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História Metade de Mim (Vondy) - Capítulo 42


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Notas do Autor


Foto do vestido da Dulce

Capítulo 42 - Capítulo 37


Fanfic / Fanfiction Metade de Mim (Vondy) - Capítulo 42 - Capítulo 37

MARATONA 2/3

CHRISTOPHER

No dia seguinte, eu e Dulce fomos para Austin de avião. Foi uma viagem bem rápida porque as duas cidades não ficavam tão longe uma da outra. Ela vomitou bastante no avião, mas isso aconteceu por causa da gravidez. Infelizmente ela ia sofrer um pouquinho com os hormônios e os efeitos colaterais de estar carregando um bebê em seu ventre. Fiquei morrendo de pena ao vê-la vomitando quase as tripas.

Chegando na cidade, nós fomos até um shopping perto do aeroporto para ela comprar umas roupas novas para passar os dias na minha casa em Austin. Nós dois estávamos sem bagagem. Eu tinha roupas na minha casa e Dulce não quis ir até a fazenda pra pegar as suas, então ela decidiu dar uma renovada no seu closet.

Dulce comprou uns vestidos, calça jeans, short, umas blusas diferentes das que ela costumava usar e comprou sapatos confortáveis pra ficar em casa. Cada vez que ela provava um look diferente, meus olhos cintilavam ao ver como ela ficou linda com todas aquelas roupas. Tudo nela caía bem. Dulce era a mulher mais linda que eu já vi.

D -- Até que gostei do estilo dessas lojas daqui.

Eu e Dulce estávamos na praça de alimentação comendo hambúrguer. Ela sentiu o cheiro e ficou com vontade.

U -- Está se sentindo bem em mudar um pouquinho seu visual ? (Perguntei jogando mais catchup no meu hambúrguer)

D -- Sim. Pensei que isso fosse ser mais difícil. Mas foi fácil porque você está comigo e ficou babando toda vez que eu saía do provador pra te mostrar o meu visual.

U -- Não tem nem como eu não babar nessa mulher linda que está aqui na minha frente. (Ela sorriu)

D -- Isso fez eu me sentir bonita e levantou minha autoestima pra querer mudar um pouco o estilo das minhas roupas.

U -- Você fica linda em qualquer roupa, meu amor. Em todas! Principalmente na de fazendeira porque foi essa que me atraiu.

D -- Mas é bom mudar. (Ela deu um gole no seu refrigerante)

U -- Acredite, você ficou maravilhosa e muito sexy. Se a vendedora não tivesse olhando pra gente, eu teria te agarrado lá dentro do provador.

D -- Você sabe por que ela ficou nos olhando, não sabe ?

U -- Pra ter certeza que a gente não ia roubar nenhuma peça de roupa da loja ?

D -- Porque ela estava te paquerando!

U -- Será ?

D -- Só você não percebeu. Ela ficou vidrada em você. (Pegou uma batata frita e comeu)

U -- Bom, azar o dela porque eu já tenho dona.

D -- Mas também, seus músculos e seu peitoral sarados estão à mostra nessa camisa regata. Fazer o que ? Você não tem culpa de ser tão bonito e gostoso assim. (Nós rimos)

U -- Sorte sua que sou tudo isso porque é você quem me come!

D -- Christopher! Shhh! Estamos em público!

U -- É a verdade! É a SUA boceta que engole meu pau.

D -- Christopher, fala baixo! Seu maluco! Safado! (Nós rimos)

U -- E você acha que não vi aquele cara no avião que ficou sentado do nosso lado te secando também ? Até puxou assunto contigo antes do avião decolar. "Moça, você sabe onde fica o banheiro ? Nunca viajei de avião antes." (Eu disse imitando a voz do cara e Dulce riu) -- Ainda bem que te abracei pra ver se ele se tocava. Mas mesmo assim eu via o sujeito desviando o olhar de você.

D -- Azar o dele porque quem me fode é você! (Ela disse baixo praticamente sussurrando e deu um sorriso malicioso)

U -- Você também não tem culpa por ser atraente e gostosa! (Pisquei um olho para ela)

D -- Gostoso está esse hambúrguer aqui! É o melhor que já comi. Mesmo que eu não tenha muito costume de comer essas coisas gordurosas, estou adorando. E as batatinhas também estão uma delícia!

U -- É a gravidez, amor! Você vai começar a ter vontade dessas coisas. Principalmente do que você não tem costume de comer.

D -- Agora sim vou virar uma bola mais rápido.

U -- Tenho certeza que você vai ficar ainda mais gostosa! Seus peitos e sua bunda vão aumentar e eu vou me deliciar! (Lambi meus lábios e mirei seus seios)

D -- Tarado!

U -- Só de imaginar… já tô duro, amor. Não vou poder levantar daqui antes de me acalmar.

D -- Não acredito!

Ela abaixou a cabeça e olhou embaixo da mesa.

D -- Uau! Não é que tá mesmo! Você se excita tão fácil.

U -- Só com você que isso acontece. Não vejo a hora de chegarmos em casa pra eu te pegar de jeito. (Pisquei pra ela e ela sorriu)

[···]

U -- Não está no nível da sua fazenda, mas até que a minha casa é bonitinha. (Eu disse assim que destranquei e abri a porta. Acendi as luzes da sala em seguida. Nós chegamos até ali de táxi)

D -- É muito linda! Adorei! (Ela disse olhando em volta) -- Com essa confusão toda até esqueci de te perguntar se você conseguiu outro trabalho. (Peguei as sacolas de roupas que estavam nas mãos dela e coloquei em cima do sofá)

U -- Ainda não, mas posso passar uns meses tranquilo. E além disso, seu pai vai ter que me pagar os meus dias trabalhados.

D -- Vou tentar fazer com que você volte a trabalhar lá.

U -- E você acha que ele vai aceitar ?

D -- Será essa condição para que eu faça as pazes com ele.

U -- Acho melhor não, Dulce. Vai ficar um clima estranho. Seu pai vai me odiar ainda mais quando descobrir que eu te trouxe pra cá e te ajudei a fugir de casa.

D -- Mas e se você não conseguir outro trabalho ?

U -- Eu tenho uns conhecidos por aí. Não se preocupe com isso, minha linda. (Me aproximei dela e abracei sua cintura)

D -- Se em um mês você não conseguir outro emprego, eu vou te ajudar. Combinado ? (Ela envolveu seus braços em meu pescoço)

U -- Tudo bem! Sei que você não vai desistir enquanto eu não aceitar.

D -- Pois é. (Me deu um selinho)

U -- Eu estava pensando em vender essa casa e comprar uma em San Antonio. E… você vai morar comigo, não vai ?

D -- Claro! Vamos nos casar, não vamos ? Também não quero voltar pra fazenda.

U -- E seus cavalos ? Seu esporte ? Vai deixar tudo pra trás ?

D -- Eu pego o Thor e o levo para um estábulo alugado.

U -- Tem certeza de que realmente é isso o que você quer ? A sua vida vai mudar muito. Não vai ter as mordomias da sua fazenda e nem o ar puro que você tanto ama.

D -- Desde que eu esteja com você, Christopher, o resto não importa. (Ela roçou a ponta dos nossos narizes) -- Eu te amo! Quero começar uma vida nova ao seu lado.

U -- Eu também! E só por curiosidade, você já decidiu o que vai fazer a respeito do seu pai ? Vai querer saber se ele roubava a família da sua mãe mesmo ?

D -- Ah! Eu ainda não sei… Tenho medo de descobrir que ele é uma pessoa pior do que eu imaginava. Não sei se quero vê-lo na cadeia.

U -- Entendo.

D -- Eu poderia entrar no escritório dele e procurar por alguma coisa, mas… (Ela suspirou) -- Ele é o meu pai e não quero acabar com a vida dele. Por mais que tenha me roubado, é apenas dinheiro. Nunca dei tanto valor pra essas coisas. Eu valorizo mais as pessoas.

U -- Bom, o destino dele pode estar nas suas mãos.

D -- Queria conversar com ele antes de tomar uma decisão.

U -- E se ele fosse um assassino ? Você o denunciaria ?

D -- Aí sim. Sem pensar duas vezes.

Droga! Ela não vai querer entregar o pai pra polícia. Aparentemente o perdoou pelo roubo que ele faz na conta bancária dela. Dulce é uma mulher muito boa e às vezes inocente. Eu ia ter que fazer alguma coisa a respeito disso. Dar um incentivo a ela para que resolva denunciar o pai de uma vez. E eu já estava planejando meus próximos passos.

U -- Olha, eu não queria te contar isso, mas o policial que é meu amigo descobriu também que seu pai pode estar envolvido no assassinato de umas pessoas.

D -- O que ?

U -- Eu não queria te dizer pra te poupar, mas ele é suspeito de ter mandado matar umas pessoas.

D -- Mas existem provas contra ele ?

U -- Não. Mas ele é suspeito. E isso já é o suficiente para colocar o seu caráter em dúvida.

D -- Nem sei o que pensar.

U -- Sei que é muito difícil pra aceitar que uma pessoa próxima a nós faz coisas erradas. Mas seu pai pode ser culpado. Sinto muito por você.

D -- Eu não quero pensar nisso agora. Quero apenas conversar com ele e perguntar porque está roubando meu dinheiro e dos meus irmãos. Deve haver uma explicação lógica.

U -- Eu não faço ideia do motivo, mas nada justifica pegar algo que não é dele. Isso se chama roubo e não importa se ele está fazendo isso contra alguém da própria família dele. Não deixa de ser um roubo.

D -- Eu sei. É por isso que quero conversar com meu pai. Preciso saber porque ele rouba os próprios filhos. Não quero tomar uma decisão precipitada em mandá-lo pra cadeia.

U -- Vai avisar seus irmãos ?

D -- Se ele não me der uma justificativa plausível, Anahí e Christian vão saber de tudo. Aí não estará somente nas minhas mãos denuncia-lo ou não.

U -- Você é maravilhosa! (Uni nossos lábios em um beijo calmo e apaixonado que foi ficando mais quente) -- Eu vou ao mercado comprar umas coisas. A geladeira tá vazia.

D -- Ok. Eu quero conhecer outro cômodo da sua casa. A sala eu já conheci. (Disse com um um tom de voz sugestivo)

U -- Quer ver a cozinha ? (Perguntei já sabendo do que ela tava falando)

D -- Depois. (Ela riu) -- Primeiro eu quero conhecer o seu quarto e ver a sua cama.

U -- Então vamos! (Liderei o caminho, passamos pelo corredor da casa e abri a porta do meu quarto. Nós entramos e acendi a luz)

Dulce ficou observando tudo atentamente.

D -- Amei! A sua casa é muito linda. Seu quarto é bonito e bem arrumadinho. Que tal a gente dar uma bagunçada nesses lençóis ?

U -- Quer dormir aqui, amor ? (Dei uma de desentendido)

D -- Mais tarde. Agora eu quero dar ao seu pau o que ele tava pedindo lá no shopping. (Ela ficou na ponta dos pés e disse em meu ouvido, mordendo minha orelha em seguida)

U -- O que será que ele queria ?

Dulce levou suas mãos em minha calça, desabotoou e desceu o zíper. De uma vez só, ela puxou para baixo a minha calça junto com a cueca. Depois, me empurrou até me jogar na cama. Tirei meu tênis rapidamente e o restante das minhas roupas.

U -- Quero que você veja meu pau ficando duro e que não precisa nem você tocar nele pra deixá-lo assim. Tira a roupa, amor! (Pedi e assim ela fez. Ficou completamente nua na minha frente) -- Agora aperte seus peitos!

Dulce levou as mãos em seus peitos e os apertou mordendo seu lábio inferior e fazendo uma expressão bem safada. Meu pênis foi ficando ereto aos poucos. Me sentei na cama e a agarrei pela cintura aproximando-a de mim. Levei meus dedos em sua boceta, massageando seu clitóris e adentrei um dedo em seu interior.

U -- Nossa! Você já tá bem molhada! (Ela apoiou as mãos em meus ombros e rebolou em minha mão que estimulava sua intimidade)

D -- Ahhh… (Ela gemeu e isso foi o suficiente para meu membro ficar completamente ereto)

U -- Fiquei duro só com seu gemido. Viu ? (Ela assentiu com a cabeça) -- Quer chupar meu pau ?

D -- Quero!

U -- Então vem! Ele tá louco pra você cair de boca!

Me deitei novamente na cama, Dulce ficou por cima de mim, agarrou meu membro e começou a chupar sem cerimônia. Ela gemia e isso me deixava ainda mais excitado. Foi me aprofundando em sua boca e segurei seus cabelos levando-a no meu ritmo.

U -- Ohh.. Isso.. Assim, amor… você tava com vontade de lambuzar meu pau ?

D -- Sim! Você é muito gostoso! (Disse e depois voltou a chupar. Ela me chupava com tanta maestria que não demorou pra eu sentir meu orgasmo se aproximar)

U -- Ohhh! Eu vou gozar, amor… vou gozar.. Não para! (Com mais algumas estocadas, meu líquido preencheu sua boca e ela engoliu tudo como se fosse água)

Depois que me recuperei, pedi para ela se ajoelhar no colchão e abrir as pernas. Meu corpo ficou no meio das pernas dela e eu permaneci deitado. Agarrei seu quadril e fui descendo meu corpo pela cama até que minha cabeça ficou na mesma reta de sua boceta.

Olhei pra cima e admirei sua intimidade rosada e linda. Era a minha vez de cair de boca. Fui forçando seu corpo para baixo e ela entendeu o que eu queria fazer porque me ajudou a descer seu corpo até sua intimidade entrar em contato com meus lábios. Agarrei sua bunda, apertei e fui devorando sua boceta deliciosa.

D -- Ohhh, Christopher… isso é tão bom. (Ela inclinou suas costas e apoiou as mãos no colchão acima da minha cabeça)

Dei um tapa em sua nadega e ela rebolou em meu rosto. Minha língua e meus lábios passeavam por todos os lados de sua boceta. Procurei sua entrada com a ponta da minha língua e adentrei ali. Seu líquido já estava saindo e me deliciei de seu gozo.

D -- Aaah, isso! Me chupa… chupa minha boceta! (Rosnou)

U -- Deliciosa! Goza bem gostoso pra mim!

D -- Humm… tô quase… continua… aahhh! (Ela agarrou meus cabelos com uma das mãos e apertou)

Adentrei dois dedos nela e fui entrando e saindo rapidamente. Voltei a sugar seu clitóris beijando-o como se fosse sua boca. Até que finalmente senti a boceta de Dulce latejando em minha boca, desmanchando-se em um orgasmo bem intenso, a julgar pelo forte gemido que ela deu enquanto gozava. Continuei chupando-a para prolongar seu clímax.

D -- Ohh.. Isso… isso… Ahhh..

Depois desse oral maravilhoso que proporcionamos ao outro, nós transamos. Eu já estava de pau duro enquanto a chupava. Nós mudamos de posições até gozarmos novamente. Dulce foi tomar banho e eu saí para fazer umas compras com meu carro que estava com poeira e até com teia de aranha na garagem.

[···]

Fiquei quase duas horas fora e quando voltei pra casa, comecei a preparar nosso jantar. Dulce me ajudou e disse que queria aprender a cozinhar. Eu ensinei umas coisas pra ela. Ela usava uma de suas roupas novas e estava linda. Percebi que também tinha passado um batom rosado nos lábios.

Eu a elogiei diversas vezes dizendo o quanto estava linda e ela ficava ruborizada. Eu amava vê-la assim tão feliz. Eu também estava feliz, como jamais estive na minha vida. A felicidade nem cabia no meu peito. Mal podia esperar para ser seu esposo e ver sua barriga crescendo.

U -- Comprei uma coisa pra você. (Bebi o último gole do vinho em minha taça e peguei na mão de Dulce)

Nós estávamos sentados na mesa conversando após o jantar.

D -- O que ?

U -- Vou buscar. Deixei dentro do carro.

D -- Te espero aqui!

Fui até a garagem, abri a porta traseira do carro, peguei um vestido que estava dentro de uma capa de proteção e voltei pra cozinha.

U -- Está aqui. (Balancei minha mão que segurava o cabide da roupa e entreguei o vestido encapado pra ela) -- Comprei antes de ir para o mercado.

D -- Por isso você demorou, né ? (Ela disse ao se levantar da cadeira)

U -- Sim. Demorei para escolher. Se você não gostar do modelo, pode trocar.

D -- Acho que sei o que é. (Dulce abriu o zíper da capa e eu ajudei a tirar um vestido branco de lá de dentro. Ela o observou com os olhos arregalados e fez uma expressão emotiva ao sorrir amplamente) -- Christopher, é lindo!

U -- Gostou ?

D -- Eu amei! Amei! De verdade!

U -- Que bom! É pra você usar no dia do nosso casamento.

D -- Eu adorei. Obrigada, meu amor! (Ela me deu um selinho)

U -- Tenho certeza que você vai ficar linda nele.

D -- Acho que é a primeira vez que o noivo escolhe o vestido da noiva.

U -- É verdade!

D -- Mas até que você tem um bom gosto pra roupas femininas. (Ela colocou o vestido em cima do encosto da cadeira) -- De onde vem esse dom ?

U -- Humm, o que você tá insinuando ?

D -- Nada! (Nós rimos) -- Você lê revistas de moda ?

U -- Não! Acho que também essa é a primeira vez que o noivo vê o vestido antes do casamento. Isso dá azar, não dá ?

D -- Se eu fosse supersticiosa, eu trocaria o vestido. Mas além de eu ter gostado muito desse modelo, eu não acredito nessas coisas. Acredito no nosso amor!

U -- Isso pra mim já basta! Também só acredito no nosso amor. (Me aproximei dela e lhe dei um beijo apaixonado) -- Consegui marcar a data do casamento. Vai ser na segunda-feira. Tudo bem ?

D -- Tudo!

U -- Vamos ter que estar presentes no tribunal às 10 horas da manhã para o juiz nos declarar legalmente casados.

D – Mal posso esperar para esse dia chegar! Não posso esquecer de avisar o Chris e a Maitê no domingo.

U -- Eu te levo na casa da Maitê. E seu pai ? Vai querer vê-lo ?

D -- Só depois de nos casarmos. Não quero correr o risco de ele atrapalhar nossos planos.

U -- Vai ser difícil pra você se casar sem a presença de seu pai, não é ?

D -- Vai. Mas é necessário. E como você disse, podemos fazer uma festa simbólica depois.

U -- E a Anahí ? Vai chamá-la ?

D -- Claro! A Annie é fofoqueira, mas vou convidá-la porque senão, ela vai ficar chateada.

U -- Está certa. Pelo visto, só seu pai mesmo não vai comparecer.

D -- Eu lamento, mas foi ele que pediu. Se ele não tivesse te ameaçado, nada disso estaria acontecendo. Não vou conseguir suportar se você for pra cadeia. Ainda mais agora que estou grávida.

U -- É uma situação complicada. Vamos ter que nos casar às escondidas.

D -- Infelizmente. (O celular de Dulce tocou)

D -- É o Chris. (Ela atendeu) -- Oi, Chris!... O que ?... Diz pra ele que você sabe onde estou, mas eu pedi pra você não dizer. Continue dizendo a mesma coisa… Droga!... Não, ele não vai saber que não estou na cidade porque eu só disse pra você… Isso, faça isso! Apenas diga que estou aí em San Antonio escondida porque não quero falar com ele… Diga que é porque descobri que ele é um mentiroso… Apenas isso!... Obrigada!... Eu vou voltar no sábado, ok! Depois conversamos. Tchau. Eu também amo você! Se cuida!

U -- E aí ? O que houve ?

D -- Chris disse que não aguenta mais a pressão do meu pai perguntando o tempo todo onde estou. Meu irmão disse que vai ficar na casa de um amigo pra fugir das perguntas. Estou com medo do meu pai descobrir onde estamos.

U -- Ele não vai saber que você saiu da cidade. Fica tranquila. San Antonio é enorme e você pode estar em qualquer lugar de lá. Relaxa, meu amor! (Eu abracei e beijei sua testa)

D -- Eu não quero te perder, Christopher. Se você disse que ele pode ser um criminoso, nem quero pensar no que pode fazer com você. Mas se ele quiser te fazer mal, terá que passar por cima de mim primeiro.

U -- Minha defensora! (Lhe dei um selinho rápido) -- Seu pai não vai imaginar que você está comigo. E também não vai saber que tenho uma casa aqui em Austin.

D -- Tenho certeza que ele vai até o seu apartamento.

U -- Ele vai.

D -- E o porteiro vai saber que eu estive lá com você.

U -- Pedi para ele não dizer nada. Confia em mim! E isso tem um lado bom. Se ele for até o meu apartamento, vai saber que ainda moro lá e jamais pensará que estou em outra cidade.

D -- É! Pensando por esse lado...

U -- Estamos seguros aqui, meu amor! Eu vou te proteger.

D -- Eu é que vou te proteger da ira do senhor prefeito!

Dulce se aproximou, roçou a ponta dos nossos narizes e uniu nossos lábios em um beijo ardente cheio de desejo. Agarrei sua bunda, a levantei, ela prendeu as pernas em torno do meu corpo e fui nos conduzindo para o balcão de madeira da cozinha. Fiz ela se sentar ali e passei a beijar seu pescoço. Abaixei as alças de sua blusa e fui beijando seu ombro. Dulce puxou sua blusa para cima liberando seus peitos perfeitos.

U -- Sem sutiã, Dulce María ? (Fiquei encarando seus seios)

D -- Para eu ficar nua mais rápido!

U -- Tá sem calcinha ?

D -- Sim.

U – Humm... Vamos fazer amor em cada canto dessa casa. Você escolhe o próximo local.

D -- No tapete e no sofá da sala!

U -- Como quiser, safadinha! (Eu disse levando uma de minhas mãos em um de seus seios, acariciei roçando meus dedos de leve até seu mamilo ficar rígido. Ela mordeu seu lábio inferior e apertei seu seio preenchendo minha mão com sua carne)

D – Ahh! Chupa! (Pediu manhosa. Abocanhei com tudo e ela ofegou segurando meus cabelos acima da nuca)

Enquanto eu devorava seus mamilos com minha boca, levei minhas mãos até o elástico de seu short de malha bem leve e fui descendo por seu corpo. Aquele short a deixou tão sexy!

U -- Abre as pernas, amor. Quero te fazer gozar na minha mão.

Ela fez o que pedi. Com meu polegar fui roçando seu clitóris fazendo movimentos circulares com uma pressão para fazê-la chegar ao seu orgasmo. Ela gemia e se contorcia, dizendo o quanto aquilo estava bom. Eu amava ver suas expressões de prazer e ouvir seus gemidos com sua voz aguda e linda.

Arrastei seu corpo mais para a beirada do balcão e adentrei dois dedos entrando e saindo de sua boceta bem molhadinha. Mordi de leve o lábio exterior de sua intimidade, lambi e suguei seu clitóris durinho.

D -- Ai, amor…

U -- Goza! (Assim que Dulce se contorceu com seu orgasmo, esperei ela se recuperar e a peguei novamente no colo nos conduzindo até a sala)

Me livrei das minhas roupas, me sentei na mesa de centro da sala e pedi pra Dulce chupar meu pau ali. Ela se agachou de frente pra mim e me abocanhou com voracidade. Ela alterava entre meu pênis e minhas bolas. Quando vi que estava próximo de gozar, pedi para ela apoiar as mãos no encosto do sofá e ficar de costas pra mim. Eu precisava fodê-la.

Agarrei seu quadril puxando-a para mais perto, rocei a glande do meu pau em sua boceta e encontrei sua entrada para penetra-la. A estoquei com vontade e força. Depois que atingi meu clímax, esperamos uns minutos deitados no sofá bem agarradinhos e transamos no tapete. Encerramos com uma terceira rodada no quarto antes de adormecermos.

[...]

No dia seguinte, depois que comprei as alianças do casamento, resolvi ir até a casa do meu tio para lhe perguntar porque mentiu pra mim todo esse tempo sobre a causa da morte dos meus pais. Eu saí bem cedo antes que Dulce acordasse e deixei um bilhete no meu travesseiro, avisando que eu ia resolver uns assuntos e disse que depois contava tudo pra ela quando eu voltasse.

Meu tio me recebeu em sua casa e minha prima estava no colégio. Eles não sabiam que eu era um agente do FBI. Quanto menos pessoas da família soubesse, era melhor. Marie Jane sabia porque era minha namorada e não tinha como eu esconder isso dela já que dormíamos e acordávamos juntos quase todos os dias e ela me via saindo pra trabalhar.

Oliver -- Já faz um bom tempo que você não vem me visitar, filho. (Meu tio é muito parecido com meu pai. Ele se sentou em sua cadeira reclinável e bem confortável porque estava tendo problemas na coluna. Ele conseguiu se aposentar há mais de cinco anos)

U -- Perdão, pai. Eu estava fora da cidade resolvendo uns problemas.

O -- Quer comer ou beber alguma coisa ?

U -- Não, obrigado! Tomei café da manhã em uma cafeteria aqui perto. (Me sentei no sofá ao lado dele)

O -- Me conte, para onde você foi viajar ?

U -- Fui até San Antonio.

O -- Voltou a procurar por sua irmã ? Alguma novidade ?

U -- Bom, talvez eu tenha encontrado alguma pista, mas ainda não há nada de concreto.

O -- Sinto muito! Não vamos perder as esperanças. Tenho fé que ela será encontrada algum dia. Não desista!

U -- Jamais! Tio, eu vou te perguntar uma coisa e preciso que me responda com sinceridade.

O -- Pergunte.

U -- O senhor sabe que nunca fui atrás dos documentos do caso do assassinato dos meus pais porque quis evitar um sofrimento maior e também a sua palavra me contando sobre o que houve era o suficiente pra mim.

O -- Sim. Fernando Espinosa é um homem poderoso e influente. Apagou seus rastros para que não fosse acusado pela morte dos seus pais. Eu te disse que nada poderia ser feito porque se passaram anos. Eu não pude lutar contra ele porque você sabe que não tenho os recursos e dinheiro que ele tem. E quando você se tornou policial, poderia investiga-lo, mas não ia adiantar porque o crime prescreveu e não há nenhuma prova legal contra o canalha.

U -- Me conta a história novamente. A que o senhor me contou há dez anos atrás.

O -- Seu pai comentou comigo quando veio para cá me visitar, que Fernando Espinosa foi tentar negociar a compra da casa de vocês e queria pagar um valor bem abaixo do que o terreno realmente era avaliado.

U -- Com quem ele negociou a compra ?

O -- Com seu pai e ele se recusou a vende-la.

U -- Onde foi feita a negociação ?

O -- Espinosa ficou esperando seu pai chegar em sua casa. Sua mãe estava lá e o recepcionou cordialmente. E quando Victor chegou, lá eles tiveram uma conversa de negócios que não deu em nada.

U -- Quando aconteceu isso ?

O -- Quando sua irmã tinha mais de um ano de idade. E depois de alguns meses, aconteceu a tragédia.

U -- E como você tem certeza que Espinosa é o culpado ?

O -- Porque um dos funcionários da fazenda dele foi visto saindo da casa enquanto ela pegava fogo.

U -- E como sabem que era um funcionário dele ?

O -- Uma testemunha que não quis se identificar o reconheceu. E também disse que o sujeito era fichado e não era um homem que prestava.

U -- E ficou por isso mesmo ?

O -- Sim. A polícia investigou e encerrou o caso por falta de mais provas. Mas tenho certeza que Espinosa pode ter sido pego e comprou os policiais que estavam em sua cola.

U -- E depois, ele comprou a nossa casa pelo valor que ele tanto queria ?

O -- Isso. Como a casa já estava toda em chamas, perdeu o valor antigo e foi vendida por um preço inferior após o incêndio. Era herança sua e de Megan, mas como eu trouxe você para morar aqui em Austin, preferi vender a propriedade de uma vez e guardar o dinheiro para a sua faculdade.

U -- Tio, depois de muita relutância, finalmente criei coragem para investigar tudo isso a fundo e tentar uma petição para reabrir o caso.

O -- Por que decidiu remexer nessa história, Christopher ? Eu te disse que esse homem é poderoso e não tem como derrota-lo.

U -- Mas agora as coisas mudaram de figura. Estou investigando Fernando Espinosa a pedido do governo. Eu e um detetive fomos designados pra tentar descobrir se ele desvia dinheiro público. Você deve saber que ele é o prefeito da cidade agora.

O -- Sim, eu sei.

U -- Então, vi nesse meu novo trabalho uma oportunidade para tentar descobrir todos os podres desse cretino. Inclusive, os de anos atrás.

O -- Ah, foi por isso que você sumiu daqui. (Concluiu) -- Fui até a sua casa umas duas vezes e não te encontrei. Pensei que estivesse trabalhando muito. Sei que a vida de policial não é fácil.

U -- Semana passada eu pedi para uma pessoa me fazer o favor de ir até a delegacia de San Antonio para analisar os documentos do caso pra mim e li o relatório. Não aconteceu nada do que você me contou, tio. Por que mentiu pra mim ? Durante todos esses anos ? Por que nunca me contou a verdade ?

O -- O que foi que você descobriu ?

U -- Que a perícia considera duas possibilidades: ou meu pai matou minha mãe e depois se matou, ou uma outra pessoa cometeu o homicídio duplo e modificou a cena do crime para parecer que meu pai foi o responsável. Agora será que você pode me dizer por que me escondeu isso ?

O -- Imaginei que um dia você iria atrás disso, filho. E já estava me preparando para lhe contar tudo o que eu sabia.

U -- Quero saber de tudo, tio. Não me esconda nada dessa vez. Por favor! Ou isso pode prejudicar as minhas investigações contra aquele desgraçado.

O -- Primeiro, quero que entenda que não te contei antes porque não quis manchar a memória dos seus pais. Principalmente da sua mãe.

U -- Entendo. Mas por que principalmente da minha mãe ?

O -- Christopher, Alexandra estava tendo um caso com um homem. Por um bom tempo.

U -- O que ? (Perguntei indignado e surpreso com os olhos arregalados. Até mudei meu peso no sofá inclinando-me para frente) -- Ela traía meu pai ?

O -- Sim.

U -- Mas como você sabe disso ?

O -- Seu pai me contou que ela confessou a traição. Sua mãe se arrependeu do que fez e abriu o jogo para Victor. Ele ia se separar dela, mas ele a amava demais então, escolheu perdoa-la. Alexandra prometeu nunca mais voltar a traí-lo novamente.

U -- Por que minha mãe traía meu pai ? Ela não era feliz ou o que?

O -- Isso eu não vou poder te responder porque não sei. Esse era um assunto muito pessoal de seus pais e nem sei como Victor me contou.

U -- Ela o traía com o mesmo cara ? Ou com vários ?

O -- Pelo que seu pai me contou, era apenas com um homem. E ela era apaixonada por ele. E ele por ela. Entende agora porque não pude te contar a verdade ? Entende, filho ?

U -- Sim.

O -- Você ia pensar mal de sua mãe por ela ter feito algo ruim contra seu pai.

U -- Minha mãe não amava meu pai ?

O -- Talvez ela tenha descoberto que o amava quando resolveu lhe contar sobre a traição.

U -- Não entendo. (Neguei com a cabeça)

O -- E também... por um tempo eu pensei que Victor tivesse tirado a vida de Alexandra porque ela poderia ter voltado a traí-lo.

U -- Você acha que meu pai seria capaz de fazer uma coisa assim ? De assassinar minha mãe e depois se suicidar ?

O -- Honestamente ? Não. Mas as pessoas cometem loucuras na hora da raiva e também por amor. Victor amava a esposa até mais que os próprios filhos e saber que ela se encontrava com outro homem, o afetou muito psicologicamente. Eu pude ver o quanto ele estava sofrendo. Porém o amor por ela era maior. Ele passou por cima de seu orgulho e resolveu perdoa-la e esquecer o mal que ela lhe causou.

U -- Se meu pai estava com o psicológico abalado, talvez ele tenha mesmo cometido o crime.

O -- Ou não! Sabe, eu também pensei na possibilidade do amante dela ter matado os dois por algum motivo desconhecido.

U -- Você sabe quem era esse amante ?

O -- Não faço ideia de quem seja esse homem e nem mesmo seu pai sabia. Alexandra confessou o pecado, mas não revelou o pecador. Porém, seu pai tinha uma lista de suspeitos. E nela estava Fernando Espinosa.

U -- O QUE ? (Perguntei ainda mais indignado)

O -- E Victor também desconfiava que Megan poderia não ser filha dele e sim do tal amante.

U -- Meu Deus! (Passei minhas mãos na cabeça e no meu rosto expressando assombro e indignação) -- Essa história fica cada vez pior! E mais complicada!

O -- Por isso achei mais fácil te contar uma outra história, Christopher. Era mais fácil você acreditar que seus pais foram mortos por causa de um pedaço de terra do que ficar na dúvida e sem saber a verdade por trás do que aconteceu naquela noite. A verdadeira história nem eu sei e nem sequer a polícia sabe.


Notas Finais


*O que acham que aconteceu ? O pai do Ucker é o verdadeiro criminoso ? Ou é o amante de Alexandra? 

*Megan/Belinda é filha de Victor, ou de outro homem ? 


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