História Mermaid - ( Jeon Jungkook - BTS ) - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Jeon Jungkook, Jeongguk, Jungkook, Misticism, Romance, Sereias, Sobrenatural
Visualizações 221
Palavras 2.093
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Peço mil perdões pela demora, mas espero terem compensado vocês com esse capítulo ❤️

Boa Leitura ☀️

Capítulo 3 - - Capítulo 2 -


Fanfic / Fanfiction Mermaid - ( Jeon Jungkook - BTS ) - Capítulo 3 - - Capítulo 2 -

- No seu mundo? De onde você vem? – Taehyung levantou e começou a andar ao meu redor. Olhei para Dawon, como um pedido de ajuda, e a mesma sorriu pedindo que eu ficasse calma.

- E-Eu venho de Busan. Do reino submerso de Busan... – Me encolho quando o mesmo toca em meus cabelos. Olho para cada um dos garotos e vejo suas expressões de incredulidade.


- Reino submerso? – Taehyung sussurra rindo. – E você então é o quê? Uma sereia? – Cruzou os braços, parado na minha frente. Assenti meio acanhada e o garoto ri nasalmente.


- Meu pai me mandou para cá... – Engulo em seco e dou um passo para trás. – Dawon... Eu posso subir? E-Eu estou com medo... – Sussurro tentando segurar as lágrimas.


- Ei _____, calma! – Balanço a cabeça negativamente, tentando afastar as lágrimas. – Kim! – A vejo socar o ombro do garoto, logo sinto seus braços me acolhendo num abraço. – Fica calma tá? O Tae é idiota as vezes, mas ele é legal...


- Eu que sou idiota? Ela fala que é uma sereia e eu que sou idiota? – Diz alto e eu retraio meu corpo no abraço de Dawon, em busca de abrigo para mal que essas palavras me causam.


- Hyung! Você está assustando-a... – Limpo os resquícios de lágrimas, do meu rosto e me afasto do abraço de Dawon. Bem que meu pai falou, os humanos são realmente ruins. – Como você achou ela, noona?


- Vai me dizer que está acreditando nessa história, Jeon? Ela deve ser alguma aproveitadora. – Segurou meu braço, fortemente, e aproximou nossos rostos, sua respiração pesada bate contra a minha e vence, abafando em meu rosto. E só esse detalhe me instiga a me sentir inferior a sua prepotência.


- Tae... Para com isso! – Dawon me puxou novamente para perto da mesma. – O que está acontecendo com você? Você não era assim...


- Por quê você sempre confia nas pessoas? Você não tem medo de quebrar a cara uma hora dessas não?


- Não, não tenho medo. E você? Não tem medo de ficar sozinho uma hora, com esse egoísmo grande que você tem, não?


- Tae, não é por que aconteceu com você uma vez, que vai sair acontecendo com todo mundo. Você tem que voltar a confiar nas pessoas, nem todas as garotas vão ser igual a Melinda.


- Vocês ainda vão quebrar a cara! – O garoto pegou sua blusa de frio e saiu, batendo a porta bem forte.


- Me desculpa, me desculpa, eu realmente não sei o que deu nele. O Tae era um menino bom e alegre, mas aconteceu algumas coisas com ele e... – Seguro em seu ombro afagando o local, como numa mensagem singela de que ela não tem culpa.


- Tá tudo bem! – Realmente estava, não era problema meu o que estava acontecendo. Eu só não sei por que ele ficou estressado de uma hora para outra, mas espero que fique tudo bem entre eles todos.


- Respondendo sua pergunta Kook... Eu estava caminhando pela praia e avistei ela sentada na areia pelada. Então trouxe ela para cá... Fiz mal?


- Não noona, você não fez mal. O hyung que é meio cabeça quente, mas ele vai entender o seu lado. – Deu um sorriso, seus dentes fofamente errados, retraem uma risada única, acabo por sorrir junto.


- Vem, vamos comer, essa briga toda me deu bastante fome. – Jin chamou todos nós para a cozinha.


- Eu não estou com muita fome, irei subir um pouco. – Me despedi de todos e subi em direção ao quarto que Dawon me ofereceu. Puxo o cobertor, que estava estendido na cama, deito me embrulho. Fecho meus olhos, pensando em uma forma de voltar para minha casa. Talvez a noite quando todos estiverem dormindo, eu possa sair sem que percebam, para que assim, possa voltar para minha família.


- Licença? – levanto e olho na direção da porta. – Estava dormindo? Desculpa...


- Tudo bem Jimin, estava só pensando... – Sorrio e dou batidinhas na cama para que sente comigo.


- Você está se sentindo bem? Trouxe comida para você... – Ele me estende um prato coberto por uma comida aparentemente boa, e eu coloco o prato sobre o rack.


- Obrigada! E sim, estou bem, o que seu amigo falou lá embaixo, me deixou chateada, porém já estou bem. Eu até entendo ele, por que eu sou uma completa estranha para todos vocês, é normal se sentirem da mesma forma que ele se expressou lá embaixo. – sorri terna e o mesmo retribuiu.


- Desça para ficar conosco, queremos saber mais sobre você! – Segurou minha mão.


- Não me sinto bem, mas se eu melhorar eu desço para ficar com vocês. – Puxo minha mão, devagar, pegando novamente o prato.


- Tudo bem, qualquer coisa, estamos lá embaixo! – Se aproximou do meu rosto e por reflexo acabei me afastando. Jimin deu um sorriso nasal e aproximou novamente, deixando um selar na minha testa. – Não precisa ter medo de mim. – Disse ainda bem próximo do meu rosto. Mordi o lábio inferior e dei um sorriso fraco, vendo o garoto sair e bater a porta de leve.


{...}


A noite custou muito a chegar. Passei a tarde toda trancada, pensando em formas de tentar voltar de onde nunca deveria ter saído. Sinto falta da minha mãe, dos meus irmãos, de meus amigos... Meu pai é tão egoísta a ponto de nem pensar se iria sair pessoas machucadas, de suas ações egocêntricas.


Caminho lentamente em direção ao quarto da Dawon e a mesma já estava deitada, provavelmente já estava dormindo, a julgar pelo modo calmo com que respira. Desci as escadas calmamente e logo cheguei na porta principal, olho ao redor checando se não tinha ninguém por ali, e sai fechando a porta devagar. Caminhei em passos largos, até chegar na rodovia que atravessando chegaria a praia.


- Pai? – Caminho para dentro do mar. – Mamãe? – procuro por qualquer sinal dos dois, mas não encontro nada. – Por favor, me deixem voltar, eu acredito no senhor, as pessoas são ruins. Eu sei que deveria ter confiado em você! Estou com tanto medo, não quero ficar sozinha aqui pai, me leva de volta para casa... – limpo as varias lágrimas, que caiam dos meus olhos, e suspiro.


- Eu vou trazer você de volta para casa filha... – Viro rapidamente, encontrando minha mãe sentada em uma rocha, um pouco distante de mim.


- Mamãe? – Dou um sorriso choroso e a mesma me chama. Corro na sua direção e lhe abraço fortemente. Me aconchego no seu abraço e suspiro meio aliviada, de tê-la ali comigo. – Você veio me buscar? – desfaço o abraço, sorrindo.


- Ainda não... Mas fica calma, estou conversando com seu pai, você vai voltar para casa! – Nego e viro olhando para o horizonte.


- Minha casa... Minha família... – murmuro chorosa. – Eu quero minha vida, quero minha cauda, quero meus amigos de volta... – caminho desesperada em direção a minha verdadeira casa; o mar.


- _______ você não é mais uma sereia, você não é do mar, pare agora mesmo! – Ignoro os gritos de minha mãe e mergulho até as profundidades. Eu vou voltar de onde eu nunca deveria ter saído, vou voltar para meus amigos, meu pai querendo ou não!


Enxergo uma luz branca, nadando em minha direção e aperto meus olhos tentando enxergar o que era. Encosto meus dedos na mesma e ela se desfaz na água. Sinto meus olhos pesarem e minha cabeça começar a doer gradativamente. Sinto como se alguém estivesse me enforcando e levo minhas mãos na direção do meu pescoço. Tento puxar um pouco de ar para meus pulmões, mas acabo engasgando.


O que está acontecendo comigo?


Olho para cima e percebo que a cada momento estou me afastando da superfície, tento nadar para voltar, mas meu corpo não me obedece e meus braços continuam parados, como se estivessem sendo segurados por correntes. De repente a água que se encontrava agitada, fica calma e meu corpo antes pesado se encontrava leve. Meus olhos vão se fechando e a última coisa que que vejo, antes de fecha-los totalmente, é a minha mãe nadando na minha direção.


Papai, eu só queria voltar para casa...


{...}


- Ela está bem? – Escuto uma voz, masculina, bem de longe.


- Vai ficar! – Outra voz masculina.


- O que você estava fazendo no mar, uma hora dessa garota? – Lembro de todo o desespero que passei, dentro da água e deixo uma lágrima cair, pela lateral da minha bochecha. – Você está me escutando? – Limpou minha lágrima. – Vou chamar o doutor, okay? – abro os olhos devagar e enxergo o dono da voz.


- J-Jungkook... – Minha garganta dói e minha voz sai toda arranhada.


- Sou eu... – Sorriu e se aproximou novamente. – Eu preciso chamar o doutor, para ver se você está bem! – Segurou minha mão e eu a apertei.


- E-Estou com medo... – Olho em direção a máquina, que ficava fazendo ‘bip, bip’.


- Não precisa, estou aqui! – Puxou a poltrona, até que a mesma ficasse junto da maca, e apertou minha mão, me passando confiança.


- O-Obrigada! – Deixo outra lágrima escapar e ele novamente a seca.


{...}


- Hey... Dawon irá ficar com você aqui, irei em casa tomar banho e comer algo! – olho para o mesmo e assinto. – Fica bem! – beijou minha testa e saiu.


- Jungkook!


- Sim?


- Obrigada... – O garoto sorriu e saiu do quarto. Dawon aparece na porta do quarto, mas não entra. Ela me olha como se estivesse arrependida ou chateada por algo. – Dawon...


- Por que fez aquilo? – Fechou a porta e pude perceber seus olhos cheios de lágrimas.


- Eu só queria voltar para casa... – Murmuro chorosa.


- Se matando? ______ você foi encontrada, quase sem vida, na beira da praia. Por que fez isso? Você não iria voltar para casa dessa forma! – Limpou as lágrimas e se aproximou da maca.


- Eu sou de lá Dawon, eu sou do mar! – Limpo minhas lágrimas, mas não paro de chorar. Era como se a água toda que entrou pelo meu corpo ontem, estava saindo de mim em forma de lágrimas.


- Eu não sei do que você está falando, mas por favor, não faça isso de novo! – Ela apóia sua cabeça e meu peito, e seu braço enlaçado em minha cintura, em um abraço.


- Eu não queria que fosse assim...


- Nem eu! – olhou no meu rosto e limpou minhas lágrimas. – Eu não sei o que seu pai fez! Não sei por que você fala, que o mar é seu lar! Mas não quero ver você sofrendo. Então por favor, não faça mais isso com você... – limpei suas lágrimas e deixei um selar em sua testa.


- Só prometo se você prometer, cuidar de mim! – Sorrimos e a mesma assentiu freneticamente.


- Claro que eu cuido! – Me abraçou novamente e eu retribui ainda mais apertado.


{...}


Dawon dormiu calmamente, na poltrona do meu lado, suspirei e olhei pela janela do leito. O céu estava bem escuro e com muitas estrelas brilhantes. Uma das coisas que eu mais amava fazer, quando estava em minha rocha, era admirar o céu. Tão infinito, tão belo, tão inexplicável...


- Licença... – A enfermeira entra com uma bandeja na mão. – Irei medicar a senhorita, agora! – sorriu para mim e retribui o gesto.


- Lice... Oh, não sabia que tinha enfermeira! – Jungkook se reverência e fecha a porta novamente.


- Ele é um fofo... – Sorriu para mim e assenti. – Ele que encontrou você! – Terrminou de trocar o soro. – Chegou bem desesperado e molhado aqui... – olhei surpresa e a enfermeira assentiu. – Também não saiu nenhum minuto de perto de você. Ele é seu namorado?


- Não! – Arregalei os olhos e a mesma assentiu sorrindo.


- Você acha que se eu chamasse ele para sair, ele aceitaria? – Franzi o cenho e dei de ombros. 


Mulher doida...


- Eu acho que você deveria ir trabalhar e parar de atazanar os pacientes! – Dawon levanta da poltrona e para do meu lado.


- S-Sim senhora! – Saiu rapidamente da sala.


- Tadinha, não precisava agir dessa forma! – Repreendi a mesma sorrindo.


- Cada coisa que eu vejo viu... – olhou na direção da porta e negou. – Jeon, pode entrar! – Gritou e o garoto entrou rindo.


- Sou bem irresistível mesmo! – Jogou seu cabelo invisível para o lado e eu e Dawon rolamos os olhos.


- Bem convencido também! – Dawon bateu no ombro do mesmo. – Vou no refeitório! Cuida dela, senhor irresistível. – Empurrou o garoto para o lado e saiu.


- E então... Trouxe algumas coisas para nos distrairmos. – Levantou a sacola, para que eu pudesse enxergar.


- Por qual começaremos? – Puxo a sacola e vasculho o que tem dentro. – Hm... Não sei brincar de nada disso... – Digo desapontada, entregando a sacola para o mesmo.


- Não tem problema! – Sorriu. – Terei muito tempo para ensinar a você.


Notas Finais


Iai bebês? O capítulo deu para compensar a demora? ❤️

Não deixem de comentar, para que eu saiba se estão gostando da história ou não ❤️

Até o próximo capítulo ☀️


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