História Meretriz à prova de balas - Capítulo 63


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys, Bts, Drama, Hoseok, Jikook, Jimin, Jin, Jungkook, Kookmin, Lemon, Revelaçoes, Romance, Sexo Selvagem, Suga, Taehyung, Taekook
Visualizações 164
Palavras 4.331
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Literatura Feminina, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu não sou nem doida de me prolongar muito aqui depois de 84 anos sem atualizar.
Perdoem qualquer erro de digitação, coloquem SoMo -Ride no modo repeat para tocar, me encontrem nas notas finais, e boa leitura!
:*

Capítulo 63 - Submisso


Fanfic / Fanfiction Meretriz à prova de balas - Capítulo 63 - Submisso


P.O.V SUGA

Puxei Laetitia para o meu colo e, já era evidente minha ereção por debaixo da calça. Conforme nosso beijo se aprofundava, mais excitado eu ficava com os movimentos do seu quadril que também se intensificavam. Em dados momentos, o carro ainda que muito estável, fazia alguns movimentos bruscos, ou freava repentinamente, e assim nossos corpos ficavam ainda mais unidos, como se cada movimento fizesse uma fusão ainda mais forte e duradoura.

Beijávamos-nos com rispidez, necessidade e muita luxúria. O cheiro que emanava daquela mulher era puro sexo. Agora eu podia sentir na pele como era estar com ela  e não conseguir pensar em mais nada que não fosse deixá-la de quatro para penetrá-la até que sentisse com as pernas tão bambas que fosse incapaz de andar.

Suas mãos astutas rasgaram minha camisa, e no calor do momento só pude ouvir sons baixos de alguns botões ao encostar no chão do carro; Agora suas mãos deslizavam sobre minha barriga deixando pequenos arranhões, enquanto mordiscava o lóbulo direito da minha orelha, e em outros momentos depositava alguns chupões no pescoço.

No momento em que uma de suas mãos com destreza desabotoou minha calça e pegou meu pênis, começou a fazer movimentos masturbatórios calmos, que foram aumentando a velocidade conforme meus gemidos. Apesar da posição não ser tão favorável, com ela em cima de mim, aquilo fazia com que eu me sentisse ainda mais excitado.

Levantei seu vestido, deixando com que suas pernas ficassem totalmente de fora, e o formato daquelas coxas, aquele corpo, estavam me enlouquecendo. Arrastei parte da sua calcinha para o lado e comecei a penetrá-la com o meu dedo do meio, até que inseri dois, e ela rebolava sobre eles enquanto continuava a me masturbar. Seus rebolados se intensificavam, e eu estava quase no meu auge, eu queria mais do que aqueles toques, do que aquela masturbação desajeitada, queria foder ela ali mesmo, gozar dentro dela, e fazê-la gritar meu nome em alto e bom som.

Mas no exato momento em que comecei a encaixar meu membro dentro dela, o carro parou. Já havíamos chegado ao hotel que eu tinha reservado para nós. Laetitia saiu de cima de mim, começou a ajeitar sua roupa e cabelo, enquanto eu também me ajeitava para podermos sair do carro. O motorista abriu a porta e saímos, eu na frente, e então dei a mão para ajudá-la a sair. Talvez fosse impressão minha, mas a forma como seus lábios estavam levemente inchados pelos beijos trocados,  o cabelo mal ajeitado, e o vestido levemente levantado, faziam com que ela parecesse ainda mais linda do que anteriormente. Enquanto fechava a porta, ela saiu andando na minha frente em direção à recepção do hotel sendo guiada por um funcionário. Não deixei de reparar em como seu rebolado ficava ainda mais sugestivo em cima daqueles saltos, e aqueles cabelos que se movimentavam com o vento, era a junção perfeita de ações que me levavam a querer ela de quatro enquanto eu a penetrava forte e puxando seus cabelos.

Meus pensamentos foram interrompidos enquanto ainda estava de pé ao lado da porta do carro pelo meu celular tocando. Atendi enquanto caminhava em direção à Lae que já me aguardava próxima à porta de vidro do hotel.
Suga: - O que você quer?
Barry: - Não começa a testar minha paciência. Onde você está?
Suga: - Não é da sua conta.
Barry: - Yoongi, é sério. Eu não estou com um pingo de paciência. Preciso saber onde você está. 
Suga: - E por quê?
Barry: - Amanhã de manhã temos trabalho a fazer e eu vou pessoalmente buscá-lo. Não se preocupe, não vou atrapalhar sua noite com essa vadia. Mas se não me informar agora onde estão, eu te encontrarei, e então, aí sim, vou impedir sua noite feliz acontecer.
Suga: - Vadia é a sua mãe.
Barry: - Ela era mesmo. Me responda agora. Não tenho o dia todo.
Suga: - Argh! Okay!

Se existe uma pessoa no mundo que eu odeio, essa pessoa é o Barry, sua forma prepotente de agir como se todos devêssemos servi-lo, mas não é como se eu realmente tivesse escolha. Normalmente nós apenas o obedecemos sem questionar muito, tanto por respeito ao Sr. Bang, quanto por não ter paciência para discutir com esse idiota. Mas sua estupidez como ser humano não estragaria minha noite, não hoje.

Após desligar, peguei algumas coisas que havia deixado no porta malas, dispensei o motorista, e caminhei até Laetitia que me aguardava, aparentemente, muito impaciente. Ao me aproximar dela, dei um beijo no seu rosto, deslizei minha mão até sua cintura, trazendo seu corpo para perto de mim em um abraço lateral. Ela aproveitou-se dessa situação para sussurrar algo em meu ouvido, que me deixou desestabilizado.
Laetitia: - Eu não aguento mais esperar. Estou quase subindo pelas paredes. Pede logo a chave para eu começar o "trabalho" antes.

Todas aquelas palavras ditas em forma de sussurro me fizeram arrepiar, e minha imaginação foi além. Milhares de coisas se passaram pela minha mente, mas eu não poderia ficar perdendo tempo imaginando, eu também queria que a nossa noite enfim começasse. Fui a recepção, me encarregando de logo conseguir a chave para a minha acompanhante que subiu para o nosso quarto, enquanto eu terminava de fazer o check-in.

Todo o processo não levou mais do que dez minutos, teria sido mais rápido, se não fosse como rotineiramente, a recepcionista pedir autógrafo e ficar dando indiretas. Odeio que as pessoas dêem em cima de mim, pois, quando eu estou interessado em alguém, gosto de ser a pessoa que vai atrás, dificilmente gosto de ser a caça, mesmo quando na verdade, eu seja submisso na cama.

Talvez não seja tão fácil compreender minha personalidade, e por isso, a última vez que me entreguei a alguém de corpo e alma, tenha sido um fracasso total. Apesar de eu gostar de ser submisso, não quer dizer que quero ser tratado como um cachorrinho, ou que sou alguém sem sentimentos. Aquilo que tange minha sexualidade é algo que prefiro manter dentro de quatro paredes, mas da última vez que amei, não passei de um mero capacho, brinquedinho sexual, e segunda opção. Para no final das contas, ser chamado de "viadinho", pois não agia como homem de verdade. Pois um verdadeiro homem sabe o que deve fazer, enquanto eu apenas seguia ordens. Engraçado que muitas mulheres gostam de dar ordens em público, mas no privado querem que o homem seja dominante. Bem, eu prefiro o contrário. Eu tenho o fetiche de ser submisso no privado, mas em público prefiro ser dominante, até porque, não me entrego facilmente, sentimentalmente falando. Mas quando me entrego, quero satisfazer a pessoa em vários âmbitos, que não seja apenas no sexual. Não é como se o sexo fosse a coisa mais importante numa relação para mim.

Enquanto eu entrava numa espécie de conflito interno comigo mesmo, e questionava os meus sentimentos por Laetitia, cheguei à porta do quarto. Hesitei durante alguns minutos até entrar, mas então, após esses minutos, enfim tomei a coragem que precisava para enfim ter em meus braços a mulher que desejava.

Quando eu entrei no quarto, para minha feliz surpresa, Laetitia se encontrava nua em cima da cama, mas o que de fato mais surpreendeu, foi ela estar se masturbando, e quando me viu chegar, sua forma de olhar maliciosa, quase me fez subir pelas paredes de tanto tesão.

Deixei as sacolas com coisas especiais para essa noite no chão, e comecei a tirar cinto indo em direção à cama. No percurso ela começou a gemer ainda mais alto enquanto se autopenetrava com seus dedos ao mesmo tempo que alternadamente esfregava seu clitóris.
Laetitia: - Vai-me-bater com-esse-cin-to?ahhhh - perguntou entre alguns gemidos de um orgasmo que estava possivelmente próximo.
Suga: - Não, eu espero que você me amarre com ele. - disse, já deitado ao seu lado na cama, sussurrando em seu ouvido, e então ela interrompeu seu ato para me encarar com semblante questionador.
Laetitia: - ahn?
Suga: - Eu gosto de ser submisso às vezes. Gosto de ser algemado, amarrado, amordaçado, apanhar. Coisas assim. Você topa? Ou você gosta de apanhar sempre? - questionei me referindo a dias atrás quando nitidamente Taehyung tinha mostrado à ela seu lado sádico e dominador. 
Laetitia: - Eu não tenho preferências indiscutíveis. Gosto de sexo, de todas as formas.
Suga: - É que levando em consideração o jeito que você mal conseguia andar alguns dias atrás, assim como algumas marcas roxas que tem pela sua pele, pensei que você gostasse de apanhar muito, e sempre.
Laetitia: - Eu gosto. Mas se você quer ser submisso, você tem que me obedecer, certo? Se eu quiser apanhar, eu vou apanhar. - Nesse momento ela se colocou por cima do meu corpo, começou a acariciar por baixo da minha blusa, enquanto depositava alguns selares sensuais nos meus lábios e curvatura do pescoço.

Entre algumas reboladas e chupões, ela tirou minha roupa, me deixando apenas com a minha cueca box preta, com o volume do meu pênis duro por baixo do seu corpo que, MEU DEUS, fora esculpido para o pecado.
Seus lábios começaram a percorrer todo o meu corpo, enquanto seus olhares sensuais não se desprendiam dos meus.

Infelizmente em grande parte daqueles momentos, eu só conseguia pensar que ela também fizera tudo aquilo com o Tae, e por isso, eu queria coisas diferentes, que ela não tivesse feito com ele. Eu não queria ser comparado a ele. Não que ela fizesse isso, mas minha mente perturbada só trabalha para o meu mal.

Quando Laetitia começou a roçar a boca no meu membro, com o pano da cueca ainda o cobrindo, tentei me livrar ao máximo desses pensamentos que me colocam sempre para baixo, fazendo-me sentir inferior aos outros quando se trata de beleza e sensualidade. Mas pensar que ela poderia em algum momento comparar o meu "tamanho" com o de Taehyung ou Jungkook me fez encolher um pouco na cama.
Laetitia: - ei, por que você está tão quieto e parado? - disse interrompendo a série de carícias que me proporcionava.
Suga: - Acho que eu quero conversar antes da gente continuar.
Laetitia: - Ah não. - disse sentando-se, ao mesmo tempo que levantei-me sentando ao seu lado na cama.
Suga: - É que eu não estou me sentindo muito seguro de fazer isso com você, sabendo que você já ficou com outros caras.
Laetitia: - Quê? Como assim? Você queria que eu fosse virgem? Meio tarde depois do que já fizemos no banheiro.
Suga: - Eu só quero poder realizar minhas fantasias, sem você ficar me comparando com os outros. Talvez você me ache bizarro.
Laetitia: - Eu acho todos vocês doidos. E acho que sua boca fica melhor na minha buceta, dando uns beijos na minha boca.
Suga: - Você é sempre ousada assim?
Laetitia: - Não. Eu falo essas sacanagens com você porque você não vai falar. Então alguém tem que ser o macho da relação.
Suga: - Ou seja, você já está me comparando com o Tae e o Kook.
Laetitia: - Você que está se comparando. Se eu quisesse ficar com eles, eu estaria com eles. - deu um tapa no meu rosto, não muito forte e continuou a falar - Para com essa insegurança boba, eu quero você, sua língua e a minha entrelaçadas enquanto você me faz gozar gostoso. - ela disse sussurrando a última parte no meu ouvido.
Suga: - Você me deixa muito excitado.
Laetitia: - Eu sei. - falou no momento em que começava a me masturbar lentamente, enquanto mordiscava o lóbulo da minha orelha direita.
Suga: - Você pode usar as coisas que eu trouxe naquelas sacolas? - apontei para as mesmas.
Laetitia: - Você já tinha comprado isso? Como sabia que eu viria com você?
Suga: - Eu tinha esperanças. - sorri.
Laetitia: - Bobinho. - me deu um beijo e foi em direção às sacolas.
Suga: - Eu não achava que você fosse assim tão... extrovertida.
Laetitia: - Pensei que você ia dizer puta.
Suga: - Quê? Claro que não.
Laetitia: - Eu acho que apenas estou agindo como deve ser. Mr. Bang disse que preciso fazê-los felizes se quiser permanecer como a "Meretriz". Então agirei como uma. Eu quero ser uma. - me encarou com os olhos como de uma tigresa pronta para o ataque.
Suga: - Esse seu jeito de olhar...
Laetitia: - Não é assim que você gosta? Você não quer ser meu submisso? - arrancou um dos chicotes que eu trouxe da sacola, e, tirou junta, uma coleira (gargantilha) que eu tinha mandado fazer com um pingente pequeno em forma oval com as iniciais LS.
Suga: - Você sabe como ser uma dominante?
Laetitia: - Você vai descobrir.

Ela caminhou até a cama, encaixou cada uma de suas pernas de um lado do meu corpo, me ajeitei nos travesseiros, e ela pegou o cinto que eu havia tirado e deixado sobre a cama, uniu minhas mãos, deu uma volta nas duas, prendendo com a fivela, e então amarrou na cabeceira da cama que em alguns detalhes era de madeira.

Colocou a coleira, mas antes deu um chupão no lugar onde mais tarde o pingente ficaria pendendo e então esconderia o roxo.
Suga: - Você viu que nas sacolas tem algo para você usar?
Laetitia: - Unhum - Disse enquanto apertava um pouco mais a coleira, deixando bem rente ao pescoço.

Acendeu algumas velas aromáticas que eu havia trazido nas sacolas, deixando-as sobre os criados mudos ao lado da cama, em seguida levantou-se, indo para o banheiro para vestir o que eu havia trazido, provavelmente.

Vê-la caminhando livre, toda despida, me deixava cada vez mais duro, como se fosse realmente possível. Eu sentia que ia explodir a qualquer momento, queria me ver livre daquele tecido preto que envolvia meu pênis.
Durante alguns minutos esperei impaciente, acabei me ajeitando da maneira mais confortável que eu conseguia nas almofadas sobre as costas, mas estar amarrado, e toda aquela demora, estava fazendo com que meu corpo começasse a se sentir entediado.

Foi então que ela surgiu, ainda mais sexy do que eu pensava ser possível.
Com a mascara que cobria os olhos, cinta liga preta, espartilho de couro negro, chicote e a bota over the knee que há um tempo eu havia comprado, esperando pelo momento que veria todo o conjunto nela.

Ela para na porta um instante, e só então eu percebo que ela segura o meu celular nas suas mãos, e dá play em uma música, que via Bluetooth se conectou à central multímidia do quarto, e começou a ressoar pelo ambiente. Em alguns segundos pude reconhecer a melodia Ride - SoMo.
Laetitia foi em direção à uma das cadeiras que havia no cômodo, e começou a fazer uma dança sensual. A forma como ela se movia, e gritava a cadeira em determinados momentos, me fez ficar novamente excitado. Muito excitado.

É como se ela já tivesse nascido para fazer aquilo. Rebolava de uma maneira sexy, mas não vulgar, que me fazia desejá-la infinitamente mais.

Percebi que a música estava no modo 'repeat', e ela continuou dançando de uma forma sensual até o próximo refrão, mas então começou a caminhar em direção à cama. Eu podia sentir o líquido pré-seminal melar a minha cueca, e a forma como Laetitia acariciava a si mesma com aquele chicote, fazia com que eu desejasse cada segundo mais o seu corpo, assim como, desejar cada vez mais ser torturado por aquela mulher até que enfim eu gozasse.

Ela olhava através da máscara de forma felina, caminhando por cima da cama até chegar próximo a mim como uma verdadeira tigresa, e eu estava louco para ser devorado. E então seu corpo chegou perto do meu, mais precisamente, sua boca aproximou-se do meu pau, e ali, por cima da cueca mesmo, ela começou a acariciá-lo, abocanhar de uma forma sexy, mas sequer o tirava para fora. Começou a acariciar meu corpo com suas unhas, que não era tão longas, mas estava longe de serem curtas, e em um movimento súbito depositou alguns arranhões na região do meu abdome, o que me fez gritar de prazer, e me remexer na cama. Eu queria mais.
Laetitia: - Quem disse que você poderia gritar? hum?

Após essas palavras, ela me virou um pouco de lado, e deu um chicotada na bunda, que ardeu, muito, e eu adorei.

Ficou de pé na cama, e pisou com uma das botas sobre mim, na região do peito, pressionando forte, enquanto de alguma forma, ainda muito sensual se movia, mas não exatamente dançando, deslizando o chicote por cada região do meu corpo, de uma forma carinhosa, mas as vezes dando algumas chicotadas leves. Quando ela chicoteou meu rosto, eu senti como se tivesse gozado, apenas com aquilo, e a vontade de fodê-la cresceu ainda mais.

Envolvido pela música e pelo seu corpo, cada um de seus movimentos, cheiros, cabelos que balançavam levemente pendendo até a região da bunda, eu estava ficando louco. Ela me desamarrou da cama, me colocou de joelhos na sob a mesma, e ainda de pé, fez com que pouco a pouco eu tirasse sua roupa com a boca. Quando por fim, eu tirei a calcinha, desamarrando os nós laterais e frouxos da mesma, não resisti e logo dei uma abocanhada na sua bocetinha, eu não conseguiria esperar tanto tempo, com aquele órgão ali pedindo para ser fodido e chupado, eu não pude evitar. Mas então, aquilo que para mim, sem dúvidas seria a melhor parte, começou.

Ela me colocou de costas, com as mãos ainda amarradas e esticadas sob a cabeça. Senti ela sair da cama e volta em seguida, dando-me conta de agora ela estava colocando uma das mordaças que eu havia comprado, sendo esta uma das simples, com uma bolinha. Apenas atendi às ordens da minha dominadora, abrindo a boca e deixando com que ela fizesse o que queria. Após isso ela começou a se esfregar no meu corpo com o seu,  o que nitidamente era muito excitante. Tirou a cueca, inciando uma série de chicotadas no meu bumbum, e disse que era o meu castigo por ter chupado-a quando não tinha sido sua ordem, fazendo-me contar cada uma. 

Conforme a força das chicotadas aumentavam, eu podia sentir meu líquido pré-seminal agora molhando o edredom da cama, e conforme eu me movia, fazendo com que meu pênis roçasse contra o tecido que cobria o colchão, a excitação se intensificava. Após vinte e cinco chicotadas, eu sentia minha pele arder, mas ao mesmo tempo meu pau não parava de pulsar por toda aquela excitação, eu queria perguntar como ela sabia ser uma dominante tão perfeita, mas ainda estava amordaçado, era melhor do que eu imaginei que seria capaz, pensei que  teria que explicar como eu gostava na cama, mas ela era magnífica. 

Senti ela novamente descer da cama, e até o barulho do salto no chão fazia com que minha respiração ficasse ofegante, e meu corpo clamasse ainda mais por sexo. Foi então que pude sentir a maciez de suas mãos, ambas tocando a região ardida do meu bumbum, passando algum óleo, fazendo que aos poucos aquele ardor passasse. Depois senti, seu corpo novamente esfregando-se contra o meu, e eu não conseguia ver muito de soslaio na posição em que eu estava. Mas a sensação era ótima, depois senti ela novamente depositar um pouco mais de óleo, agora nas costas, e massagear, conforme esfregava as mãos, sentia meu corpo se aquecer, mas não era apenas pelo tesão envolvido, mas sim porque aquele era um óleo que esquentava e esfriava, de acordo com os movimentos, foi então que ela começou a assoprar a região das costas, e nuca, fazendo com que cada pelo do meu corpo se eriçasse, e  meu pênis não apenas estava rijo e pulsante, agora começava a doer por tamanhas excitações. Eu precisava gozar logo, liberar toda aquela euforia que estava entorpecendo meu corpo.
Após me fazer arrepiar dos pés à cabeça, Laetitia retirou a mordaça, não sem antes dizer que eu deveria permanecer calado até ela mandar.

Me virou de frente, com as mãos ainda estendidas para trás da minha cabeça, eu podia ver agora seu semblante, um pouco cansado, enquanto escorria um pouco de suor por todo seu corpo, assim como o meu, seus cabelos molhados, e a franja longa que cobria parte dos olhos, enquanto roçava sua boceta no meu pau, mas sem encaixar. Ela realmente queria me deixar louco. Mas não precisava de tanto. Eu já estava totalmente entregue à ela.

Depois de alguns minutos nessa brincadeira que ela sabia ser torturante, com seu olhar felino, e a língua que hora ou outra lambia os próprios lábios de maneira envolvente, ela começou a beijar-me a boca, dando algumas mordidas entre os beijos fogosos, ao mesmo tempo que não para de se mover como se estivéssemos fazendo o ato. Gemia  e gritava como uma gata no cio, mas não me deixava emanar nenhum ruído, eu tinha que gemer quase que internamente, ou seria castigado, mas acontece que... eu gostaria de ser castigado. Porém, toda aquela tortura, aquelas preliminares, já estavam me deixando fora de controle. Eu queria meu pau dentro dela. E ela sabia disso. E por isso mesmo, ela continuou se esfregando por infinitos minutos que se tornaram horas.

Em um determinado momento, liberou meus lábios para mordiscar meu mamilo, e rodeá-lo com a língua ao mesmo tempo em que girava o outro com as pontas dos dedos. O contato quente do músculo quente, outrora frio da saliva, fazia com que meu corpo corresponde-se instantaneamente e intensamente a cada um daqueles toques. Até que ela desceu a língua por todo meu abdome, até chegar ao meu pênis que clamava por atenção, e enfim obteve, um boquete maravilhoso, cheio de desejo, com garganta profunda e tudo que tinha direito.

A forma como ela circulava minha glande com a língua, sugava, mordiscava, e então colocava fundo meu pênis na sua garganta, fazendo-me atingir aquele ponto, fazia com que meu corpo se estremecesse numa euforia nunca antes sentida. Naquele momento, além do prazer, eu me sentia como se fosse único, como se ela me desejasse acima de qualquer um, como se  houvesse apenas eu e ela no mundo. E aquele era nosso momento.

Enquanto me chupava, conseguia olhar dentro de seus olhos, que me encaravam com desejo eram a razão de eu me sentir tão realizado. Ela fazia questão de ainda estar com as botas, mas principalmente de manter a bunda empinada e se movimentando como se fosse penetrada, mesmo quando estava me chupando, e a visão daquilo tudo, a cada segundo, fazia meu coração ficar ainda mais acelerado. Eu gemia baixinho, deixando com que alguns ruídos saíssem da minha garganta, mas minha dominadora parecia não se importar, seus olhos sorriam de prazer ao ver o quanto era capaz de me enlouquecer. Quando eu estava quase atingindo meu ápice, prestes a gozar, preencher sua boca toda com minha porra, ela parou. E eu senti que meu coração ia parar. Uma mistura de sentimentos se apossou de mim, até mesmo raiva. Mas ser submisso é assim. As vontades dela em primeiro lugar, e principalmente, sentir prazer na tortura, a verdade era que eu sentia, e muito.
Laetitia: - Não estava pensando em gozar antes da sua dona, né? - riu da maneira mais linda e safada que uma mulher poderia sorrir. E aquilo preencheu meu coração e minha mente de uma forma inexplicável.

Neguei com a cabeça. Claro que eu queria fazê-la gozar antes, mas ainda não compreendia seus objetivos, já que eu permanecia amarrado, e sequer podia falar. Mas então ela veio até a direção do meu rosto, encaixou-se diante do mesmo, pendendo cada uma das pernas de um lado do mesmo, fazendo com que eu a chupasse, e assim permanecemos por muito tempo, com ela se esfregando na minha cara, enquanto eu chupava seu clitóris, em outros momentos enrijecendo a língua para penetrá-la, o que a fazia se remexer ainda mais, me deixando mais excitado.
Laetitia: - Parece que essa linguinha não é boa apenas para o rap, hein?! - Disse de forma maliciosa.

Eu podia sentir seu gosto, que era tão bom, praticamente doce, aquilo me fazia sentir realizado. Já havia alguns dias que eu queria poder senti-la. Mas então, novamente ela me surpreendeu quando pensei que ela fosse atingir seu próprio ápice com a minha boca, mas ela se posicionou em cima do meu membro, de costas, e cavalgava com extrema destreza e excitação evidente pelos gemidos. Mas então, ela me ordenou, que mesmo amarrado, ainda puxasse seus cabelos, e assim o fiz. Nossos corpos se completando, movendo-se em um mesmo ritmo, enérgico e cheio de tesão. Até que ela se virou, ainda por cima, enquanto se movia freneticamente, e eu acompanhava seus movimentos por baixo do seu corpo tão lindo que me doía a alma sentir assim tão próximo do meu. Ela desamarrou minhas mãos, então as tinha livre para acariciá-la, tocar seus cabelos, rosto. Pedia para que eu a xingasse, e assim o fiz, com aquela vadia gostosa que estava fodendo não apenas com meu corpo. 

Ela não retirou as botas mesmo estando por cima, subindo e descendo com pressão no meu pênis, me levando aos céus por vê-la assim tão entregue e excitante. Nossos beijos cada vez mais intensos, num ósculo cheio de paixão e prazer, o barulho dos nossos corpos se chocando, até que enfim, a preenchi com o meu gozo, o sinal de regojizo de tê-la comigo, e ela segundos após caiu em meu peito, aninhando-se, após também gozar, suspirando pesadamente até adormecer. 

Tirei as botas dela quando adormeceu por fim, e só então eu percebi que a mesma música ainda ressoava pelo quarto, estava tão imerso nas sensações que aquela brasileira me proporcionava a cada segundo, que não ouvia nada além dos seus gritos, gemidos e ordens.

                                       Eu estava mesmo fodido. E não estou falando sobre ser submisso no sexo.


Notas Finais


Gente, do céuuuuuuuuuuuuu! Antes de mais nada, me perdoem. Eu tive uma série de contratempos, tipo computadores que não se conectam na internet, muito trabalho a ser feito, um dente siso que deu e ainda está dando muitas dores, resfriados atrás de resfriados...além de preguiça hahahaa por isso demorei muito para escrever;
Mas todos os dias eu ficava pensando nas cenas, eu queria muito que esse capítulo fosse perfeito, não acho que consegui, mas espero ter chegado perto. Pois ainda sinto dificuldade com as cenas de hot. Sério!
Enfim, espero mesmo que tenha valido à pena toda a espera, e logo vou atualizar as outras fanfics também! Não desistam de mim, e digam o que acharam. COMENTEM muito! 😍
Esse Suga submisso é muito minha religião. Todo obediente, fazendo com essa linguinha só o que a gente manda AAAAAAAAAAA Q :')
Laetitia tá bem puta mesmo, fazer oq?!

Obrigada pelos favoritos e comentários novos. Vocês são demais!
Vou responder todos comentários que ainda não respondi. <3


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