças de seu pai à procura de algum cobertor velho que servisse de cama para o cachorrinho. E ela não encontrou apenas um cobertor rasgado, mas também alguns pedaços de espuma de colchão velho e uma caixa de papelão. Usando toda sua engenhosidade ela preparou uma cama confortável e quente o suficiente para que pudesse proteger o filhote do frio.

Os dias se passaram em um piscar de olhos. Foguinho, como carinhosamente nomeara o peludo — tendo em vista sua personalidade agitada e também a cor amarelada de seu pelo —, já se encontrava correndo pelo quintal e pela casa. Ou saboreando um delicioso chinelo de algum pobre desavisado. Os cuidados e carinho de Bia foram cruciais para a recuperação do animal que agora não era mais desamparado, pois, graças a sorte que lhe sorriu, e a garotinha de olhos castanhos vívidos, ele tinha um lugar para chamar de lar, ou melhor, que podia sentir ser seu lar.


Notas Finais


A forma com que essa garotinha está retratada na fanfic, é a forma com que eu vejo você. Uma menina cheia de vida, tímida, fofa, preocupada, amorosa, carinhosa e aaaa muitos adjetivos pra te descrever, então deixa pra próxima <3


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