História Meu amado vizinho (JIKOOK) - Capítulo 26


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Jikook Taegi
Visualizações 131
Palavras 2.548
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu tô muito xonada nesse cap e eu espero que vocês gostem!
Músicas do Cap:
Best of me - BTS
DNA -BTS
wish you were here - Avril Lavigne
Umbrella - Rihanna

Capítulo 26 - Protectors


Fanfic / Fanfiction Meu amado vizinho (JIKOOK) - Capítulo 26 - Protectors

Point of view Min Yoongi

Jin estava parado na porta, não parava de me lançar sorrisos. Eu sabia que ele não iria parar nem tão cedo, era difícil eu arrumar amigos, era ainda mais difícil eu manter uma amizade colorida com eles.

- Então ele é o tal Taehyung que você falou? - finalmente puxa assunto, meu hyung estava ao meu lado ainda com aquele sorriso no rosto. - Estou tão feliz em ver que ele é exatamente como você o descreveu.

- Eu sei onde você quer chegar - o repreendi, em troca recebi outro sorriso. - Desculpa fazer isso em sua casa.

- Está tudo bem, o que importa é que vocês estão bem e foram cuidadosos. - Jin me confortou enquanto sentava ao meu lado no sofá, deu batidinhas nas pernas e me chamou.- Vem aqui.

Com dificuldades me levantei e sentei em seu colo igual um bebezinho que precisa de carinho da omma. Com uma criança enorme em seus braços, meu Hyung começou a fazer carinho em minha cabeça.

- Agradeça à ele amanhã, ele cuidou muito bem de você e ainda te deu privacidade. - comentou ele.

- Agradecerei - respondi cansado pelo sono. - A omma...

- Vou telefonar para ela e avisar que você volta para casa amanhã quando sair da escola. - suspirou - Mantenha-se na linha Suga, tente ver o lado deles também, eles estão enfrentando esse problema do appa agora.

- Eu não entendo, você os entende melhor do que eu... mas eles te tratam mal e nem te querem por perto. - fungo sentindo um aperto em meu coração.

- Eu convivi com eles bastante tempo para entende-los como ninguém. - o mesmo não retirava aquele sorriso do rosto. - Eu não me importo se eles me querem ou não por perto, desde que eu possa sempre cuidar e você como o prometido, eu irei cuidar. - apertou mais um abraço.

- Obrigado Hyung -apertei uma de suas bochechas - como o appa e a omma conseguem não gostar de uma coisa fofa como você?!

- Se você não largar minhas bochechas eu vou te matar de cócegas. - ameaçou ele, mas como sou vida louca, coloquei a outra mão em sua outra bochecha e comecei a apertar. - um...

- Lig lig lig - brincava fazendo sons infantis com a boca enquanto ainda apertava suas bochechas.

- Dois...

- Fofaas

- Três... - apertei mais forte - agora a guerra está declarada Min Yoongi! - em um segundo eu sou jogado na cama e suas mãos começam a fazer cócegas em mim.

- E-eu me haha rendo Hy-hyung! Para hahahahaha

- É isso que crianças malvadas recebem por apertar as bochechas alheias. - disse voltando a me abraçar.

- Eu tô com fome, faz comida pra mim. - pedi, a comida de Jin é realmente deliciosa, tenho certeza que ele aprendeu a cozinhar com a minha omma.

- Aish! Tudo bem, mas é só porque você fica insuportável quando está com fome e eu também estou.- levantou da cama e me estendeu a mão para que eu também levantasse.

- Vai lá sozinho, tá tão bom aqui. - falei tentando conter a minha vontade de xingar Taehyung. Mas ele não tinha culpa sozinho não é? Fui eu que pedi pra ir mais rápido, fui eu quem pedi para ele pular a preparação.

- Ele detonou você hein! - comentou tentando conter a risada.

- Aish! Não é nada disso! Eu só estou com preguiça. - Menti

- Vem logo ou não te faço comida. - Jogo sujo hyung!

A verdade é que eu estava acabado,dolorido mas a minha fome é bem maior então com muita dificuldade, me levantei segurando a mão de meu irmão que me ajudava naquela tarefa do satanás. A subida a escada estava cada vez mais difícil, meu hyung ria de minhas caretas de dor.

- Para de rir Hyung! - gritei tentando não rir de sua risada. - Eu pedi pra parar hahaha!

- Por que caralhos você tá' rindo? - perguntou Jin tentando conter a risada.

- Sua risada Hyung! A sua risada me faz rir!

- A minha risada é normal, você está rindo da própria desgraça isso sim! - Aquela conversa era um misto de risadas, um tipo de raiva e dor,muita dor, na verdade nem sei porque jujubas eu continuava rindo. - Senta aí.- ordenou apontando para a cadeira da mesa da cozinha.

- Eu estou com fome. - digo deitado minha cabeça na mesa. - Você chegou cedo.

- Queria que eu chegasse mais tarde? - perguntou já de costas para a mesa enquanto cortava alguns ingredientes.

- Não, agradeço por estar aqui, não sei cozinhar e possivelmente se eu tentasse eu ia atear fogo na cozinha.

- Eu estava lá fora. - Dei um pulo levantando a cabeça rapidamente, acabei por dar uma joelhada na mesa. - Cuidado!

- Porra! - xinguei alto e me arrependi amargamente quando Jin me olhou com um olhar cortante.

- Quantas vezes já disse que não é para falar palavrões Yoongi?! - Jin irritado era uma coisa muito fofa, mas eu sabia que eu não deveria falar isso pra ele. Caso contrário ele usaria o seu revólver guardado. - Se for xingar, xingue de uma forma menos pesada.

- Mesa filha da princesa unicórnio! Pedaço de jujuba estragada! Maria mole! Nuven pesada! - Jin estalou um tapa na testa enquanto a balançava em um ato de negação.

- Meu Deus... só você mesmo. Machucou muito? - perguntou preocupado.

- Só deve ficar roxo mais tarde.- respondi.

- Deixa eu olhar - puxou meu joelho - Poxa Yoongi, custava ser mais cuidadoso?

- Hyung... você realmente estava lá fora? - pergunto constrangido. Por algum motivo o vejo sorrir bobo.

- Eu estava lá fora quando ouvi alguns barulhos, eu peguei o celular pra te ligar mas quando ouvi passos e sua voz eu me acalmei um pouco. Quando ouvi uma porta ser fechada eu entrei,passei pelo banheiro e ouvi vocês conversando, eu saí de casa e fui ao supermercado. Quando cheguei vocês já estavam no quarto. -Então era isso, ele ouviu nossa conversa. - Vou pegar uma pomada pra passar aí.

- Quero que isso fique claro. - falei - Você é o meu herói Hyung! - ele apenas sorriu e rumou ao quarto em busca da pomada.

Point of view Autora

O relógio marcava seis horas, Jimin encontrava-se sentado na cama olhando as página do diário de sua mãe.

Quando você diz que me ama
Parece que estou caminhando pelo céu
Diga que é para sempre
Apenas mais uma vez
Quando você diz que me ama
Eu só preciso dessas palavras
Que nada vai mudar
Apenas mais uma vez

Sorriu várias vezes ao ver as primeiras páginas do diário, as páginas que havia pulado. Pensava o quão fofa era sua mãe, o quão romântica ela era, queria vê-la de novo e dizer o quanto a ama. Folheava várias páginas e via o quanto era amável e profissionais os desenhos feitos ali. Sua mãe adorava pintar quadros, era seu passatempo preferido,ainda tinha pendurado em seu quarto o belo quadro que à ajudou a pintar. Sorria feito bobo com as belas frases escritas e a com cada palavra que descrevia os seus dias,pequenas fotografias coladas e até alguns adesivos antigos.

Em uma das folhas havia uma fotografia de um homem conhecido, forçou a memória e pode ver claramente que o homem distraído na fotografia era seu pai só que vem mais novo. O homem era belo, bem mais belo do que é hoje em dia e Jimin não conteve o sorriso ao ler o que sua mãe escrevera.

Pude te reconhecer assim que te vi

Como se estivéssemos chamando um ao outro

O DNA nas minhas veias me diz

Que você é quem eu venho procurando

Poderia a louca de sua mãe ter tirado foto de um estranho na escola? O garoto de cabelos pretos, pele pálida e olhos negros estava sentado em uma das carteiras com um livro em mãos e a boca levemente aberta, cenho franzido e pés cruzados embaixo da cadeira.

Nas outras páginas contava um pouco da história dos dois, início do namoro até o casamento, a notícia da gravidez e alguns poemas e desenhos. Era fofo ver o quanto sua mãe era romântica.

Um silêncio se formava ali, sua cabeça chegou a doer com o barulho que o silêncio emitia, pegou o celular e colocou sua playlist preferida, não se importava de estar acordado em plenas onze e meia da noite. A música demorou alguns segundos para começar mas logo podia se ouvir a voz de Avril Lavigne soando pelo quarto em uma melodia bonita.

I  can be tough, I can be strong

(Posso ser valente, posso ser forte)

But with you it's not like that at all

(Mas contigo não é assim deste jeito)

There's a girl that gives a shit

(Há uma garota que se importa)

Behind this wall, you just walk through it

(Por trás desta parede, pela qual você acabou de atravessar)

Respirou fundo se deixando levar pela bela voz da cantora, a cantora que tanto escutou na infância e continuava a escutar. Gostava de escutar sua voz, gostava da maneira que ela parecia entender o garoto. Adorava a maneira de como conseguia deixar o garoto em êxtase com uma simples letra bem feita.

And I remember all those crazy things you said

(E lembro todas aquelas coisas malucas que você disse)

You left them running through my head

(Você as deixou rodando na minha cabeça)

You're always there, you're everywhere

(Você sempre está ai, você está em toda parte)

But right now I wish you were here

(Mas agora eu gostaria que você estivesse aqui)

De alguma forma aquela música o lembrava a sua mãe, lembrava de como ela o fazia falta. Dos momentos em que se escondia nos dias de apresentação de dia das mães só para não ser obrigado à fazer a homenagem para o simples nada. Mas aqueles pensamentos não o fazia chorar, apenas sorriu e acompanhou a música no refrão ao perceber que a mãe o amava e se importava bastante com ele. Sorria sabendo eu não tinha culpa sobre sua mãe escolher o caminho da morte. Deixou-se levar e cantou o refrão junto à cantora.

Damn, damn, damn

(Droga, droga, droga)

What I'd do to have you here, here, here

(O que eu faria para ter você aqui, aqui, aqui)

I wish you were here

(Eu gostaria que você estivesse aqui)

Damn, damn, damn

(Droga, droga, droga)

What I'd do to have you near, near, near

(O que eu faria para ter você por perto perto, perto)

I wish you were here

(Eu queria que você estivesse aqui)

Continuou a cantar com sua voz doce.

I love the way you are

(Amo o jeito que você é)

It's who I am, don't have to try hard

(É quem sou não preciso forçar

Nós sempre dizemos, dizemos isso como é)

We always say, say it like it is

And the truth is that a really miss

(E a verdade, é que realmente sinto sua falta)

Percebeu que cantava um pouco mais alto então diminuiu um pouco a voz, mas a voz logo sumiu quando viu uma silhueta na porta.

- Desculpe assustá-lo. - sua tia adentrou o quarto - fazia tanto tempo que eu não ouvia sua bela voz cantando, eu sempre me perco quando a ouço.

- Obigado tia. - falou abraçando o livro ao corpo. - Eu... estava pensando na omma...

- Quando você vai visitá-la? - perguntou a aproximando do garoto sentando de seu lado na cama.

- Ainda não sei, vou pensar nisso depois de minha consulta. - sorriu o pequeno.

- Não está conseguindo dormir? - o garoto balança a cabeça negativamente.

- Posso te pedir uma coisa? - pergunta o pequeno um pouco receoso.

- Me conta mais sobre minha omma. - pediu sorridente.

- Sua omma... bom, ela era uma mulher incrível, amava pintar e cantar, ela tinha uma bela voz, acho que você puxou a ela. - o Park sorriu ladino com a fala da tia, imaginando como deve ser igual a sua mãe. - Ela era como uma irmã mais velha pra mim entende? Uma vez estávamos todos nadando, eu, sua omma e uma amiga nossa. Eu e essa amiga ficamos pulando de algumas pedras que tinha próximas ao rio em que nadavamos. Sua omma ficou o dia todo dizendo que era perigoso, mas no fim até ela pulou.

- A omma realmente parecia uma omma. - Jimin rio com a própria fala.

- Ela também cozinhava muito bem,quando marcavamos piquenique, era ela quem normalmente fazia a comida, nós apenas ajudavamos. - a tia estava perdida em pensamentos. - Bom, já está tarde mocinho e amanhã você tem aula.

- Mas amanhã é sexta! - protestou Jimin.

- Eu sei, e depois é sábado. - A tia gargalhou depois de dita da frase.

- Aigoo! Eu não estou com sono. - inflou as bochechas igual a um balão, agora ele era Jimin o balãozinho.

- Vamos, tente dormir, escute músic-

- Conta uma história! - pediu animado. - Você não me conta histórias a...- fez uma pequena conta com os dedos dedos mão. - três anos!

- Eu conto com uma condição.

- Qual?

- Canta pra mim? - a pergunta pegou o garoto de surpresa, gostava de cantar mas tinha uma certa vergonha.

- Não tem outra condição? - a tia balançou a cabeça negativamente. - Tudo bem então.

Respirou fundo e pensou numa música, um sorriso tomou conta de sua face ao lembrar de uma. Ah sim, aquela música sim era perfeita.

- Eu tenho uma música que combina com nós dois. - Jimin falou.

- Jura? Qual é?

- Adivinhe enquanto canto, infelizmente não sei fazer a parte do Rap então... Vai ser só vocal ok?

- Claro.

Respirou fundo e então soltou a voz.

You have my heart

(Você tem meu coração)

And we'll never be world apart

(E nós nunca estaremos em mundos distintos)

Maybe in magazines, but you'll still be my star

(Talvez em revistas, mas você ainda será minha estrela)

Baby 'cause in the dark, we can't see shiny cars

(Querido, porque na escuridão, nós não vemos carros lustrosos)

And that's when you need me there

(E é aí quando você precisa de mim)

With you I'll always share

(Com você eu sempre compartilharei)

Because

(Porque)

When the sun shines, we'll shine together

(Quando o sol brilhar,brilharemos juntos)

Told you I'll be here forever

(Te disse que estaria aqui para sempre)

Said I'll always be your friend

(Disse que sempre seria sua amiga)

Took an oath I'mma stick it out 'till the end

(E o que eu jurei eu vou cumprir até o fim)

Now that it's raining more than ever

(Agora que está chovendo mais do que nunca)

Know that we'll still have each other

(Saiba que ainda teremos um ao outro)

You can stand under my umbrella

(Você pode ficar sob meu guarda-chuva)

You can stand under my umbrella

(Você pode ficar sob meu guarda-chuva)

Ella ella eh eh eh

Under my umbrella

(Sob o meu guarda-chuva)

Ella ella eh eh eh

Under my umbrella

(Sob o meu guarda-chuva)

Ella ella eh eh eh

Under my umbrella

(Sob o meu guarda-chuva)

Ella ella eh eh eh eh eh eh

- Então umbrella é a música? - perguntou sorrindo.

- Sim, veja bem, mesmo com tantas tempestades você nunca me deixou fora de seu guarda-chuva. Eu agradeço por isso. - Estalou um beijo na bochecha da tia. - Se você não quiser, não precisa contar a história, sei que está cansada. É melhor dormir, você trabalha muito o dia inteiro.

Ela anda diz, apenas levanta e cobre o afilhado direito, deixa um beijo em sua testa e vai para seu quarto. Já o pequeno, apenas puxa o diário mais pra perto abraçando ao mesmo.

- Boa noite omma... - agora seus olhos pareciam mais pesados.


Notas Finais


Esse capítulo tem continuação,cotando mais sobre o Jin e a história do Jimim. A estiverem confusos me avisem,prometo responder as suas perguntas (sem spoiler).


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