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História Mentiras Perigosas ( Kim Taehyung ) - Capítulo 2


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Notas do Autor


Bom dia, boa tarde e boa noite! ( não sei que horas você tá lendo, mas ok ). Me desculpem a demora em postar, eu realmente estava com muita preguiça. Mas cá estou com o capítulo dois, espero que gostem! 😔👉🏻👈🏻

Capítulo 2 - Chapter Two


Fanfic / Fanfiction Mentiras Perigosas ( Kim Taehyung ) - Capítulo 2 - Chapter Two

02.


— Taehyung ? Eu já cheguei. — eu já havia chegado em casa, deixei a chave do carro sob a mesa e fui tirando meus sapatos.

— Oi meu amor. — ele diz e eu me assusto, olho para a porta do banheiro e lá estava ele sem camisa, com uma calça de moletom com os cabelos molhados. provavelmente ele havia tomado banho.

— Você me assustou. — digo e vou me aproximando dele, ele também vinha em minha direção. — Como foi seu dia ? — pergunto.

— Foi entendiante. — ele diz me abraçando inspirando o cheiro de meu cabelo. — E o seu ______ ? 

— Foi bom, eu e Chung-Hee fizemos várias coisas hoje. — digo encarando o teto. — E as contas, já chegaram ? 

— Sim querida. — taehyung diz, vai até a gaveta do aparador de sala, pega as contas e me entrega. — Aqui.

— Muito obrigada. — eram as contas de água e luz, olhei o preço e fiz uma cara surpresa. — Estamos gastando muito para o preço vir desse jeito, Tae ? — pergunto.

— Eu me pergunto o mesmo, ______. — ele diz, se apoia na mesa e suspira cruzando seus braços.

— Você podia me ajudar a pagar. — digo largando as contas sobre a mesa de vidro e caminho até a cozinha.

— Como quer que eu te ajude ? Não tenho um centavo. — ele diz frustrado fazendo expressões triste em seu rosto.

— Estamos cheios de dívidas, Taehyung. — digo já nervosa. — Temos a sua faculdade, as contas, a despesa, o aluguel... — ele se aproxima de mim. 

— Olha ______... — vou até a pia de louças e começo a lavar.

— Escuta aqui Taehyung, não me peça pra relaxar. — digo e ele vem até mim, me abraçando por trás. 

— Vai dar tudo certo, Jagi. — ele beija meu pescoço. — Deixa eu te ajudar com isso. — ele tenta tirar o prato de minha mão. 

— Não precisa. — ele continua tentando pegar o objeto. — EU FALEI QUE NÃO PRECISA, TAEHYUNG! — eu solto o prato e ele acaba caindo no chão e eu paro para encarar meu esposo.

— Deixa que eu limpo isso. — ele diz e começa a catar os pedaços do prato de porcelana que estava despedaço.

— Taehyung... — chamo ele e ele me responde com um " hum ". — E se eu tivesse te perdido naquela noite no restaurante

— Jagi... 

Imagina, se eu ficasse sem te beijar, sem te abraçar, sem ouvir sua voz! — falo nervosa. — EU NÃO CONSEGUIRIA SEGURAR A BARRA SOZINHA, TAEHYUNG. 

— Eu estou aqui, ______. — ele vem para me abraçar mas eu me afasto, pego meu casaco, visto o mesmo e vou em direção a porta. — Aonde você vai ? 

— Vou sair. — digo e saio da casa.


Sempre que eu precisava parar para pensar em algo, eu ia para a casa de Chung-Hee. Eu ficava na varenda da frente sentindo a brisa fria que arrepiava os fios de meu corpo.


' Chung-Hee 


Já iam dar 10 horas da noite e acordo no meio da escuridão ao ouvir passos pela minha casa. Pego um taco de beisebol e caminho pelos corredores da casa.


— QUEM ESTÁ AI ? — digo na esperança de alguém me responder e nada.


Não era a primeira vez que isso acontecia, eram várias vezes e só vinha de noite. Mas eu não entendo, a pessoa entra aqui mesmo a casa estando trancada.

Decidi então, ir para o lado de fora da casa. Talvez eu encontrasse alguém lá, talvez a pessoa que está invadindo aqui. Eu acho que estou ficando louco!


' ______ ( você )


Eu cantarolava uma música — Hold on, Chord Overstreet —. Cantava em um tom baixo para que eu não corresse o risco de alguém me ver aqui ou algo assim.


Espere, eu ainda te quero
Volte, eu ainda preciso de você
Me deixe pegar a sua mão, eu vou consertar tudo
Juro te amar por toda minha vida
Espere, eu ainda preciso de você


Paro de cantar ao ver o barulho da maçaneta de Chung-Hee ser aberta e então vejo o mais velho sair de sua casa, fui até ele.


— Oh _______, é você. — ele diz com um... TACO DE BEISEBOL ??????

— Ei, o que está fazendo com isso na mão ? — pergunto apontando para o objeto.

— Eu ouvi passos pela casa _______. Mas quando eu me levanto para ver quem é, não tem ninguém. — chung indaga.

— Me dá isso aqui. — pego o taco de beisebol, levo minha mão ao rosto do mais velho e acaricio sua bochecha. — Não se preocupe, não tem ninguém aqui. 

Tudo bem... — ele suspira — O que está fazendo aqui essa hora ? Não deveria estar em casa ______ ? 

— Sim, deveria. — digo. — Eu meio que briguei com meu esposo.

— Sinto muito. Vamos entrar, está frio aqui fora. — ele pega em minha mão e me leva para dentro de sua casa.


( ... )


Lá estava eu falando para Chung-Hee todos os meus problemas, ele me ouvia e não me julgava. Isso era bom, na verdade, muito bom. 

Eu precisava desabafar com alguém e aqui em Busan, não tenho ninguém ao não ser Taehyung. Mas, estamos " brigados ".


— Eu não sabia que tinha problemas com dinheiro, ______. — Chung-Hee.

— Pois é. — digo e respiro fundo.

— O que acha de eu te ajudar ? — ele diz. — Escute, você me ajuda muito e eu quero lhe ajudar também. — Chung-Hee.

— Chung... Melhor não, eu só queria desabafar mesmo! Não precisa se preocupar. — digo.

— É óbvio que preciso. Vocês são um casal de jovens que está começando uma vida agora. Precisarão de ajuda. — ele dizia cada palavra perfeitamente, eu só pensava em recusar.

— Chung-Hee, eu não vou aceitar dinheiro seu sem ser o do meu pagamento. Por favor, me entenda. — digo.

— Já sei. — ele diz e eu o olho confusa. — Vou arrumar um emprego para ele aqui em minha casa, ele pode ser o jardineiro! — o senhor diz e eu sorrio.

— Faria isso mesmo ? — falo surpresa.

— Mas é claro que faria, ______. Venha, me dê um abraço. — ele se levanta da mesa, abre seus braços e eu o abraço. 


Chung-Hee tem um bom coração.


( ... ) 


— Vamos Taehyung. Já está na hora! — digo para meu esposo que estava passando seu perfume.

— Calma Jagi, já estou terminando. — ele diz e eu reviro os olhos, depois de uns dois minutos ele aparece. — Vamos.

— Você está lindo! — digo e ele me dá um selar. 

— Você está maravilhosa, perfeita, linda e cheirosa! — ele me abraça e eu sorrio. — Agora, vamos.


Dentro de uns minutos, eu já estava na casa de Chung-Hee. Durante o trajeto, Taehyung me questionava se o mais velho iria gostar dele. Ele estava nervoso.


— Vai dá tudo certo, Tae. — beijo a bochecha dele. — Vou falar com Chung que você chegou, espere aqui.


Entrei na casa, chamei por Chung-Hee e ele nada respondeu. Olhei no quarto e ele não estava, nem na biblioteca, nem na sala. Eu já estava ficando preocupada com ele.

Comecei a ouvir barulho de música dos anos 80 e segui o som. Sendo assim, encontrei Chung no porão ouvindo música em uma vitrola.


— Te achei. — digo com a bandeja em mãos.

— Meus pais ouviam essas músicas quando eu era mais novo, eles dançavam a noite inteira. — o mais velho diz e eu sorrio.

— Trouxe seu café e seus remédios. — digo entregando o copo de água e os comprimidos para ele. 

— Obrigado ______. — ele toma os remédios e começa a beber seu chá preferido, o chá de camomila.

— Então, meu esposo já chegou. Vai querer falar com ele ? — digo e ele abre um longo sorriso.

— Claro que sim, vamos lá. — ele se levanta. — Me mostre onde ele está.


( ... )


Eu estava fazendo um telefonema quando vi Chung-Hee e Taehyung caminhando pelo jardim, eles sorriam enquanto conversavam. Era sinal de que eles estavam se gostando, certo ?

Eu estava terminando a ligação quando ouvi a campainha tocar, logo depois, fui ver quem era. 

Fui até a porta, abri a mesma e vi ali o dono da agência que eu trabalhava, a agência que me colocou aqui na casa de Chung-Hee a quatro meses atrás. 


— Olá sr. Pie! — digo sorridente.

— Oi _______. O senhor Hee está ai ? — ele pergunta.

— É claro, entre! — dei um espaço para ele passar e ele entrou logo se deparando com chung.

— Ah, olá meu velho amigo! Como você está ? — chung disse em uma grande animação.

— Eu estou bem, e você ? — Pie.

— Estou indo meu amigo, vem vamos conversar. — Chung.

— Enquanto vocês conversam, vou preparar o almoço. Licença. — digo e vou para a cozinha.


Comecei a preparar o almoço para Chung-Hee até que Taehyung aparece e começa a beijar meu pescoço me pegando de surpresa.


— O você está fazendo aqui!? — digo em meio sussuro.

— Vim te ver, estava com saudade de você. — ele diz e me vira para ele, me dando vários selinhos.

— Tae, aqui não! — digo.

— Aqui sim princesa. — ele diz apertando minha bunda. — Você é extremamente gostosa, ______. 

TAEHYUNG, SAI DAQUI. — digo empurrando ele para fora da cozinha.

— Amor, não... — ele diz choramingando.

— Vai logo! — levo ele para o corredor de saída e volto para a cozinha.

— Eu te amo... — ele diz e por fim, sai.


( ... )


— Tudo bem senhor, Pie. Volte quando quiser! — digo na porta da saída da casa de chung.

— Muito obrigado senhorita. — ele ia descendo as escadas mas volta. — Contrataram um jardineiro ? — ele diz olhando para taehyung.

— Ah, foi escolha do Chung. — digo. — Começou hoje.

— Está certo. Até depois ______! — ele vai embora.


Entrei para a casa, fui até a cozinha, peguei a bandeja e fui até Chung-Hee. Estava na hora do almoço. 

A porta do escritório estava aberta, mas mesmo assim bati por educação e respeito.


— Ah, _____ é você. Entre querida. — ele diz assinando algo.

— Eu terminei o seu almoço. — entro, coloco a comida encima de sua mesa.

Obrigado filha. — ele coloca o papel em um envelope e era meu pagamento do mês.

— Obrigada sr. Chung. — ele me entrega o envelope. — Como foi com o Pie ? 

— Ele fica fazendo perguntas desnecessárias sobre você e isso é chato. — Chung-Hee.

— Mas ele está certo, ele só quer saber se eu te trato bem. — digo. 

— Eu realmente não sei o que faria sem você. — ele diz e beija minha mão.


• • •


Bom, o dia inteiro fiquei dando uma geral na casa de Chung enquanto ele lia o livro dele. Meu turno aqui é apenas durante o dia, das 07:00 até 17:00. 

Já eram 16:43, em alguns minutos eu iria embora. Eu estava finalizando de tirar a poeira da mesa de centro quando Taehyung aparece de repente.


Vamos ? — ele pergunta.

— Claro, espere um momento. — vou até a lavanderia, guardo o pano e volto para a sala.

— Cadê ele ? — taehyung diz.

— Está dormindo, ele anda cansado demais esses dias... — digo.

— Entendi. Vem. — ele pega em minha mão e saimos da casa de chung.


Em menos de 30 minutos, eu havia chegado no banco. Parei no estacionamento e peguei o envelope do cheque.


— Já recebeu ? — taehyung pergunta.

— Já sim Tae. — abro o envelope e faço uma cara surpresa. — EU NÃO ACREDITO NISSO.

— O que ? — taehyung me olha curioso.

— Ele aumentou meu pagamento, ele acrescentou um zero. — digo e suspiro. 

— Isso é bom, Jagi. — ele diz contente.

— Não Tae, não é. — suspiro — Falei para ele sobre nossos problemas financeiros e ele quis me ajudar. 

ESPERA ______, VOCÊ FALOU PRA ELE SOBRE NÓS ? — taehyung diz revoltado.

— Sim, até porque na noite passada você agiu como um babaca. — digo. 

— Eu!? — ele diz e eu afirmo. pego meu celular e começo a discar um número. — O que vai fazer ?

— Ligar pra ele. — digo mas depois de tanto chamar cai na caixa postal. — Ele não atende.

— Jagi, deixa e saca esse dinheiro logo. Se ele continuar aumentando seu pagamento iremos conseguir pagar todas as nossas dívidas! — Taehyung.

— Não Tae, eu não quero me aproveitar da generosidade dele. — digo e taehyung suspira.

— Escuta aqui Jagi, é a nossa chance. Certo ? — taehyung fala e beija minha testa. — Vamos logo pegar esse dinheiro.

mislkie.


Notas Finais


Ficou bom ? Eu espero que sim. Caso vocês quiserem a continuação, comentem aqui. Um beijo! :3


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