História Meu amigo de quintal - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Álcool, Drama, Poesia, Reflexão, Violencia
Visualizações 8
Palavras 365
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Fluffy, Magia, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Pretendo continuar com essa história. A árvore em que Pedro estava, ficava nas costas de Vérum. 😉

Capítulo 1 - Vérum. Significa verdadeiro


Fanfic / Fanfiction Meu amigo de quintal - Capítulo 1 - Vérum. Significa verdadeiro

 Estou chegando da escola, estou chegando em casa.

Estou caminhando com meus amigos e nós nos divertimos.

Cheguei em casa, meu pai está a brigar com minha mãe.

- Seu imundo, não encoste um dedo em minha mãe, ou eu te dou um jeito!

- Que jeito? Vai tocar uma música pra mim dormir? Vá se danar, moleque travesso

Neste momento ele me empurrou contra a parede, bateu uma garrafa na mesa ao lado e me ameaçou com a garrafa quebrada.

Me jogou no chão e novamente eu volto a me sentir insignificante por não poder defender nem a minha própria mãe

Eu via minha mãe apanhando e eu não podia fazer nada. Eu tenho 14 anos

Chega a noite e vou a meu costume, saio lá fora, no meu "quintal" pra tocar guitarra.

Meu quintal é uma floresta cheia de árvores.

Normalmente eu só sentava no teto de minha casa e tocava. Dessa vez, eu subi na árvore mais alta e comecei a tocar Forget the World de Lazer Lloyd.

Um "Rock n' Roll cheio de alma" ironicamente era o que me fazia "Esquecer o Mundo".

Eu toco com minha alma, com sentimento

Escuto um barulho de algo caminhando na floresta. Minha árvore balançou demais e eu comecei a despencar, fechei os olhos enquanto caía e do nada percebi que eu tinha parado de cair.

Abri meus olhos e não duvido que cheguei muito perto de um ataque fulminante no coração.

Era uma criatura de pedras com galhos e musgos. Era assustador, mas ao mesmo tempo... Magnífico!

- Obrigado. Você sabe falar?

- Sim, eu sei falar. Obrigado

- Você deveria responder "denada"

Ele deu uma leve risada e disse:

- Sou eu quem devo te agradecer, você toca como ninguém.

- Valeu. Você tem nome?

- Vérum. Significa verdadeiro.

A criatura me botou no chão e disse:

- Já é tarde da noite, já é hora de você voltar, a gente se vê de novo amanhã, aqui.

- Ok, bom te conhecer, Vérum.

Voltei a minha casa preenchido de felicidade e amor, era o que aquele ser transmitia ao falar.

Fui dormir. Quando aquela criatura me tocou eu me senti invadido por felicidade...


Notas Finais


Já estou escrevendo a continuação, pretendo uma história longa. Podem aguardar.


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