História Meu amor meio doce - Capítulo 10


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Armin, Castiel, Kentin, Leigh, Lysandre, Nathaniel, Personagens Originais, Priya, Professor Faraize, Rosalya, Violette
Tags Amor Doce, Lysandre
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Palavras 1.330
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Aaaa

Capítulo 10 - Correria para revisar


*Quebra de tempo*

Já fazem quase 3 meses desde o aniversário da Melody. Nada de muito interessante aconteceu na minha vida desde então. Eu não resisti e comecei a chamar o passarinho de Bill, por nenhum motivo especial, eu só olhei pra ele e vi que ele tinha cara de Bill (rs). Eu fiquei mais próxima do Lysandre nesse tempo e agora é lei a gente voltar junto pra casa, devo admitir que no começo eu ficava toda boba, mas agora eu acostumei. As provas estão chegando e com elas vem FÉRIAS!!!!

Eu levantei da cama e fui fazer minhas higienes. Eu vesti um vestido estampado com o fundo preto e usei uma meia calça preta, calcei uma botinha. Bem basiquinha, gótica porém nem tanto. 

Era dia da minha mãe fazer o café. Ultimamente eu venho contando os dias pra ser a vez do meu pai fazer o café, que infelizmente não foi hoje né? Eu comi e fui pra escola. Minha primeira prova é amanhã à tarde e eu emprestei minhas anotações, dias atrás, à Íris. Eu vou ter que caçar ela na escola toda pra revisar à tempo. Eu encontrei o Castiel no pátio.

- Você viu a Íris por aí?

- Não, por quê? 

- Eu emprestei minhas anotações à ela uns dias atrás, agora tô precisando pra revisar..

- Eu poderia te emprestar as minhas.

- Sério? Faria isso por mim? (Eu falo surpresa)

- Eu disse "poderia" 

- Ah mas você é um idiota mesmo!

- Você que não interpreta as coisas direito. (Ele fala num tom sarcástico). A questão é: eu não anotei nada, então boa sorte na sua procura.

- Ridículo. (Eu saio. Só o Castiel mesmo pra me deixar puta a essa hora da manhã...)  

Eu procurei ela em cada buraco dessa escola. Eu achei até o Nathaniel e não achei ela, definitivamente a Íris não veio hoje. Vou ter que estudar tudo amanhã as pressas aaaaa. As outras aulas passaram na velocidade da tartaruga. Eu não conseguiu parar de pensar de como eu ia estudar, se dava pra estudar, tudo isso pra chegar a conclusão final de que eu ia tomar no cu gostoso nessas provas. Eu estava tento minhas discussões internas quando eu sou interrompida pelo Nathaniel:

- Você não está com uma boa cara. Aconteceu algo? 

- Eu tô pensando em que roupas usar depois que minha mãe tirar meu couro ao ver minhas notas.

- Hahahaha e você não anotou nada o semestre inteiro?

- Claro que anotei, me respeita. Eu sou ruiva por acaso? (Eu não pensei bem na pergunta) 

- Sim! HAHAHA

- Aff. Vamos refazer essa pergunta: Eu sou o Castiel por acaso? O meu ruivo é natural, amigo. 

- Tenho certeza que você prestou atenção nas aulas. Você vai se dar bem! (Ele sorri pra mim) 

- Já eu, não tenho tanta certeza. Pelo menos meu nome eu acerto. 

- Difícil essa, viu?

- Isso é Bullying!

- De onde saiu esse nome? Hahaha

- Da cabecinha da minha querida mãe. Pelo menos eu sou única. Vai ser difícil você achar outra Ashildr por aí! 

- Encare como quiser hahaha

(Eu reviro os olhos e saio) 

Eu tô muito ferrada. Eu vou ter pouquíssimo tempo pra revisar o conteúdo do semestre inteiro aaaaa. As aulas acabaram e eu fiquei esperando o Lysandre na entrada. Eu tinha encontrado o bloco de notas dele mais cedo. Mas eu não tinha encontrado ele. Até que lá estava ele, vindo em minha direção. Parece que todo dia ele tem um detalhe novo à ser observado. Antes de começar a babar eu voltei à terra.

- Acho que você perdeu algo. (Eu entrego o bloco de notas à ele) 

- Ah, muito obrigado. Eu estava louco procurando ele. Parece que eu nunca vou parar de perdê-lo. Eu sou tão distraído.

- Não é a primeiro coisa que eu penso quando se trata de você.. (Puta que pariu. Eu não acredito que eu acabei de falar pro Lysandre que eu penso nele. Aaaa. Eu sinto que eu tô mais vernelha que um tomate) 

- (Ele sorri meio sem graça) E o que você pensa?

- Na verdade você é uma pessoa que me faz ter várias perguntas.. (Olha, as coisas não estão melhorando pro seu lado Ashildr!)

- Uma delas por exemplo?

- Onde você se esconde? Raramente eu te vejo na escola. (Eita pergunta esfarrapada)

- Você me procura? 

Eu não soube dizer se essa pergunta foi só uma pergunta ou se foi agressiva...acho que eu tô ficando doida.

- N-não E-exatamente.. (deu pra gaguejar agora, fofa?) 

Ele percebe que eu tô claramente sem graça.

- Eu não costumo ficar muito tempo no mesmo lugar, é normal você não me ver muito..

- *suspiro* Entendo.. (Como eu vou dormir essa noite depois disso? Eu devia pensar mais nas coisas que eu falo)

- Como está o Bill? 

- Ah, o Bill, ele está ótimo. Eu tô pensando em soltar ele depois que eu chorar pra ele com minhas notas. 

- Você quer torturar ele à esse ponto... Que crueldade.. Hahaha

- A verdade é que chorar pros meus amigos por chamada de vídeo é bem frustrante. Você querer agarrar a pessoa pra chorar mais, não dá né?

- E você pretende abraçar um pássaro?

- Quase isso Hahaha

- Depois que soltar ele, não esqueça que eu sou seu vizinho. Se precisar chorar e uma chamada de vídeo não ajudar. Pode ir lá em casa. 

- Como eu vou saber que você está lá? Vou jogar pedrinhas na janela, estilo Romeu?

- Eu estava pensando em algo mais moderno. Que tal você me mandar uma mensagem? HAHAHAHA (ele pega uma folha do bloco de notas escreve um número e me entrega) 

- O-obrigada.. (Eu fiquei toda vermelha óbvio) 

- Se precisar, já sabe. 

Nós chegamos e cada um foi para suas devidas casas. Eu fui pro meu quarto enquanto o meu pai não chegava para o jantar. Aproveitei e liguei pra Thaty.

*Ligação on*

-Fala, rapariga. 

- Mulher, me respeita, tu acha que só porque eu tô longe eu não dou na tua cara, é? 

- hahahaha você não ousaria...

- Não esquece que eu ainda tenho um canivete hahahaha

- O que aconteceu pra tu me ligar? O passarinho morreu?

- Que isso, miga. Eu cuido muito bem do Bill

- Não, é que pra você me ligar tem sido uma vida, querida

- Dramática, te ligo quase todo dia, sua imunda!

- Saudade desse tempo, hein querida

- óh o drama, palhaça.

- Fala logo o que tu quer, cachorra

- Eu quero morrer. Minhas provas começam amanhã e eu não estudei nada.

- Tá esperando o que? Que eu vá aí e leia os livros pra você? Vai estudar vagabunda, solta esse celular.

- Sim, mãe. Eu iria estudar, o problema é que eu emprestei minha anotações...

- Rapaz.. Não importa onde você vá, cê vai continuar sendo otária!

- Eu só fiz um favor à minha colega.

- E agora tá aí fodida sem as anotações..

- E cê queria que eu fizesse o que? Fosse na casa da garota pegar o caderno? 

- Por que não? 

- A barraqueira é você

- Posso até ser, mas quem tem o canivete é você

- Foi um presente! 

- Não importa

- Vamos mudar de assunto se não eu vou já chorar aqui...

- Eu tô namorando.

- E o que, viado. Desde quando?

- Ontem

- E cê vem me contar agora?

- Eu tô sem créditos, esperei cê me ligar.

- Quem é o felizardo?

- O Adam

- Passada...cê nunca me disse que gostava dele.

- Foi meio de repente...

- Imagino... Bom, meu pai chegou. Tenho que desligar pra ir jantar. Beijos.

- Beijos. Boa sorte nas provas.

- Obrigada.

sou desliguei e desci pra sala de jantar.

Eu subi. Estava sem sono. Eu sentei no parapeito da janela e fiquei observando a noite, até que ficou um frio do cacete e eu tive que fechar a janela. Eu continuei olhando. Até que o sono bateu e eu deitei. Antes de dormir eu fiquei pensando sobre a minha conversa com a Thaty e por um momento eu pensei que não conhecia a minha melhor amiga tão bem quanto ela me conhece e adormeci com todas as minhas incertezas.

Continua...



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