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História Mestre - Capítulo 1


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Notas do Autor


Japah depravada: "vocês não sabem o prazer que é estar de volta..." >:D

Capítulo 1 - Único;


Fanfic / Fanfiction Mestre - Capítulo 1 - Único;

— beleza, quer apostar o que agora? — Saiko perguntou sentando na bancada da casa de Ycaro, que estavam sozinhos em casa.


— Já sei! Bom... Como hoje é seu aniversário, eu deixo tu escolher o jogo. Mas, eu escolho as cláusulas. — Ycaro sorriu travesso e Saiko revirou os olhos



— tanto faz... Hm — fez uma cara de pensativa, estava sem muitas opções, então só pensou na primeira coisa que vinha na cabeça. — pedra, papel, e tesoura



Ycaro bufou — tu é mo' lagado nesse jogo 


— é pegar ou largar — cruzou ou braços com um sorriso malvado.


Assentiu irritado — te odeio



— eu te odeio mais — riu — suas condições.


— você vai ter que editar meus vídeos por 1 mês, além da thumbnail desenhada — Ycaro disse com um sorriso convencido, e Saiko riu



— beleza, você vai ganhar até mais inscritos — sorriu e Ycaro revirou os olhos — eu quero...


Olhou envolta da cozinha, passando os olhos pela pia, os armários, e no canto, um avental... Um avental pendurado, azul com um desenho de um gatinho bordado. Sorriu de lado e malicioso



— e então? — Ycaro chamou, e ele se virou, ainda sorrindo



— você vai fazer o que eu mandar, por. Um. Dia — disse pausadamente, e Ycaro arrepiou — e eu... Vou escolher o dia que isso será 


— t-ta



— fechado? — estendeu o mindinho e Ycaro o apertou


— sim! 


Ycaro suspirou, e Saiko apenas sorriu, o moreno tinha uma vantagem. Ele pensava muito, e isso tanto o ajudava, como o atrapalhava. Sua lógica era simples, a pessoa sempre começa com Tesoura, então, jogaria pedra.


— Pedra, papel, tesoura — disseram juntos, Rodrigo venceu, e Carlos não. 


Sua lógica estava certa, Ycaro havia jogado tesoura, agora... Jogaria tesoura, e Ycaro papel. Dito e feito



— QUE??! — Ycaro gritou irritado e frustrado, de jeito nenhum perderia para sucumbir com as ideias pervertidas de Rodrigo, como bem o conhecia.


— ganhei, ou quer mais uma, bebê? — zombou do loiro, que só Franziu as sobrancelhas possesso



— não precisa, seu desgraçado.



— amanhã, quero que tu vai em casa, beleza, bebê 


— para de me chamar assim, caralho — mostrou o dedo do meio, e Saiko gargalhou, saindo da casa do loiro.


Seria um longo dia




Só se levantou, se preparando para o "dia de cão" que estava prestes a ter, já que Rodrigo nunca pega leve quando o assunto é prenda. Tomou banho, se arrumou e foi até a casa do moreno


Duvidaria se não fosse verdade, Rodrigo acordado antes das duas da tarde. Entrou, pedindo licença, mas parecia que seus pais não estavam em casa, e uma incrível zona estava naquela casa.


Saiko surgiu do nada, com uma caixa, e um grande sorriso "doce" — Oi, Ycaro...


— oi...? — olhou curioso — o que é isso?


— bom, vamos começar — entregou a caixa para Ycaro, que a pegou — vai no banheiro, e veste, aliás... Coloca a surpresinha, por que eu vou conferir — sussurou a última parte, que fez Ycaro se assustar.



O loiro só foi até o banheiro, trancou a porta e abriu a caixa — FILHO DA PUT-




Ycaro saiu estremamente desconfortável, além de estar de salto, estava com um vibrador enfiado em lugares onde não queria. Só andou até o quarto de Rodrigo, e encostou na batente da porta.


— Bom Ycaro, quero que arrume a casa, desse jeitinho — ele estava sentando na cama, apoiado nós braços para trás, com as pernas abertas, e de alguma forma, Ycaro achou bem sexy



— eu te odeio, Rodrigo — saiu resmungando, e Saiko riu, mandando um beijinho



Ycaro pegou um pano, e começou limpando o chão da sala, que tinham derramado algo. Teve que ficar de quatro, o que era bem desconfortável, já que Saiko estava na porta, com as mãos no bolso. Se lembrou que o controle do consolo não estava junto, merda ...


— colocou aquilo Ycaro? — Saiko perguntou, e Ycaro assentiu trêmulo — ótimo...


O moreno apertou o controle, que estava dentro do bolso, e Ycaro sentiu o vibrador ligar, com uma enorme extensão de choque de prazer, já que Saiko logo ligou até o 3° nível.


— vamos Ycaro, continue limpando — disse com uma cara cafajeste


Ycaro mordeu os lábios, vermelho e com muita tesão, já estava duro, já que o brinquedo estava ligado em uma pequena velocidade, que para si, era muita. Nunca tinha usado um na sua vida, e talvez... Fosse gay apartir dali.


Tentava esfregar o líquido do chão, mas era torturante, quanto mais se movia, parecia que mais o aparelho vibrava, e lhe tava ondas de prazer indescritíveis.


— R-Rodrigo... Hmm por f-favor... — pediu em um tom um pouco mais baixo, e Saiko sorriu de canto



— não escutei direito, fale mais alto, Ycaro — Disse com uma feição inocente, e Ycaro ficou de joelho, ainda de costas para ele no chão.


Apertou o próprio pênis, tentando aliviar a tesão que estava. Mas Saiko não gostou disso.


— opa, opa, opa, tire a mão daí, escrava! — Disse rindo do apelido que deu a Ycaro, aumentando mais um nível do consolo


Oh... S-Saiko — gemeu, mordendo os dedos na boca, e Saiko sentiu uma fisgada em seu pênis


— mestre, sou seu mestre — riu, saindo dali.




E suspirou, tentando ainda limpar as coisa. Por incrível que pareça, estava começando a se acostumar, além de ser torturante e agonizante sentir que iria gozar mais demoraria.



Desde que terminou a sala, Rodrigo aumentou 5 níveis, em cada cômodo, apenas para se divertir, e Ycaro sentia que está próximo de seu êxtase a cada momento. 


Até que não aguentou mais uma hora, e deitou no chão do quarto de Saiko, e tirou sua cueca e começou a se masturbar e apertar seu peito, beliscando seus biquinhos. Nem sabia que estava fazendo, nem tirou o vibrador, preferiu deixar.


Saiko via aquilo na porta do quarto, mordendo os lábios, tentando não atacar o loiro e o foder de jeito. Aumentou até o último o consolo.


— o que eu disse sobre se tocar, Ycaro? — Disse, enquanto Ycaro gemia descontroladamente ao vibrador que batia em seu ponto doce sem pudor.


O-Oh... Saikoo... Hm... M-me fode — disse sem pensar, e ambos que ia estavam cortador, ficam mais vermelhos, se era possível.


Rapidamente, agachou, e pegou as duas coxas de Ycaro, e puxou mais para perto, fazendo seu pênis bater na entrada do loiro e o mesmo gemer. Tirou pela cordinha, que servia para isso, e jogou longe, deve ter parado em qualquer outro lugar.


Pegou na bochecha de Carlos, e o beijou, ficando por cima dele. Começando um beijo selvagem, que Ycaro teve de levar as mãos para seus cabelos, e enroscando neles. 


Rodrigo levou seu dedo a entrada de Carlos, que estava molhada, e enfiou dois dedos primeiro. Ainda sem parar o beijo, começou a simular estocadas com o dedo, saindo e entrando, enquando o loiro gemia ainda baixo, mas nao era que o moreno queria


Oh Saiko, mete, mete por f-favor — ele disse entre outras palavras desconexas, e foi o bastante para Saiko perder a razão.


Ele abaixou suas próprias calças, e levantou a fantasia de Ycaro, deixando o pênis e ele bem a mostra. Sem dar prévia de aviso, ele entrou, começando devagar


Aaaah, R-Rodrigo — Ycaro segurou em seu braços, que estavam ao lado, e os arranhou.


— Porra, Y-Ycaro... — acabou gemendo também, rouco, diferente do manhoso de Ycaro



Começou a se mover, entrando e saindo, devagar e pegando o ritmo com o tempo, mais era difícil com Ycaro gemendo seu nome de um jeitinho gostoso. Além do fofo jeito que sua feição estava, com os cabelos bagunçados, olhos fechados e lábios entre abertos. 


O gemido de ambos faziam parte daquele cômodo, o que deixava mais erótico, e sensual. E o calor que sentiam, já que transpiravam como nunca , por conta dos movimentos. Rodrigo começou a estocar com mais força, conseguindo algumas vezes acertar o ponto G de Carlos, o deixando cego de prazer 


Também, achava adorável que Ycaro falava coisas desconexas e sem sentidos, como: "fode, fode meu cuzinho gostoso, Rodrigo" "tão grande e viril, soca mais, AH" além de bem depravado que ele ficava.



Ycaro esticou o braço, chegando até a mão de Saiko, e as entrelaçou. O moreno sentiu seu coração bater mais forte, e sorriu docemente, voltando a socar com tudo.


S-Saik-ko eu vou... AAAH — Gemeu alto, ao sentir que Rodrigo havia gozado dentro de si, e que tambem havia 


Havia sêmen espalhado pelo chão, e roupas sujas pelo mesmo líquido branco. Saiko sorriu, beijando Ycaro intensamente


— eu te odeio, tanto velho — Ycaro disse arfando ainda, pelo orgasmo


— eu te odeio, muito mais, seu gostoso — deu um tapinha na coxa de Ycaro, e deu mais um selinho.



Todavia, teriam que arrumar a casa, que Rodrigo... Bagunçou de propósito para o loiro arrumar.






Notas Finais


Uau, você chegou até aqui.

Eu tô muida de sono, por isso tá uma merda :D ❤️


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