História Meu amigo de quintal - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Álcool, Drama, Poesia, Reflexão, Violencia
Visualizações 6
Palavras 627
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Fluffy, Magia, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Nesse capítulo vemos a relação que se desenvolveu entre Vérum e Pedro

Capítulo 2 - Te amo


Fanfic / Fanfiction Meu amigo de quintal - Capítulo 2 - Te amo

 Eu acordei, eu não queria ir para a escola, eu não estava disposto a mais nada a não ser ir lá na floresta e conversar com o Vérum novamente.

Será que não era coisa da minha cabeça? Me questionei durante todo o caminho até a escola.

Cheguei lá e fui contar para meu amigo Nicolas com toda a empolgação do mundo.

- Pedro… Vo-vo-você está se envolvendo com drogas?

- Nicolas, pare de falar besteira agora mesmo! Ficou maluco?!

- Não é todo mundo que vê um monstro de pedras gigante com árvores.

- Ele não é um monstro, ele é do bom, Nicolas. Eu posso te mostrar se quiser.

- Então tudo bem, mas se não for coisa boa eu contarei a todos. Olhe lá hein!

- Feito, hoje você vem pra casa comigo. Meu pai vai estar trabalhando!

No intervalo fui ao banheiro, me olhei no espelho, lavei meu rosto e olhei de novo. Eu costumo falar sozinho:

- Olhe só para você, Pedro. Pedro de Paula, você vai ser o maior guitarrista que o mundo já viu. - disse a mim mesmo

Lucas e Gabriel entram no banheiro, eles são desrespeitosos e perversos.

- Olha só se não é o tampinha falando sozinho de novo

- Se vocês encostarem em mim eu vou chamar a diretora

Eles riram e debocharam de mim.

E como sempre, os dois me ergueram, me levaram a uma cabine, colocaram minha cabeça na privada e deram descarga.

Acabou a aula, eu fui para casa ansioso para saber de vez se eu estava louco ou não. Abracei minha mãe, corri para meu quarto, arremessei a mochila na cama e corri para o fundo do quintal

Fui preenchido pelo sentimento de satisfação, eu não estava louco. Graças a Deus.

- Graças a Deus eu te vi de novo, Vérum.

- Poderei te ouvir tocar outra vez?

- Tá, mas, você terá que me responder algumas perguntas.

- Feito.

- Você é do bem?

- Como as bromas do mar

- O que você é?

- Sou uma criatura de pedra com árvores nas costas, oras!

- Não pode ser mais específico?

- Eu sou tudo o que você conhece

Eu sorri para ele e fingi ter entendido.

- Vérum, há garotos na escola que me maltratam, você não pode brigar com eles?

- Não. Você pode dizer algo a eles

- Dizer o que?

- Te amo, vocês dois

- Ficou maluco?

- Como ninguém.

Eu ri e abracei ele, seu abraço, mesmo que de pedras e árvores, era mais confortável como nunca.

- Vérum, meu amigo virá te ver hoje a noite, tudo bem para você?

- Tudo bem, mas talvez ele não consiga me ver

- Por que?

- É preciso pureza no coração

- Eu tenho pureza no coração?

- Como ninguém.

À noite:

Meu amigo Nicolas chegou, ele deu oi para minha mãe e fomos ao fundo do quintal. Como eu temia, ele não via nada.

- Nicolas, acho que lhe falta pureza no coração.

- Pelo amor de Deus, Pedro. VOCÊ TEM 14 ANOS!

- O que foi?

- Como pode ainda ter amigos imaginários?

- Mas o Vérum não é imaginário, ele não me deixou cair ontem da árvore

- Pedro, onde deixou minhas coisas? Preciso ir embora, lá tem a minha família que não é IMAGINÁRIA.

Ele foi embora, eu voltei para o quintal – depois de levá-lo a sua casa.

- Oque diremos a ele, Vérum?

- Te amo.

Eu ri e me senti tranquilo e confortável.

- Vou pegar minha guitarra

Eu comecei a tocar e eles me levantou e me colocou na árvore mais alta das costas dele.

- Olhe só, Vérum; é Lua Cheia

- É linda, não?

- É sim


Notas Finais


Obrigado por ler, muito obrigado mesmo. Vai continuar


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