História Mesclado - Capítulo 1


Escrita por: e Hazzabs

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Suga
Tags Bottom!yoongi, Gelo X Fogo, Hazzabs, Jiminhouse, Jmh!poderes, Lemon, Minsuga, Pwp, Top!jimin, Yoonmin
Visualizações 1.111
Palavras 7.909
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Lemon, Luta, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, estou nervosa por ser a primeira da staff a portar isso, mas segue o baile. Eu tô me borrando. Tecnicamente é minha primeira Yoonmin, aa gente do céu eu amo o o Yoonmin realll, então... Espero que gostem, eu gostei bastante de escrever djdjh alguns avisos:

• pwp um pouco hard, não sei;
• é top!jimin sim porque eu amo aaa ;
• não sei nada de super poder scr, tem umas coisas bem ?? Eu acho...

• eu amo Yoonmin é isto.

Acabou, divertam-se aa

Capítulo 1 - Arrepio e chamas


— Jimin, pega! — Um objeto foi lançado diretamente contra o garoto de cabelos laranja. 

Era um suco, estava tão geladinho e pronto para beber, mas só foi ser pego pelas mãos do garoto, que o líquido se aqueceu. Ele tacou a embalagem no chão ainda fechada e a mesma soltou faíscas.

Ainda precisava aprender a controlar isso.

— Cara, você ainda vai colocar fogo em alguém — Taehyung, o garoto que jogou o suco para Jimin, acabou dizendo e  rindo.

Isso era apenas uma questão de prática, não era como se estivesse fora de seu alcance, afinal, era para isso que ele estava ali, para ter autocontrole do seu poder: fogo. 

Park Jimin entrara há pouco mais de três meses no Instituto para Formação de Mutantes (IFM), um colégio interno que abrigava seres fora do comum diante à sociedade, e que também causavam problemas – dentro e fora do local –, todo mundo ali já foi novato um dia, Jimin não ligava muito para isso, ele foi bem recebido, tinha um quarto que dividia com um garoto com o poder de ar, então, caso botasse fogo era só, “fiu”, assoprar. Isso soaria engraçado se não fosse pelas lembranças do Park Fire, Foguinho, Chamas, Pinga Fogo, entre outros apelidos de sua infância e adolescência trágica.

Na verdade, não tão trágica, porque o primeiro índice de seu super poder veio à tona quando ele tinha onze anos, justamente enquanto recitava um poema. Ele disse o primeiro verso e depois o caderninho pegou fogo. Naquele dia, Jimin ficou horas olhando para as suas mãos, as crianças ficaram assustadas e os pais foram convocados, obviamente. Mas ele? Ah, ele adorou aquilo.

Como não havia percebido isso antes? Essa coisa foi desabrochando  naturalmente. Isso lhe foi explicado quando entrou no IFM, sempre que Jimin sentia alguma emoção, seu poder se exalava, então era complicado, porque podia ser qualquer coisa, tristeza, raiva, felicidade, excitação… Seu corpo era tão quente, as vezes era difícil de se controlar.

Park Jimin adorava isso, ser esse garoto quente, sentia tudo a sua volta tão intensamente, cada toque da sua pele… ele queimava por fora e por dentro. 

E, veja bem, quando se diz “garoto quente”, não quer dizer que ele é quente só por causa do fogo, literalmente, que exalava de si. Não. Ele era um… ah, palavras para descrever não tinha, mas já se deve imaginar como um garoto de cabelos alaranjados, a boca linda e carnuda, os dedos cheios de anéis e aquela expressão debochada no rosto. Ele arrancou suspiros de todos assim que pisou os pés dentro do colégio, seguindo de faíscas e fumaça. Seus cabelos voando, a cor vibrante e quente aos olhos daqueles meros alunos frios… 

“Jimin oppa é tão quente”. 

Esse tipo de comentário o arrancava risadas, ele adorava essa atenção, mas sempre tem um porém, sempre. 

Podia soar clichê, mas é verdade quando dizem que os opostos se atraem, e foi exatamente isso que aconteceu. 

Min Yoongi. Ele aconteceu.

Já estava no colégio há dois anos, tinha total controle de seu poder, tanto que ajudava alguns novatos, mas ele não ajudou Jimin, pelo contrário, ficou longe. Aquele garoto de cabelos em um tom platinado/branco, sua pele tão branca e gélida e seus dedos finos e durinhos feito pedras de gelo.

Ah, Min Yoongi era tudo que Park Jimin precisava evitar, e vice e versa. Oras, gelo e fogo jamais dariam certo. Mas essas regras não se aplicavam neles, e foi aí que tudo começou… Uma mesclagem de quente e frio.

— Ah, com certeza eu vou colocar fogo em alguém — Jimin disse baixinho para que seu amigo não escutasse. 

Ele viu de canto de olho quando Min Yoongi adentrou o refeitório, tão sério, com passos pesados e sem olhar para os lados. Ele segurava sua bandeja – com poucos alimentos ali – e se direcionou até a mesa dos controladores da mente. 

Yoongi era do tipo que conhecia todo mundo e todo mundo conhecia ele, mas ele nunca deu bola para ninguém, pelo menos dentre esses três meses que Jimin estava no Instituto, nunca vira nada, e pelo que as pessoas dizem também… bem, não que Jimin seja um stalker, ele apenas sabia coisas básicas do tipo que ele era mais velho, gostava de se comportar como um cara normal às vezes, gostava de rimas, rap, era calmo, porém não era recomendável o irritar, entre outras coisas… 

Nunca tiveram contato físico, obviamente, isso acabaria em um belo desastre. O mais perto que chegaram de ficarem próximos foi em um dia de simulação, um teste de controle em dupla para combater o inimigo. Mas quem deu a brilhante ideia de colocarem os dois juntos? 

Jimin se lembrava perfeitamente bem de cada detalhe daquele dia. Era sua segunda semana no Instituto, aquilo era tão novo para si, estava achando fantástico toda a estrutura do local, o campus, as quadras, piscina, tudo era muito encantador. E quando ele entrou naquela sala de simulação, seus olhos brilharam, achou mesmo que iria ser moleza, mas assim que seus olhos bateram com aquele garoto de altura mediana, um sorriso ladino nos lábios e o maxilar marcado... Woah, foi como se estivesse tocando Fireworks da Katy Perry dentro dele e bem alto, misturado com umas músicas estranhas com letras e palavreados de baixo calão, tipo porra, merda, puta que pariu, caralho… filho da puta.

Filho da puta lindo. Min Yoongi o nome.

Mas essa nem foi a pior parte, foi apenas o início dele começar a sentir suas mãos suando, seus pés queimando dentro dos sapatos fechados e os cabelos já estavam prestes a formar chamas. Que porra estava acontecendo? Ele não estava nervoso, nem com raiva de nada oras. Mas, como estava dizendo, o pior estava por vir. 

— Park Jimin, seja bem-vindo à nossa sala de simulações — o professor dizia exatamente para ele. — Hoje eu quero  notar você, quero encontrar seu potencial. 

Então, Jimin se posicionou na frente do professor, os demais alunos se encontravam no canto da sala. Logo, aquele garoto apareceu, o professor também o chamou, os colocaram frente à frente um do outro.  O coração de Jimin já começava a se acelerar, mas Yoongi não emitia reação alguma, embora o contato visual deles fossem ficando mais forte a cada segundo.

— Min Yoongi — o professor o chamou, como se avisasse que iria começar o treinamento.

De repente o cenário mudou, não era mais aquela sala enorme e vazia, agora eles estavam na rua, uma rua deserta e sem barulho algum. 

— Os poderes de vocês são fortes, juntos podem ficar ainda melhor — o professor não aparecia, apenas  a voz dele ecoava na cabeça dos dois rapazes.

Então, Jimin viu escapar das pontas dos dedos do mais velho, pequenos flocos de neve; raspas de gelo. O Park arqueou a sobrancelha, já tendo ideia do que deveria fazer, então formou uma tocha em sua mão, bem viva. O mais incômodo era aquele contato visual, uma tensão, os corpos foram ficando pesados só com pouco uso de poder. Mas eles continuaram.

Armaram suas mãos um contra o outro e  o gelo se bateu com o fogo, iluminando toda aquela rua escura, agora também preenchida com barulhos de estilhaços de gelo e estalos ardidos do fogo.  Eles depositavam uma força imensa naquele ato, e o que era para ser uma simples mesclagem se tornou uma batalha em segundos.

Min Yoongi deu um passo à frente. Ele estreitou seus olhos e de seus cabelos começaram a sair uma fumaça branquinha, como se estivesse saindo de um tanque de hidrogênio; o raio de gelo estava tão azul, com estilhaços e com muita força. Mas Jimin não estava nem aí. Ele também deu um passo à frente, deixando a marca da sola de seus sapatos no chão e seus cabelos queimando, o fogo que saía de suas mãos era ardente, como lava vinda diretamente do vulcão.

Mas ele sentiu uma coisa estranha. Um frio na barriga em meio à essa guerra o fez morder os lábios com força, ele podia ver o reflexo das chamas nos olhos escuros de Min Yoongi, e Min Yoongi também conseguia ver o bolo azul de gelo dentro dos olhos de Park Jimin. Aquilo estava uma tortura. O contato visual era inquebrável, eles se aproximavam cada vez mais, até os corpos começarem a se enfraquecer, tremer.

Um gemido de resistência veio da parte de Yoongi, Jimin pôde ouvir muito bem, e aquele som teve um duplo sentido em sua cabeça, isso o fez fechar os olhos por um segundo é gemer também. 

Raiva? Ele estava sentindo raiva? Oras, era a sua primeira vez com um garoto totalmente o oposto do seu. Um garoto frio, impenetrável. Ele sabia que ainda não tinha controle de seu poder, mas aquilo era o estopim. Estava incontrolável como nunca vira antes.

— Meninos, chega! —  O professor gritava na cabeça deles há um tempo, à essa altura, os alunos já nem se encontravam na sala, eles não viam, mas estava um tremendo caos. 

Se enfrentaram mais, nenhum iria dar o braço à torcer. Jimin sorriu ladino para Yoongi e o sentiu vacilar um pouco, tomando liberdade em dar um passo para trás. Mas o mais velho não se deu por vencido ainda, quando passou sua língua gélida por volta de seus lábios, olhando diretamente para o ruivo; tão provocante. Agora sim o corpo de Jimin havia sido levado para atrás, por poucos segundos também. Era um jogo de provocações e ira que só eles podiam sentir. Mas isso estava indo longe demais, as caretas já se faziam presentes e os braços já estavam doloridos.

Mas eles estavam tão perto, mas tão perto, faltava pouco para…

— EU DISSE CHEGA! — Foi muito rápido, um forte impacto foi posto contra ambos, os separando e os jogando nas paredes da sala.

As costas de Jimin ardiam e a sala tremeu, luzes soltaram faíscas até explodirem. Eles estavam jogados e se encaravam, os corpos estavam tão fracos, mas aquilo fora tão viciante. 

— Para fora, os dois.

Eles se levantaram, incrível como havia uma energia diferente no ar, os olhares ferozes e firmes demais; uma luta interna que ainda continuava. Os passos deixavam as marcas no piso da sala e do corredor, onde eles se separaram, um para cada lado, só assim para perder aquele contato.
 
Aquele clima indecifrável.

Eles até poderiam ter parado de se encarar, mas aqueles olhos escuros que fizeram Jimin ter calafrios ainda estava grudado em sua mente. Como assim, calafrios? Jimin era tão quente, tão quente que, quando chegou ao seu quarto, por sorte o encontrou vazio, foi logo rasgando sua camisa e urrando de agonia. Seu corpo estava tão suado, tinha uma vontade imensa de sair quebrando tudo.

Se jogou em uma poltrona próxima ao espelho e encarou seu próprio reflexo. De seus lábios entreabertos escapavam fumaça quente, ele se permitiu gemer quando uma fisgada abaixo do seu umbigo se fez presente. Seu estômago se embrulhou, precisava de um banho frio… ah, tão gélido, não hesitou em passar a ponta de seus dedos quentes por seu abdômen e imaginar como seria sentir os toques frios do Min. 

Quando menos percebeu, já estava com sua mão ágil sobre um volume em sua calça. Ele riu soprado, sentindo a agonia ainda maior, era um misto de ansiedade e medo, mas não parou, pelo contrário, abriu rapidamente o zíper e os botões, retirando a peça até o meio de suas coxas, sem se importar se alguém poderia entrar naquele quarto  à qualquer momento. Apenas segurou seu pênis ereto com mão quente e começou a se tocar.

Fechou os olhos, deslizando seu corpo pelo estofado e mordendo os lábios. Estava tão entregue, ele ainda podia sentir aquela coisas que tomava conta de seu corpo quando ousou mesclar seu poder com o do Min. Não era raiva, euforia, ansiedade.

Era excitação.

Como não havia percebido os sinais de seu corpo? aquele clima que pairava no ar deixava tudo tão excitante, era um desafio. Ele estava disposto a comprar esse desafio, tanto que iria até o fim. Ah, se tivesse chegado mais perto do garoto de gelo, com certeza esses toques não estariam sendo proferidos pelo Park, mas sim, por Min Yoongi. 

O ruivo até se deixou gemer mais, esse tipo de pensamento inundou sua cabeça de forma tão rápida, ele queria saber como Yoongi fora capaz de lhe causar arrepios. Estava gemendo feito louco, massacrando seu membro no punho fechado, as coisa à sua volta já começavam a queimar, mas nada ali estava tão quente quanto ele mesmo.
 
Logo, os espasmos tomaram conta de seu corpo, ele se contorcia intensamente na poltrona, estava muito, mas muito suado, tão lindo que até gostou de encarar mais seu reflexo no espelho.  Seu pênis estava  deveras doloroso, sua glande inchada, vermelha, como se estivesse prestes à explodir. Mas estava mesmo. Quando sua porra foi atirada para fora, gritou, apertando forte os braços do estofado, jogando a cabeça para trás e sentindo sua barriga fazer ondas de prazer. Era uma corrente de delírio presente em si. Até ficou zonzo, fora o orgasmo mais quente de sua vida.

Por razões friamente excitantes. 

Min Yoongi. 

Desde aquele dia nunca mais foram postos um na frente do outro ou no mesmo lugar de aulas, as idas ao refeitório eram uma exceção, mesmo assim, evitavam qualquer tipo de contato, o mínimo que fosse. Porque eles sabiam que aquele clima voltaria,  aquela coisa indecifrável que ambos adoravam sentir. Sim, eles adoravam.

— Sabe quem vai estar na aula de simulação hoje? — Taehyung cutucou Jimin rapidamente para não se queimar. — Min Yoongi.

Um sorriso ladino e discreto brotou nos lábios do Park, ele olhou para Yoongi de e recebeu o olhar de volta. Estava claro que teria algum desafio.

Ou sairíam de lá congelados, ou pegariam fogo.

Ou… Simplesmente haveria arrepio e chamas.

°•°•°•°

A sala de simulação estava como sempre, Jimin já havia pegado prática e sabia como funcionava as coisas por ali, acontecia muitas modificações em ambientes diferentes, estações diferentes, com pessoas diferentes. Era um treinamento de precaução, afinal, todos ali possuíam algum dom então automaticamente correm risco de serem perseguidos ou simplesmente usarem isso para coisas ruins. Aquela era a hora deles vivenciarem diversas situações no mundo fora do colégio, nos lugares mais inusitados, tipo o que fazer quando um avião estiver caindo ou coisas do tipo.

Claro que algumas simulações eram estranhas, de fato, não eram todas úteis para o Park. Tudo o que ele queria era poder tocar as coisas sem colocar fogo, tomar um refrigerante gelado sem o deixar quente e poder abraçar seus amigos sem os fazerem virar churrasco. Então pegaria o suficiente para se controlar, aprenderia, e ficaria calmo.

Bem, ele tentaria ficar calmo.

Quando Min Yoongi adentrou a sala de simulação, passou bem ao lado do Park, bem perto, tão perto que um vento gélido fez os cabelos alaranjados se mexerem. Ele havia feito de propósito, Jimin tinha certeza, até deixou um risinho no ar e olhou para trás, vendo Yoongi ir para o fim da sala, como se nada tivessem acontecido.

Estava rezando para não ser um dia daqueles.

— Muito bem, pessoal. Vamos começar. — O professor responsável pela aula de simulações de hoje, deu sua deixa.

Eles foram divididos em grupos, o primeiro grupo teve a missão de controlar uma batida de carro que causaria um acidente e mataria um bebê.

O segundo; teve a missão de ser ágil, salvar pessoas pressas em um engarrafamento, perto de um ônibus que estava pegando fogo. Essa missão para Yoongi seria boa, Jimin pensou. Mas, assim como ele, o Min não estava em grupo nenhum.

Tudo bem que aquelas missões eram meio bestas, afinal, eles não passariam por isso tão cedo, e além do mais, não bancariam os heróis nas ruas, pelo contrário, queriam sair dali ilesos, sem tarefas no mundo lá fora, como pessoas normais. Ou quase normais.

— Park Jimin e Min Yoongi! — ah, de novo não.

Certo, alguém deveria ter informado àquele homem o que aconteceu na última vez que os colocaram frente à frente. Quando os dois caminharam lá para a frente da sala, Jimin chegou a ouvir murmúrios do tipo “Oppa, está tão bonito hoje”. Ele riu ladino e olhou para Yoongi, como se perguntasse “e então, estou bonito hoje?” Era deveras convencido, mas era verdade, ele estava mesmo lindo. 

Yoongi o olhou, mordeu os lábios e deu um sorrisinho debochado.

— Tem gente que não se toca — o garoto de gelo disse como quem não quer nada.

Jimin ia responder uma coisa muito feia, uma coisa no sentido se tocar bem diferente, do tipo se tocar gemendo e gozando enquanto gemia o nome Min Yoongi, imaginando o outro cavalgando em si. Ah, não. Jimin não podia pensar essas coisas agora. 

— Vai nos obrigar a juntar os poderes? Já aviso, não vai dar certo — Jimin adiantou o processo.

— Tem razão, esse daí é um descontrolado, põe fogo em tudo. — Yoongi disse, dando de ombros.

— Aham, inclusive em você — Jimin sussurrou, mas Yoongi ouviu, porém, não entendeu o duplo  sentido  da frase, ou ao menos fingiu.

— Silêncio. — E então eles ficaram quietos.

O professor passou as instruções, Jimin e Yoongi deveriam lutar, com uns vinte adversários para cada, mas ainda sim, juntos. De início, Jimin achou aquilo moleza, logo o ambiente fora mudado e eles estavam em um beco. 

Yoongi logo formou uma espada de gelo nas mãos e Jimin se fez em chamas. Eles se ignoraram e começaram a lutar; a cada adversário que morria, apareciam mais dois, o número ía aumentando e eles iam ficando mais próximos, parecia que o beco ficava apertado e sem saída. Os adversário atacavam Yoongi, ele atirava estilhaços de gelo no estômago deles e os congelava, os fazendo virarem pedras de gelo no chão. Jimin soprava bolas de fogo neles, pressionava suas mãos na pele e as queimava, os fazendo virarem faíscas e voarem pelo ar.

Mas estava tão apertado. 

Eram os últimos adversários. Cinco, para ser exato. Jimin matou os dois da direita e Yoongi matou os dois da esquerda, até restar apenas um. À essa altura eles já estavam cansados, já haviam perdido a conta de quantos cada um havia matado, então, não sabiam de quem era aquele. Foi onde tudo começou…

— Esse é meu — Jimin foi na frente, mas Yoongi foi rápido. Fez uma rampa de gelo no caminho e Jimin caiu, gemendo de dor pela temperatura. Seu corpo se arrepiou. 

Mas, antes que Yoongi chegasse, uma fumaça quente cegou seus olhos, ardeu, queimou e ele se agachou gritando de  dor. Foi aí que Jimin tomou impulso. Porém, Yoongi também se levantou, ambos armaram seus poderes e miraram na direção do adversário, o bolo de chamas se mesclou com os estilhaços de gelo e aceitaram exatamente o coração. E sumiu.

— Seu merdinha — Yoongi empurrou Jimin, o fazendo bater as costas na parede. 

— Não aceita perder? — Jimin era provocante até nessas horas.

Yoongi fechou o punho e deu na cara do Park, mas logo foi revidado. A voz do professor ecoava de novo mas dessa vez eles não pararam, tanto que, o ambiente normal voltou e eles nem perceberam. Jimin atirou fogo, queimou algumas mesas da sala, mas Yoongi desviou. O mais velho também mirou bolas de gelo bem pesadas, estas que acertaram as janelas, quebrando tudo. 

— É só isso que sabe fazer, Min? — Jimin pegou uma mesa que estava em chamas e jogou para cima dele, mas Yoongi a congelou no ar e jogou para cima, queimando todas as luzes.

— Deve ser — formou uma ira atrás de si e mirou  tudo para cima de Jimin, mas ele fez tudo virar fogo.

Uma série de explosões e pipocos tomaram conta daquele lugar que, definitivamente, não era mais a sala de simulação, estava um caos. Ninguém estava mais ali, só eles, lutando por causa de… nada. Não, não era nada, a tensão tomava conta do corpo deles, essa luta era uma forma de se aliviar.  Uma das formas, na verdade.

Yoongi havia cansado, empurrou Jimin novamente e ele caiu no chão, então o mais velho montou em cima do Park, iria dá-lo um belo soco, mas Jimin segurou seu punho. Mordeu o lábio e gemeu, sentindo Yoongi bem em cima do seu pau, estava ficando excitado e tocar Min Yoongi naquele momento não era uma boa opção. Engoliu um seco. 

O mais velho se forçou mais, bateu contra o peito do Park e rasgou sua camisa. Woah, Jimin se arrepiou com as mãos gélidas de Yoongi espalmando seu peitoral, mas ele estava tão quente, e agora, tão duro também. 

— Hm… — acabou gemendo sem querer, Yoongi se remexia no seu colo e seu pênis pulsava. — Porra, rebola… 

Automaticamente, as mãos de Jimin foram parar nas coxas de Yoongi, e dessa vez, quem gemeu foi ele. Mas não ficaram só nas coxas, obviamente, de lá, passaram para a bunda, Jimin as apertou forte e arrastou-as em seu pênis. 

— Ah… anh…

Tudo aconteceu muito rápido. Jimin impulsionou seu corpo para frente e puxou Yoongi bem mais para perto, o agarrando pela nuca e juntando seus lábios. 

°•°•°•°

— Eu quero essa sala limpa. Totalmente renovada, ou irão ser expulsos dessa instituição. — O diretor falava diretamente com os dois garotos, eles estavam de cabeça baixa e em silêncio.

A sala ainda estava totalmente destruída, pedaços de vidro do chão, mesas quebradas, janelas, lâmpadas. O piso estava danificado também… céus, eles destruíram tudo por causa de uma briga boba. Aquilo começou por pouca coisa, não era necessário toda aquela ira. Mas vindo deles, já era de se esperar. 

Mas nem tudo daquela briga fora totalmente desnecessário, talvez o caminho que usaram para chegar até o ápice daquela guerra, sim. Mas, não, aquilo não foi nenhum pouco desnecessário. Aquela cena que não saía da cabeça de Jimin, com Yoongi sobre seu colo, pressionando seu pênis, tão agressivo, e Jimin… tão excitado. 

— Porra… Rebola.

 Ah, Jimin imaginou mesmo Yoongi rebolando sobre si, totalmente nu, gemendo, suando frio. E quando seu lábios se tocaram pela primeira vez, foi como um choque elétrico, uma corrente de energia desconhecida que afeta seu corpo de forma impactante.

Jimin o agarrou, mas o agarrou bem. Segurou firme os cabelos platinados de Yoongi e o engoliu com a boca, enfiando sua língua, fazendo estalos, mordendo, se remexendo debaixo dele, porque aquele garoto em seu colo era muito bom. O beijo deles estava tão bom, Yoongi chegou até a ficar mole, se escorregou pelo corpo do Park, deslizando suas mãos sem querer (querendo) pelo abdômen quente e levemente definido. Era impossível não gemer.

Eles estavam excitados 'pra caralho. Teriam transado naquele chão mesmo, cheio de estilhaços e chamas, se não fosse pelo direitor entrando na sala com tudo. Eles se separaram rapidamente, mas ainda sim, Jimin caiu para trás, se deitando, urrando em agonia, querendo se tocar, querendo muito foder Min Yoongi naquele momento. Ele xingou. O mais velho limpou os lábios e se levantou depressa, tinha uma reputação à zelar, e nem adiantou jogar toda a culpa do menino fogo, os dois estavam juntos nessa.

Os dois e mais aquela tensão sexual maldita, porém… eles gostam de sentir isso. Desde aquela primeira tentativa falha de juntarem os poderes, alguma coisas despertou neles uma vontade louca de… simplesmente se pegarem. Ah, mas eram tão orgulhosos.

Agora estavam ali, com vassouras e rodos; lâmpadas novas  para serem trocadas, cadeiras para serem consertadas, e estavam proibidos de sair dali sem ter terminado toda a tarefa. Ficariam sem comer, sem beber, sem nada. Era um castigo e tanto…

— É o pior castigo — Yoongi sussurrou. Jimin o olhou de canto e sorriu, começando a juntar os vidros no chão.

— Não é tão ruim assim, veja, você está preso em uma sala comigo. — Debochou. Yoongi apenas revirou os olhos. 

— Vamos terminar isso logo, varre isso que eu arrumo as lâmpadas — delegou as tarefas. Então, Jimin varria de boa, sabe… Mas, probleminhas manuais fizeram com que a vassoura pegasse fogo. — Ah, cara, olha o que você fez. — Yoongi mal subiu a escada e teve que descer de novo. — Vai trocar as lâmpadas, eu cuido disso aqui.

Certo, Jimin foi, ele pegou a lâmpada grande e subiu a escada para alcançar o teto, mas, assim que iria fazer a ligação dos fios. Pff! Explodiu. Faíscas caíram lá de cima e a lâmpada se espatifou. Droga, agora ele ficou mesmo nervoso. Yoongi soltou a vassoura com tudo no chão e a quebrou.

— Que porra, qual é o seu problema? Em vez de consertar, está destruindo tudo ainda mais — Yoongi parou ao lado da escada e Jimin desceu alguns degraus abaixo.

Ele nunca conseguiria fazer algo naquele estado.

— Eu 'tô muito excitado — olhou bem nos olhos de Yoongi quando disse baixinho. 

O Min, que nem tinha outra opção, passeou com seu olhar pelo corpo do Park, havia ainda um pedaço de tecido da camisa que ele mesmo rasgou, os mamilos e o umbigo estavam expostos, os braços, peitoral e parte das costas. Uma leve camada vermelha indicava o arranhão que Yoongi deixou ao retirar a camisa de Jimin. Ele desceu mais com o seu olhar e encontrou o volume marcado no meio das pernas do ruivo. Estava muito visível; ele virou o rosto, sentindo suas bochechas queimarem.

Jimin sabia que, enquanto uma forte sensação tomasse conta de seu corpo, ele explodiria qualquer coisa em sua volta, não sabia controlar essas emoções ainda. Estava tão quente, até quando desceu o resto das escadas, a marca de seus pés ficaram nos degraus; ele parou bem atrás do Min, segurou-o levemente pela cintura com suas mãos quentes e aproximou os lábios da nuca arrepiada do rapaz. Deixou um leve gemido e soprou ar quente no local. Gemeu mais. Yoongi tinha um cheiro muito bem. Estava praticamente se roçando no mais velho de tão duro. 

— Yoongie… estou tão quente… tão duro — não hesitou em morder o pescoço de Yoongi, mas em um rápido movimento, Jimin foi atirado contra a parede e preso com algemas de gelo em seus pulsos. Ele arregalou os olhos.

— Você está quente, Park? — Yoongi caminhava rapidamente até ele com um olhar muito travesso, como se fosse o matar. — Talvez eu deva te esfriar um pouco. 

Foi uma surpresa para Jimin quando o Min grudou seu corpo no dele. O beijou, se esfregando e gemendo, passando as mãos frias pelo peito nu do Park, sugando os lábios e rondando as línguas uma na outra. Jimin se derreteu, as algemas de gelo já estavam a se dissipar, mas ele ainda estava preso quando Yoongi cortou o beijo e ficou de joelhos na sua frente. 

— Ah não, Yoongi… na- ah... — não teve tempo de protestar. 

Yoongi desceu com tudo as roupas de baixo do Park, as tirando de seu copo, woah, foi rápido mesmo, ele segurou o pênis ereto do mais novo e o masturbou algumas vezes com suas mãos gélidas. Ele gemeu apenas olhando o mastro inchado de Jimin, pingando pré sêmen, quente demais em suas mãos frias, parecia tão bom que ele mesmo sentiu o calor passar para o seu corpo é descer direto para a sua bunda. Ele gemeu e se remexeu, querendo se livrar das roupas, mas não soltaria o pênis de Jimin por nada.

Pelo contrário, parou de o masturbar e o colocou na boca. Jimin gritou, arqueou suas costas e se soltou das algemas. Xingou mil palavrões e agarrou os fios platinados de Yoongi, o empurrando mais para o chupar, estava se derretendo, mas estava arrepiado. Os lábios gélidos de Yoongi o cobriam todo, praticamente, seu corpo se aquecia quando era retirado, mas sempre que o Min descia mais para o fundo, ah, ele surtava.

 Aquilo estava uma delícia, Yoongi segurou as coxas de Jimin com as mãos, as arranhou e o sugou mais. Deixava o pênis dele bem molhado, rodava sua língua pela glande inchada e pressionava a fenda, descia vagarosamente com a ponta da mesma pelo mastro todo, até seus testículos, os engolindo, um por um, fazendo barulhos eróticos e molhados com aquela boca deliciosa.

— Y-yoongi, hm… — Jimin estava fraco, suas costas suadas escorregavam pela parede, suas pernas estavam bambas demais, ele estava louco.

Agarrou com mais força os cabelos de Yoongi e começou a estocar sua boca. O mais velho apenas a deixava aberta, dando total acesso para Jimin o foder ali. 

A glande tocava bem o fundo da garganta, a espinha de Jimin sofria calafrios e ele gemia sem parar. Se contorcia na boca de Yoongi, o vendo lacrimejar os olhos e gemer, passando as vibrações para o seu pau. Aquilo fazia seu corpo vibrar, seu baixo ventre queimava de prazer e vontade de gozar. Ah, mas o estopim foi quando Yoongi segurou o pênis de Jimin com os lábios, ele estava tão fragilizado naquela região, que aquela sensação de aperto o fez desabar. Ele se apoiou forte na parede e empurrou a cabeça de Yoongi, tentando se libertar, mas não dava.

— Min Yoongi, porra. Não faz isso. — Tarde de mais. O Park gozou feito um louco na boca de Yoongi, em boa quantidade, tanto que os resquícios de sua porra escaparam pelos cantos dos lábios do Min escorrendo pelo seu queixo e descendo pelo pescoço, até sumir pela gola de sua camisa. Jimin ficou hipnotizado com aquilo. 

— Se sente melhor? — Yoongi se levantou, ele engoliu o sêmen quentinho de Jimin e nem se importou com isso. Deixou esse sussuro exatamente no ouvido do Park.

— Vou me sentir muito melhor quando estiver te fodendo  bem gostoso — segurou firme a cintura de Yoongi e mordeu o lóbulo da orelha do rapaz. 

O Min se afastou, mas Jimin se apressou para o segurar pelo braço. Yoongi gemeu com a mão quente o segurando forte e ele foi virado bruscamente, batendo bem de frente do mais novo. Jimin o pegou no colo e rapidamente as pernas do mais velho rodearam sua cintura; o Park foi andando com ele no colo até a outra parede, onde as costas se chocaram com força.

Jimin atacou o pescoço de Yoongi, procurando rasgar sua camisa o mais rápido possível, alisando as costas gélidas do Min com suas mãos quentes, as arranhando vez ou outra. Yoongi já estava ficando mole, sua camisa foi para o chão em instantes, ele tentava empurrar Jimin mas suas mãos não tinham forças, mas os chupões que o garoto fogo deixa em seu pescoço eram deveras fortes. Sim, a língua quente rodava por sua pele, a molhando bem, descendo para os mamilos e os mordiscando levemente. Jimin sorria enquanto realizava o ato, ele olhava para Yoongi também, notando a expressão de êxtase o tomando aos poucos; era tão resistente esse Min. Mas Jimin não parou de sugar seus mamilos, cada vez de forma mais afoita, fazendo o mais velho se contorcer e tentar o empurrar. 

Era em vão, suas mãos estavam trêmulas e ele estava muito excitado, parecia que o calor do Park havia passado tudo para o seu corpo. Se debatia sem parar, queria descer, mas acima de tudo, queria muito gemer, ah, ele era tão orgulhoso. Mesmo assim, seus suspiros iam ficando cada vez mais audíveis e as sugadas de Jimin em seus botões iam ficando mais fortes também, até ficarem vermelhos e arroxeados. 

— Jimin… hmm — apertou os olhos com força. Yoongi bagunçou bem os cabelos do Park com suas mãos inquietas. Ele nem percebeu quando, em meio a agitação, suas mãos bateram contra a parede, ativando aquele botãozinho intacto da sala de simulações, onde era decidido os ambientes das missões.

Na verdade, ele acharam aquilo fantástico, a sala se escureceu e a bagunça já não era mais vista. Um carro velho estava no centro da sala, que mudara todo o ambiente, trazendo agora uma única rua, deserta, durante a noite. Jimin sorriu ladino e levou Yoongi para o meio, o jogando com tudo em cima daquele pedaço de sucata. O capô afundou com a força depositada, mas Min Yoongi sequer se importou, eles também tinha certa força adquirida, e talvez o mais velho tivesse adorado tamanha brutalidade.

Jimin voltou a atacar seus lábios com força, quase o deitando sobre o carro, esfregava suas pernas uma na outra e gemia durante o beijo, este que fora cortado pelo Park. Seus lábios estavam mais inchados que o normal e de sua boca saía fumaça quente, ele segurou o cós da calça de Yoongi e a puxou junto com a cueca, sem perder contato visual. As arrancou junto dos sapatos e abriu as pernas do Min, sim, ele o encarava, com aquele olhar quente e excitante, o que deixou o mais  velho extasiado. 
 
— Você quer? — Jimin perguntou de forma provocante. 

— Vai se ferrar, Park — disse entre dentes.

Jimin o puxou, abrindo mais as pernas, logo se enterrando entre elas para beijar suas coxas, as lamber e morder. Yoongi tentou o empurrar de novo, mas a cada mordida sua barriga fazia ondas, seu baixo ventre queimava. Mas tudo ficou pior – ou melhor – quando a língua do mais novo passou pela sua bunda, e logo depois melando sua entrada. Ah, Min Yoongi não segurou o gemido naquele momento.

Ele sentia a língua de Jimin como lavas vulcânicas escorrendo por sua pele. 

Seus olhos tremeram mesmo, ele se deitou no carro e se deu por vencido, apenas deixou Jimin fazer o trabalho. Não era nenhum pouco ruim, o mais novo era muito bom no que fazia, rodeava seu músculo molhado no ânus de Yoongi, as vezes só com a pontinha, as vezes ela toda. O Min até tremia a cada vez que se sentia sendo molhado. 

Jimin também mordia suas nádegas sempre que podia, raspava seus dentes pela ante coxa e descia para a bunda de novo, a apertando com força, encarando a estradinha pulsante antes de começar a chupar de novo. O penetro algumas vezes com a língua quente, Yoongi tinha um corpo frio, aquilo causava uma sensação estranha, mas era muito boa, tanto que se excitava novamente com isso. 

— Você é uma delícia, Yoongie — Jimin bateu em sua bunda.

O mais velho respondeu apenas com um gemido, um gemido bem mais alto, porque Jimin passou direto para as suas bolas, as colocando na boca uma de cada vez enquanto sua mão alcançou o pênis dele. Sugava bem os testículos do Min  e o masturbava freneticamente, fazendo barulhos eróticos e estalos molhados. E então, Jimin deixou-as de lado dessa vez é subiu, passando sua língua pelo pênis do Min, até chegar em sua glande e a rodear com a língua. Yoongi suspirou e arqueou as costas, se esforçando para se apoiar nos cotovelos para o olhar Jimin entre duas pernas. Era uma visão muito boa.

— Já desejou isso, não desejou? — Jimin perguntou, mas Yoongi apenas negou com a cabeça. O mais novo pressionou sua língua contra a glande do Min e o chupou com certa força, seu membro estava dolorido, carregado de porra, e aquilo foi uma tortura. — Não minta, Min Yoongi. 

— O que você quer que eu faça? Implore 'pra você? — perguntou debochado. — Quer que eu diga “oh, Jimin, você é um puta de um gostoso do caralho”. 

— Aham. Quero que diga quando meu pau estiver bem fundo em você. — Jimin sorriu e Yoongi revirou os olhos, apenas para disfarçar sua vontade de gozar logo.

Ele levou as mãos até os cabelos de Jimin é o empurrou para o chupar mais, a língua do Park era tão boa e a boca era tão quentinha, Yoongi era muito bem abrigado e estava se derrendo. O menino fogo apenas subia e descia ora lenta, ora rapidamente no pênis do Min, apertava suas coxas e não o deixava fechar as pernas, mas Yoongi também tinha certa força, é mesmo com suas mãos trêmulas e corpo carregado de espasmos, quando se sentia perto de gozar, ficava com medo e tentava empurrar Jimin.

Ele negava com a cabeça aquele ato, fechava os olhos mas sempre os abria novamente; perder a visão nítida de Jimin o chupando era um pecado, bem mais pecaminoso do que ele ato de luxúria proferido por ambos. Jimin lambia o pênis de Yoongi todo, o olhava de forma provocativa como se perguntasse “não vai gozar, Yoongie?”,mas o Min se recusava. Ele se recusava, mas seu corpo não. 

Bateu as mãos no capô do carro e se deixou vir de uma vez, se tremendo e gemendo arrastado. Ele fechou as pernas em volta do pescoço de Jimin e o apertou, estava em êxtase. Mas o Park saiu de lá, com o rosto melado de sêmen e a boca ainda mais vermelha, sem contar os lábios deveras inchados, e ele sorriu. Ele sorriu e se afastou do Min, caminhando alguns passos para trás enquanto Yoongi de recuperava do orgasmo recente. 

Não era como se Jimin fosse pegar leve, sua intenção sempre fora provocar. Ele estava totalmente nu, na frente de Min Yoongi, começando a se tocar vagarosamente. Yoongi podia ver seu perfil de lado, seu membro ereto, seus braços fortinhos e sua barriga se contraindo a cada movimento. Yoongi o xingou, foi baixo, mas ele ouvir muito bem, isso o fez aumentar a velocidade e gemer um pouquinho, mordendo os lábios, passando as mãos nos cabelos alaranjados fervorosos.

Aquela visão estava tão boa para Yoongi que, foi involuntário, ele não sentir o calor de Jimin ainda presente em seu corpo e uma vontade enorme de se tocar, então ele levou seus dedos gélidos até o seu orifício, os pressionando e esfregando bem ali, abrindo as pernas e gemendo, em busca de contato; em busca de calor.

— Park... — suspirou. Ele chamou Jimin mas ele sequer deu ouvidos, apenas se masturbava. Yoongi já enfiava o indicador sem perceber, notando o incômodo inicial mas sem parar de se penetrar, e muito menos de olhar Jimin. 

Ele se remexeu sobre o carro, fazendo barulhos para atrair a atenção do ruivo, mas, nada. Dessa vez ele xingou alto, não conseguia tirar os olhos de Jimin de tocando cada vez mais rápido. Teve que aumentar sua dose também, adicionando mais um dedo. Ah, mas ainda estava frio, ele precisava de mais.

— Ji-jimin… porra — umedeceu seus lábios e jogou a cabeça para trás. Arranhou as próprias coxas e gemeu, as dando tapas também.

Seus dedos estavam incontroláveis, ele rebolava com convicção e sem deixar de olhar o Park. Até ele se virar, finalmente, o mínimo possível. Apenas olhando os movimentos de Yoongi com seu olhar ladino. 

Tentou conter sua masturbação, olhou para Yoongi de novo, dessa vez ele virou todo o seu corpo, ah, ele pôde perceber o olhar de Yoongi sobre si, tinha mesmo um porte físico belo, um corpo tocável, desejável. Ele caminhou até o Min, já parando de se tocar e gemendo bem baixinho, mas ele não chegou perto, o garoto gelo já fora o agarrando pela nuca, parando de se tocar também e o puxando para um beijo.

O beijo deles tinha tanta energia que, automaticamente, algumas das coisas ainda presentes na sala estavam sendo quebradas. Ele não podiam ver exatamente o que era por conta de estarem em um ambiente simulado, mas eles podiam notar de relance algumas chamadas ou estilhaços crescendo em algum canto. Era um beijo afoito, sem respiração alguma, eles mais se esfregavam do que tudo. Era muito tesão envolvido.

Yoongi bagunçava e puxava os cabelos de Jimin, enquanto o Park mordia sua orelha e pescoço em meio a arfares e gemidos. Eles se puxavam os cabelos e se apertavam, arranhando as costas, coxas, abdômen… 

— Gostoso — Yoongi soltou quando deixou um belo rastro vermelho pela barriga do Park.

Ah, na hora Jimin o virou com tudo no carro, descendo suas pernas para o chão, o colocando de quatro, debruçado sobre o veículo e dando um tapa ardido em sua bunda. Yoongi achava aquela posição constrangedora, sua bunda estava bem empinada e Jimin passava seus dedos pela abertura, o deixando ansioso e duro. Mais tapas, mais mordidas. Jimin ficava entre bater e roçar seu pênis entre as nádegas de Yoongi. Se abaixou um pouco e abriu as bandas da bunda do mais velho, massagendo-as, sorrindo admirado.

— Se preparou 'pra mim, hm? — subiu novamente, passando seus lábios até chegar nas costas do Min, colar bem seu corpo no dele e esfregar seu pênis, gemendo próximo ao ouvido, soprando fumaça. 

— Não deveria? Ou o seu pau não é capaz de me fazer sentir algo? — Yoongi não deixava sua ironia de lado em momento algum. 

Seus cabelos foram puxados com força e ele gemeu gostoso. Jimin sequer se pronunciou, ele posicionou sua glande na entrada do mais velho e se enfiou de uma vez. Ele o estocou com tudo mesmo, mas seu pênis estava latejando demais, e aquele movimento causou um frio gostoso em seu baixo frente; Jimin se contorceu e agarrou a cintura de Yoongi por trás, se afundando mais. Mas seu pênis doía muito lá dentro, teve que se movimentar, se arrastar lentamente para fora novamente e depois voltar.

Yoongi gemeu em desgosto, mas logo Jimin voltou para dentro de si, gemendo arrastado bem no pé de seu ouvido, com aquele hálito quente e arrepiante. As mãos do mais velho estavam grudadas no carro, as pontas de seus dedos já estavam ficando vermelhas pela força imposta ali, ele relutava em gemer, mas seu corpo ia ficando mole a cada investida do Park.

Estava mesmo muito bom. Os dedos de Jimin estavam firmes em sua cintura e queimavam sua pele, seu poder parecia estar sendo dominado, a carro já estava quente e sua energia fria não era suficiente. O garoto fogo deslizava seu corpo para trás e para frente em movimentos lentos de penetração, ele gemia fraco, as vezes fechava os olhos para sentir com mais intensidade aquela sensação de estar sendo esmagado por Min Yoongi. Ah, nunca imaginou que o foder seria assim, na verdade, ele imaginou, e a realidade ultrapassou suas expectativas.

Jimin o fodia bem, seu pênis mal saía de dentro do Min, a velocidade ia aumentando aos poucos, a ponto dos pés do Park ficarem escorregadios no chão. Estava se derretendo. Ele mordia os lábios e xingava palavrões, apertando Yoongi contra seu corpo e o estocando. Puxou os cabelos dele e colou bem os corpos, agora as penetrações até faziam barulhos, a cintura de Jimin se chocava contra a bunda do mais velho causando um atrito bom.  

Yoongi até revirava os olhos, estava sentindo calor em sua bunda, Jimin era tão bom, com uma pegada tão gostosa e forte. Ah, aquele homem, ah, aquela vontade de gemer e dar muito para ele, seu corpo até se arrepiava, estava mesmo muito bom. Mas seu orgulho era algo inevitável, mesmo seus gemidos não o obedecendo, claro.

— Geme agora, hm? — Jimin puxou seus cabelos com certa força.

— N-nunca — se controlou, mas Jimin o virou de frente em segundos. Seu corpo longe do Min era mais quente que o normal, mas quando voltou a o penetrar, o sentando no carro com as pernas abertas, ele teve arrepios. Seu gemido foi tão erótico que deixou Yoongi desnorteado.

Jimin aproveitou para agarrar as coxas do mais velho e as arranhar, seu pau já estava indo fundo e agora ele tinha uma bela visão da expressão de êxtase do Min. Ele estava gostando, e Jimin era um puta de um um provocador, seu contato visual era firme e ele não deixava escapar nada de Yoongi.

— Você gosta assim? — o carro já estava se movendo, era muita força imposta e até saía fumaça, até faíscas começaram a voar para cima e pipocos tomarem conta do local.

Os corpos de ambos juntos era como um choque térmico.

— Aham, seu desgraçado — Yoongi levantou suas mãos para puxar os cabelos de Jimin, ele sentia tão bem as estocadas funda, o pau delicioso do Park o fodendo tão bem. — Ah… Park.

— Ah, que delícia, Min. Vai me bater também? — Jimin colocou mais força em suas estocadas, ele fechou os olhos quando seu baixo ventre queimou, estava perto de gozar; tremendo. 

O barulho e cheiro de sexo estava por toda a sala, as mãos de Yoongi foram parar nos ombros do Park, ele não aguentou tocar aquela pele quente, gemeu, mas a congelou um pouco, fazendo Jimin gritar. Ele se aqueceu mais, tanto que seus cabelos estavam totalmente vermelhos, um vermelho muito vivo e ardente que fez os olhos de Yoongi queimarem.

Tocou o corpo de Jimin, passando a língua entre os lábios e olhou para baixo, podendo ver muito bem as penetrações sendo proferidas, o pau de Jimin entrando e saindo tão rápido, foi inevitável não gemer. Sua boca ficou seca e ele queria muito beijar Jimin agora, mas não tinha forças. Do abdômen do Park, as mãos do mais velho foram parar em seu próprio pênis, ele se masturbou enquanto encarava o corpo suado do mais novo tão perto do seu, tão colado, se fundindo com o seu.

— Tem razão. Você é um puta de um gostoso do caralho, Park Jimin — admitiu, finalmente. 

Estava quase babando olhando Jimin assim, ele era tão lindo. Se contorcia muito quando o Park acertava-o bem fundo, como se uma chama brotasse em seu interior, a força de suas mãos iam se dissipando e sua glande estava dolorida. Então ele gozou, abrindo sua boca mas a tapando com as mãos para não gritar, seu sêmen gélido foi contra a barriga de Jimin, o fazendo enlouquecer. Yoongi via a porra escorrendo contra o abdômen do Park e achava a coisa mais erótica do mundo, ele fechou as pernas involuntariamente, apertando mais Jimin dentro de si, sem querer.

— Filho da puta — Jimin enterrou sua cabeça no pescoço de Yoongi e o mordeu, o penetrando muito fundo, suas bolas batiam contra a bunda do Min, mas ele gozou, e urrou alto, o apertando ainda mais.

Yoongi praticamente se derreteu, Jimin não estava sabendo ter controle, a porra quente invadiu o mais velho com força o fazendo queimar por dentro, arranhou as costas do Park também, só para descontar a mordida. Mas ele foi se afastando aos poucos, controlando sua respiração e as chamas do local foram cessadas.

Jimin desabou no chão, Yoongi também, eles se deitaram de barriga para cima e o carro que eles usaram para se divertir sumiu, voltando ao ambiente normal da sala de simulações, totalmente destruída, ainda mais do que antes. 

Vagarosamente, eles foram aproximando suas mãos naquele chão, até os dedos indicadores se tocarem levemente e eles se olharem.

— Não reconstruímos a sala — Yoongi suspirou, agora soprando a fumaça gélida de seus lábios, seu corpo estava voltando ao normal. — Se continuarmos assim, vamos destruir o colégio inteiro.

Jimin sorriu, ele subiu dedilhando o braço gélido de Yoongi e parou em seu olhar, o esquentando novamente, causando suspiros.

— Já sabe — se aproximou do ouvido de Yoongi e lambeu o lóbulo da orelha do rapaz com sua língua quente.  — A próxima parada é no meu quarto.

Você vai entrar em combustão, Min Yoongi. 


Notas Finais


Gostaram? Muito estranho? Huehue eu fiquei pistola porque nunca consigo chegar em 8k as minhas pwp sempre param no 7 ok... Beijos e até a próxima ♥


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