História Messages - UNKNOWN - Capítulo 5


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Romance
Visualizações 3
Palavras 750
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 5 - Rainbow...


Fanfic / Fanfiction Messages - UNKNOWN - Capítulo 5 - Rainbow...

Você o que? — Kothe era o amigo de Marin desde quando tinham 5 anos, ele estava boquiaberto pelas palavras calmas e firmes do garoto —, você fala isso como se estivesse tudo normal. E se ela descobrir que é você Marin? O que vai acontecer? Ela vai ficar de boa e te beijar? Cara, o que tinha nessa sua cabeça? — deu para perceber que seu amigo estava bem controlável, não tinha nenhuma vontade de gritar para o mundo inteiro escutar.

— Olha ela insistiu, eu poderia ter recusado, mas nos primeiros dias ela ficou insistindo a noite. Ela é muito curiosa, o que você queria que eu fizesse? Negaria? Ela ficaria insistindo cada vez mais. E já faz uma semana Kothe que ela não fala mais sobre isso, o que é um alívio. — Marin estava encostado na parede em frente à porta de sua sala e Kothe ao seu lado, com seus olhos castanhos transbordando de reprovação pra cima do garoto.

— Tá, mas e agora? Se ela descobrir Marin? O que você vai fazer? — ele olho sério para cima dos olhos azuis pensativos de Marin.

— Ainda não sei. Preciso de tempo, mas até lá vou segura-lá para não fazer nenhuma burrice. — arruma sua mochila nas suas costas e entra na sala, logo em seguida Kothe entra. Eles sentavam no fundo, o que pra eles era a melhor coisa, enquanto a mestiça sentava quase lá na frente.

......

Marin não aguentava mais, estava na quinta aula e não sabia o que fazer, aula de Química era chato para ele, mas ele tentava se concentrar o máximo possível.

O professor estava com uma cara nada boa, olheiras profundas nada discretas em seus olhos verdes esmeraldas e o garoto brincava com o lápis, batucando levemente no caderno sem fazer um barulho agudo.

— Fica quieto Marin, quer levar uma ocorrência do fantasma hoje? — sussurra Kothe quase deixando um grito grosso de Marin escapar. Fantasma era o apelido que lhe dera ao professor de Química, já que ele pode aparecer atrás de você do nada, ainda com aquelas olheiras cansadas que assustam um pouco.

Marin revira os olhos cruzando os braços, encostando as costas na cadeira dura e desconfortável. Fica alguns minutos olhando para o nada e percebe alguém pegar o celular duas cadeiras depois de Kothe. Era a mestiça que estava segurando o celular esperando alguma coisa. Tive uma ideia, ele pensa com um sorriso travesso, pega seu celular e abre em mensagens.

Desconhecido: Celular dentro da sala Amellie? — 11:26, online.

Desconhecido: Que coisa feia. — 11:27, visualizado.

Ele vê a garota se ajeitar na cadeira digitando algo. Ela estava com um sorriso no rosto.

Amellie: Como sabe que estou na sala? — 11:28, visualizado.

Ele abre um sorriso no rosto, seus olhos brilhavam, parecia o céu sem nenhuma nuvem atrapalhando ou o mar calmo em um dia de verão, os peixes saltitantes, as pessoas se divertindo, e aquele sol calorento, as ondas se movimentando maravilhosamente parecendo diamantes valiosos.

Desconhecido: Isso eu não posso contar. — 11:29, visualizado.

Amellie: Chato! — 11:29, visualizado.

Desconhecido: Você sabe que não sou. Além do mais você me ama. — 11:30, visualizado.

Amellie: Quem disse que eu te amo? Não está escrito nos dez mandamentos isso. — 11:31, visualizado.

Aquilo deixou o garoto um pouco desconfortável, seu sorriso havia se fechado em um semblante triste, seus olhos viraram a tempestade, não! Ele não estava chorando. Ele só... não tinha gostado daquilo.

Desconhecido: Mas que fora. Parece que levei um soco no estômago. — 11:35, visualizado.

Ele viu a mestiça com um sorriso triste, ela se sentia arrependida.

Amellie: Desculpe. Eu não queria dizer aquilo... eu só estou com muitas coisas na cabeça, desculpa! — 11:36, visualizado.

Então quer dizer que ela o amava? Não! Sim!
O garoto sentiu seu coração se aquecer, ele sabia que ela só o via como amigo, mas aquilo deu esperança para o garoto, afinal ele não desistiria dela tão cedo e nunca.

Amellie: Me perdoe, mas agora eu preciso prestar atenção na aula, o professor vai me matar se ver eu com o celular. — 11:37, visualizado.

Desconhecido: É claro princesa. — 11:37, visualizado.

Desconhecido: Mas não se esqueça... que você me ama. Ganhará um presente ao chegar em casa princesa. — 11:38, visualizado.

Aquilo despertou um sentimento de curiosidade e desconforto aos olhos da mestiça, mas para Marin era mais uma declaração. Ele esperava o momento certo para dizer...
Que ele a amava! Afinal os dois formam um belo arco-íris. 



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