História Meu Alfa - Ereri - Capítulo 2


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Categorias Shingeki no Kyojin (Attack on Titan)
Personagens Eren Jaeger, Levi Ackerman "Rivaille", Personagens Originais
Tags Abo, Eren-ômega, Ereri, Lemon, Levi Alto, Levi-alfa, Riren, Romance, Versão
Visualizações 365
Palavras 2.141
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá caros leitores ♡

Penúltimo capítulo.

— Boa Leitura

Capítulo 2 - Cio Tardio - Final


Fanfic / Fanfiction Meu Alfa - Ereri - Capítulo 2 - Cio Tardio - Final

Levi abriu a porta do apartamento do ômega e rolou os olhos pelo local, sentiu um cheiro diferente, fresco adocicado e muito gostoso pairar sobre o ambiente. Olhou para cima, para o topo da escada e ouviu, com sua super audição de lúpus, gemidos fracos e necessitados.

Rapidamente fechou a porta e correu para o andar de cima, andou pelo pequeno corredor e parou em frente a uma porta de cor cinza, fechando olhos e sentindo o cheiro doce ficar mais forte.

Ah... Deus...

Esse sussurro dengoso despertou em si uma certa quentura em suas partes íntimas. E o ex-militar arregalou os olhos ao olhar suas calças e ver – a barraca bem armada. — Armada pelo ômega de olhos verdes. Rosnou baixinho, seu lobo lúpus querendo o dominar e, se surpreendeu com o gemido alto do ômega, quase como se correspondesse ao desejo do lúpus. Seria possível Eren estar sentindo sua presença? Se sim, não teria jeito, teria que entrar ali e saciar aquele castanho bonito.

Segurou a maçaneta e girou a mesma, vendo que não estava trancando e isso era perigoso, muito perigoso. Qualquer alfa do prédio poderia entrar ali e fazer o que quisesse com o ômega, e Eren não ia ligar, afinal estaria dominado por seu ômega interior e saberia apenas pedir por um pau a lhe foder por horas e dias.

Abriu a porta e entrou, fechou a porta rapidamente e respirou fundo sentindo o quarto todo tomado pelo cheiro maravilhosamente doce do Yeager. Ouvia o arfar do menor e, mesmo que não tivesse se virado ainda para ver o estado dele, Levi sabia que ele estaria destruído e completamente excitado.

Alfa

Levi gemeu por dentro e fechou os olhos com força, aquela voz estava tão melodiosa, tão bonita que seu lobo rosnou afoito para tomar o ômega em seus braços e ata-lo com seu nó poderoso. Jurou jamais fazer isso novamente, mas Eren era alguém diferente, não era um simples ômega no cio em meio a uma guerra, era um ômega dócil, amoroso e desconfiava que Eren já o havia conquistado a muito tempo.

Desafivelou suas calças e jogou em um lugar qualquer do quarto, seu membro latejava, assim como todo o seu corpo excitado. Passou as mãos nos cabelos e foi virando lentamente, tirando a camiseta larga e deixando seu peitoral definido amostra. Levi quase infartou com a visão nada casta que deve do ômega.

Eren estava com os olhos verdes brilhantes e lacrimejantes cravados em si. Seus lábios rosados eram mordidos com extrema sensualidade e o castanho estava de quatro na cama, segurando seu pau duro com uma mão e com outra atrás de seu corpo, provavelmente se penetrando com os próprios dedos curtos. Eren fechou os olhos lentamente, empurrando seus dedos contra sua entrada já bem lubrificada e pulsante.

— Me a-ajuda, por favor alfa. — sussurrou mordendo a parte de dentro da bochecha.

Levi rosnou e andou a passos lentos até o menor, Eren choramingou ao sentir o toque suave das mãos calejadas do alfa sobre seu rosto vermelhinho. Levi deslizou sua mão lentamente, apreciando a textura macia do rostinho banhado em suor e lágrimas do ômega.

— Tão lindo, ômega. — usou sua voz grossa de alfa, vendo o corpo menor estremecer e os olhos verdes revirarem.

Firmou sua mão sobre o pescoço longo de pele clara, olhando com devoção e desejo aquele lugar tão imaculado e livre de qualquer marca. Eren era uma perdição e Levi adoraria se perder em suas curvas. Seu primeiro passo foi tirar a mão pequena que, a todo custo, tentava alcançar a própria próstata. Ele beijou aquelas mãos tão pequenas e deitou o menor na cama, ficou de lado a distribuir selares e mordidas no pescoço do ômega.

Eren gemia sôfrego e já muito cansado, pelas várias tentativas de saciar sua louca vontade de foder. Levi abriu as pernas do ômega e pincelou a ponta dos dedos na entradinha úmida e piscante do pequeno ômega, Eren choramingou com o carinho e agarrou os cabelos negros de Levi, descontando o prazer de sentir a boca do alfa em seus mamilos durinhos e os dedos grossos em seu interior quente como fogo. O pênis de Eren esteva vibrante, molhado e expelia pré gozo com abundância.

— Por f-favor, p-por favor — implorava por alívio.

Levi deslizou a ponta da língua pela barriga do menor e chupou aquela área com força, Eren tentou fechar as pernas com as sensação forte de eletricidade por seu corpo, mas Levi não deixou, o moreno continuou a meter três dedos dentro do ômega e senti-lo tão úmido como antes.

— Tenha calma e paciência, ômega, eu vou realizar os seus desejos seja um bom menino. — encarou o rapaz e tomou o pênis do mesmo em sua boca.

Eren abriu a boca e gritou alto, Levi havia engolido seu pau até encostar os lábios em sua virilha. Logo a língua afoita passou a lamber a cabeça e a boca do alfa parecia sugar tão forte seu falo a ponto de fazer seu corpo queimar, vibrar e tremer como nunca antes. Eren agarrou novamente os cabelos escuros e macios, forçou a cabeça do homem contra seu pau e passou a se mover lentamente e depois desesperado por alívio. Levi sentia a cabeça do pau do ômega se alojar em sua garganta e deixou o ômega comandar os movimentos, fodendo sua boca enquanto seus dedos se afundavam no interior pulsante do menor.

Eren estava uma bagunça de sensações, sentimentos e prazer. Sentir seu pênis entrando e saindo daquela boca tão macia e úmida era o céu, e duvidava que conseguiria abrir os olhos ou mexer qualquer musculoso depois de gozar gostoso na boca daquele ex-militar. Eren meteu um pouco mais na boca do alfa e, após sentir quatro dedos acertando sua próstata em cheio, gozou tão forte na boca do alfa que escorreu porra pelo cantinho dos lábios finos. Levi chupou seu pau um pouco mais até engolir cada gota de sêmen, chupou a virilha lisinha do ômega e depois tirou os dedos de dentro dele.

Eren estava todo largado na cama, ofegante e extremamente cansado, mas não menos necessitado. O castanho abriu os olhos lentamente e sorriu com a visão maravilhosa de um Levi totalmente nu, com seu membro generoso descoberto, excitado e molhado. A mão do alfa passava pelo falo lentamente.

— Ainda quer continuar, ômega? — sussurrou mordendo os lábios e apreciando o contato de sua mão com seu membro extremamente duro.

Eren gemeu longamente e passou os braços pelo pescoço do alfa, puxando-o para si e fazendo o mesmo cair sobre seu corpo. O ômega tomou a boca fina do moreno em um beijo lento e apaixonado, sim, Eren estava incondicionalmente e perdidamente apaixonado por Levi Ackerman. O menor deslizou a língua por cada canto da boca alheia e Levi fazia o mesmo, só que mais bruto. As mãos do alfa deslizaram até a cintura do ômega e ali, apertaram com força, pondo o menor totalmente em baixo de si com as pernas bem abertas e postas de cada lado de sua cintura.

Eren arranhou a nuca exposta e começou a se esfregar no alfa, colidindo seus membros excitados. Levi grunhiu e apertou a bunda carnuda do pequeno, deixando um tapa naquela pele macia. Aos poucos o beijo foi parando, Eren respirava ofegante e se sentia menos agitado que antes. Talvez ter gozado primeiro tenha diminuído o impacto do cio.

Levi enfiou o nariz naquele pescoço e passou a morder e chupar, deslizando a língua pelo suor presente, mas incrivelmente doce.

— Hum, alfa... Eu te quero. — Eren sussurrou todo mole e entregue.

Levi apertou as coxas grossas e voltou a beijar o rapaz de olhos verdes, Eren tinha o melhor gosto. Trocaram saliva por alguns minutos e, lento e sensual, Eren virou-se, ficando de costas para o alfa e com a bunda esmagando o pau gotejante do maior. O menor agarrou o pescoço do alfa e pôs o rosto alheio em seu ombro, fechou os olhos e sentiu o maior guiar a cabeça roliça do membro até sua entrada, Levi se esfregou ali e Eren perdeu um pouco de suas forças.

— Você não tem ideia de como quero enfiar meu pau em você, ômega. Esfolar esse cuzinho e encher você de porra. — o alfa rosnou e foi entrando bem devagar no interior quente e úmido.

Eren gritou alto após a invasão, jogando a cabeça para trás. O fogo avassalador voltando com força total dentro de si.

— Me fode com f-força, alfa. — pediu manhoso e sentiu a primeira estocada em seu interior e, de primeira, sua próstata é acertada.

— Oh merda! – Levi praguejou, socando seu pênis com força no menor.

Eren já não se lembrava mas de nada, a única coisa que valia a pena ser lembrada era daquela noite tão memorável aonde Levi, o alfa que era seu vizinho a um mês e sua paixão secreta no mesmo período, lhe comia daquela forma tão gostosa, quente, excitante e cuidadosa. Lembrava de tudo daquela noite, dos gritos que dera ao ser penetrado no chuveiro, na cozinha, na sala, na varanda — sim até na varanda o ômega deve a ousadia de expor sua transa fervente com o Ackerman.

No fim daquele período de cinco dias, Eren acordou se sentindo extremamente dolorido e estranhamente satisfeito.

O castanho acabou olhando para os lados não encontrando ninguém, estava sozinho no quarto e isso lhe pareceu estranho e ao mesmo tempo desanimador, solitário e decepcionante. Ele e Levi haviam desfrutado de cinco dias maravilhosos e ele não estar ali, ao seu lado, significava apenas uma coisa: Não era correspondido em seus sentimentos.

Eren colocou a mão na boca porquê lembrava que em determinado momento do sexo, deixará escapar um “eu te amo” caloroso e cheio de tesão. Eren desabou sobre a cama novamente e deixou lágrimas virem, lágrimas amargas de quem tinha feito a pior burrada de sua vida. Qual é, era a primeira vez que transava com o “crush” e logo de primeira já soltava um eu te amo assim, na lata! Era pra afastar qualquer cara.

— Burro! Burro! Como você é burro, Eren! — se alto torturava com tapas no rosto diante de sua frustração.

Levi nunca mais olharia na sua cara e tudo era culpa sua! Jamais se perdoaria por isso, jamais!

Tirou o lençol de seu corpo nu e se arrastou até o banheiro, olhando-se no espelho e por um momento sorrindo bobo ao ver as marcas de chupadas e dentes de Levi em seu pescoço e em todo seu corpo. O menor virou e ficou vermelho ao ver sua bunda meio roxa e um pouco pintada de vermelho. Efeito dos beijos nada castos de Levi. O Ex-militar sabia foder como nunca e Eren já conseguia sentir o corpo quente novamente, somente com o pensamento da última noite de ambos.

Eren sorriu bobo, encarando o espelho. Doía saber que não poderia mais vê-lo, com que cara iria aparecer depois de tudo isso? Provavelmente teria que se mudar para outro país, ter outra casa e quem sabe conhecer outro vizinho tão apaixonante quanto Levi.

— Droga, o que estou pensando! Eu não quero outro vizinho, eu não quero me mudar... Eu quero você, Levi. Droga! — resmungou baixinho.

Bom, já que tinha feito merda, a hora era de seguir em frente.

(...)

De banho tomado, Eren desceu as escadas enxugando o cabelo. Quase cairá da escada ao ver quem estava sentado sobre seu sofá.

— L-Levi ?

No mesmo momento o Ackerman virou o rosto e encarou os arregalados olhos verdes.

— Finalmente acordou, ômega. — um sorriso encantador surgiu naqueles lábios finos e rosados.

Eren observou o maior ficar de pé, em sua mão repousava um lindo buquê de flores brancas. Suas preferidas.

— V-você não estava lá... Lá e-em cima... Levi...

Perdeu a fala, ficando completamente corado na medida em que Levi andava até si. Eren sentia que poderia morrer sem fôlego, estava muito envergonhado e o sorriso divertido do alfa não lhe ajudava a ficar menos nervoso.

— Se você vir comigo eu vou te explicar exatamente o porquê de não estar do seu lado essa manhã. São ‘pra você. — estendeu o buquê em sua direção.

Sem jeito e completamente bobo, Eren pegou o buquê bem feito e sentiu o cheiro bom das rosas.

— Vamos ‘pra onde ? — perguntou confuso.

Levi sorriu mais ainda e se aproximou do ômega, segurou o menor pela cintura e levou o nariz até o pescoço alheio, ah, seu cheiro ainda estava bem presente no ômega e Eren não tinha noção de como isso o agradava.

— Só venha comigo.

Eren estremeceu e ficou ofegante com o contato. Ele iria com Levi até para o fim do mundo se fosse preciso.


Notas Finais


Se encontrarem algo como "Sasuke", "Naruto", "loiro", "Uchiha", "Uzumaki" me falem...


Até breve ❤️


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