História Mestre kakarotto - Capítulo 12


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Categorias Dragon Ball
Personagens Androide Nº 17, Androide Nº 18, Bardock, Bra, Brolly, Bulma, Caulifla, Chichi, Freeza, Gine, Gohan, Goku, Goten, Hit, Kakaroto, Kuririn, Mr. Satan, Tights Brief, Trunks, Turles, Vados, Vegeta, Videl, Whis
Tags Bra, Bulma, Chichi, Goku, Goten, Kakarotto, Trunk, Vegeta
Visualizações 134
Palavras 1.470
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Lemon, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


boa leitura a todos

Capítulo 12 - O quarto do pânico.


Fanfic / Fanfiction Mestre kakarotto - Capítulo 12 - O quarto do pânico.

Após alguns minutos aquelas mãos o relaxaram completamente... havia esquecido de tudo ... se concentrava apenas nos toques daquelas mãos. Como ela sabia fazer a coisa certa na hora exata.

- Está melhor? - aquela voz doce o pergunta-

- Sim obrigada- fala com uma voz calma e relaxada.

Então a jovem para e senta novamente a frente de seu chefe.

- Vamos concluir os documentos de hoje? – ela pergunta séria

- Vou encerrar por hoje. Escuta tenho que despachar algumas mercadorias. Você pode fazer isso para mim hoje? Infelizmente vou ter que ir até o escritório do kakarotto resolver alguns problemas e essas mercadorias não podem passar de hoje.

- Claro chefe.

- Ótimo vou enviar para seu e-mail tudo que precisa obrigado.

Bulma pegava tudo que descobria daquela empresa e mantinha seus relatórios arquivando suas provas. Tudo era compactado ao final do dia em um microchip que ela guardava em um armário numa das estações da cidade.

Mas algumas coisas ecoavam consideravelmente em sua mente

“a sede de poder não é tudo... ele me deu uma visão de contaminação que poucos tem da vida e talvez um dia você possa compartilhar dessa visão. Então quem o teme ou tem medo ou admiração.”

O que vegeta queria dizer sobre aquilo?

Então ela retorna ao seu local de trabalho e põe-se a fazer o que vegeta pediu, saindo dali em seguida para cumprir os despachos.

No final do dia finalmente Bulma estava em seu apartamento separando algumas coisas que levaria para a casa de vegeta. Não sabia a real necessidade disso mais enfim eram ordens.

Então desce e entrega a mala a um dos seguranças que a põe no porta malas. Ela entra no carro e vai até a casa de vegeta.

 Ao chegar ao local ela fica impressionada com o tamanho do local. Uma mansão para ninguém por defeito. Ele morava ali sozinho mesmo?

O carro estaciona na porta principal do local. Vegeta a recebe na porta.

- bem vinda a minha humilde casa- fala com visível escárnio

- Ah sim obrigada. Notei toda simplicidade – a jovem fala com sarcasmo.

Eles entram no local era tudo impecável. Tudo muito moderno. Muitas paredes de vidro. Era um local saído de umas da revista que ela lia a vida toda.

Ele a leva até o seu quarto. “graças a deus não vamos dividir a mesma cama” pensa consigo mesmo.

- Bulma o maior motivo de você ficar comigo é para treinar sua sincronia.

- Como assim?

- Bom você vai se passar por minha companheira, o maior interesse em fechar o negócio será seu. Toda análise terá que ser sua. Eles têm que pensar que tudo veio da sua cabecinha... e eu como bom “marido” quero te presentear com seu primeiro negócio solo. Toda negociação é em seu nome...

“não poderia fazer isso com ela..., mas tinha que fazer. ela precisa entender como a roda girava ali”

- O que vocês querem que eu faça? Que entre em uma sala e simplesmente negocie qualquer coisa com um bando de russos que eu mal entendi a porcaria do relatório sobre eles?

- Exatamente... deixe sua mente aberta... todo detalhe ali fará diferença... cada palavra, cada gesto... cada expressão. então cuidado onde pisa... kakarotto não se importaria de perder esse negócio, mas ele parece realmente animado em fechar então não o desaponte. - Fala em tom sombrio. Considere como seu primeiro negócio.

Bulma fica confusa e preocupada. Como tudo ocorreria. Pelo pouco que passou com Valery organizando tal reunião ela realmente não sabia como funcionaria na pratica. Vegeta passaria horas ali com ela repassando com ela detalhes daquele encontro e deles como um casal. Bulma tentava absorver o máximo possível.

Na manhã seguinte ambos descem e uma farta mesa já estava posta para o café da manhã

“então é assim que é ter grana... poderia me acostumar com isso!” pensa Bulma enquanto come.

O homem apenas se põe a tomar um café preto simples e uma torrada

Por um momento ela pensou que estava parecendo uma desesperada comendo tanto... bom se comparada a ele que não comia praticamente nada realmente ela estava.

Ele lia um jornal e parecia despreocupado... pareciam uma linda família americana, coisa de tv sabe...

Ele a olhava pelo jornal, parecia uma criança que havia ganhado o presente de natal fora de época. Ele dá um sorriso de canto diante da cena.

“como poderia ser linda até mesmo daquele jeito? Poderia passar todos os dias com ela assim... todas as manhãs vela tomando café...nunca havia visto isso em seus pais... bom na verdade não havia visto muito sentimento em toda sua família tudo sempre era muito mecânico tudo sempre era muito formal e rígido. Seu pai sempre foi um homem de pulso firme... teve muito pouco contato direto com o velho tendo passado mais tempo com sua mãe. A única coisa que aprendeu realmente com sua genitora era manipular a situação e isso ela fazia como ninguém. A única pessoa que ela nunca conseguiu manipular fora kakarotto... ironia? Talvez...”

Então é tirado de seus pensamentos pelo celular. Uma troca de mensagens é feita.

-Temos que sair agora- fala de forma ríspida

-Mas já – fala a jovem comendo

-Sim. Temos muito trabalho hoje.

Eles se levantam e Bulma pega uma ultima torrada que vai comendo até o carro.

 

O dia estava muito agitado e todos estavam preocupados kakarotto ainda não havia aparecido então vegeta vai até a mansão do irmão para tira-lo de lá nem que fosse a força.

Ele chega ao local acompanhado de Bulma.

Se a mansão de vegeta era aquilo tudo... a de kakarotto era o reflexo de toda a ostentação e poder do jovem, puta que pariu é muito dinheiro... nem nos seus sonhos Bulma imaginaria um local como aquele. Nunquinha.

Eles chagam a entrada casa “se é que se pode chamar assim”

-Onde está ele – pergunta vegeta ríspido a empregada.

- Está no quarto exclusivo senhor – a mulher fala de forma apreensiva

Ele está ali só indicava realmente uma coisa. Ele havia tido um dos seus surtos... mas porque agora? O que provocaria uma crise de tal extensão em alguém como kakarotto. Normalmente essas crises durariam apenas uma hora no máximo nunca horas.

Vegeta sobe até o quarto dito em questão ele bate na porta.

-Já disse que não quero ser interrompido – uma voz fria e cruel é ouvida-

Bulma treme, vegeta percebe.

- Fique aqui fora entendeu.

Vegeta entra no quarto e depois de alguns minutos no local ele sai com uma cara visivelmente transtornada.

- Vamos espera-lo lá em baixo – ele fala frio e ríspido.

Bulma nota que ele tinha um lenço sujo de sangue nas mãos e fica se perguntando o que estava acontecendo naquele quarto.

“frio... e sórdido demais... até para ela. Se ela tivesse acesso aquela visão provavelmente pegaria o primeiro avião e fugiria dali. E não a culparia.

Após uma hora deles sentados no confortável sofá. Finalmente kakarotto desce. Ele estava ótimo na visão de Bulma. Perfeitamente alinhado e de semblante sereno. O que havia acontecido naquele quarto?

-bom dia Bulma! - fala com um sorriso cordial

- bom dia senhor kakarotto. – A moça retribui o sorriso

- Eu vou no meu carro se não se importam

-Você acha que está bem para dirigir? – pergunta vegeta cruzando os braços e arqueando o cenho o encarando

- Claro, estou ótimo. Porque não estaria- responde o jovem com um sorriso quase mortal

- Eu vou com você- vegeta insiste

-EU NÃO PRECISO DE BABÁ – Kakarotto fala em um tom alto e agressivo o sorriso havia se desfeito de seus lábios. Seus olhos eram a fúria pura.

Tanto Bulma como vegeta dão um passo para trás quase como instantaneamente.

- Eu vou tomar um ar e encontro vocês no clube do yamcha para acertamos o que falta ok? -o jovem havia se contido e fala de forma suave e formal mais num tom ainda ameaçador.

- Tudo bem então, vamos Bulma – vegeta responde seco

Ele se retira dali e entra no carro com Bulma. Kakarotto se dirige ate seu carro que estava logo atrás do de vegeta.

Um segurança o entrega a chave e ele entra. Ambos saem dali. Porem tomam rumos diferente.

- O que houve com ele? – Bulma questiona

-Fantasmas... apenas isso. Não me faça mais perguntas tolas -vegeta soa perturbado ainda.

Bulma fica o olhando

Algo aconteceu...sem dúvidas aconteceu. O que havia provocado aquilo e o que havia naquele quarto... o que ele fez durante esses dias?

 Ela observa vegeta fazendo uma ligação.

-Oi, sou eu. Preciso que façam uma limpeza para mim... não dessa vez na casa dele vou avisar aos empregados. obrigada.

A ligação é encerrada.

“como assim uma limpeza? O que kakarotto havia feito?” Bulma fica estarrecida em pensamento o que aquele homem perigoso fazia quando surtava?


Notas Finais


será que só eu estou curiosa em saber o que aconteceu nesse quarto? que surto foi esse de kakarotto? se bra é um fino traço do que kakarotto é realmente eu tenho muito medo.

uma curiosidade sobre minha inspiração para a história... eu realmente não tenho planejamento ou script pré produzido. eu sento na frente do computador e coloco o fone de ouvido, as cenas vão se desenhando na minha frete e eu vou escrevendo... ou em alguns caso reescrevendo como foi o caso do encontro de kakarotto e chichi... é estranho sim... mas para mim parece um filme acontecendo na minha cabeça que só pode ser ligado com certos tipos de música.


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