História Meu Amado Filhote - Capítulo 11


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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Personagens Originais, Youngjae, Yugyeom
Tags Abo, Breni, Do (quase) Ódio Ao Amor, Jackbum, Jackson!bottom, Jackson!hybrid, Jaebum!top, Jaeson, Markjin, Ômega, Yugbam
Visualizações 92
Palavras 1.348
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção, Fluffy, Lemon, LGBT, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 11 - 1.1: Quatorze anos de dor e sofrimento.


Fanfic / Fanfiction Meu Amado Filhote - Capítulo 11 - 1.1: Quatorze anos de dor e sofrimento.

 

   Já era hora de deixar o colégio. Todos já tinham sido liberados, inclusive Jackson, mas ele continuava aguardando. Estava aflito. Tinha combinado com Somi de encontrá-la naquele mesmo horário, só que ela não aparecia. Ele estava preocupado com a irmã, mesmo descobrindo sobre a sua existência há pouquíssimo tempo.

 

— Ainda não acredito que você encontrou sua irmã aqui, Jackson. A probabilidade disso acontecer era quase nenhuma. – escutou Yugyeom dizer.

 

— A ficha ainda não caiu. – contou, meio avoado. — Cara, eu tenho uma irmã... Eu não acredito nisso. Eu tenho uma irmã! Dá para acreditar?

 

— É incrível, Jackie! – dito isso, Jinyoung sorriu abertamente.

 

— Você pode encontrar sua família, agora! – Dahyun concluiu, animada. — Finalmente, vai poder morar com os seus pais e deixar o apartamento dos meninos desocupado, não é amor? – perguntou, abraçando fortemente a cintura do namorado. Diferente do quê pensava, não foi retribuída.

 

   Todo o grupo se calou. A Kim era encarada fixamente pelos demais. Estavam impressionados com as palavras que ultrapassaram o limite dos lábios de Dahyun, e ela percebeu isso. Ficou olhando para todos, pensando no quê havia dito.

 

— Dahyun, olha o que você acabou de dizer. – BamBam murmura.

 

— O quê eu disse de mais? – indagou desentendida. — Só acho que meus sogros compraram aquele apartamento para duas pessoas, e não, três. Os meninos podem estar incomodados, afinal, ele não é como Mark, que dorme lá por escolha. Jackson dorme com o Jin e o Jae por ser sua única opção, ou ele voltaria à dormir na rua.

 

   Irônica. Esse era o tom da risada de Jackson no momento. Ele podia jurar que, se não tivesse consideração por Jaebum e Yugyeom, iria xingar a garota de todos os nomes ofensivos que conhecia.

 

— Olha aqui, querida... – logo, o platinado foi interrompido.

 

— Jackson, se acalma.

 

   Jaebum tentou tranquilizá-lo. E, se não fosse ele, seria Youngjae, que, por sorte, não estava mais ali. O Choi tinha se despedido mais cedo dos amigos, junto com Tzuyu. Ele chegou à comentar que eles dariam um passeio juntos. Enfim, não vinha ao caso.

 

— Eu estou calmo, bro, relaxa. – o jovem chinês respondeu. Seu tom de voz era calmo, e isso preocupava o resto do pessoal. Jackson era um falso-calmo. — Dahyun, não fale como se eu fosse algum tipo de "pedra" na vida dos Im. Tudo bem, você está certa. Eu não tenho mesmo para onde ir, mas isso não importa! Se eu precisasse voltar à morar nas ruas de Los Angeles, eu voltaria com prazer okay? – do nada, um sorrisinho sereno brotou em seus lábios. — Jin e JB deveriam estar reclamando, e advinha? Eles nem ligam. Então, quem é você para se incomodar?

 

   Com essa última questão, ele adentra os portões da escola novamente. Deu um suspiro leve. Estava decidido à não deixar aquilo estragar seu dia. Seria tão bobo. Só continuou caminhando em passos lentos, na esperança de encontrar Somi pelos corredores. E antes que percebesse, a figura já estava indo ao seu encontro.

 

— Oh Seunie, te achei! – a criança sorriu fofa, abrindo os braços e se encaixando na cintura de Jackson. — Perdoe a minha demora, estava cumprindo a punição junto com Sooyoung. – justificou.

 

— Sem problemas, Mi. – expressou um sorriso, que pareceu acalmar a mais nova. — Agora que tudo isso já acabou, pode me contar o que aconteceu entre você e a Joy?

 

— Sim, claro. Bom, tudo começou quando...

 

 

—Horas atrás...—

 

   O recreio tinha chegado. A turma de Somi tinha sido liberada um pouco mais tarde, portanto, passariam o intervalo com as turmas superiores. Como sempre, estava esperando que todos saíssem de sala para comer seus petiscos caninos sossegada, sem olhares curiosos à si.

 

   Quando terminou, escondeu aquela embalagem em sua mochila e correu para fora da classe. Não queria correr o risco de ser pega por algum funcionário, ou diretor.E então, a pequena chegou à enorme quadra do colégio. Graças à sua audição hiper apurada, já conseguia ouvir os chamados ansiosos de Hansol — mais conhecido como Vernon, seu melhor amigo.

 

— Ei Mi, venha logo!

 

   Ela fazia um sinal com as mãos, pedindo para o garoto esperá-la. Daí, Somi começou a correr na direção de Vernon. Estava tão apressada em chegar no amigo que, mal percebeu o grupo de garotas mais velhas na frente. Só notou que estava rápida demais quando seu corpo se chocou com o de alguém.

 

— Puta que me pariu, garota! Você, por acaso, é cega?!

 

— M-Me desculpa, eu só...

 

   A menina foi interrompida. Esta sentiu seu corpo ser empurrado e então, em um movimento rápido, ela fincou uma das suas garras no braço da adolescente, antes de chegar ao chão. Quando menos percebeu, seu dedo estava lavado de sangue, do mesmo jeito que o braço de Sooyoung, que soltou um berro de dor. O coração de Somi acelerou. Ela começou à chorar, foi automático.

 

— SUA ABERRAÇÃO! EU VOU ACABAR COM VOCÊ, SUA NOJENTA!

 

——

 

 

— ... e o resto você já sabe.

 

   Jackson estava chocado com tudo que acabara de escutar de sua irmãzinha. Era normal Sooyoung dar uma de "fodona" com os alunos mais novos. O anormal ali era um aluno menor conseguir reagir à isso! Não deixava transparecer, mas estava orgulhoso de Somi.

 

— Você precisa aprender a controlar melhor seus instintos. – o loiro fingiu chamar a atenção da irmã, que concordou de cabeça baixa.

 

   Juntos, os irmãos Wang seguiram até a saída. Os amigos de Jackson estavam o esperando recostados no muro da escola. Eles se aproximaram da galera, que notou a aproximação alheia rapidamente.

 

— Esses seus amigos, Seunie? Aqueles que você me disse? – a garotinha perguntou, curiosa.

 

   Jackson assentiu positivamente, e apontou um por um, apresentando-os. Somi era bem sociável. Era um dos aspectos que faziam ela se parecer tanto com o irmão. Eles conversavam simpaticamente, até uma voz chamar pela pequena Somi.

 

— Hāi, mamma! – Somi correu ao outro lado da rua disparada, que até esqueceu sua mochila no antebraço de Jackson. — Olha só quem eu encontrei!

 

— JI-JIAER!?

 

   Era ela mesma. Inacreditável. As lágrimas começaram à escorrer dos olhos do chinês, que só conseguiu deixar as mochilas no chão e olhar para o outro lado.

 

— MAMMA! – correu até a moça, que estava de braços abertos para si.

 

   Foi fácil reconhecê-la. Ele jamais esqueceria daquele rosto gracioso que sua mãe tinha. Aquele rosto que já reinou tanto sofrimento e dor, e agora, expressava apenas emoção e alegria.

 

 

Minutos depois...】

 

 

   Dessa vez, Jackson tinha dispensado o caminho com seus amigos. E eles não retrucaram, sabiam que ele necessitava daquilo, de sua família. Estava ele com Somi e sua mãe, que dirigia até a atual casa da família Wang. Não ficava tão longe do colégio, porém demoraria algum tempo até que Jackson decorasse o caminho.

 

   Durante todo o trajeto, a senhora Wang ia fazendo perguntas para o filho. Queria saber de tudo que havia acontecido em sua vida nos catorze anos que ele ficou desaparecido. A mulher não falava perfeitamente o idioma inglês, e o chinês de Jackson estava um tanto desgastado. A comunicação dos dois estava sendo meio complicada e engraçada, ao mesmo tempo. Levaria um tempo para se acostumarem com isso também.

 

   Enfim, chegaram em frente à residência dos Wang. Era totalmente diferente da casa que Jackson viveu com seus pais. Grande, bonita e tinha um quintal mega espaçoso com alguns brinquedos de cachorro — que ele deduziu serem de sua irmã — espalhados. Sua mãe guardou o carro na garagem e os três saíram do veículo, entrando na casa. O espaço estava silencioso, entretanto, Jackson conseguia ouvir o folheamento de um livro não tão longe dali.

 

— Darling? – a mulher chamou pelo marido.

 

   Passos foram ouvidos. O senhor Wang apareceu, com seu sorriso carismático no rosto.

 

— Olá, querida. Você che... – a presença inesperada se fez visível. — Fi-Filho!? É você?!

 

— Sim pai, sou eu mesmo!

 

   O rosto de seu pai começou a encharcar-se. Na verdade, os de toda a família. Era muita emoção para um dia só. A família Wang, por fim, estava completa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Bom dia, boa tarde, boa noite, boa madrugada!
Olha eu aqui, postando cedo de novo, hein!

E então bb's, oque acharam da família Wang completa? Gostaram?
Comentem! Assim, posso saber oque acharam :'3

E.. eu acho que é isso. Até o próximo! ^-^
2bju, byebye~ <3


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