História Meu amigo fantasma?! - Capítulo 21


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Categorias Inuyasha
Personagens Rin, Sesshoumaru
Tags Fantasma, Rin, Romance, Sesshoumaru
Visualizações 179
Palavras 1.841
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção Adolescente, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


E então gente...
Pois é eu fiquei meio assim com os comentários de vocês, mas feliz, sabia que iria causa algo nos corações de vocês... =^.^=
Bom mais um capítulo conflitantes pra vocês...
Até mais.

Capítulo 21 - Sofrimento.


Fanfic / Fanfiction Meu amigo fantasma?! - Capítulo 21 - Sofrimento.

 *Rin.

Assim que passei pelos médicos, eles avisaram aos seguranças que entraram no quarto já me segurando.

Algo estranho começou a contecer com Sesshoumaru. Sua boca ficou entre aberta com a máscara de oxigênio e um grande ar entrou pelas suas narinas prenchendo todo seus pulmões causando alterações nos aparelhos.

Sesshoumaru não abria os olhos, mas eu acho que ele podeia sentia minha presença perto dele.

Depois que seu espírito voltou ao seu corpo automáticamente ele parecia travar uma luta interna entre seu subconsciente para permanecer vivo ou a morte o levaria com a escuridão...

"Breu"...

*Sesshoumaru...

— Onde estou? Esta tudo escuro... Rin... Onde você esta?

Eu olhava de um lado a outro em busca de abrigo ou um rosto amigo, mas... Infelizmente me encontro sozinho...

— "AÍ!" - sentir um forte aperto no peito e uma dor sobre meu corpo, que não soube explicar. Mnha mão esquerda apertou fortemente o local da dor na intenção de parar, porém, foi em vão...

— Minha respiração se encontrava ofegante e mais forte. Eu buscava por ar sentido que cada vez mais me faltava o mesmo... A escuridão predominava o local e nesse momento, tudo que desejei era está em um lugar movimentado.

Não consegui ouvir nada...

Suspirei calmamente e fechei meus olhos pensando em seu rosto ...

"Rin"...

Você foi alguém que ficará marcada em meu coração. Queria te dizer o quato agradeço por tê-la conhecido. E que, em meu interior, te amarei por todo sempre...

[...]

*Rin

começo a me desesperar com o barulho do aparelho cardiaco. Os batimente de Sesshoumaru começavam a falha indicado que a qualquer momento iriam parar. Conseguindo me solta dos seguranças, Corri ao seu encotro e apertei sua mão com força...

— Sesshoumaru... Por favor, não sei se você pode me ouvir, mas eu estou aqui com você... Sempre estarei... Sesshoumaru. - eu olhava para face inquieta dele que não reagiu ou se movia pra abrir os olhos e apertei novamente sua mão direita e nesse momento me surpreendi.

Pode sentir ele devolver o aperto chamando minha atenção...

— Sesshoumaru?!...

[...]

— Eu ouvia alguém me chamar, mas não conseguia lembrar mais de quem era aquela voz familiar.

Abria meus olhos a procurar pela pessoa, entretanto tudo continuava escuro, "onde esta você"? Olhei fixamente em um ponto onde começava abrilha e segui até o local

— Sesshoumaru!... - ouvi aquela voz doce novamente me fazendo parar subitamente.

Eu sabia que precisava vê-la, mas não sabia Como.

Olhei pra traz e ao me vira a procurando, e não vi ninguém.

Meu corpo me puxava para um lado e minha mente me mandava volta pra outro. Não conseguindo fazer o que minha mente mandava, continuei seguindo em frente, segui a luz brilhante e meu corpo pareceu ficar em paz e sem dor...

[...]


Os batimentos cardíacos de Sesshoumaru começavam a diminuirem aos poucos, os bipis ficaram longos de um para o outro até que não ouviu-se mais ...

Assustada com aquilo meus olhos sairam pra fora e meu peito começou a doer como nunca doeu antes... Senti minha voz falhar ficando sem som e uma vontade louca de gritar como nunca surgiu-me. Apertei com bastante força a mão do Sesshoumaru e um grito agudo e forte saiu em desespero de minha garganta...

— SESSHOUMARU!!!

Minhas lagrimas escorriam pelo meu rosto em desespero fazendo os médicos aparecerem com aparelhos de choque pra trazê-lo de volta...

[...]

Eu há ouvi novamente me fazendo para.

Olhei pra traz na esperança de vê-la, mas mesmo assim não tinha ninguém.

Desistir de procurá-la, e logo me virei...

De repente. Meus olhos não acreditaram no que avistaram.

Ela estava a minha frente me abraçando com força...

— Sesshoumaru...

Seu aperto era confortante e me alegrava por dentro, seus cabelos castanhos lisos e ondulados nas pontas me traziam recordações...

Seu rosto se aconchegou em meu peito e lentamente levantou sua cabeça revelando Seus belos olhos castanhos...

Como ela é linda, sua pele suave e macia o rosto dourado e seus lábios rosados a deixando encantadora... Porém... Seu olhar estava triste me magoando também...

— Você... - Eu queria falar com ela, mas minha mente não me devolveu seu nome sentindo meu coraçao apertar cada vez mais.

E logo que ouviu minha voz, seu olhar mudou de expressão pra alegre...

— Sesshoumaru. Volta! Volta, pra mim. Eu estarei aqui pra você... Te esperando, volta por favor... - Suas lágrimas caiam de seus olhos me deixando aflito.

Não consegui proceguir adiante há encarando, desviei meu olhar do dela observando a luz que desaparecia lentamente a nossa frente...

— Eu... - Ela me encarou sorrindo francamente e falou.

— Eu amo você. Sesshoumaru... - nesse instante ela sumiu de minha frente e a escuridão que consumia tudo desapareceu me transportando a um lugar todo claro e branco.

Eu sentia o ar volta e transbordarem pelas minhas narinas enchendo meus pulmoes. Sentir meu coração bater fortemente com todas as forças, ao senti-lo fechei meus olhos levando minha mão ao local.

Assim que os abros a claridade invadiu meus olhos me dificultando de reconhecer o local.

[...]


*Rin...


Naquele momento eu pensei que tudo tinha acabado, minhas esperanças já não estavam muito visível e o sofrimento de não vê-lo mais era grande...

Porém, assim que os aparelhos voltaram a funcionar e o bip cardíacos voltou a tocar normalizado suas batidas, meu coração quase sai pela boca me aliviando naquele momento.

Os médicos que se encontram ali me puxaram pra longe, e os seguranças me seguraram pra não fugir. Eu queria tanto abraça-lo e poder toca-lo...

Seus olhos se abriram lentamente na tentativa de reconhecer o ambiente, piscou ligeiramente algumas vezes até virá o rosto e encontrar com os meus olhos...

— Sesshoumaru... - disse com felicidades mas algo no seu olhar mudou me fazendo estremecer de medo. — por favor me soltem... - pedi.

Os médicos me encaravam seriamente até um deles se pronunciar.

— Quem te deixou entrar? - continuei a encara os olhos do Sesshoumaru que pareciam não me reconhecer...

— Eu... Apenas entrei...

— Você o conhece? - confirmei apenas com a cabeça e o médico acenou para o policial me soltar.

Me dando passagem, engolir seco me encolhendo e me coloco a caminha em sua direção. Assim que me aproximo levo minha mão a dele a tocando delicadamente sem desviar meu olhar.

— Sesshoumaru... - disse com medo do que ele iria dizer...

Estreiou seu olhar me encarando e logo abriu os labios e suas palavras a seguir me cortaram como facas...

— Q- Quem é você? - Eu não sabia o que dizer ou o que fazer... Foi como se o chão que me segurava desabasse naquele momento.

— V- Você, não se lembra de mim? S-sou Eu a Rin. - um nó se formou em minha garganta e o sofrimento foi bem maior quando ele puxou sua mão da minha desviando seu olhar.

— E-Eu sinto muito... - sua voz saia falhada e senti como se o ar me faltasse.

Levei minhas mãos aos meus cabelos e os puxei desesperada... Tudo o que eu fiz, foi em vão?! Ou Eu estava apenas me enganando?

Me distanciando de costas a eles ha única coisa que eu consegui fazer foi sair correndo desesperadamente pra fora daquele maldito hospital.

— Ei menina. - um dos seguranças me chamou, mas eu nem dei ouvidos a ele.

— Rin?! - uma voz masculina e família se fez presente, e meus os o seguiram conforme eu corria...

Era o Sõta me encarando sem entender. Não dei muita importância a ele e continuei a correr.

Chorando desespera, a procura de um refúgio que nem peguei o elevador e deci as escadas correndo, assim que alcanço os últimos degraus...

Olho para os lados sem rumo e vejo a porta de saída e o temporal que caia lá fora e seguir até ele...

Tudo que eu mais queria era ajudá-lo e foi o que eu fiz... Lágrimas insistiam em cair me forçando fechar os olhos com força...

— Idiota!!!

[...]


Sem rumo. Eu Continuei a correr sem parar. Minhas lagrimas não deixavam enchegar direito e a chuva só piorava deixando o caminho liso e dificil de andar.

Até que finalmente eu parei de correr e me joguei de joelhos no chão com um aperto no peito...

— Aquele idiota, porque a gente teve que se conhecer? tudo seria mais simples se nunca estivéssemos nos encontrado...

Tudo partecia escuro Eu mal enxergava as coisas em volta e nem ouvia os sons ao redor.

A chuva me molhava de uma maneira tão pesada e gelada que mal conseguia sentir nada o que acontecia...

— Por que estou tão triste? Afinal de contas, foi nosso trato. "Eu o ajudaria a sair dessa e em troca, ele me deixaria em paz" . Mesmo assim, por que esta doendo tanto? - Eu olhava tristemente para os pingos d'água que caia no chão enquato falava comigo mesma

Ao me colocar de pé volto a caminha, mas calmamente que antes, esfreguei meus olhos molhado, mesmo sabendo que não adiantaria em nada, apenas para amenizar e assim que me movimento. Meus olhos vão de encontro a dois faróis acesos me paralisado sem conseguir me mover...

Eu ouvia as buzinas dos automóveis e pessoas gritando sem parar...

... E...

Meu corpo foi puxado tão rápido que mal sentir o baque, quando fechei os olhos...

Ao abri-los novamente senti dois braços fortes apertarem e logo ergo minha cabeça para ver quem era...

— Sõta?! - ele sorri docemente pra mim e uma mágoa surgiu novamente me fazendo chorar sem parar...

Tudo que eu mais precisava naquele momento era desabafar e chorar mais ainda. O abracei sendo correspondida por ele enquanto alisava minha cabeça.

— Não sei o que aconteceu com vocês, mas quero que saiba que tudo irá se resolver. Por isso chore mesmo, grite, e diga o que está sentindo... Você precisa..

Mesmo ele não sabendo de nada ele foi um anjo naquele momento de dor em meu coração...

— Tudo irá se resolver... - obrigada, espero que tenha razão... Pensei sem respondê-lo.

..

...

....

Assim que cheguei em casa com o Sõta meus pais atenderam a porta surpresos ao me verem molhada.

—Rin. O que aconteceu com você? - perguntou minha mãe.

Eu permaneço de boca fechada e olhar baixo não queria conversa com ninguem.

Meus pais encararam Sõta e metralharam ele de perguntas.

— Mãe, pai, esse é o Sõta ele apenas me trouxe pra casa, e infelizmente não sabe de nada o que aconteceu comigo.

Meus pais encararam Sõta e eu passei por eles indo para meu quarto.

—Ela... Desda da hora que eu a encontrei ela não me disse uma palavra. - falou Sõta.

— Rin, filha, não quer conversar? - perguntou minha mãe me fazendo para no meio da escada.

— Não. Eu quero ficar sozinha... - terminei de subir e bati a porta do meu quarto me jogando na cama, tudo que eu queria fazer naquele momento era esquece tudo...

....

.....

 .....

Continua...


Notas Finais


E... Me desculpem, sei muito bem que vocês querem me mata em um momento como esse , mas é assim que eu pensei em fazer esse capítulo...
^^'
Pelo menos o Sesshoumaru está vivo. (Eu sei, isso não me livrara de lixamento) kkk já esperava por isso. Kkk
E já estamos na reta final, galera, espero que estejam gostando, por que eu acho que são mais dois ou três preciso da uma verificada...
Nos vemos no próximo.
Até mais
E beijinhos com pedrinhas de açúcar...
Amo todos vocês!!


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