História ''Mental Breakout'' - Capítulo 1


Postado
Categorias Tokyo Ghoul
Personagens Personagens Originais, Touka Kirishima
Visualizações 4
Palavras 823
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Estou postando em nome de Gigigamino12345, todos os direitos estão reservados a ela. Pórem, o enredo é da minha autoria.

Bom capítulo, eu acho.

Capítulo 1 - Capítulo I - O Inicio da escuridão


Está tudo bem, Corvo? - Touka me perguntou, com um tom tão preocupado que eu saí dos meus pensamentos. - Você está alternando o seu olhar da janela para mim, isso está ficando muito estranho.

 

Sim, sim, está tudo bem. É apenas um pouco da minha imaginação... - Eu falo, com uma risada um tanto sem graça, olhando para baixo sem jeito. - Do que você estava falando mesmo?


Touka revira os olhos, um tanto irritada por ter que repetir a sua história sobre alguns pombos que ela encontrou ‘se divertindo’ em um parque de diversões, provavelmente bêbados.

 

Não quero, você não ouviu porque não quis, hn. - Touka fala, levantando o seu nariz com um ar um tanto infantil, deixando-me com uma vontade incrivelmente enorme de lhe dar um abraço, gritando ‘Kawai’ em plenos pulmões, porém, rapidamente contive os meus desejos - Não é legal deixar as pessoas falando sozinhas, eu deveria bater em você por causa disso.

 

Ah, é mesmo? - Falo rindo, observando ela com um sorriso sarcástico - Também não é ‘legal’ bater nas pessoas por não estarem prestando atenção no que você está falando, Co-e-lha.


 

Por incrível que pareça, ela corou um pouco e parecia estar se preparando para me empalar com os seus tentáculos, até que eu ouvi o barulho da explosão junto com o barulho das metralhadoras montadas atirando no nosso quarto. Eu não me lembro como ou porquê, mas eu consegui ativar a minha Kagune protegendo-me e Touka dos escombros como também dos projéteis das metralhadoras montadas. Tudo foi refletido pelo meu tentáculos que estavam de certa um pouco tortos por causa da minha posição na cama.



Mas que diabos…? - Touka pergunta, com a sua Kagune se ativando de forma inconsciente. - A CCG já está nos atacando? Como eles ao menos sabem que nós estamos aqui?

 

Não sei, mas, não posso deixar você ficar aqui enquanto eles estão atacando-nos. - Eu falei, me preparando para entrar na batalha com algumas lâminas que eu aprendi a usar a muito tempo. - Você, vá para a Anteiku e fique lá. Não deixe que eles seguirem você, se não, pode ser o fim do nosso refugio.

 

Por quê? Eu não posso deixar você aqui, para morrer nas mãos deles ou pior! - Touka choramingou um pouco, defendendo outra rajada de projéteis que aparentemente estavam com algum tipo de sedativo, que dá uma pista de que eles não queriam nos matar, mas capturar-mos. - Eles estão usando sedativos, não pode enfrentar todos eles sem ser acertado por pelo menos um!

 

Não posso deixar você morrer assim por mim, apenas vá. - Eu falo, decidindo no fim usar a minha Kagune para jogar Touka longe do apartamento que nós estávamos, deixando ela em segurança no topo do prédio - Corra, Touka, antes que seja tarde!


 

Quando ela, depois de muito choro, começou a correr para a Anteiku, eu me virei e encarei os pombos que estavam me observando.


Está na hora, de dar um fim a mais uma divisão da CCG.

 


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6 horas depois, lugar desconhecido.


Eu simplesmente não acredito. Eu me recuso completamente a acreditar, que eu, depois de matar milhares de Pombos, apaguei por causa de que eu tropecei, e tive um sedativo penetrado em mim sem querer. É algo tão estúpido, que eu estava rindo por fora da minha própria desgraça.

 

Eu ainda posso me lembrar, de quando os agentes me prenderam. Alguns estavam rindo, outros com cara completamente confusa e outros até incrédulos.


“Eu estou perdendo o costume, perder para alguém por apenas tropeçar em meu próprio pé. - Eu falei rindo, sonolento por causa do sedativo - É, acho que eu vou tirar uma soneca, tenha cuidado com o meu corp..


Eu agora estou em uma droga de cela, com as pernas e mãos amarradas por causa do medos dos guardas que eu possa sair e matar todos. Humpf, como se me amarrar dessa forma fosse realmente me parar...idiotas.



Droga, eu sabia que eu não deveria ter tomado todo aquele Sake, eu provavelmente vou morrer de dor de cabeça agora.. - Eu falo, me lamentando e arrebentando as minhas ‘’amarras’’ - Alguém pode me trazer um pouco de água? tô morrendo de sede aqui…



Eu vi uma minúscula - Realmente minúscula - se abriu, e duas garrafas saíram, Uma com água e outra com sangue.. O que eles acham que eu sou? Um vampiro?


Eu estava me deliciando com a água e o sangue (Que por incrível que pareça, não tinha um gosto ruim.) até que eu ouvi a porta se abrir. Eu me virei, para ver quem estava lá porém a luz me cegou.


 

Já podemos começar, você parece estar bem confortável, acho que posso tirar isso de você rapidinho. - O Homem fala, com um sorriso um tanto estranho.



Eu não sabia quem ele era, porém, eu sabia que ele iria me mudar, e não seria para melhor.



Mental Breakout.


Notas Finais


Espero não me arrepender.


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