História Mess in Person - Camren - Capítulo 4


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Categorias Fifth Harmony
Tags Brodrey, Camren, Thomesa
Visualizações 41
Palavras 2.048
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, LGBT, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha novamente Shippers
Lhes trago um capitulo quentinho nesse frio que esta fazendo... pelo menos onde eu moro esta frio.

Capítulo 4 - Queria Te Mostrar... Part Final


Fanfic / Fanfiction Mess in Person - Camren - Capítulo 4 - Queria Te Mostrar... Part Final

No fim eu dei meu moletom extra para ela. O moletom é todo amarelo e tem o rosto do Bob esponja com um sorriso enorme estampado no centro da parte frontal do moletom. Camila disse que nosso passeio pela Floresta ainda não tinha acabado e que o Tour Conhecendo o Paraíso estava só começando, eu ri desse nome e ela ficou sem graça e Nem Um Pouco fofa. Agora nós estamos entrando mais na floresta, ela ia à frente com as mãos enfiadas no bolso do meu moletom e assobiando um musica que eu conheço, eu tenho certeza que eu conheço só não consigo lembrar o nome.

Os seus problemas – Canta ela baixinho enquanto chuta uma pedra. Ela estava quase dançando no meio da floresta enquanto assobiava. Agora eu tenho certeza de qual musica é.

Você deve esquecer – Eu cantei baixinho e ela olhou para trás com um sorriso contido em seu rosto.

Isso é viver. –Diz chegando perto de mim e seu sorriso ia crescendo a cada segundo. Ela segurou minhas mãos

É Aprender. –Cantei um pouco mais alto e agora um sorriso enorme se fazia presente em seu rosto, eu sei o que ela quer fazer, eu também quero, e o que me impede, nos estamos no meio da floresta, ninguém vai nos ver, então vamos lá.

HAKUNA MATATA–Nós duas gritamos alto no meio da floresta, quem nos visse diria que somos loucas, mas quem liga isso faz um bem danado. Ela estava com os braços levantados enquanto continuava a musica,  repetia quando acabava e eu particularmente lembro-me apenas daquela parte e fiquei olhando enquanto ela continuava e dançava se pendurando nos galhos e pulando nas raízes, ela tinha um brilho único no olhar e um ar tão... Vivo. Essa é uma palavra que a descreve bem. Quando viu que eu estava apenas parada a observando ela parou e se aproximou de mim.

— Não sabe o resto? –Pergunta quando vê que eu não estava cantando junto, eu apenas neguei com a cabeça e ela assentiu. — Então apenas cante o coro e dance comigo. –Ela me puxou pela mão e me fez ficar pulando nas raízes e rodando com ela, nos dançamos e chacoalhamos enquanto ela cantava e eu só cantava o coro da musica, nos gritávamos na floresta a plenos pulmões. Eu me sentia leve, me sentia por um momento... Viva.

Quando nós nos cansamos ficamos apenas caminhando lentamente uma ao lado da outra, nós nos olhávamos de vez em quando e riamos, cantávamos um trecho da musica para ver se a outra completava ou ria, aquele momento seria um segredo que nós assinamos um contrato mudo para guardar. Nossos ombros se encostavam e nos começávamos um concurso de empurrar a outra com o ombro, mas no caminho inteiro pelo meio da floresta não trocamos palavra alguma, só ouvíamos o som da risada da outra, o som dos pássaros, dos galhos quebrando-se sob nossas solas, animais fazendo ruídos e o vento balançando as folhas. Camila começou a andar mais rápido e eu me forcei a acompanha-la até que nos chegamos a uma pequena cachoeira. Eu não tinha parado para observar antes, mas,  a forma que a luz do Sol penetrava pela copa das árvores e se perdiam no meio do caminho para o chão, a luz iluminando a água e o som da cachoeira era pura mágica, na margem do pequeno lago que a cachoeira formava tinha uma grande pedra que Camila estava subindo e me chamou para ficar ao seu lado, ao subir na pedra eu senti o calor do Sol entrando em contato com a minha pele exposta, já que eu tinha tirado o moletom por estar com calor expondo minha blusa branca, a sensação era tão boa que eu apenas fechei os olhos e apreciei o som da água entrando em contato com as pedras e o calor do Sol entrando por meu poros. Quando abri os olhos a primeira coisa que eu fiz foi olhar para o lado para ver se Camila tinha sumido como da outra vez e me deparei com um Camila de calcinha e sutiã pulando na água. Ok, eu achei que ela era louca, mas agora eu tenho certeza que ela é completamente pirada na batatinha... Porque ela não ta subindo? Será que aconteceu alguma coisa? Nah ela deve estar brincando.................... Ok ELA NÃO TA BRINCANDO, CADE ELA?

A minha primeira reação foi tirar os sapatos e pular na água de roupa e tudo. Eu nadei desesperadamente atrás da Camila e vi que o lago era muito mais fundo do que parecia e ela estava extremamente mais fundo do que qualquer pessoa normal iria, eu nadei atrás dela e peguei a sua mão enquanto subia, mas ela acabou soltando o ar que estava prendendo e nos estávamos longe da superfície então eu fiz o que fui ensinada a fazer em situações como essa, fechei os olhos e colei minha boca na dela dando o ar que eu tinha, seus lábios são macios, foi o que pensei antes de abrir os olhos e me afastar me deparando com seus olhos castanhos me fitando atônitos, mas logo mudando para sérios quando ela viu que eu estava ficando sem ar, meus pulmões estão ardendo tanto. Não sei como, mas Camila alcançou a margem mais rápido que um nadador olímpico. Quando eu emergi suguei o oxigênio como se minha vida dependesse disso, e, ironicamente, depende. Eu fiquei com os joelhos e mão apoiando meu corpo enquanto eu tentava recuperar meu fôlego. Camila se sentou ao meu lado colocando as mãos atrás do corpo como um apoio e olhando para o Sol, um sorriso discreto tomava conta de seus lábios. Porque essa idiota esta sorrindo? É divertido quase morrer?

— Porque esta sorrindo? –Digo socando seu braço, o que pareceu mais que eu estava encostando o punho no seu braço já que eu não tinha força o suficiente para soca-la. Ela se virou para mim e seu sorriso ainda continuava  lá, só que agora menos discreto.

— Estou sorrindo? –Pergunta inocentemente e coloca a mão nos lábios e da uma risada nasal. — Eu estou sorrindo. –Conclui balançando a cabeça. Quase se afogar fez com que ela ficasse monga? Acho que deveríamos voltar para o lago e ver se ela esqueceu o celebro lá. 

— Deve estar com água no celebro. –Digo fazendo piada com meu pensamento e me deitando na grama que ficava na margem do lago.

— Sim... –Ela concordou. Serio isso? Agora estou conversando com uma doente mental? Esse pensamento foi preconceituoso? Não sei ao certo. Acho que sim, desculpa pessoas com deficiência mental, eu não estava tentando diminuir vocês ou algo do tipo. Porque eu estou me desculpando na minha mente?

— Por que foi tão fundo? –Pergunto olhando para ela que pareceu acordar do seu estado vegetativo e procurar alguma coisa no chão. — Não sabia que era perigoso? –Digo observando que ela não estava nem prestando atenção no que eu estava falando.

— Por isso. –Diz e me mostra uma pedra azul escuro com um formato circular perfeito. Era tão linda que eu não conseguia entender como algo como essa pedra pode ter parado no fundo do lago, ou como Camila conseguiu vê-la no meio de tantas algas e pedras. — É linda, né? Acho que vou fazer um colar com ela, sabe... uma lembrança do nosso primeiro encontro. –Diz com um sorriso lindo enfeitando seu rosto.

IssoNãoFoiUmEncontro! –Digo rápido com o rosto completamente vermelho mas ela parece entender o que eu disse e franze o cenho.

— Claro que foi um encontro. Você me beijou. –Diz apontando para minha boca depois para seus lábios macios.

— EU ESTAVA SALVANDO SUA VIDA, IDIOTA. –Digo extremamente vermelha e me levanto indo até o outro lado da pedra onde não da para ela me ver e tiro a blusa molhada e coloco o moletom e o sapato, pego a mochila e vou andando rápido em direção a floresta com Camila gritando para que eu espere ela.

 

 

 

Nós estávamos voltando para o muro já que eram 12h57min e a escola hoje acaba mais cedo por ser o primeiro dia. Normalmente as aulas acabavam às 16h30min e a escola fechava as 20h00min, mas hoje as aulas acabam às 13h30min e a escola fecha as 18h00min porque sempre tem uma cerimônia de novos alunos no auditório, mesmo que raramente alguém se mude para Maradone. Camila vai à frente me guiando e segurando a minha mão, ela diz que é para mim não me perder sendo que eu vim sozinha o caminha inteiro, mas não vou contesta-la. Quando chegamos ao muro, Camila deu um aperto de leve na minha mão sinalizando que iria parar e a soltou sobindo no muro e se ajeitando.

—Pode vir. – Diz. Olhando em suas orbes castanhas eu via tudo que eu não tinha: Animação, força, personalidade e, principalmente, coragem. Olhar Camila sentada no topo do muro com meu moletom do Bob Esponja, calça cargo preta e seus, sujos, coturnos táticos me estendendo a mão com um sorriso infantil enfeitando seu rosto angelical e olhos animados cobertos por sua franja molhada fazia com que minha paranoia e pensamentos desaparecem e meu coração acelerasse enquanto meu estomago dava voltas e minhas mãos suavam. Eu não levei mais de um segundo para segurar sua mão e, com sua ajuda, subir no muro. Ela logo desceu pulando e eu desci pisando na tampa do latão de lixo e escorregando para o chão, eu já estava preparada para cair de bunda no chão quando Camila entrou na minha frente e nos caímos juntas por ela ter tentado me pegar de mau jeito. — Eu disse que te pegaria de qualquer jeito. –Diz com seu costumeiro sorriso de lado o que me faz ter pensamentos não muito inocentes, mesmo que eu tenha certeza que não é a intenção de Camila. — Ai, você poderia, por favor, tirar o joelho da minha canela, ta doendo. –Diz e eu movo meu joelho para o lado e observo a posição em que estamos. Eu estou encima dela, mais precisamente entre as pernas dela, nossos corpos estão colados e nossos rostos estão a poucos centímetros de distancia, seus braços estão rodeando minha cintura e os meus estão apoiados em seu busto, eu rapidamente apoio minhas mão ao lado de sua cabeça e me levanto a ajudando logo em seguida. — Seu rosto fica vermelho muitas vezes... Será que você esta doente. –Diz ela com a cabeça um pouco inclinada para o lado e tocando minha bochecha esquerda com a ponta dos dedos. Ela só pode estar de brincadeira.

— Acho que não, tenho certeza que é outro o motivo. — Quando ouço a voz de Michael tenho certeza que estou de volta no inferno. É claro que de todas as pessoas, tinha que ser justo ele a nos encontrar eu não poderia ter mais sorte. — Porque as duas estão molhadas? –Pergunta nos vistoriando.

— Não deu tempo de chegar ao banheiro. –Digo revirando os olhos. Eu não estava com saco para lidar com o modo “Pai Preocupado” agora.

— Lauren! –Me repreende e eu seguro a mão de Camila andando em direção ao auditório, nos iríamos chegar atrasadas.

— Por que você não vai a merda e me deixa em paz? Eu não sou o Chris, não preciso da sua preocupação ou de você. –Digo e isso parece ter calado sua boca já que não o ouvi me repreendendo de novo. Camila apenas me observava, eu sei disso porque sinto seu olhar queimando na minha nuca. — Esqueça o que viu, por favor. –Peço baixo e ela apenas aperta minha mão e me olha em confusão.

—Vi o que? Não me lembro de ter visto nada alem de você quase se estabacando no chão por não saber como pular um muro. –Diz levantando a sobrancelha e com um sorriso provocativo nos lábios. Eu estava prestes a soca-la ela insolência quando me dei conta do que ela estava fazendo.

— Obrigado. –Digo parando e olhando no fundo de seus olhos castanhos, ela com certeza tem os olhos castanhos mais únicos que existem.  Camila sorriu me empurrando de leve com a mão em forma de punho.

— Não sei pelo que esta agradecendo, mas, de nada, Woman in Black. –Diz piscando pra mim e me levando para o auditório com nossas mãos, ainda, juntas. Acho que posso me acostumar com isso.


Notas Finais


Então é isso.
Algumas pessoas podem achar que esta indo rapido demais, outras não, mas é assim mesmo(Eu estou até indo mais devagar do que eu planejava)
Se eu conseguir eu posto outro no meio da semana, mas não boto muita fé ja que vão começar as provas T-T


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