História Mestre kakarotto - Capítulo 57


Escrita por:

Postado
Categorias Dragon Ball
Personagens Androide Nº 17, Androide Nº 18, Bardock, Bra, Brolly, Bulma, Caulifla, Chichi, Freeza, Gine, Gohan, Goku, Goten, Hit, Kakaroto, Kuririn, Mr. Satan, Tights Brief, Trunks, Turles, Vados, Vegeta, Videl, Whis
Tags Bra, Bulma, Chichi, Goku, Goten, Kakarotto, Trunk, Vegeta
Visualizações 111
Palavras 2.577
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Lemon, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


boa leitura a todos

Capítulo 57 - Um anjo azul


Fanfic / Fanfiction Mestre kakarotto - Capítulo 57 - Um anjo azul

Você está sem ar, você está sem chão... seu mundo muda por completo...já não há mais volta, já não se há tempo para uma escolha...talvez vez seu erro foi não aproveitar o máximo de tempo que tivera junto da pessoa que se ama...foi não dá devido valor aos pequenos momentos...seque as lagrimas já não é mais tempo para chorar... por favor só lhe peço um último abraço que nesse pequeno espaço que agora se aumenta entre nós as duas almas possam em fim repousar uma na outra descansando juntas e partindo para cumprir um vicioso ciclo para novamente nos encontrar-nos.

Nickbklost – luz’aura

 

-Vamos! reaja vegeta por favor não desista....por favor....- Bulma grita sobre o peito de vegeta em meio a uma tentativa desesperada e conter o sangramento intenso em seu peito – eu não posso te perder... eu amo você seu cretino.

 

Quanto tempo convivemos com um vazio em nossos corações, com uma sensação de estarmos incompletos mesmo tento tudo que precisamos a nossa volta?

 

Uma semana antes

 

O pequeno Goten nasceu, chichi e kakarotto nunca estiveram mais felizes. Cada detalhe daquele quarto cuidadosamente planejado em cada mínimo detalhe em cima de um berço tão delicado mais tão tradicional repousava o corpo aquecido de um pequeno ser de cabelos negros e agitados como o do pai. Seu sono era velado por chichi que parecia atraída a olha-lo como mariposa a luz.

 

-vem vamos dormir um pouco, você precisa descansar não se esqueça -kakarotto abraça chichi por trás a beijando

-não me canso disso, ele é tão perfeito. – Chichi fala retribuindo o abraço.

-Sim eu sei... ele é a minha cara afinal – gaba-se kakarotto quanto ao filho

Recebendo um sorriso largo de chichi. O casal se retira indo aos seus aposentos.

 

 

Um outro casal igualmente apaixonado dividiam a cama em mais um momento quente entre eles.

-o que você achou do pequeno Goten? – Bulma pergunta

-o que dizer? Ele é a cara do meu irmão... fico pensando como seria o nosso? -vegeta fala pensativo

Bulma o olha de forma curiosa e analítica. “Ele realmente não desistiu da ideia. Quanta persistência. Eu não posso... não agora meu amor...temos contas a acetar antes disso, você precisa saber o que realmente eu sou...” pensava Bulma

 

Passados dois longos dias Bulma estava perto de descobrir tudo o que precisava até que todos os seus acessos foram bloqueados. Ele não tinha acesso a mais nada. Foi descoberta? Essa pergunta ecoava em sua cabeça. Naquele dia ele viu o diretor adjunto ir ter uma reunião com vegeta a portas fechadas. O que significaria tudo aquilo? porque estariam ali logo após ele ter sido interrompida. Bulma tremia. Após a reunião vegeta a chama na sala. Mais ele simplesmente estava irritado e queria a companhia da mulher que amava. Ele realmente estava irritado .aquela reunião em particular mexeu com ele. Algo estava dando muito errado. E agora perdeu um dos principais aliados no governo.

 

No dia seguinte Bulma recebe uma ligação

-Bulma preciso de você aqui na central. É urgente – kuririn falava

-o que aconteceu? – Bulma pergunta nervosa

-Fomos convocados. Todos que estão envolvidos com o caso. O chefe quer ter uma reunião.

 

Não demora muito e Bulma da uma desculpa no escritório para sair. Ao chegar a cede todos estavam lá sentados aguardando o início.

-bom dia senhores. Temos novas instruções do caso. Parece que conseguimos o que precisávamos – anuncia o homem, Bulma sente seu coração para -graças a agente Briefs conseguimos acesso a tudo e um pouco mais. Belo trabalho agente.

Palmas são ecoadas na sala. Mais Bulma estava em desespero.

-agora é com outra unidade. O caso foi transferido a unidade tática

-como assim tática? – Bulma é traga de volta a realidade – não deveria ir para a promotoria?

-ah minha querida. As ordens que vieram lá de cima são um pouco mais severas a respeito. Homens como eles não ficam muito tempo preso então a ordem é eliminação dos alvos. A cena será: morreram ao resistir a prisão se é que me intende. Inclusive o superintende faz questão de ter a agente que tornou isso possível junto ao esquadrão.

-eu?

-sim agente, deve estar muito orgulhosa, essa é a chance de uma promoção. Todos estão dispensados do caso. E você agente pode retornar ao treinamento com a equipe tática. Pode se retirar da sua posição inicial, já não há necessidade de permanecer infiltrada.

-Mas...

-Isso é uma ordem direta agente. Reunião encerrada.

 

Bulma não tinha escolha. A ordem foi clara. Eliminação dos alvos. Ela tinha que fazer algo. Ela saiu decidida.

 

-eu não confio nela, pra mim ficou claro que ela está emocionalmente comprometida, isso que dá colocar uma droga de mulher para fazer o serviço de um homem – o chefe de Bulma fala com kuririn em sua sala

-o que faremos, ela pode comprometer a ação – kuririn fala seguro

-intercepte-a. Vamos deixa-la de fora por um tempo. Coloque ela em cela.

-Sim senhor – kuririn responde

 Antes de chegar no escritório seu telefone toca

-Oi kuririn, o que foi – Bulma soa preocupada

-Bulma, temos um problema eu descobri algo sobre o Nappa, preciso de alguém de confiança.

-Onde você esta? -Bulma pergunta

-Estou próximo a estação, estarei te esperando

 

Bulma desliga a ligação. Algo em seu intimo dizia para ir até vegeta naquele momento, não esperar para depois, mas ela não deu ouvidos. Se era algo de Nappa podia ser o que ela precisava. Então retorna indo assim ao encontro de kuririn, quando chega a estação o amigo estava ali com um sobretudo preto e uniforme padrão a olhando

-olá bulha que bom que veio – kuririn fala com a mão no bolso a olhando

Quando Bulma chegou próximo a ele ouvia o som de varias armas sendo destravada apontando para ela.

-Mas...o que você está fazendo? – Bulma fala abismada

-Agente, está sendo levada sobre custódia por oferecer risco a uma missão.

Bulma é algemada e levada ao prédio principal sendo encarcerada em área destinada a presos de risco a segurança. Era uma cela pequena, solitária e sem contato a nada.

Após um dia

Vegeta tentava acesso a Bulma mais não conseguia. Ela simplesmente desapareceu.

-raditz eu preciso de informação.

-eu não sei chefe, tudo que sei é que a missão foi dada como encerrada em todos os sistemas, ninguém mais tem acesso a nada. Se tornou prioridade 1 só o superintendente tem acesso. Tudo que sei é que possivelmente alguém foi preso hoje sobre risco operacional, que eu imagino ser ela. Mas não tenho acesso. Não sei pra onde ela foi levada.

-Mas que merda raditz. Temos que acha-la, e ainda tenho que me preocupar com Nappa. maldito FBI

Vegeta entra na sala de kakarotto

-Nada ainda? – kakarotto pergunta calmo

-temos um rastro, mas é só - vegeta fala irritado sentando-se

-a Bra não conseguiu muito também. Parece que são informações muito privilegiadas e sem acordos com eles...

-eu sei idiota. Mas não podia manter acordo com eles, aquele filha da puta do Nappa estava muito ganancioso.

-bom sei que não é uma boa hora para falar, mas eu te avisei. Te avisei sobre tudo. Inclusive sobre Bulma. O arquivo que eu deixei vou acessado.

-Como assim acessado? -vegeta fala embasbacado

-a criptografia que eu deixo em casa, foi toda comprometida vegeta. E a única pessoa que teve acesso foi sua bulminha. O que torna você o responsável por ela.

-Desgraçado, essas informações podem acabar conosco – vegeta fala exasperado.

-sim podem – kakarotto permanecia calmo

-como ela pode fazer isso? Eu confiava nela...eu imaginei que na hora certa ela estaria ao meu lado... como fui idiota. – vegeta fala irritado

-o que vamos fazer quantos aos dados? – kakarotto fala

-raditz me disse que nada foi enviado a promotoria, então ele não sabe o caminho.

-ótimo, melhor assim. -então kakarotto puxa algo do bolso e coloca sobre a mesa

-o que é isso? – vegeta pergunta surpreso

-isso é o que eu faço. Essa é a criptografia verdadeira. A que ficou com ela é só um forjado. quando a informação for conflitada não levara a nada, mas quando perceberem isso será tarde.

-você nunca confiou nela não é? – vegeta fala amargurado

-não vegeta... pelo contrário, eu achei que ela valia o esforço, mas sabe como sou. Eu escondo tudo de todos. Até mesmo da chichi e olha que ela é minha mulher.

-pelo menos alguém ainda usa a razão – vegeta comenta.

 

Eles fazem uma rápida reunião. Convocando Bra para tomar providencias quanto a Nappa. Mas no quartel a ação contra eles já estava em andamento

Dois dias se passaram e tudo estava em calmaria, uma tempestade estava a caminho

-bom dia chefe. Recebemos um pedido de vistoria em um dos armazéns

-bom dia Valery, qual deles?

-o do royal’s AE 189 da klepper.

-Mas o que há lá? – kakarotto estranha o local

-Bom segundo o relatório lá é um dos nossos portos de carga e descarga

-Mas na minha ficha ele já era para esta inativo – kakarotto fala

-é pelo visto algum não cumpriu a ordem – Valery fala despreocupada.

-Liga para o vegeta, vamos lá resolver. – Kakarotto fala

Entrando em seu escritório

 

No frio corredor da central um homem alto anda lado a lado a um jovem loira e desbocada. Eles conversam aos sussurros.

A porta da cela de Bulma é aberta.

-ola vadia – lunch fala em meio a um largo sorrido

-Lunch? O que faz aqui? – Bulma fala desacreditada, então vê raditz entrar com um malote padrão a porta e fechada atrás deles- raditz...

-é Bulma Briefs, você gosta mesmo de dá trabalho... raditz fala com um sorriso de lado e joga o malote nas mãos de Bulma – vamos se vista você tem pouco tempo

Bulma não entende nada e abre o malote. Nele tinha o traje da equipe operacional completo com capote e máscara e o colete.

-mas o que...

-Simples garota, o rad e eu somos uma bela dupla. Todas as informações passam por nos. Só cruzamos o que tínhamos e bum. -gesticula a loira – te achamos, que feio em bulminha... trair logo o vegeta. Mas fique tranquila que falamos pra ele suas reais intenções antes de ser presa.

-Desde quando vocês sabem de mim? - Bulma pergunta

-Desde que você foi contratada. Eles sempre souberam – raditz fala em quanto Bulma terminava de pôr o colete.

Bulma estava sem palavras.

-Onde eles estão? Ela pergunta colocando o capote e o óculos de proteção

- royal’s AE 189 da klepper – lunch fala

Então eles saem dali pela saída de emergências

 

Kakarotto e vegeta acabaram de chegar ao armazém junto aos seus homens. Aquele armazém em especial era bem grande e estava lotado de longas fileiras de andaimes de ferro para mercadorias. Aquilo estava muito mal. Kakarotto sente o desconfiometro gritar. Ele pega a arma do coldre e vegeta faz o mesmo. ele faz um gesto com a mão e seus homens se espalham no local. Não demora muito e o som dos disparos começam a ecoar no local. Bulma não tarda a chegar com raditz e lunch. A loira fica no carro mais afastada. Raditz e Bulma adentram no armazém não demora e a troca de tiros começa entre eles. pouco tempo depois raditz leva um tiro no ombro e outro no abdômen. Bulma avançava.

 -uma missão com o próprio superintendente quanta honra – vegeta fala ficando finalmente frente a frente com o mandante do cerco

-infelizmente as vezes até os chefes tem que sujar as mãos não é mesmo?- Nappa fala irônico

-De fato... vegeta aponta a arma. Quando sente o cano da submetralhadora padrão encostar em suas costas

-Não garotinho, seu irmão não virá ajuda-lo. A essa altura ele já deve estar descansando em paz. Mas devo dizer que tudo isso só foi passível graças a cortesia de sua amada secretária e puta – Nappa gargalha vendo vegeta ter a arma tomada da mão – sem ele não teríamos acesso a alguns dados, como a existência desse armazém que não costa em dados como bens de nenhum dos dois, e nem relacionado a empresa de vocês. A partir de agora, eu vou ter acesso a tudo de vocês, mas não se preocupe eu vou cuidar bem de todo esse império.

Vegeta estava amargurado com aquilo. mesmo sabendo que ele tinha acesso a míseros 5% do que eles realmente controlavam. Lhe doía saber que quem o concedeu as informações foi Bulma. A sua Bulma. A mulher que ele amava. Mesmo que raditz o tenha deixado a par de tudo. Lhe doía saber que de fato ela o traiu no momento que ele achou que ela já havia se decidido.

-bom já falei demais, acho que isso é um adeus.

A porta da sala é arrebentada com um pé e disparos ecoam no local.  O agente que outra oura estava atrás de vegeta estava morto e agora a submetralhadora do anjo azul estava apontada a Nappa que havia tomado um tiro no ombro esquerdo e mantinha a arma em punho

-Quem te soltou? – Nappa questionava incrédulo encarando o par de olhos azuis por trás do óculos protetor

-felizmente eu tenho amigos – Bulma falava convicta – mesmo que não os mereça ela encara por alguns segundos os olhos negros de vegeta.

-então toda essa droga é só por seus interesses Nappa. Quando eu tive o prazer de entrar nessa missão e achava que estava colaborando para o bem da nação , em prender homens sórdidos e argilosos. Que destruirão o verdadeiro sonho americano. Mas estar com eles me mostrou onde estão os verdadeiros podres da nação, e eu percebi que fazia parte dela. tão contaminada quanto. Tão corrompida quanto. Mas que por algum motivo me simpatizei com tudo isso, eu amei o poder e o que ele trás, mas principalmente amei o homem que veio com ele como nunca amei nada em toda minha vida, então isso realmente é um adeus chefe.

Bulma efetua vários disparos contra Nappa que cai ensanguentado no chão a olhando

-você é apenas mais uma vadia, homens como ele só usam putas como você

Bulma atira na cabeça dele fazendo restos e miolos dispersarem por toda a sala inclusive nela.

Vegeta estava surpreso ainda com tudo. Como ela era excitante. E naquele uniforme com todo aquele gênio e segurança... era a sua deusa. Ela foi a sua princesa que veio ao resgate do príncipe em perigo. Era forte e independente.

Mais alguém adentra a sala e antes mesmo que o casal tivesse alguma reação os disparos ecoam no local. Bulma sem perder tempo dispara contra o intruso que cai agonizando no chão. Ela chita a arma para longe tirando o capote para ver kuririn

-porquê Bulma? -Suspira em meio a dor –

-porque eu sou uma vilã nessa história amigo, nunca mas me subestimem. Isso foi por me prender – Bulma fala vendo os olhos do colega de grupamento se tornarem opacos.

Mais ao se virar topa com vegeta já caído. Com a mão segurando um dos ferimentos que doía sua camisa estava ensanguentada. O sangue estava esvaindo muito depressa.

O som ao longe de um helicóptero chegando ecoava no local. Vegeta agora estava inconsciente em seus braços. Bulma entra em desespero

-Vamos! reaja vegeta por favor não desista....por favor....- Bulma grita sobre o peito de vegeta em meio a uma tentativa desesperada e conter o sangramento intenso em seu peito – eu não posso te perder... eu amo você ...seu cretino.  

As suas lágrimas agora lavavam sua face.

O som de ambulâncias ecoavam em todo o local bem como de sirenes policiais.

Tudo estava ficando escuro...tudo estava apagando.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...