História Merry go round - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
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Terminada Sim
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


É capítulo único, pq eu perdi um pouco da vontade de continuar... Então..desculpa por isso.
To postando pq eu acho essa história muito linda de todos os modos.
Se vc ler, muito obrigada.

Capítulo 1 - Único


-Eu posso ouvir a respiração, em minha volta.. – Vultos, oscilantes passavam, a sua volta, sem o notar, vultos sem rosto, como se tivessem sidos borrados, como desenhos não terminados. A sua atenção se direcionou a grande estrutura a sua frente.Se aproximou a passos lentos, as luzes da estrutura se acenderam, e uma melodia distante podia ser ouvida. -Este som está me encantando... – Nunca havia visto algo, como aquilo, as figuras, suspensas por finas barras de ferro, com os detalhes coloridos, trouxeram uma felicidade discreta aos olhos, sem cor. Olhou a sua volta, na esperança de que mais alguém compartilhasse da maravilhosa visão, mas estava só, não haviam mais vultos, apenas si e a estrutura magnífica a sua frente. Ousou, embarcar na plataforma, segurando em uma das barras próximas, com o solavanco, esta girando, a melodia estava ficando mais alta, a cada volta, se sentia mais leve, a sua visão parecia mais clara, a velocidade aumentou mais um pouco, fechou os olhos, a sensação de bem- estar, crescia em si novamente. - De volta do meu alegre passeio.. – Imaginou o rosto querido, sorrindo abertamente. - Achando meu caminho... –Abriu os olhos, caminhando entre as representações de cavalos, que oscilavam, como se cavalgassem, segurava nas barras, era como uma felicidade imensa preenchesse o seu peito vazio, o fazendo sorrir, com os pequenos desequilíbrios que tinha. -E cambaleando por ai. – Parou, se sentando em uma das pequenas, carruagem, com pequenas luzes a seu entorno, o banco avermelhado lhe pareceu aconchegante, continuava a girar, mas não sentia tontura alguma, a euforia; - Assistindo o pôr do sol. – Olhou para a sua esquerda, havia nada, a escuridão pareceu apagar a sua felicidade, a sua frente os cavalos estavam se despedaçando, como cinzas, o banco aonde estava, deixou de ser confortável, se levantou. -Um dia... – Não havia para onde desembarcar.- Nós desapareceremos...- Havia desaparecido,toda a bela estrutura, se despedaçou e sumiu com o vento - Mas nos lembraremos...- Ainda ouvia a melodia, distante, novamente. - Do som de nosso alegre passeio...

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O som eventualmente melancólico das teclas aleatorias,o fez sorrir triste para o piano.

"A melodia cheia de sentimentos acalentava os ouvidos dos que passavam em frente a grande janela de estrutura branca. No centro da grande sala, o instrumento de cordas, era tocado com emoção, as mãos pálidas, pareciam dançar sobre as teclas, hipnotizando os olhos castanhos que analisavam cada movimento dos dedos finos, podia sentir a comoção do jovem, ao sentir cada nota na ponta dos dedos. Viu os olhos do mais novo se abrirem e o discreto sorriso se formar nos lábios pequenos e rosados, que contrastavam com a pele pálida, retribuiu da mesma forma. Estava ao lado do piano.JungKook terminou as ultima notas, mas NamJoon ainda podia as sentir."

Deixou uma solitária lagrima, escorrer, fechando a tampa das teclas, com delicadeza.

-Tenho um buraco na minha alma crescendo mais e mais e eu não consigo aguentar - Olhou a sua volta.- Mais um momento deste silêncio, a solidão está me assombrando

-E o peso do mundo está ficando mais difícil de suportar.-Disse para si mesmo, num sussurro embargado. Subiu as escadas, devagar, não tinha pressa de chegar no quarto.

Isso vem em ondas, eu fecho meus olhos, seguro meu fôlego e deixo isso me enterrar – As cortinas claras, revoavam com a brisa que passava pela janela aberta. Olhou para a escrivaninha, aonde cartas se empilhavam, algumas abertas, outras sequer tocadas, a folha com nada mais que a data do dia, continuava no mesmo local, não ousou sequer fechar o vidro de tinta, que agora já estava seca. Havia um quadro acima do móvel, a paisagem a óleo, sorriu. NamJoon, gostava da arte, principalmente da pintura, haviam molduras penduradas em quase todas as paredes da casa. Dizia que elas capturavam a essência verdadeira das coisas, assim como as palavras de um escritor. -Todo artista coloca a si mesmo, em sua arte, o modelo, leitor , ouvinte e assim por diante...é apenas uma oportunidade, a causa.- Lembrou-se das palavras do mais velho.

"O quadro recém pintado em moldura dourada, repousava no cavalete.

- Um pouco. – Respondeu baixo.

-Não gostou do resultado? – NamJoon perguntou, olhando o mais jovem.

-Sim, eu gostei.- Pausou, olhando para as próprias mãos - Apenas não consigo encarar por muito tempo. – O mais alto sorriu.

-Eu poderia te encarar o resto dos meus dias. – Segurou as mãos do mais novo, que voltou o olhar para os olhos gentis do mais velho."

O quadro, estava pendurado na biblioteca, NamJoon fez o possível, para deixa-lo no cômodo predileto de JungKook, se por um infortúnio não o tivesse mais, poderia admirar o retrato.

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Folheou o ultimo livro da mesa, a poeira já havia deixado seus olhos avermelhados, e o nariz irritado, mas continuava encurvado, no pequeno cômodo,com pilhas de livros e outros manuscritos, as caixas a sua volta, perderam um pouco da forma, pelo umidade do local. Suspirou, os livros quase desmanchados pelo tempo, não haviam lhe ajudado. Olhou em volta, a antiga gaiola enferrujada o fez virar o rosto, na outra direção, encontrou uma pequena falha na parede descascada, uma pequena falha, entre uma tabua e outra da madeira, caminhou cambaleante no misero espaço que tinha, passou os dedos e olhou mais de perto, sentiu cheiro de couro, sorriu para si mesmo, usou um atiçador da lareira, para tirar a madeira, que mesmo velha, relutou a se soltar. O livro de couro, sem titulo ou detalhe, se revelou, extremamente empoeirado, pegou sem cuidado nenhum, jogando todos os livros no piso e abrindo o livro de couro. Folheou as folhas amareladas, a tinta de algumas paginas, estavam falhas ou manchadas, mas encontrou o que queria. O desenho fez seus olhos escuros brilharem.Puxou a folha mais próxima, copiando o conteúdo da pagina a enrolando e colocando no bolso interno do terno escuro que usava.

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A água da banheira, estava um pouco mais fria, que as lágrimas que escorriam dos olhos do jovem. No ambiente pouco iluminado, as velas derretidas, estavam próximas ao fim, mas ele não permitiu que trocassem, assim poderia se esconder, esconder sua tristeza, se sentia fraco, de mãos atadas, não pode fazer nada para ajuda-lo, agora já não o tinha. Afundou um pouco mais, na banheira, agora a água estava abaixo de seu nariz, fechou os olhos. Para JungKook, não fazia diferença, não o tinha. Já se sentia submerso, nas profundezas escuras da perda. Estava quebrado, não havia alguém que pudesse conserta-lo, para mergulhar e salva-lo.

-Lamento interromper. – Se assustou com a porta sendo aberta e a voz masculina súbita. –Creio que posso fim, em seu spleen. – O mais velho sorriu terno, da porta, a fechando logo em seguida.

JungKook, encostou a cabeça na borda, se recuperando do susto, por alguns instantes. Terminava de fechar os botões da camisa, quando encontrou o mais velho, na sala de visitas. SeokJin, estava curvado sobre a mesa comprida, a bengala descansando ao seu lado, JungKook, olhou fixamente a empunhadura, antes de estar próximo o bastante, para vira-la, discretamente.

-Ela continua lhe incomodando? –SeokJin, perguntou, arrumando as folhas sobre a mesa.- Deveria se acostumar. – Olhou para o mais novo. – Temo, que o problema seja eu e não a empunhadura da bengala.

-Não gosto do modo que se assemelha a algo vivo, mas não é. – Respondeu, lendo ligeiramente as folhas. – Um anel? – Perguntou, encarando o mais velho, que tinha um sorriso cínico nos lábios.

- Sim. – Pausou, olhando as folhas. – Um belo artefato. – Acrescentou. – Pertenceu a uma velha odiosa. – A expressão de repudio, se mostrou ligeiramente, sorriu tentando disfarçar. – Quando morreu.. –Sorriu um pouco mais aberto. – O anel, foi roubado do tumulo. – Olhou para JungKook, que mantinha a expressão polida.- Este anel... – Apontou para um manuscrito. – Pode traze-lo de volta. – O sorriso sincero ao ver a expressão do mais novo, mudar, os olhos antes opacos, pareceram reluzir novamente, por um instante, voltando a ficar opacos, sem vida.

-Ele esta morto. – Meneou a cabeça, se distanciando, não queria criar esperanças no incerto.

-Ele não pode morrer. – SeokJin se aproximou. – Ele apenas não esta aqui.

-Eu o vi queimar!- Se alterou, suspirando. –Ele se converteu em cinzas, tente aceitar.. – A voz embargada.

-O corpo se foi, mas ele não. – Segurou os ombros estreitos do menor. – NamJoon, não era humano, você sempre esteve informado, mesmo assim acreditou em seu amor, peço para que acredite em mim. – Soltou se distanciando, evitava se alterar. – Ele não esta entre nós, mas podemos traze-lo de volta.

-Como? – Sussurrou.

-O anel. –Apontou para a mesa. – A magia do anel, funciona como um desejo. – Colocou a mão direita sobre o ombro do mais novo. – O deseja de volta? - JungKook assentiu. – Então ele o trará. Basta encontra-lo.

JungKook riu triste, se sentando em uma poltrona próxima.

-E como pretende encontra-lo, caro amigo? - Olhou para SeokJin.

-Não use esta entonação. – Repreendeu. – Precisamos rastrea-lo.

-Rastrea-lo? - Perguntou meneando a cabeça negativamente. –Existem, sabe Deus, quantos anéis parecidos com esse, dezenas de lojas e centenas de pessoas nesta cidade, pretende procurar por cada metro quadrado destas ruas acinzentadas?

- Pretendo encontrar alguém que o faça por mim. – Olhava para o piso.

-Como?

-O afortunado que o encontrar, deixara claro. – Sorriu, pegando a bengala e apertando a empunhadura. –Basta continuarmos a ler os jornais. – Caminhou para a saída do cômodo.

JungKook, sorriu com discreta animação do amigo, porem a ideia o causava insegurança. Sabia que a magia existia, que criaturas contadas em lendas eram reais, que havia mais do que podemos ver, mas se questionava se poderia cultivar expectativas com a ideia do mais velho.

....Alguns dias depois...

-Algum felizardo? – SeokJin perguntou, tomando o jornal das mãos do mais novo.

-Seus modos regridem, assim como a população. – Rebateu, bebericando da xícara de café adoçado.

-" Três cadáveres são encontrados próximo ao cais." – Leu o titulo de uma manchete em voz alta. – " Testemunhas dizem ter visto uma criatura não identificada no local." – Leu outro pedaço, elevando uma sobrancelha. – Interessante.

-Mórbido.- JungKook, comentou.

-Falava da criatura.

-Fracamente, como pode ser insensível a este ponto? Três pessoas morreram. – Se exaltou.

-Lamento a morte repentina e infortunada, das vitimas desta tragédia. – SeokJin, comentou, lendo outra pagina.

-Entonação.- Repreendeu.

-" Caçadores dizem ter avistado criatura gigante, entre as árvores do Bosque, próximo a cidade" – Encarou o mais novo.

-Viu alguma coisa? – JungKook, perguntou, colocando mais um cubo de açúcar na xícara a sua frente.

-Não tenho visitado a cidade. – Respondeu, dobrando o jornal e se levantando.

-Aonde vai? – JungKook, perguntou, seguindo o mais velho.

-Ar fresco. – Respondeu, colocando o blazer. – Você também deveria respirar ar fresco.

-Não sinto vontade de sair. – O mais novo, respondeu, se distanciando da porta recém aberta, vendo o mais velho, deixar a bengala próxima a porta.

-Hoje, eu permito que fique, mas ainda te tirarei desta escuridão. – Saiu pela porta, a movimentação nula da rua o trouxe calma.

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A substancia cor de piche e espessa,rodeou o corpo do mais velho o cobrindo no ar,como uma bolha escura, que se rompeu na parte de cima, liberando um pássaro da mesma cor, a não ser pelas iris brancas, que ressaltavam. A ave atingiu uma boa altura, sobrevoando a cidade, o Bosque não demorou a ser avistado pelas iris claras, que planou, voou sobre mais algumas copas, até avistar uma construção antiga, porem conservada. Pousou em uma árvore próxima, a casa antiga, tinha as janelas abertas. Sentiu um olhar sobre si,olhou para o chão, percebendo que estava sendo observado, por suas iris azuladas intensas, o homem, parado a frente da casa o olhava fixamente, com os lábios entre abertos. Abriu as asas e voou, não esperava que o homem de olhos azuis o seguisse, subiu por entre as copas, achou que havia dispersado, porem em uma clareira próxima, onde pousou, teve a desventura de ser capturado por uma enorme mandíbula. SeokJin, estava certo de que seria mastigado e engolido, por seja qual, animal o havia capturado, porem continuou intacto, até ser cuspido.

-Me pergunto porque age como um gato..- Ouviu uma voz. Bateu as asas, molhadas de saliva.

"Não é um pássaro" – Ouviu a voz grave, encarou o animal no chão.

-Revele-se. – Disse serio ao pássaro, que foi rodeado por uma substancia escura, o Lobo rosnou. A aparência do homem de ombros largos, se mostrou, as iris claras se manteram.. - HoSeok... – O Lobo, se posicionou em ataque.

-Espere! - SeokJin, pediu, se levantando um pouco zonzo. – Eu sou apenas um curioso... –Olhou para o rapaz a sua frente.

-Detestamos curiosos.- O mais velho, conseguiu o tempo que precisava, para tentar fugir novamente, se transformando rapidamente e levantando voo. O Lobo, ameaçou correr, atrás da ave novamente.

-Não. – TaeHyung, impediu. – Deixe-o ir. – Observava a ave sumir além das copas das árvores.

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JungKook, se afundou nos travesseiros macios, da cama, as pálpebras pesavam, como peças de mármore, a cabeça latejava. Adormeceu rapidamente.

"A grande estrutura a sua frente, com pequenas luzes amareladas, o encantou. .Se aproximou,uma melodia podia ser ouvida, diferente de todas as que tinha ouvido. Notou a figura do mais velho, se aproximou rapidamente. A estrutura começou a girar, o fazendo parar. Notou a expressão de deleite, daquele que estimava. Podia sentir a felicidade do outro, entre as figuras, suspensas por finas barras de ferro, com os detalhes coloridos. - Eu me rendo ao sentimento de corações livres. – Mas um passo, a frente, a estrutura parecia girar mais rápido. - Assim eles deslizam, mais e mais... – Sorriu, sentindo o conforto que a visão lhe trazia, a euforia o preenchia novamente. - De volta ao seu alegre passeio. – NamJoon olhou em sua direção, mas o sorriso em seu rosto desapareceu. - Achando meu caminho e cambaleando por ai...- O sorriso aberto, morria aos poucos, ao ver os pedaços descascarem das peças coloridas. Os cavalos estavam se despedaçando, em cada volta que fazia, notou o mais velho, se alterar também, se desesperando, toda a cor e beleza havia se esvaído no ar.- Assistindo o pôr do sol... – Tentou se aproximar, mas não conseguia se mover. - Um dia nós desapareceremos.- A claridade o cegou por alguns poucos segundos, o deixando no completo escuro. Ainda podia sentir a pequena chama de felicidade dentro de si se apagar,junto com a harmonia distante. - Mas nos lembraremos do som de nosso alegre passeio..."

Acordou num supetão, ainda podia ouvir o ressonar da musica em sua cabeça, que pesava, a respiração ofegante. Sentiu as lagrimas desceram e a sensação de vazio aumentar dentro de si. Se sentou na cama, colocando as mãos na frente do rosto, sentia vergonha em ser tão frágil, incapaz. Deixou pela primeira vez em quatro dias, que as lagrimas escorressem em seu rosto livremente, não seguraria a sua dor, não pode segurar. O gosto amargo, o deixava enjoado. O corpo oscilava com os solavancos dos soluços dolorosos.

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SeokJin, tentava manter o equilíbrio. Estava indignado consigo mesmo, sua curiosidade um dia o mataria, NamJoon, sempre o alertou sobre isso, mas não podia conter a vontade de tirar suas próprias conclusões, o sentimento de prepotência que lhe era trazido, ao descobrir algo novo, saber que suas deduções estavam corretas. Porem, desta vez, não havia feito um dedução sequer, esperava encontrar algum animal, os cidadãos da cidade, inalavam a fumaça das fabricas durante muito tempo, esperava algum delírio coletivo, como em todas as outras vezes. - Um Licantropo –Pensou ao entrar na casa, sorriu discretamente, direcionando a solitária haste de carvalho, que o esperava. A empunhadura esculpida, foi apertada, como de costume. O terno, agora, desagradável, foi trocado. Encontrou JungKook, na sala de visitas, o mais novo estava mais pálido, que se lembrava, o olhar vazio parecia pior. Se sentou ao lado do rapaz.

-JungKook...- Chamou num sussurro. O jovem, lhe direcionou o olhar. SeokJin sentiu pena, como nunca antes. JungKook ameaçava desmoronar ao mínimo sopro. – Eu o trarei de volta...- Concliui abraçando o mais novo, que correspondeu imediatamente, com a respiração pesada. – Confie em mim. – Pediu sentindo o menor o apertar mais forte.

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Caminhava nas ruas movimentas, o tédio o corroía, mas mantinha o sorriso no rosto pálido. Uma vitrine lhe chamou atenção, o escarlate, fez seus olhos brilharem, não se importou de esbarrar em alguns transeuntes, para chegar a loja. O objeto de desejo, estava colocado em uma pequena almofada de veludo vermelho. A sineta, alertou o velho e robusto homem atrás do balcão de madeira. Sorriu ao tocar a peça, tirando uma das luvas, sentia a satisfação preencher o seu peito.


Notas Finais


Se vc leu, muito obrigada novamente.


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