História Mermaid - Capítulo 1


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Alya, Chloé Bourgeois, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nino
Tags Adrien Agreste, Alya Césaire, Chloe Bourgeois, Marinette Dupain-cheng, Miraculous, Nino Lahiffe, Sereias
Visualizações 42
Palavras 969
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, Musical (Songfic), Universo Alternativo
Avisos: Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


oeooeoeeee
mais um conto/one de desafio
estou tentando cumprir todos os dias, mas o sono não quer deixar

kakakaka eu que lute, só não sei com que forças

a música que recomendo é Titanium, bjs e boa leitura
me avisem qualquer erro, depois mudo a capa

Capítulo 1 - The soul song;


A festa na piscina era uma surpresa para Chloé Bourgeois, a aniversariante da vez. A festa planejada por Adrien Agreste — vulgo seu melhor amigo de infância — seguia totalmente como planejou.


Os convidados chegavam em seus calções de banho e biquíni, com boias para desfrutar do sol rodeado da água da piscina e protetor solar.


A festa acontecia em ótima hora, pois aquele dia como toda estação de verão em Paris estava quente, embora não passasse dos vinte e cinco graus.


Marinette só preferia estar em seu quarto para fofocar com as amigas e não em uma festa.


— Marinette, a Chloé é nossa amiga e você vai ficar. — Alya impôs jogando sobre o ombro uma toalha branca, largando as chinelas perto de sua cadeira de praia para sentar-se em seguida. A mestiça seguiu o exemplo dividindo a cadeira com ela.


— Sei disso, Alya. Só que eu não vejo nada de interessante para fazer aqui e se tivesse me avisado eu teria pego meu livro, falta pouco para acabar. — Pegou o protetor solar na bolsa da melhor amiga para começar a espalhar nas costas dela.


Não queria vê-la sofrendo com um ardor nas costas.


— Tem uma piscina bem aqui e você não acha nada interessante?


— Você leu minha mente. — Debochou com um revirar de olhos não notado.


— Amiga, — Alya virou o tronco para observar a azulada. — tenta interagir pelo menos. Não é tão ruim assim.


— Você vai passar mais tempo com o Nino ou na piscina do que comigo, então eu te pergunto, Alya Césaire: o que estou fazendo aqui?


Bufou. Como a mestiça podia ser tão teimosa? … Ah, mas ela sabia quem podia cuidar disso.


— Quer algo interessante? Eu vou te arrumar algo assim. — Sorriu piscando um olho.


A Dupain-Cheng franziu o cenho, mas sua amiga virou para que continuasse a espalhar o protetor antes que pudesse perguntar.


A música vinha do palco improvisado onde estava Nino Lahiffe, namorado de Alya e DJ da festa a pedido de seu melhor amigo Adrien Agreste.


Não era que a azulada estivesse secando o microfone no palco, mas sentiu vontade de cantar.


E Alya não deixou isso passar despercebido. Talvez o organizador da festa lhe ajudasse com isso.



Adrien conversava com garotos e garotas ao redor dele de forma espontânea, próximos do bar quando a música foi interrompida, atraindo a atenção de todos, incluindo Chloé que se refrescava com uma bebida sob a sombra de um guarda-sol.


— Peço a atenção de todos, por favor. — Era Nino com o microfone ao lado de Alya. Sorriu satisfeito passando o objeto nas mãos da namorada e arrumou seu boné.


— Festa incrível, Adrien, é a cara da Chloé. — Riram em conjunto concordando. — Bom, eu poderia fazer um lindo discurso sobre como a Chloé é incrível e maravilhosa, mas isso iria inflar o ego dela até precisar de um carrinho para carregá-lo. — Sorriu, chamando com a mão sua mestiça favorita — e a única que conhecia. — Então vou deixar que a música fale por si só.


— Alya, o que está fazendo? — Marinette se aproximou do palco murmurando para que apenas sua amiga ouvisse.


A morena desceu do palco e empurrou o microfone para a azulada.


— Te entretendo. — Sorriu de canto empurrando-a para subir no palco com ajuda de Nino.


Esse último que voltou aos seus equipamentos, pondo uma conhecida música muito conhecida.


A azulada fechou os olhos azuis para se acalmar. O nervosismo era inevitável, mesmo que conhecesse quase todos naquela festa.


Os segundos passaram e sua deixa chegou, cantou ainda de olhos fechados.


You shout it out, but I can't hear a word you say — A voz simplesmente saiu, quase imperceptível seu nervosismo. — I'm talking loud, not saying much.


Aquela música era perfeita pela fama, ótima em qualquer tom e ser uma das favoritas de Chloé. — I'm criticized, but all your bullets ricochet. You shoot me down, but I get up.


Estava começando a se sentir mais confortável com a ideia de uma platéia abismada lhe observando. Entretanto as orbes azuis se mantiveram escondidas sob as pálpebras, desfrutando do momento que mais amava.


I'm bulletproof, nothing to lose. Fire away, fire away. Ricochet, you take your aim. Fire away, fire away. — Respirava mantendo o tom intacto ou levemente alterado. — You shoot me down, but I won't fall. I am titanium. You shoot me down, but I won't fall. I am titanium.


Enfim abriu os olhos, prosseguindo o canto melodioso.


Adrien estava quase babando, nunca havia visto a azulada cantar e muito menos com tanta paixão. Mas não era só a voz que lhe deixou sem palavras com a boca seca.


Como nunca notou toda aquela beleza? Os cabelos caiam pelos ombros, um pouco mais curtos e ela se desfez da franja, exibindo mais livremente seus olhos azuis celestiais.


O vestido branco solto com mangas longas até o pulso caídas lhe davam o ar angelical que mereciam e a barra da saia da peça não passava da metade das coxas, quase alcançando os joelhos. As sandálias simplórias acrescentavam pontos na beleza.


Marinette tinha a voz de um anjo? Não, de uma sereia. Ela era uma sereia com tamanha beleza externa — e interna — junta àquela voz…


Era como uma anestesia a todos os sentidos que mantinham alerta máximo, todas as preocupações que seu subconsciente tinha foram temporariamente esquecidas para dar espaço àquela voz.


Queria-a colada em sua mente como um chiclete.


A voz suave e doce, se tivesse forma seria uma pluma e se tivesse cor seria rosa claro como os lábios de onde a canção agora saía.


Se sereias existem, Marinette acabava de provar que podiam andar pela terra e serem encantadoras por si mesmas.



Notas Finais


desculpem qualquer erro de novo, estou morrendo de sono e nem sei como ainda tô digitando

amanhã tem apresentação de filosofia e eu só tô vendo a dor de cabeça

enfim, espero que tenham gostado, beijo vou dormir 💜💜


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