História Meu Amigo Virtual - Imagine Chanyeol - EXO - Capítulo 5


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Categorias EXO
Personagens Chanyeol
Tags Chanyeol, Exo, Imagine, Imagine Chanyeol, Park Chanyeol, Songfic
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Palavras 1.679
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Yeeeeeyyy, finalmente, o tal capítulo da apresentação chegou!

Espero muito que vocês gostem do capítulo, fiz ele (por mais que não pareça), em vários dias diferentes. Rolou muita apagação aqui, conserta aquilo lá, mas está aí e fiquei feliz do resultado!

Obs: A música do capítulo utiliza um violão, mas como já foi especificado anteriormente, a especialidade da protagonista (você, no caso rsrs), é o piano, então vamos somente trocar os instrumentos. O nome da música é Losing My Religion, e na história, ela foi escrita pela personagem princial, a _____. Recomendo a procurarem, é muito boa!

Boa leitura!

Capítulo 5 - Perdendo Minha Cabeça


“É. Parece que é uma pequena gripe.” Dizia a enfermeira da escola — uma das. Devia ser japonesa. Yuko Yamasaki era seu nome, segundo o crachá que estava preso ao uniforme da mesma. Admito que em todos os anos em que vim à enfermaria, não a vi. Ela é uma pessoa muito gentil. “Não demorarei. Prometo.” Finalizou a fala com um singelo sorriso.

Eu me encontrava levemente deitada sobre uma das macas da enfermaria. O silêncio era eminente no local.

A senhorita Yuko se retirou, e confesso que não sei para quê ou o quê. Bae ainda continuava do meu lado, sentada em uma cadeira giratória, que eu julgo estar um pouco velha, já que fazia um barulho um tanto quanto irritante a cada vez que ela mexia o móvel.

“Ei, _____, está se sentindo bem mesmo?” Minha amiga me perguntou após um tempo, parando o movimento com a cadeira. Dei amém a isso.

“Sim. Obrigada por se preocupar, Suji.” Agradeci sorrindo levemente. Ela respondeu o gesto fazendo o mesmo.

 

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Ok, eu definitivamente não— “Estou bem.” Reafirmei pela centésima vez a minha amiga, enquanto saía da sala de aula.

Devo ressaltar que não fui pro intervalo, segundo a fala de Suji.

 

“Você deve ficar aqui na enfermaria, vou comprar algo na cantina pra você.”

 

Hunf. Besteira. Mas respeitei. Afinal, estamos nos tratando de Bae Suji. A que faz a sua opinião se tornar inútil perto da dela.

Pra passar o tempo, ou pelo menos tentar que isso acontecesse, olhei pra janela e vi que a vida não valia a pena e cometi suicídio...

 

Não, mentira.

 

Mas é verdade que eu decidi fazer um cara-a-cara com a janela. Eu a olhava. Ela me olhava, e por aí se foi. Até alguns pássaros passam de vez em quando, me dando um susto dos infernos. Porque olha, não sei se vocês sabem, mas a maca em que eu estou, se encontra em menos de dois metros de distância da parede — logo, a janela.

 

Sério, eu devo tá mais parecendo uma doente mental num manicômio. Pra falar a verdade, doente mental eu já sou, agora só falta a recomendação de um bom manicômio pra mim.

 

Comecei a rir. Não. Tipo, sério. Eu só ri.

Quando me dei por mim, Bae já havia retornado, havia uma sacolinha em uma de suas mãos, e na outra, segurava uma garrafinha de pelo pouco que pude ver, era energético. Ela me olhava com a maior cara de ‘Jeová, mata com fogo antes que se reproduza’.

“Bom... Achei que estaria um tanto quanto cansada...” Desviou o olhar de mim e o direcionou para a bebida. “Por isso, eu trouxe isto aqui. Mas pelo que eu vejo, a senhorita já está bem disposta, ahn?” Finalizou me entregando o energético. “Foi mal, só tinha desse sabor.”

O bacana é que eu já tinha tomado vários goles, pela gigantesca sede que eu sentia no momento. E por conta disso, só acabei sentindo o gosto bem forte depois. Porém eu estava com tanta sede que acabei nem me importando se o sabor era bom ou não para a minha pessoa. Ok, essa é uma mentira lavada, limpinha, dá até pra sentir o cheiro, ó!

Na hora que o amargo veio, comecei a tossir como se minha vida dependesse disso.

 

Escuta aqui, eu não estou de TPM e não, não sou dramática, não senhora.

 

Ou senhor, sei lá, né?

 

Mas enfim, Suji iniciou a sessão de tapinhas — lê-se ‘murros’ — em minhas costas. Cara, na boa, pude sentir até a minha alma quase que saindo do meu corpo depois dessa.

 

Tudo bem, este último parágrafo que você leu, foi mais outra cópia lavada — sente o cheiro, sente o cheiro — de mentira que nem quando eu não reagi ao gosto do energético.

 

Na realidade, eu comecei a quase morrer de tanto tossir, enquanto uma desgraçada, que segundo um certo documento tem nome, e é Bae Suji, só riu da minha miséria.

 

Tá fogo hoje, viu?

 

 

[...]

 

 

 

“Sério, você precisa me deixar fazer a sua maquiagem!” Comenta Bae e eu fecho a porta após nossa entrada. Mas somos interrompidas de nossa conversa por uma mãe totalmente escandalosa, descendo as escadas.

 

“Hoje você terá seu dia de princesa!” Ouço minha mãe exclamando de braços estendidos ao alto, enquanto eu passo pelo hall de entrada,.

 

Tá vendo, só? É só eu ficar doente que parece que o infectado é minha mãe, não sou nem eu.

 

“Ih, eu me casarei hoje, e não tô lembrada?” Faço uma cara de confusa. Enquanto ela ri da minha expressão, vem andando em passos apressados e largos, com um sorriso mega extenso no rosto, em minha direção, em seguida me abraçando.

“Ai, ai, minha filhota!” Ela apoia seu queixo em meu ombro. Sua mão livre rodeia minha cintura e afaga minhas costas. “É hoje. É hoje!” Minha mãe solta uma risada gostosa e se afasta o suficiente para me analisar. Sua expressão logo muda para uma de preocupada “_____, querida, sei que está muitíssimo animada para esta apresentação... e eu também, é claro! Mas... quero que seja sincera comigo e consigo mesma: Está se sentindo realmente bem?” Eu rio um pouco de nervoso.

“Ah, mãe! Pelo amor de Deus, né? Não é como se eu estivesse morrendo! E... Ué, cadê a Bae?” Questiono e como resposta, ouço um resmungo vindo da cozinha e logo sai de lá a figura de Bae comendo o restinho de brigadeiro que tinha na geladeira. A cena era cômica: ela estava toda lambuzada de brigadeiro e com uma colher na boca, e segurava o potinho com o conteúdo, como se estivesse disposta a solta-lo nunca mais.

Ela nos encara confusa, logo depois comenta: “Que é? Comida brasileira, é tudo! Principalmente essa parada aqui! Como que é mesmo o nome? Bendenho? Bomda...B...” Eu e minha mãe rimos.

“Brigadeiro” Minha mãe, conclui a palavra lentamente, sorrindo.

Suji se anima e comenta: “É, isso aí! Eu tava quase lá!”

 

 

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Ok, _____. Você consegue. Você consegue.

 

O meu pânico, não é medo da plateia ou algo assim. Mas sim, os especialistas que vieram nos analisar. Pensa só! Estudar na melhor escola de artes da Ásia!

 

“_____. _____! É a sua vez!” Desperto de meus devaneios quando o participante anterior a mim, disse que já havia se apresentado e que agora seria eu.

 

Não.

Não tô pronta.

Ou tô?

Argh!

 

Pelo menos eu estou sob o efeito do remédio e isso me impossibilita de sentir qualquer sensação de enjoo ou garganta inflamada.

 

Bem, minha roupa não foi nada lá muito glamouroso, mas também nada muito largado. Eu estava com uma saia de cintura alta preta; um coturno; um cropped também preto; uma jaqueta jeans azul por cima; e, os cabelos soltos, porém prendendo minha franja.

 

Eu mostrei somente meu rosto da coxia pra fora, e puxa! Nem pude enxergar direito por conta da forte luminosidade. Depois de acostumada, vi  que no centro do palco, meu piano já se encontrava lá. Um suspiro, uma batida falha. Mais um suspiro, mais uma batida falha.

 

É agora.

 

Sorri timidamente encarando brevemente — não tão bem quanto gostaria — o público, me voltando ao piano e me sentando confortavelmente no móvel.

 

“Bem...” Comecei a falar no microfone que estava posicionado próximo do piano, e fui falando a minha proposta de canção. “Vimemos enganando a nós mesmos, vivemos uma vida de mentiras, e por fim... morremos na mentira. Essa música fala sobre perder a fé, de ser o centro das atenções, e é claro, da mentira.” Pude perceber que durante o meu mini discurso, algumas pessoas concordavam comigo, acenando positivamente com a cabeça.

Mas dois me chamaram a atenção. Um estava mais pro meio e outro mais pro fundo. Forcei um pouco a vista e percebi que o alguém do fundo era o babaca do Chanyeol. Ele sorria. Senti-me esquentar em todo o corpo e decidi então, começar de uma vez por toas a música.

 

 

Perdendo Minha Cabeça

 

Oh, a vida é maior

É maior do que você

E você não sou eu

Os caminhos por onde irei

A distância em seus olhos

Oh não, eu falei demais

Eu causei tudo isso

 

É isso, não posso mais voltar atrás.

 

Aquela sou eu no canto

Aquela sou eu no centro das atenções

Perdendo minha fé

Tentando te acompanhar

E eu não sei se eu consigo fazer isso

 

Eu realmente não sabia se eu conseguia.

 

 

Eu não disse o suficiente

Pensei ter ouvido você rindo

Pensei ter ouvido você cantar

Eu acho que pensei ter visto você tentar

 

Tentei aprofundar cada vez mais meus sentimentos e voz.

 

Cada sussurro

Em todos os momentos que estou acordado

Estou escolhendo minhas confissões

Tentando ficar de olho em você

Como um tolo, um tolo magoado, perdido e cego

 

Oh não, eu falei demais

Eu causei tudo isso

 

Olhei para o público. Vi resultados positivos.

 

Considere isto

Considere isto a dica do século

Considere isto

O deslize que me deixou

De joelhos, fracassou

E se todas essas fantasias

Se tornassem reais

Agora eu falei demais

 

Pensei ter ouvido você rindo

Pensei ter ouvido você cantar

Eu acho que pensei ter visto você tentar

 

Alguns começaram a bater palmas, tentando assim entrar na companhia do ritmo da música.

 

Mas aquilo foi apenas um sonho

Aquilo foi apenas um sonho

 

Aquele sou eu no canto

Aquele sou eu no centro das atenções

Perdendo minha fé

Tentando te acompanhar

E eu não sei se eu consigo fazer isso

 

Oh não, eu falei demais

Eu não disse o suficiente

 

Pensei ter ouvido você rindo

Pensei ter ouvido você cantar

 

Algumas pessoas pegaram a letra dessa parte e cantaram junto comigo:

 

Eu acho que pensei ter visto você tentar

 

E foi que eu ohei, por impulso, pro fundo do público. Chanyeol emitia um sorriso extremamente largo e alegre. Pra mim. Ele sorria pra mim.

 

Mas aquilo foi apenas um sonho

Tentar, chorar, por que tentar?

Aquilo foi apenas um sonho

Apenas um sonho, apenas um sonho, sonho

 

Finalizei a canção, extremamente contente com a minha realização e pela participação da plateia.

 

Puxa! Me sentia tão feliz!


Notas Finais


*Kero*


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