História Meu Adorável Chefe - James Rodríguez - Capítulo 4


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Categorias James Rodríguez
Personagens James Rodríguez
Tags Fc Bayern Munich, James Rodriguez, Romance
Visualizações 406
Palavras 2.654
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Esporte, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Gente essa foto do James me tira o ar! 😍😍😍😍 Lindo demais!
Mais um cap pra vcs.

Capítulo 4 - Quatro


Fanfic / Fanfiction Meu Adorável Chefe - James Rodríguez - Capítulo 4 - Quatro

– Eu ainda não acredito que você vai trabalhar pro James Rodríguez. – Isabel disse me olhando, ela tinha ficado em choque quando chegou e eu contei.
– Nem eu acredito direito! – falei rindo enquanto arrumava minhas coisas.
– Vou sentir sua falta amiga.

            Olhei pra ela que tinha uma carinha triste e fui lhe dar um abraço.
– Não pense que vai se livrar de mim assim tão fácil senhorita Stein, no dia da minha folga eu venho ficar com você e vamos aprontar todas e eu vou ter dinheiro pra bancar nossos roles. 
– Dessa parte eu gostei.

            Fiz cócegas nela que riu.
– Eu não vou levar tudo, vou deixar algumas coisas aqui pra quando eu vim passar o dia com você.
– Lógico! Nem pense em levar tudo. Eu vou ver se lasanha ta pronta.

            Bel saiu do quarto e eu fiquei pensando em tudo, em como as coisas tinham acontecido. Se tivessem me falado há um mês que eu trabalharia pro James Rodríguez, eu teria rido na cara da pessoa com certeza, mas hoje cá estou eu, arrumando minhas coisas pra ir pra casa dele. E estranho como as coisas acontecem, não que eu acredite em destino ou nada disso, mas que é estranho, ah isso é.

            Não lhe perguntei sobre meu horário ou o dia da minha folga, mas já estava começando a gostar da ideia de trabalhar pra ele, isso sem contar que ele é um gato! 

            Quanto cheguei à minha casa, fui direto pra internet pesquisar sobre ele. Descobri que sua ex-mulher foi jogadora de vôlei e hoje é uma modelo, ela também é muito bonita, tinham várias fotos da Salomé na conta dele no Instagram, notei que ela parece mais com pai do que com a mãe, resolvi segui-lo só pra dar uma moral pro meu chefinho. Mas eu tenho de admitir, tem foto dele que faz a amiguinha lá embaixo ficar bem animadinha, uma bem recente que ele tirou deitado de bruços em cima de um tapete e sem camisa, com o olhar focado na câmera, ele é lindo demais!
– Perua vem comer! – Bel gritou e parei de viajar pensando no James e fui comer.

 

– Nossa ta boa! – comentei saboreando a lasanha que ela tinha preparado. Bel não era tão boa na cozinha, mas se arriscava de vez em quando.
– Obrigada meu amor, vou sentir muita falta de você cozinhando pra mim.

            Olhei pra cara dela que deu um sorriso doce.
– Que linda dona Isabel, só me queria aqui por causa da minha comida.
– Deixa de ser besta! Você sabe que adoro você. Quem é minha maluquinha dos roles?

            Acabei dando risada.
– Eu mesma. E você sabe que to doida pra minha primeira Oktoberfest esse ano né?  
– E como poderia esquecer, a gente vai beber até cair! – Bel comentou rindo e eu comecei a rir também.
– E vamo pegar muitos gatinhos também!
– Prost! – ela pegou o copo de suco e ergueu para um brinde.
– Prost! – aceitei e brindei também, a gente rindo que nem duas hienas loucas.

            Ficamos conversando depois do jantar, eu já tinha terminado de arrumar minhas coisas.
– E como é a casa do James? – Bel perguntou bebericando o chá e enrolada na poltrona. Eu estava estirada no sofá.
– Linda, perfeita.
– Que sonho cara trabalhar na casa dele. Olhando pra aquele homem todo dia. Você é muito sortuda.

            Olhei pra cara dela dando risada, eu não acreditava em sorte. Meu celular estava em cima da mesinha de centro e a tela ascendeu, peguei pra ver, era uma mensagem. Era do James.
– Mensagem do chefinho.
– Sério? – Bel correu pra perto de mim e tomou meu celular. – Caralho, você tem o numero do James Rodríguez! A mulherada mataria por isso.
– Dá aqui maluca deixa ver o que ele quer. – peguei o celular da mão dela e li a mensagem.           

            Boa noite. Tem como você chegar às sete e meia? Tenho que levar minha mãe no aeroporto mais cedo.

            Mandei uma resposta de volta.

            Claro, peça pro seu motorista estar aqui às sete e meia em ponto.

            Obrigada Tini e até amanhã.

            Até. Bye.

– Tini é? – Isabel sorriu maldosa.
– Como você é poluída por dentro. – brinquei com ela. – É meu apelido palhaça.

            Ela riu mais ainda. Meu joelho ainda ta doendo e percebi que estava sangrando de novo.
– Ta doendo?
– Um pouco. 

            Levantei e fui ao banheiro lavar e passei um pouco da pomada. 

            Ficamos conversando um pouco mais até que o cansaço bateu. Coloquei meu celular pra despertar sete horas e fui dormir.

 

            Acordei com Shakira cantando no meu ouvido, a música do meu alarme era dela. Espreguicei-me e fui direto pro banheiro, só tinha meia hora pra me arrumar. Depois de me arrumar, arrumei minha cama e levei minha mala pra sala.
– Bom dia amiga. – Isabel bocejou saindo do quarto.
– Bom dia acha que essa roupa ta boa?

            Eu tinha escolhido um vestido longo e florido, por cima um cardigan cor de rosa de tecido leve e nos pés sandálias rasteiras pretas.
– Ta linda amiga. Dá tempo tomar um café?

            Olhei no celular e faltavam dez minutos.
– Lógico que da, senta ai que eu passo um rapidinho.       
– Cara eu ainda não acredito que vou ficar sozinha aqui nesse apartamento, você vai me fazer muita falta.
– Credo Isabel, a gente vai continuar se falando e vamos festar muito.

            Ela deu risada. Coloquei o café em duas xícaras e ficamos tomando e papeando.

            Alguns minutos depois o motorista do James chegou e levou minha mala pro carro.
– Tchau amiga e se cuida. – abracei-a bem apertado.
– Se cuida você também perua.

            Desci e entrei no carro, o motorista já me esperava com a porta aberta. Ele fazia o caminho que eu já tinha decorado ontem.
– O James já chegou? – perguntei enquanto colocava meus óculos escuros.
– Sim senhorita.
– Qual o seu nome? – perguntei ao rapaz que vestia um terno todo preto.
– Pedro senhorita.
– Olá Pedro, pode me chamar de Tini.
– O senhor Rodríguez me deu ordens para chamá-la de senhorita.

            Achei estranho, mas não comentei nada. Em poucos minutos chegamos e Pedro estacionava na garagem.
– Eu levo sua mala senhorita.   
– Obrigada. – agradeci descendo do carro e vi James em pé na varanda. Abri um sorriso e fui até ele. – Bom dia James.
– Bom dia. – ele respondeu com um sorriso, mas pude notar olheiras em seu belo rosto. – Como está o seu joelho?
– Melhorando. – respondi estendendo a mão que ele apertou com evidente prazer.
– Fique a vontade. – ele deu passagem e entrei na casa.
– Onde eu coloco senhor Rodríguez? – o motorista entrou carregando minha mala.
– Pode deixar Pedro, eu levo lá pra cima. Obrigado.

            O motorista saiu e James olhou pra mim. O jeito dele de olhar é muito intenso e desviei o meu não querendo dar bandeira de que eu queria dar uns amassos nele. É isso mesmo, não vou mentir, meu chefe é uma delicia e se eu pudesse, eu daria uns bons amassos nele. 
– Cadê a princesa?
– Está lá em cima assistindo desenho. Vamos. Eu levo sua mala. 

            Subi na frente e ele veio atrás trazendo minha mala.
– Só trouxe isso? – ele perguntou e olhei pra trás. Porque ele tinha que ser tão bonito? É um pecado ser lindo desse jeito.
– Sim, deixei algumas coisas no apartamento onde eu morava, vou ficar lá no dia da minha folga.     
– Falando nisso... – James disse e continuamos subindo. – Nem conversamos sobre seu horário e sua folga.
– Sim.
– Você vai trabalhar de segunda a sexta, mas vou precisar de você em alguns sábados também, domingo é sua folga, mas quando eu viajar, eu vou precisar que você fique com a Salomé, quando eu voltar, você tira suas folgas atrasadas, tudo bem pra você?
– Sem problemas. – respondi e entramos no quarto que eu iria usar. Ouvi a TV ligada no quarto ao lado, era Salomé. 
– Você fica com ela das oito da manhã até as seis da tarde, seis e meia no máximo, é o horário dos meus treinos. Eu prefiro que você durma aqui pra não ter que ir embora sozinha à noite e nem voltar de manhã cedo.
– De acordo. – fiquei tocada com a preocupação dele em relação a minha segurança.
– Acho que eu te passei tudo. – James parecia tentar se lembrar de mais alguma coisa e achei super fofo ele confuso. – Ah eu vou precisar da sua carteira de trabalho.
– Claro. – peguei na minha bolsa e entreguei a ele.
– Martina Chávez de Aguirre. – ele leu meu nome completo. – Você tem ascendência espanhola?
– Meu pai era colombiano.
– Sério? – James ficou surpreso.
– Sim, somos quase conterrâneos.   
– Quase mesmo, mas qual o sobrenome do seu pai?
– Aguirre, no Brasil as crianças são registradas com o sobrenome da mãe primeiro, depois o do pai.
– Ah ta. Desculpa te perguntar isso, mas... – ele coçou a nuca e parecia envergonhado, essa pra mim é nova, James Rodríguez envergonhado. Segurei-me pra não rir. – Você tem alguma doença?
– Não. – respondi segurando o riso.
– Toma algum remédio? – ele ainda estava envergonhado.
– Só pra cólica e dor de cabeça de vez em quando.
– Ok.

            James ficou vermelho de vergonha. Travei os lábios e ele percebeu.
– Desculpa, mas é que...
– Pare de se desculpar. – o interrompi rindo. – É normal você me fazer essas perguntas.       

            Ele riu timido. E eu achando que não poderia ficar mais fofo.
– Bom, por enquanto é só, se eu lembrar mais alguma coisa, eu pergunto depois. Você tem alguma dúvida?
– Sim.
– Pode perguntar.
– Eu preciso usar uniforme?   

            James me olhou de cima a baixo e o encarei quando o olhar dele veio pro meu rosto, ele desviou primeiro, ele parecia um menino às vezes.
– Não precisa. Tini no próximo ano, eu vou colocar a Salo na escola, só não fiz isso ainda porque quero que ela se adapte a vida na Alemanha antes disso. Então quando isso acontecer, acho que não vou mais precisar mais de uma babá.                

            Aqui em Munique, o ano letivo começa no mês de setembro, isso me da mais ou menos um ano trabalhando pra ele, da pra juntar uma boa grana. Vai ser moleza.
– Perfeito. Podemos falar com a princesa? Você vai se atrasar pro seu treino. 
– Vamos lá.

            Mais uma vez íamos saindo do quarto e ele me deixou sair primeiro, cavalheiro a moda antiga.
– Ela não costuma acordar cedo, só acordou hoje pra levar minha mãe ao aeroporto comigo, provavelmente ela vai dormir quando eu sair até a hora do almoço.

            James me explicava e eu assenti sorrindo. Ele me pediu pra esperar e entrou no quarto batendo na porta antes.
– Hija. – fiquei ouvindo a conversa. – Lembra que o papá disse que tinha uma nova babá pra você.        

            Achei tão fofo o jeito dele de falar com a menina.
– Ela ta aqui Salo, vai ficar com você enquanto o papá vai trabalhar ta bem?

            A menina ficou em silêncio, tenho quase certeza que ela não gostou. 
– Seja educada com ela e a obedeça Salomé.

            James veio até mim e pediu pra eu entrar. A menina estava sentada na cama de cabeça baixa e o cachorro deitado no tapete, ele balançou o rabo quando me viu.
Hija essa é a Martina.

            Salomé levantou a cabeça pra olhar pra mim e pude ver a surpresa em seus lindos olhinhos. Ela era ainda mais parecida com o James pessoalmente, só agora pude reparar.     
– Hola. – falei entrando.
– Usted! – Salomé disse surpresa.
– Todo bien princesa? Puede llamarme Tini. – cheguei mais perro dela e estendi a mão, ela olhou pro pai e depois pra mim antes de apertar com sua pequena mãozinha. – Hola chico. – fiz um carinho no cachorro que veio me cheirar.
– Usted tiene gusto de Manolo? – ela perguntou ainda desconfiada.
– Sí, mucho.     

            Sentei ao seu lado na cama. James nos olhava encostado na porta.
– Salo? Posso chamar você assim?
– Sí.
– Eu não vim aqui pra mandar em você. – procurava as palavras certas para que ela me entendesse. – Vim pra cuidar de você e lhe fazer companhia enquanto seu papá trabalha. Não quero criar regras, eu mesma odeio regras. – usei um tom dramático e ela riu. Sua risada era gostosa de ouvir. – Quero ser sua amiga e brincar com você.

            Salomé me olhava com seus olhinhos curiosos.
– Te gusta bailar? – perguntei e vi seus olhos brilharem. Ponto pra mim.    
– Sí mucho! – ela respondeu empolgada.
– Posso te contar um segredo? – perguntei baixinho e ela se aproximou de mim.

            Abaixei até a altura de seu ouvido.
– Eu adoro dançar também! – falei baixinho e ela riu deliciada.

            Olhei pra James que estava surpreso.
– Posso confiar em você? – perguntei em tom de desafio e ela me olhou do mesmo jeito.
Sí!

            Ela era uma delicia de menina. Educada, fofa, uma princesa. Meu primeiro dia de trabalho, e já estou encantada pela menina.   
– Agora o que me diz de nós tomarmos um delicioso chocolate quente assistindo um filme?   
– Sério? – eu assenti e Salomé pulou empolgada. 
– Eu tenho a coleção inteira de filmes da Barbie guardada no meu pen drive, desde o primeiro e a gente pode fazer uma maratona, assistir juntas, que tal?        

            Sim eu gostava de filmes infantis. Me julguem.

            Salomé me olhou de olhos arregalados e pulou em cima de mim me abraçando apertado. James estava de boca aberta. Pisquei pra ele.
– Manolo pode vir?
– Mas é claro que o Manolo pode vir! – respondi na mesma empolgação que ela e aí a festa foi completa.
– Eu vou ligar a TV!

            A menina saiu do quarto igual a um raio e o cachorro foi atrás.
– Meu Deus você foi ótima Tini! – James veio até mim ainda surpreso. – Eu tava com receio de que ela não gostasse de você, mas você já a conquistou, nunca vi a Salomé tão solta, tão alegre com alguém que ela não conhece direito!
– Impossível resistir a mim! – brinquei e ele riu.
– Você me disse que nunca tinha cuidado de criança!
– Eu lhe disse que nunca tinha trabalhado como babá, e não que eu não tinha jeito com crianças. – pisquei de novo pra ele e fui atrás de Salomé. 

            Desci a escada procurando pela menina e ouvi vozes animadas na cozinha. Fui até lá e ela estava conversando com uma mulher loira de uns quarentas anos mais ou menos, deve ser Greta.
– Viu, ela é bonita! – Salo disse me olhando e fui até ela.
Gracias. Você deve ser a Greta, eu sou a Tini. – estendi a mão sendo simpática e a mulher prontamente aceitou meu cumprimento e sorriu.
– Muito prazer senhorita e bem vinda.
– Obrigada e, por favor, me chame de Tini. – já gostei dela de cara.
– Tudo bem. – ela sorriu um pouco encabulada. – Salo disse que você vai fazer chocolate quente pra ela.
– Sim, vamos tomar enquanto assistimos a um filme da Barbie não é Salo?   
Sí!
– Fique a vontade. – Greta se afastou um pouco e me explicou onde estavam todas as coisas na cozinha. – Você cozinha Tini?
– Sim, gosto de cozinhar.
– Ah que bom. – ela pareceu aliviada. – Eu fico preocupada com o senhor Rodríguez e a Salo na hora do jantar, mas agora que você está aqui pode fazer isso.
– Com prazer. – eu estava adorando tudo aquilo. Salo tinha gostado de mim e Greta me acolheu com evidente prazer, não podia ficar melhor.
– Papá! – Salomé gritou e correu.

            Virei-me e James tinha acabado de entrar na cozinha.

Sim, pode ficar muito melhor! Minha imaginação é um caso sério!

Ele tinha tomado banho e usava um perfume que nossa! Aquele perfume mexe com a imaginação de qualquer mulher. Se um cara lindo desse chegar até mim usando esse perfume, eu me abro todinha e faço tudo que ele quiser!

            Disfarcei e voltei a misturar o chocolate com o leite.
– Tini qualquer coisa você me liga ok, ou então pro centro de treinamento, tem o número no celular da Salo.
– Pode deixar. – respondi o olhando e ele sorriu antes de sair.

            Fiquei olhando enquanto ele saía. 
– Lindo não? – a voz de Greta soou bem próxima a mim e olhei pra ela rindo.
– Demais, isso não da pra negar.
– Está solteiro.
– Ai Greta! – dei risada e voltei a preparar o chocolate.


Notas Finais


Gente eu só tenho a agradecer a vcs pelo carinho, por todos os coments, visualizações, favoritos, vcs são incríveis! 😍
Beijinhos e té mais 💖💖💖💖


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