História Mestre das armas: Caçado por todos - Capítulo 1


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Categorias 007, Histórias Originais, John Wick, Metallica
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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Policial, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Com um café tudo se inicia...


Fanfic / Fanfiction Mestre das armas: Caçado por todos - Capítulo 1 - Com um café tudo se inicia...

-Há muito tempo eu venho matando pessoas e recebo dinheiro em troca disso. Nunca me preocupei muito com o que acontecia após isso... eu só fazia o meu trabalho e acabou. 

-Por que está falando disso só agora? - Letícia usava sua clássica ironia em sua voz.

-Você vai me ouvir ou vai ficar questionando?

-Ah é, eu tenho que ouvir primeiro - Letícia vira os olhos querendo debochar de mim.

-Como sempre você me zombando... Quer saber... Acho que vou embora!

-Não não! Senta aí, toma mais uma xícara de café, você adora café.

-Tá bom, você me pegou.. não tem como resistir ao seu café. Como eu ia dizendo... eu nunca me preocupei com o que acontecia até esses dias aí  quando eu tive que matar um homem...

**

Era uma noite em Vila Velha. O homem ia andando nas ruas, tinha acabado de sair de uma reunião com os amigos. Ele era um político, não tão conhecido no estado, mas, era relevante em seu município. Provavelmente, alguém da chapa opositória deve ter me contratado.

Eu estava perseguindo ele pelo outro lado da rua. O pobre homem nem tinha percebido que eu estava lá, ele estava feliz com aquela noite. Logo após ele entrou em um beco... foi quando eu me aproximei e abordei ele:

-Com licença, onde fica o Papa Pizza?

-Ah - Ele estava com uma cara de espanto- Rapaz, você tá longe. Isso fica lá em Vitória. Vai ter que pegar um ônibus.

-Você gosta de pizza?

-Adoro.

-A sua próxima será no inferno - Esfaqueei na barriga e empurrei no chão.

-Muito obrigado.

Eu não tinha entendido o por que ele falou isso.

-Como?

-Eu não tenho família, meus "amigos" acabaram de me expulsar da lanchonete e minha vida política está afundando. Alguém como eu deveria ser apagado da história. Sabe... aquele momento que você cansa da vida por não ter vivido ela bem? É assim que me sinto.

-Você tem algum desejo?

-Sabe... nunca tive nada. Falsifiquei os votos para me candidatar e desde então venho roubando dinheiro público. Mesmo assim, me sinto sozinho. Então, meu desejo é que você cuide de sua vida e pare de matar pessoas. Seja feli...

Ele morreu antes de terminar a frase.

**

-Tá, mas o que isso importa pra você? - Letícia estava confusa.

-Eu estava pensando na volta pra casa... eu nunca tive uma família, ou alguém para amar depois que entrei nessa vida.

-E só vem falar disso agora? - Sua ironia de novo.

-Eu tive minhas chances, mas você sabe como foi... uma perda total.

-Eu ainda lembro da kpoper...

-Nem comente!

Nós rimos por alguns minutos.

-Era só isso que você tinha por hoje?

-Sim - Me levanto e vou até a porta - Até mais!

-Vou ver você tão cedo de novo?

-Ninguém sabe o dia de amanhã.

Peguei meu carro, um civic, e subi para Domingos Martins, onde tenho uma casa no meio da floresta. Geralmente eu vou lá para descansar nos momentos em que não tenho contratos.

Cheguei, liguei uma música e sentei na poltrona que ficava de frente para a linda paisagem de Domingos Martins.

-E se eu tivesse feito aquilo?

Memórias rodavam minha cabeça naquela noite. Eu lembrava de meus amigos, das garotas que já passaram por minha vida e as decisões que podia ter tomado.

No outro dia, eu levantei um pouco tarde, com uma leve dor de cabeça. Sem contratos, com uma xícara de café, estava eu sentado na poltrona novamente.

(Telefone toca)

Atendo o telefone e não digo nada.

-Sr. Levi, quanto tempo!

Era uma voz familiar.

-Quem está falando?

-Achei que se lembraria - Ele tinha um sotaque que eu não conseguia reconhecer.

-Qual o objetivo dessa ligação?

-Só queria cumprimentar um velho amigo. Sou eu, Rivadávia.

-Ah, lógico - Eu ainda não lembrava - Obrigado, mas preciso desligar.

Desliguei a chamada e voltei a tomar meu café.

 



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