História Mestre das armas: Caçado por todos - Capítulo 7


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Categorias 007, Histórias Originais, John Wick, Metallica
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NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Policial, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 7 - Uma noite com seus prazeres


Quando Letícia ligou, eu já estava acordado.

-Acordou cedo! - Letícia estava surpresa.

-Dormi cedo também.

-Que surpresa!

-O hotel notificou que dois homens tentaram entrar, mas, eles já se livraram deles - estava abotoando os botões do pulso da camisa social.

-Aonde o senhor vai agora?

-Estou esperando você passar a informação que você vai falar.

-Sagaz. Era de se esperar que você soubesse - escuto um som de uns papéis se mexendo - Bom, tem um evento hoje... e você vai gostar! É uma corrida de Fórmula 1!

-Uau - fiquei surpreso.

-Você não sabe o que eu fiz! - ela ria.

-Me botou na corrida??!

-Não não... poxa... podia ter feito isso.

-Vacilou...

-Tá! Eu consegui localizar onde o Mauricio vai estar e botei você próximo!

-Próximo como?

-Na cadeira do lado!

-Você não fez isso...

-Fiz sim - e ela ria muito - Olha eu tenho um plano perfeito!

-Conte mais...

**

A corrida era a noite. Tive mais tempo para planejar o ataque.

-Vai ser a cartada final...

Tomei mais um gole do café e levantei da poltrona.

**

Eu subia as escadas para o camarote. Os homens de Mauricio estavam ali, mas não podiam fazer nada, pois a polícia estava ali.

Entrei no banheiro e chequei se o silenciador estava correto.

Ao entrar na mesma sala de Mauricio, tranquei a porta. Nesse momento a corrida já havia começado. Sentei do lado dele e perguntei:

-Por que o pedreiro gosta de assistir corrida de Formula 1?

-Não sei - ele nem virou o rosto.

-Porque ele acha massa a corrida.

-Nossa...

Nesse momento apertei um botão no meu celular que derrubou todas as luzes do complexo.

-Chegou a hora - Atirei nos três guardas que estavam na sala. 

-Vem na mão - Mauricio se preparava para um combate.

Tento dar um soco nele, mas ele segura minha mão e dá uma joelhada na minha barriga, seguido de um soco no rosto. Caio no chão e ele sai correndo.

-Mas ele tá fodido...

Saio da sala e todas as luzes estão piscando. As pessoas estavam saindo e estava uma confusão. Eu conseguia ouvir o som do alarme de incêndio, mas, não havia nada pegando fogo.

Pego o celular e chamo Letícia.

-Para onde ele está indo?!

-Espera... está indo para o estacionamento. Melhor você correr! Vou rastrear o carro dele.

-Ótimo - desligo o telefone e começo a correr, mas as pessoas estavam atrapalhando - Com licença! Preciso passar!

Chego no estacionamento e vejo um Corvette saindo disparado.

-Mas nem ferrando que meu DB5 bate isso...

Entro no meu carro e vou bolado atrás dele. Por sorte ele não foi tão longe e eu consegui chegar perto do carro dele, mas, não dava para fazer nada.

De repente um tiro acerta a roda do carro dele.

-Puta merda!

Piso no freio o mais rápido possível, enquanto o carro dele começa a rodar na pista até bater.

-(Que merda...) 

Vou até o carro dele e encontro ele vivo.

-Vem aqui.

Tiro o corpo dele e boto no meu porta-malas. Olho para o alto e vejo o sniper. Logo dou um joinha e ele manda um tchau.

Levo Mauricio até uma garagem vazia e jogo ele no chão.

-O que você quer?

-Retire a recompensa - Miro a arma nele.

-Promete que não vai me matar.

Abaixo a arma.

Ele pega um celular e aperta um botão que automaticamente retira o preço por minha cabeça.

-Melhor assim? - Ele sorri.

-Pensando melhor... Larissa merece uma vingança...

Levanto a arma e atiro na perna dele.

-Miserável! Por que não me matou?!

-Eu quero que você queime igual ela queimou!

Pego um litro de gasolina que estava guardado no depósito ali perto e derramo nele.

-Adeus!

Acendo um isqueiro e queimo ele. Por um lado, foi divertido ouvir ele gritando de dor. Liguei para o serviço de recolhimento e fui embora.

**

-Alô? - Letícia estava com sono.

-Terminei o trabalho.

-Que bom... eai? vai ou não vai?

-Eu não sei...

-Se decida aí, ela está esperando.

Encerro a chamada e acelero o carro.

**

Entro no apartamento e vejo uma mulher no sofá.

-Olá - Cumprimento e apago as luzes.

**

-(Foi uma noite divertida)

Enquanto me visto, observo ela deitada. Deixo uma carta de despedida e saio.

Ligo para Luiz.

-Levi?

-Oi Luiz!

-Onde você está?? Ela estava preocupada!

-Calma, diga para ela que voltarei brevemente. Estou em Londres. Amanhã pegarei um avião e irei visitar ela, eu prometo.

-Vou estar te esperando. Aliás, a gente podia tocar música igual nos velhos tempos!

-Minha guitarra está com você?

-Sim.

-Ótimo. Te vejo amanhã!

Desligo o celular, passo a mão na cabeça dela e digo "adeus".

 



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