História Meu Amigo é Meu Amor - Capítulo 5


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Clichê, Original
Visualizações 19
Palavras 1.594
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Meio paradinho, mas é só pra jogar a história pra frente.

Capítulo 5 - Chance para tentar.


Fanfic / Fanfiction Meu Amigo é Meu Amor - Capítulo 5 - Chance para tentar.

"Não perca quem você é no borrão das estrelas…"

- Jessie J - Who You Are.

~~♡Emma Pov's♡~~

Merda. Me concentrei novamente em tentar fazer o trabalho que o professor de física havia acabado de passar, nunca vi coisa pra ser tão complicada.

O barulho do sinal era a coisa mais maravilhosa que eu poderia escutar no momento, e agradeço mentalmente por ele ter tocado agora. Fecho meus livros e coloco eles dentro da mochila, a turma sai eufórica atropelando tudo pela frente, guardo as minhas coisas e coloco a mochila sobre o ombro. Me levanto e ando até a porta colocando meus fones nos ouvidos.

Olhei para o horário e marcava 13:50, finalmente poderia ir para casa, tomar um banho gostoso e me deitar até toda essa porra passar.

- Oi amiga, está pensativa? - Mia chega me abraçando por trás.

- Um pouco, e como você está com Tyler? - Me virei para encarar ela.

- Estamos indo bem, parece que agora as coisas vão dar certo. - Ela diz empolgada.

- Que bom, vocês se merecem mesmo. - Faço uma cara forçada de nojo. Ela ri e então vamos caminhando juntas para casa.

- Mia? - Chamei a atenção dela.

- Sim? - Limpei a garganta.

- Você já perdeu a virgindade? Tipo…com alguém e…- Deixei no ar.

- Sim, com o Tyler é claro. - Me espantei, dessa eu não sabia.

- O que? Quando e onde? Sua mãe sabe disso? - Enchi ela de perguntas.

- Tem algumas semanas, e quando minha mãe soube só faltou pular de alegria, nunca vi mulher pra ser maluca. Depois me enfiou alguns remédios, só não contou pro meu pai né. - Ela explica.

- Meu tio te mataria. - Comentei.

- Ele realmente me mataria. Mas e você? - Sinto meu rosto pegar fogo.

- Nunca…- Falei baixinho.

- Ixi amiga, e tá triste por isso? - Ela passa o braço pelos meus ombros.

- Não, só estava pensando sobre. - Dou um sorriso torto.

[…]

- Podíamos fazer um grande churrasco. - Minha mãe conversava animadamente com meu pai.

- Claro que não Melissa. - Ele responde secamente.

- Deixa de ser chato Ethan…porfavorzinho? - Minha mãe junta as mãos e faz bico.

- Ah Caralho, tá bom, faz essa merda de churrasco. - Meu pai balança a cabeça concordando.

- Quero namorar…- Deixei escapar uma das minhas frustrações diárias. Meu pai se engasgou e minha mãe deu um sorriso nervoso enquanto batia de leve nas costas dele.

- Como assim querida? - Minha mãe se senta.

- Não sei, nunca namorei. Até a Mia já namorou e eu nada. - Minha mãe acena com a cabeça.

- E tem alguém que você esteja gostando no momento? - Na mesma hora meus pensamentos foram para o Jason. Merda, claro que não!

- Acho que não.. E isso deixa as coisas mais frustrantes ainda. - Meu pai continuava calado.

- Eu não vou comentar Emma. - Ele só disse isso e esperou minha mãe falar alguma coisa.

- Tá na cara minha filha que você gosta do Jazz, mas você está tentando evitar, colocando uma barreira entre vocês. Assim você só vai se machucar, você precisa relaxar e respirar. - Minha mãe segurou a minha mão.

- Pode ser, talvez eu goste. Mas tenho medo, medo de que seja só um erro e que no final isso estrague a amizade. - Desabafo ali mesmo, vendo o desconforto do meu pai.

- Okay, papai saindo, conversa das garotas. - Ele se retira.

- Filha, se você continuar com esse medo não vai viver nada, porque isso vai te impedir. Você precisa seguir os desejos do seu coração e saber o que você quer, esqueça o medo ou as consequências. Independente de qualquer coisa eu estou aqui, com você. - Agradeço mentalmente por esse anjo ser a minha mãe, e ela está certa, não posso viver com medo.

Olhei meu telefone e vi a minha conversa com Jazz, ele havia me deixado no vácuo na noite passada e não mandou uma mensagem sequer hoje. Acho que acabo de perceber que preciso dele todos os dias, mas não só porque ele é meu amigo, porque faz arder essa chama que está em mim, a chama a qual eu nunca percebi antes, mas ela sempre esteve aqui.

- Obrigada mamãe, acho que já sei o que fazer. - Me levantei da mesa e deixei um beijinho na testa dela. Sai da sala sentindo meu coração bater forte, tão forte que chegava a doer.

Sai de casa disposta a encontrar Jason. Andei alguns quarteirões e atravessei a rua, bati na porta da casa dele e em poucos segundos ele veio me atender. Grande detalhe: Sem blusa.

- Uh..É assim que recebe visitas? - Arregalei os olhos, sentindo a tal chama dentro de mim e as borboletas no estômago. Me senti eufórica só de notar seu olhar penetrante em mim.

- Entra aí, ruiva. - Ele abre a porta, para ter o espaço para passar. Entro e sinto o seu perfume natural grudado no ambiente da casa. As pontas dos meus dedos estavam geladas, meu corpo se arrepiou ao ouvir o som grave da voz dele.

- Jazz…- Me forcei a falar. - Preciso falar. - Digo.

- Eu sei que precisa, te conheço, sei o que está guardando, quero que me diga. - Ele me coloca sentada no sofá e se senta na minha frente. Segura as minhas mãos colocando elas entre as dele, me aquecendo.

- Estou me sentindo morta. - Começo. - Me sinto como uma concha, oca, completamente sem nada por dentro. Não sei porque, mas estou me torturando, porque Jason? - Olho nos olhos dele.

- Continue...- Ele me incentiva. Sabe que se me interromper eu não falo mais nada.

- Percebi que preciso, preciso da sua presença na minha vida, se não é tudo tão sem graça. E não estamos bem, não como antes, está tudo errado. Eu estou me sentindo culpada quando não deveria, porque a culpa é sua, você está satisfeito agora Jason? Me colocou nessa situação, espero que não brinque comigo, porque eu juro, que não aguento. Não aguento se as coisas derem errado e eu perca você. - Confesso. Os olhos cor de mel dele passeia sobre a minha face, vejo um brilho lá no fundo, e me sinto aliviada por ter falado algumas coisas que pesavam em mim.

- Então deixa eu te mostrar baby? Deixa eu tentar, me dá essa chance, Uh? - Ele se aproxima e segura minha nuca, segurando também em alguns fios do meu cabelo. Ele encosta a testa na minha. - Me da uma chance pra tentar…Tentar alguma coisa com você. - Sinto meu corpo queimar, não sei como ele conseguia me causar aquele efeito, o efeito que eu ignorei por toda a minha vida, e que só cai na real agora..

Eu deveria pensar, mas não, meu coração e minha boca foram mais rápidas.

- Sim Jazz…- Sussurrei contra a boca dele, me assustando logo depois com a minha própria resposta.

- Porra…- Ele me olha com desejo e aquilo faz eu me sentir amada, você não tem noção do quanto isso é bom.

Ouvimos batidas na porta e então ele se levanta, eu sigo ele e espero ele abrir a porta.

- Oi docinho! - A loira pula nos braços dele.

- Que porra é essa Jason? E o que Caralho essa loira está fazendo aqui?! - Ele empurra ela e me olha.

- Eu não sei, Caralho, eu não sei. - Ele repete e olha para a menina, que mantém o sorriso nojento na cara.

- Ah docinho, pensei que tinha me chamado pra transar hoje mais cedo….- Só pode ser brincadeira.

- Só pode ser brincadeira, eu acabei de te dar a chance e já fodeu com ela…- Sussurrei, mas algo dentro de mim, libertou alguém possessiva e cara de pau. Okay, agora eu estava em chamas e vou queimar essa vadia.

- Emma? - Ele me olha e a garota também.

- Escuta querida, loirinha da farmácia. Esse garoto, que está na sua frente, infelizmente….É meu. - Me coloquei na frente dele e dei um belo tapa na cara da garota. Ela tocou a bochecha avermelhada e me olhou horrorizada. - E se não quiser ter problemas eu aconselho que você nunca mais toque nele, porque se não...Ah Eu vou acabar com você. - Segurei ela pelos cabelos e a puxei para fora da casa, joguei ela em direção ao gramado do quintal do Jason e me virei furiosa.

Entrei novamente na casa, vendo ele assistir tudo, de boca aberta.

- O que foi docinho? - Falei a última palavra imitando a voz irritante da garota. Bati a porta atrás de mim e fui me sentar no sofá.

- Caralho...Você foi tão possessiva, deu até um tesão. - Ele me segue e me segura pela cintura antes de eu me sentar, ele se senta e me coloca no colo dele.

- Nem vem de safadeza, ainda estou bolada. - Cruzei os braços, sentindo ele me abraçar.

- Você arrebentou, " Ele é meu" "Eu vou acabar com você" - Ele repetiu imitando minha voz.

- Babaca. - Olhei para ele o fuzilando com os olhos.

Ele me enrola nos braços dele e me rouba um beijo quente, enfiando a língua na minha boca. Me rendo para aquele beijo Maravilhoso e a sensação de poder deixar isso fluir, sem paredes e sem se machucar.


Notas Finais


Comentem para eu saber o que estão achando, qualquer coisa eu paro...

Desculpe os erros, beijo.


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