História Meu Amor é de Exatas - Capítulo 7


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Categorias Inuyasha
Personagens Inu no Taishou, Inuyasha, Izayoi, Kagome Higurashi, Kagura, Kikyou, Miroku, Rin, Sango, Sesshoumaru
Tags 2019, Exatas, Humanas, Inu No Taisho, Inuyasha, Izayoi, Kikyou, Rin, Romance, Sesshoumaru
Visualizações 34
Palavras 2.288
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Está aqui!
Boa leitura!
(Sou uma decepção em títulos)

Capítulo 7 - Sensações


Realmente Sara era irritante, era ciumenta e extremamente melosa.

Sesshoumaru teria de atender à um pedido de Sara para ver se a mesma iria calar a maldita boca, ele estava à ponto de manda-la para o inferno junto com aquele caso, e seguir sua vida, sem a perturbação que ela lhe causava.

Nesse exato momento, lá estava ele, sentado aos fundos de um restaurante, sendo obrigado á conversar com Sara, ele iria terminar com ela naquele exato momento, se o som de uma flauta japonesa não o atrapalhasse.

Que droga!Por que justo agora?-Pensava ele.

Mas ao se deparar com a artista da noite, por alguns segundos, sentiu seu mundo parar.
Era uma gueixa não é?Nunca entendia o motivo das gueixas passarem tanto pó branco no seu corpo, na maioria dos casos, se não houvesse beleza, ficaria terrivelmente feio, oque acontecia com uma certa frequência. Mas ao ver essa gueixa notou que ela lhe lembrava alguém, mas não conseguia raciocinar direito, o pó branco dava a aparência que a pele daquela gueixa era de porcelana, ele até pensou que se tocasse, poderia quebrar. Reparou também no kimono de camadas, e nos pés cobertos pelas meias, mas que depois foram revelados. Aquele cabelo..não lhe era estranho, seu corpo estava coberto pelo kimono, não dava para analisar direito, mas via que possuía curvas, e também que o cabelo não era preto e nem estava preso, como as gueixas costumavam usar. Mas seus longos cabelos iam abaixo do quadril com belas ondas. Pelo jeito que estava arrumada, não iria reconhecer, mas, após ouvir a voz da gueixa, não lhe restava dúvidas. Era Rin, e ela estava tão bonita.
Após aqueles últimos acontecimentos durante o mês, se negava a aceitar que Rin era uma, senão a mulher mais linda que ele já tinha visto, contando com sua mãe Iza, é claro. Seu stress parou ao vê-la, e se acalmou ao ouvi-la. Durante o tempo da apresentação, não retirou os olhos dela, nem por um instante. Nem mesmo quando Sara ficava reclamando de sua atenção á gueixa, e não á ela. Pelo visto ela não olhou para lá nenhum momento. Acho que ela não tinha revonhecido Sesshoumaru, pois ele estava rm um canto onde havia pouca luz.
Quando tudo acabou, ela apenas se apresentou como uma gueixa, não revelou seu nome, deixando a todos curiosos.

-Então amor, gostou?-Ela disse se agarrando ao braço dele.

-Gostei sim, a gueixa era linda..-Ele falou automaticamente.

-Só a gueixa?-Perguntou enciumada.

-Sim, e aliás, está tudo acabado, não me ligue, nem me procure mais, se o fizer, não me responsabilizo pelos meus atos-Disse frio.

-M-mas eu te amo, meu amor, não é justo me abandonar assim-Ela falou ameaçando chorar.

-Nunca menti para você, sempre lhe disse a verdade, você que iludiu a si mesma, agora suma, Sara.-Ele falou friamente.

-Você irá pagar, Sesshoumaru!Irá pagar, eu desejo que você morra!E sabe o que é, eu ficava com você pelo dinheiro mesmo!E aquela puta da sua mãe, haahaha ficou grávida e segurou meu sogrinho querido-Sara dizia secando as lágrimas e soltando risos.

-Se atreva a falar da minha mãe e do meu pai com a sua boca suja, que eu não terei dó, nem piedade, portanto, suma daqui!-Ele falou pressionando discretamente os braços de Sara com força.

Com medo, ela se foi.
Ele massageou as têmporas, Sara era uma vadia mesmo.

Mas, ao ver Rin voltando para dentro, decidiu pensar em algo.

...

Ah, a apresentação desse ano...Acho que melhorei, certo? Tudo era tão mágico, principalmente aqueles olhos, olhos que não deixavam de me acompanhar, pois sentia a ardência do olhar sobre mim o tempo inteiro, eu realmente achei que conhevia os olhos, mas pelo dono estar em um local distante, não consegui ver sua face, mas ele me lembrava muito Sesshoumaru-Sensei. Rin, sua louca, parece que agora só vê Sesshoumaru em tudo..Por Kami-Pensou Rin.

Ao terminar, resolveu sair pelos fundos, não gostaria que vissem sua real indentidade, seria meio vergonhoso. Não no modo de dizer que era vergonhoso ser uma gueixa!Longe de disso!Amava participar daquele evento que ocorria duas vezes ao ano!Só era meio tímida para isso. Resolveu retirar as camadas e retirar a maquiagem que estava sobre os braços, pés, parte do busto, pescoço e rosto. Colocou uma yukata, e fez dois pequenos coques em sua cabeça, a franja caía sobre os olhos, e parte do rosto. Pegou sua bolsa em que estavam as compras de Kikyou e de Kagome, e saiu.

O problema, é que não havia notado que estava começando a chover, ela começou a ir mais de pressa para não se molhar muito, porém quando tapa um pouco a visão para limpar seus olhos, ela é pressionada contra a parede de um beco.

-Quem diria que existiam oirans(prostitutas), sem toda aquela maquiagem e roupas?-Disse a pessoa que lhe pressionou contra a parede.

-Gueixas não são prostitutas, não as confuda com as oirans!-Gritou com o homem e cuspiu em sua face.

-Sua vadia!-Pressionou um objeto afiado, e Rin julgou ser uma faca perto de sua cintura.

-...-Rin ficou quieta, ela quwria chorar, ela queria morrer, ela queria sumir.

-Isso mesmo, quietinha, vamos sair daqui e você não irá falar nada-O homem tapou a boca de Rin, e colocou a mão com a faca, perto da cintura, tentando esconde-la.

-...-Rin nada disse, apenas fez oque ele falou.

Os dois estavam a sair daquele beco, quando o cara retira a mão de sua cintura para beber um pouco, ela lhe deu um chute nas bolas e nas canelas, e com as sacolas, saiu correndo.

-Vadia desgraçada!Volte aqui!-O homem tentou acompanha-la, mas não deu muito certo, já que um grupo chegou e começou a surra-lo, ele deveria estar devendo algo.

Rin correu, ela tinha lágrimas nos olhos, até que é puxada novamente, e dessa vez para outro beco, ela não aguentou mais.

-Por favor não me machuque, eu nunca fiz nada de mal a vocês, só me deixe entregar os doces e salgados das minhas amigas-Ela diz com o rosto inchado, caia uma forte chuva agora.

Ela estava com medo, mas sentiu duas mãos lhe envolverem na cintura, e chega-la, mais perto.
Ela se assustou, mas ao cheirar a blusa social, e se deparar com o cheiro dele, ela desaba a chorar, não de medo, mas de felicidade, e o abraça.
Ela estava chorando muito, mas as mãos grandes de seu colega de trabalho, a acalmou.

-Sesshoumaru-Sensei, eu quase..-Ela volta a chorar.

-Ei Shigemura, eu estou aqui, se acalme.-Ele pediu com um carinho recém descoberto por ele.

-M-mas, eu..-ela chora, mas para ao sentir as duas mãos de seu colega de trabalho segurarem seu rosto.

-Shii, eu não farei novamente.-Ele diz antes de tomar os lábios de Rin, surpreendendo a mesma.

Rin não sabia descrever qual era a sensação. Afinal, seria seu primeiro beijo, um beijo roubado, em um dia de chuva, pelo seu colega de trabalho. Ela realmente não sabi o que fazer, então apenas deu passagem para a língua de seu colega se enrroscar na dela, e uma sensação boa surgir. O gosto dos lábios de Sesshoumaru, eram tão viciantes quanto o cheiro do mesmo, ela não sabia explicar, era um gosto que ela não se importaria de provar todos os dias, e tinha certeza de nunca se cansaria.
Após alguns minutos, a presença do ar foi necessária, e se ficassem muito tempo expostos na chuva, iriam ficar gripados.

-Corre Bolinha, por que se não irá ficar doente!-Ele diz saindo correndo puxando a mão de Rin.

Os dois corriam pela chuva parecendo duas crianças, ora ele pulava em uma poça, outra eles jogavam as gotas um no outro, Sesshoumaru estava se estranhando, mas se ele não procurando por Rin, para elogia-la, ele não poderia ter salvado ela do grupo de vagabundos.

Chegando ao carro, Rin estava meio envergonhada.

-E-eu irei molhar seu carro..-Ela disse b
Nervosa.

-Eu já iria molha-lo mesmo-Ele deu de ombros-ande e entre logo.

-S-sim, obrigada.-Ela entrou no carro.

No caminho, seguiu um silêncio, meio constrangedor, Rin só havia larado para pensar no beijo, enquanto ele dirigia.

-Muito obrigada, Sesshoumaru-Sensei-Ela coloca as mãos por cima do colo.

-Huh-soltou um resmungo normalmente.

-Se não fosse por você, a essa hora, eu..-Suas mãos ficam trêmulas, ela quer chorar.

-Shigemura, apenas fiz o que deveria fazer.-Ele diz olhando nos olhos dela.

-Sim...-Ela diz meio corada.

-Realmente não sei como agradecer-Ela sorriu tristemente.

-Comece retirando sua tristeza, isso me incomoda muito.-Disse ele olhando para a direção.

Naquele momento ela sentiu seu coração aquecer, ele havia sido tão gentil com ela, apesar de todas as coisas, ele havia estado ali, quando ela precisou.

-Ei Sesshoumaru-Sensei!-Ele olhou para ela-posso fazer uma pergunta?-Dla olha pidona.

-Acabou de fazer uma-Ele disse issl, arrancando uma risada dela.

-Podemos ser bons colegas?-Ela lhe disse.

-Desde que deixe de pegar no meu pé, e esbarrar em mim, e parar de ter problema com o número trinta, fico normal quanto a isso-Ele diz normalmente, não sabendo o grande significado dessas palavras, ao menos para Rin.

-Muito obrigada, Sensei!-Ela lhe dá um sorriso.

...

-Rin, minha diva!Se você não chegasse até um minuto, eu e Kikyou iríamos ligar para a polícia, iríamos invocar o marido de Kikyou, e sinceramente, vasculhar você em cada canto do mundo.-Kagome disse abraçando Rin.

-Que marido, sua louca?-Kikyou perguntou.

-O InuYasha, minha florzinha-Ela fez um coração com as mãos, enquanto falava.

-Seu estrupício, pare de falar bobagem!-Kikyou disse.

-Venha aqui Rin-chan, hoje você irá dormir comigo!-Kikyou abraçou Rin.

-Mas Rin-chan, por que está vestindo uma Yukata?-Kagome perguntou.

-D-depois eu explico como foi a minha noite, pena que os doces e salgados na sacola viraram água.-Rin falou.

-Sim sim-As duas sorriram.

Depois de um banho tomado, Rin conversou com as meninas, e falou seu segredo para elas. As duas acharam tudo normal até a parte do beijo, e disseram que foi muito imprudente ao sair sozinha, e ela sabia que estava errada, mas né?

Agora Rin estava deitada, Kikyou lhe deu uma pelúcia igual a dela, já que era repetida, Rin poderia ficar.

-Aqui, dê o nome que quiser, o meu é Inu!..N-não pense bobeira, n-não tem nada com InuYasha, eu apenas...Ah!Você entendeu..-Ela diz tapando o rosto.

-Sim, sim, sei que fica envergonhada, mas eu lhe entendo.-Ela falou abraçando a pelúcia.

-Sim, boa noite, Rin-chan-Ela deposita um beijinho na bochecha de Rin, igual uma irmã mais velha.

-Boa noite-Ela saiu do quarto, deixando uma Rin apertando sua pelúcia.

-Droga, depois de tudo, ele está roubando meu coração.-Ela falou sorrindo.

...

-Rin-Chibi, está fazendo almoço á mais?-Perguntou Kagome perguntou.

-Verdade Rin-Chan, está realmente fazendo uma..porção extra..-Kikyou falou, saboreando mais um café da manhã.

-É que..-Rin iria falar.

-A verdade é que você quer dar esse almoço para o seu herói, não é?-Kago fala sorrindo.

-E-eu não..apenas..-ela suspira- quero apenas agradecer por ele ter tido tanto cuidado comigo..sem ele..eu provavelmente..-Ela dizia enquanto terminava de montar aquela refeição.

-Rin-Chan, você o ama, minha hime-Kikyou diz com um ar apaixonado.

-Aii que tudo!Sou amiga de duas futuras Senhoras da família Taisho!-Kagome fica saltitante.

-C-como?Eu jamais casaria com InuYasha!-Kikyou respondeu ruborizada.

-Mas eu não citei InuYasha, quer dizer que você o ama!Ai que tudo!-Kagome abraça Kikyou.

-Eu só..quero agradecer..-Rin dá um sorriso.

...

-Ei Shigemura, o que pensa que está fazendo?Esta não é a sala dos professores, é minha sala!-Sesshoumaru estava olhando para alguns papéis.

-Olhe, eu realmente quero lhe agradecer por tudo.-Ela fala meio nervosa.

-Hum, já falou isso, e eu digo que não precisa agradecer, faria isso por qualquer pessoa-Ele falou ainda concentrado.

-Tudo bem.-Ela falou meio nervosa, como iria falar aquilo?

-Terminou?-Ele falou.

-Notei que você não estava comendo direito. Acabei fazendo comida extra, e..eu irei dar para você.-Ela falou desviando o olhar para o lado.

-Rin, não estamos no colegial. Não use desculpas bobas, e eu posso almoçar em um restaurante.-Ele falou olhando para ela discretamente, só esperando sua próxima atitude.

-Ah, entendo-Colocou uma das mãos em outro braço, e abaixou a cabeça.

Sesshoumaru viu aquilo, e simplesmente o incomodou bastante.

-Sinceramente, oque tem aí dentro?-Ele perguntou voltando a atenção para os documentos.

-Ah, tem um almoço, e tem pedaços de carne temperados com..-Ela começou a falar.

-Carne?-Ele consertou sua postura e olhou nos olhos de Rin.

-Uhum-Ela confirmou, se inclinando para entrega-lo-Tome-Ela disse.

Sesshoumaru cheirou, sua boca começou a salivar, somente a comida de sua mãe cheirava tão bem..realmente devia estar bem.

-Tudo bem, mas falta 5 minutos para sua aula começar.-Voltou a mostrar seu rosto frio.

Yukki, uma aluna tirou uma foto naquele exato momento pela beirada da porta.

-Sesshoumaru-Sensei, eu vim lhe entregar o meu trabalho e..-Yukki, uma aluna, entrou na sala.

-Que ódio, todos não sabem bater na porta não?-Ele massageou as têmporas.

-Desculpe atrapalhar, hehehehe-Ela saiu correndo da sala.

-S-só pode ser mais uma de suas fãs, né?-Uma gota aparece ao lado da testa de Rin.

-Hum...boa aula Shigemura.-Ele falou voltando sua atenção aos documentos.

-Rin, apenas Rin-Ela saiu dando uma gargalhada gostosa.

Sesshoumaru voltava sua atenção para os papéis, e estava pensando na cena de colegial que acabou deafontecer. Rin era bem gentil mesmo.

-Aii!-Ouviu o grito de Rin pelo corredor.

Ele rapidamente saltou da cadeira e se aproximou da porta.

Lá estava Rin, caída no chão, e com a roupa levantada, podendo ver algumas partes.

-E-eu s-só caí...de novo-Ela dizia desconsertada.

-Será possível..-Ele ajudou a mesma á se levantar e voltou para a sala.

-Sinceramente, é uma bolinha mesmo.-Sesshoumaru movimentava sua cabeça em sinal de negação, ao mesmo tempo que dava um sorriso discreto.


Notas Finais


Está aí, por favor, comentem!
I lovu isso:3


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