História Meu Anjo - Imagine Jihoon - Capítulo 1


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Categorias Wanna One
Personagens Jihoon
Tags Imagine, Jihoon, Romance, Wanna One
Visualizações 182
Palavras 2.633
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu quase nunca vejo Imagines do Jihoon e ele é meu bias. Tenho certeza que muita gente também queria ter mais ilusões sobre ele então eu troxe um pouquinho aqui, espero que gostem.. ❤❤

Capítulo 1 - Eu Te Amo - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Meu Anjo - Imagine Jihoon - Capítulo 1 - Eu Te Amo - Capítulo Único

Bom, meu nome é Jihoon. Vocês devem me conhecer, faço parte de um grupo chamado Wanna One e sou um dos vocais. Eu tenho 18 anos (quase 19), e hoje eu vou contar a história de como eu a conheci.

Seu nome é  (S/N). Linda, inteligente, gentil, educada, corajosa, sem contar o corpo lindo que ela tem, não que isso seja importante. Outro fato que já estava esquecendo sobre ela é que (S/N) é estrangeira. Sim, uma estrangeira.

Eu a conheci num café. Ela estava com dificuldades para ler e explicar o que queria,  então a ajudei, mas foi só ela sorrir para mim para minha mente ficar em branco e até eu esquecer de como se fala.

"- Meu nome é  (S/N), e o seu? -- E bastaram essas simples palavras com uma melodiosa voz doce para que meu coração não me pertencesse mais."

(S/N) virou meu romance secreto. Em minha situação atual como Idol não podia assumir um relacionamento sério. Faz quase 1 ano e meio que mantemos essa relação e, apesar de ela ser muito compreensiva, hoje estamos brigando. Motivo? Nosso segredo.

Eu nunca contei a ninguém sobre a (S/N) , nem a minha família porque não quero arriscar. Admito que sou um pouco paranóico com isso. O problema é que ela não gosta de esconder da mae dela que está "namorando".

- Meus pais estão praticamente do outro lado do mundo e nem sabem o que é K-Pop, como podem dizer alguma coisa? Como podem saber de alguma coisa? -- Ela odeia gritos e odeia mais ainda brigas, então á essa altura já está com lágrimas inundando seu rosto vermelho.

- (S/N), o meu grupo é recente, não podemos arriscar. Eu disse a você as minhas condições e você aceitou. O que meus fãs diriam se desconfiar?

- Eu achava que essas "condições" duraria por uns três meses, no máximo cinco, não pra vida toda! -- Diz fazendo aspas com os dedos.

- Não é a vida toda (S/N), não exagere, eu só peço mais alguns anos, e depois__

- ANOS?! -- Tudo bem, não foi a melhor escolha de palavras -- Jihoon, eu quase não te vejo, eu não posso sair com você, eu não posso segurar sua mão, eu não possa nem te dar um abraço de despedida na porta. E VOCÊ ESTÁ ME DIZENDO PARA SUPORTA ISSO POR MAIS "ALGUNS ANOS"?! -- Grita na minha cara.

Mesmo que não queira adimitir, sei que ela tem razão. Eu tenho escondido ela sim e isso a tem magoado. (S/N) sempre cuida a mim, mas eu não consigo retribuir. Viajo muito, tenho diversos compromissos, quando não tenho preciso comparecer a programas de TV, sem contar os fansings. Mesmo que eu não dê muita atenção eu a amo muito, e vê-la chorando assim me parte o coração.

Tento tocar seu rosto para limpar suas lágrimas mas ela rapidamente se afasta. Solto um longo suspiro antes de jogar minha última carta.

- Meu anjo, eu sei que você não gosta disso, e, sim, vai demorar um pouco, mas eu prometo que quando isso passar poderemos ser felizes. Eu ainda vou estar um pouco ocupado, mas não precisarei mais esconder o que temos. E você poderá fazer o que quiser comigo e muito mais. -- Digo lhe dando um sorriso enquanto, finalmente, toco seu rosto secando levemente suas lágrimas.

No entanto, seus olhos tremem e sua boca abre e fecha muitas vezes, e está piscando demais. Ela está nervosa. Isso sempre acontece quando ela está com medo de fazer alguma coisa.

Ela retira minhas mãos de seu rosto e vira-se de costas para mim antes dizer as palavras que fizeram meu mundo virar de cabeça para baixo.

- Eu estou indo embora Jihoon. -- Revela com a voz um pouco trêmula. Meu sorriso desmancha na mesma hora e sinto meu coração de apertar. -- Eu acho melhor pararmos por aqui... -- E como se um buraco abrisse sobre meus pés, desabo.

- O que? -- Indago incrédulo de suas palavras. A viro de frente para mim e lhe envolvo com meus braços com medo de que ela realmente se vá. -- Por favor, você não pode fazer isso comigo. -- Sussuro suplicante em seu ouvido, mas ela me afasta novamente.

A (S/N) é muito importante para mim, eu a amo tanto e sei que ela também me ama.

- Eu só fiquei na Coréia por você, porque achei que podia valer à pena, que podíamos tentar mas eu estava enganada -- Dizia ela com a voz trêmula e seu olhos lacrimejando novamente. -- Não posso mais voltar atrás, meu vôo foi marcado para daqui 12 horas. Terminamos aqui Jihoon... -- Meus olhos derramam grossas lágrimas. Eu sabia que ela também não queria fazer isso, sua presença trasmitia pesar e tristeza.

- Por favor, meu amor...

Eu não queria que ela fosse...

                                    XxX

Passaram-se 3 anos e meio que (S/N) se foi e desde o dia de sua partida nunca mais tive notícias dela. Naquele dia tentei impedi-lá, mas não tinha mais tempo, ela já havia ido embora. Tentei ligar, mandar mensagem e até procurei o antigo proprietário da casa em que ela estava, mas não conseguia nada. Eu a havia perdido.

Senti falta de muitas coisas. De quando me chamava de Jihoonnie-oppa, de sua voz, de seu toque, de seu cheiro, de seus beijos repletos de saudade, tudo. Eu sinto falta dela.

Chorei muito naquela noite e os meninos perceberam que eu estava muito desanimado, e quando Guanlin me perguntou o que houve, lhes abri o jogo e contei tudo. Os meninos não contaram a ninguém e foram muito compreensíveis e respeitaram meu espaço e ,sempre que eu permitia, me consolavam. 

Não parei um dia sequer de pensar na (S/N)...

                                   XxX  

Ah! Minhas costas doem. Estou sentado a um longo tempo. Hoje é o dia de um fansing do Wanna One e já perdi a conta de quantos autógrafos já dei. Mas eu amo mais fãs, embora isso não torna o trabalho menos difícil. Ser um Idol não é fácil,  e espero que todos tenham consciência disso.

Ainda bem que falta poucos fãs. Eu gosto disso, de encontrar todo mundo junto.

Me abaixo por alguns segundos para amarrar o cadarço do meu tênis e quando me levanto meu corpo trava e meus olhos se arregalam instantaneamente. Ela está na minha frente. Dou um beliscão minha coxa uma vez, apenas para confirmar aquilo que ainda custava acreditar. Não estou sonhando.

(S/N) Não está muito diferente de mim. Finas lágrimas escorrem por seu, ainda, lindo rosto, o qual sinto uma vontade imensa de tocar. Eu quero tanto toca-la...

Não sei dizer por quanto tempo ficamos nessa troca de olhares, mas, por um momento, foi como se o tempo tivesse parado e só existisse nós dois ali.

Fui retirado de meus pensamentos quando ela deposita uma caixa a minha minha frente junto com um cartão e saiu da fila sem falar com os outros meninos, mas não sem me lançar um triste sorriso.

Ainda um pouco estático,  não permito que a Staff leve essa caixa. Passo o resto do fansing todo segurando aquela caixa e o cartão enquanto focava na pequena figura lá no fundo que também não tirava os olhos de mim. Nem consegui prestar tanto atenção nos outros fãs que ainda faltavam receber autógrafos. Tenho certeza que fiz algum errado.

Parece que as horas de arrastavam, e quando SeongWoo-Hyung começou a fazer o encerramento (S/N) saiu pela porta de trás. Meu coração de apertou como naquela dia, parecia que eu estava a perdendo de novo. Não posso sair ainda..

Me escondo atrás do Daniel-Hyung e abri pequenino envelope que ela me entregou. As lágrimas quase não puderam ser seguradas.

"Eu sinto muito, eu te amo tanto. Mesmo se não me quiser mais, continuarei te amando. Comprei uma casa aqui sabia?

Agora é definitivo, não vou mais embora. Por favor, não me odeie..."

Quando abri a caixa que ela me deu não pude mais segurar as lágrimas. 

Dentro dela havia diversas imagens de um bebê branquinho com olhos um pouco puxados. Mostrava o crescimento dele. Os sorrisos, ele dormindo, comendo, tomando banho, etc. Sem contar um Pen Drive cinza e um par de sapatinhos de lã extremamente brancos. Eu sabia o que isso significava.

Como pude ser tão descuidado e não percebi antes?

                                     XxX

Após o fansing terminar ainda tive que ficar um pouco em uma sala separada para o grupo. Eu tentei ir embora, acreditem. Parece que a van está em um engarrafamento.

Quando vi que não conseguiria ir embora tão cedo busquei um Notebook, e quando achei pus o Pen Drive que havia recebido na entrada correta e abri a única pasta que havia nele. Possuía três vídeos nele e cliquei no primeiro, mas não sem antes por os fones de ouvido. Quando o vídeo abriu por completo a tela mostrava (S/N) ajudando um pequeno menino a andar.

" -Vem meu amor, você consegue! -- A criança estava em pé, mas chorava muito e tentava alcançar a mulher esticando os bracinhos.

Quando a criança percebeu que não funcionaria apenas esticar os braços, deu quatro pequenos passos em direção a (S/N), mas quando foi dar o quinto suas pernas vacilaram e ele por pouco não cai no chão, pois antes disso acontecer ele é amparado pela (S/N) que sorri e palmas são ouvidas antes do vídeo acabar."

Mesmo não entendendo o idioma, sabia o que isso significava. Eram os primeiros passos dele.

Me preparei psicologicamente antes de abrir o segundo vídeo.

" - Vai, fala...

- P.. Papai

- Não ,não foi assim que eu te ensinei.Fala daquele jeito filho.

A criança estava sentada, segurando um boneco de pelúcia em suas mãos. Estava com o cabelo um pouquinho maior, mas ainda assim era muito pequeno.

- Appa.."

E assim o vídeo termina. Não consegui segurar as lágrimas e o sorriso dessa vez. Daniel-Hyung me olha estranho, mas não fala nada.

Quando ia clicar no próximo vídeo somos chamados para ir embora. Deixo pra depois, mesmo que queira saber ainda mais sobre a criança...

                                    XxX

Estou parado em frente a uma porta de madeira polida e escura, ainda tomando coragem para apertar a campainha. No fundo da caixa havia um pequeno pedaço de papel com um endereço, e como não sabia dirigir, pedi para o SeongWoo-Hyung me trazer aqui. Contei a ele a história no caminho, o que deixou ele e Jin Young, que estava nos acompanhando, de olhos arregalados. Pedi que ainda não contasse a ninguém sobre isso porque não tinha certeza.

Ainda com o coração na mão, toquei a companhia, que depois de alguns segundos foi aberta por um anjo. O Meu Anjo. Ela pediu que eu entrasse e, engolindo seco, entrei.

A casa era linda. Não era muito grande, mas confortável para uma família. Em cores com tons pastéis e móveis de madeira que pareciam bem macios, a casa tinha um ar acolhedor. 

- Então... -- Começou (S/N) , fazendo me vira em sua direção.  - Você já sabe certo? -- Indaga, tendo minha confirmação.

- Como é o nome dele?

- Eu chamo ele de Alec no Brasil, mas seu nome coreano é Park Kwang-Sun. Espero que não se importe por ter colocado o "Park" no nome dele__

- Não, eu agradeço por isso. -- Estou um pouco nervoso, mas não deixo de sorrir. Eu queria tanto abraça-la. -- Como ele é? -- Pergunto ansioso, e ela parece se alegrar com minha pergunta já que também sorri.

- Ele é igual a você. Gentil, inteligente, atencioso, bonito, e muito talentoso, apesar da pouca idade. -- Acho que (S/N) não percebeu que me elogiou, mas mesmo assim fiquei feliz.

Ficamos num silêcio um pouco desconfortavél, até que ela faz a proposta que eu mais estava ansioso para ouvir.

- Quer conhece-lo Jihoonnie-oppa? -- Meu coração acelera, tanto pela proposta, que prontamente aceito, quanto pelo fato de ela me chamar da mesma forma que me chamava antes de ir. Seu sorriso foi só um bônus.

Ela me guia até o segundo andar da casa. No caminho ela me contou que Kwang-Sun tem 2 anos e meio e que não era para falar frases muito complicadas ou ele não compreende.

Paramos em uma porta branca com duas marcas de tinta verde em forma de pequeninas mãozinhas. Deve ser aqui. Mas antes que (S/N) gire a maçaneta seguro sua mão e ela se assusta no ato.

-  O que foi? -- Pergunta com a sombrancelha arqueada.

- Estou com medo.. E se ele não gostar de mim? -- Ela aperta minha mão mais forte e me dá um sorriso acolhedor, aquele que só ela tem.

- Ele vai gostar, afinal você é o ídolo dele. Já enjoei de ouvir "Pick Me". -- Afirma me arrancando um sorriso.

Novamente ela direciona, agora com sua outra mão, até a maçaneta da porta. Dessa vez não a impeço. Quando a porta se abre, um garotinho ocupa minha visão.

Ele está sentado em cima de um tapete vermelho brincando com blocos e nos encara curioso. Meus olhos lacrimejam.

É o meu filho.

Meu filho.

Ele também me encara, como se estivesse me avaliando e engulo o seco. Ele é tão lindo. E me pegando de surpresa, sorri para mim me estendendo um de seus blocos, que, meio hesitante, seguro.

- Ele quer que você brinque com ele. - Diz (S/N) me pegando de surpresa. Estava tão fascinado com o momento que esqueci da nossa situação.

Ainda segurava fortemente sua mão, e se não fosse por Kwang-Sun, não iria solta-la.

Me ajoelho em frente ao pequeno e passo minha mão por seu cabelo ainda emocionado. Ele, no entanto, retira minha mão de sua cabeça e começa a me passar mais blocos. Eu o ajudo a empilha-los e (S/N) logo se junta a nós.

Pareciamos uma verdadeira família.

                             XxX

Estava tão bom que nem vi a hora passar, logo estava escuro e Kwang-Sun teve que dormir. Eu pude ajudar (S/N) a nina-lo e ainda tive o prazer de segura-lo. Era tão leve e angelical. Mas logo começou a ficar tarde e tive que ir para o dormitório.

Após dar um beijo no meu filho, me dirijo a sala onde encontro (S/N) em pé me esperando. Me aproximo dela e quando ia me despedir, ela me surpreende novamente.

- Por que não dorme aqui? -- Pergunta em um sussuro.

- O que?

- Está tarde, é perigoso. Fique aqui hoje, por favor. -- Suplica com os olhos lacrimejando e a voz um pouco trêmula. -- E, se ainda me quise... -- Continua, já com lágrimas contornando seu rosto -- Pode ficar pra sempre?

Aquilo foi o suficiente para que eu tomasse seus lábios para mim em um beijo feroz, mas com muito sentimento nele, que logo foi diminuindo seu ritmo. Eu sentia tanta falta dela, eu a amo tanto. Com uma das mãos em sua cintura e outra em sua nuca, aprofundei o beijo e um gemido escapou de seus lábios me causando arrepios

Logo o maldito ar pedia para se fazer presente e tivemos que nos separar, mas me negava a tira meu braço de sua cintura, e logo pus o outro ali também. Sorriamos um para o outro. Estava tão feliz. Tinha ela de volta, e agora também tenho um filho, e não quero me separar deles nunca mais.

- Eu te amo Jihoonnie.

- Eu também te amo, Meu Anjo -- Confesso voltando a beija-la.

Eu podia contar o resto da história para vocês, mas vou deixar que imaginem por si próprios. Mas o spoiler que posso dar é que, apesar dos problemas que tivemos depois, com um pouco de paciência, as coisas se ajeitaram e hoje posso dizer que vivo muito bem.

Posso dizer que sou feliz!

 

 


Notas Finais


Não esqueçam de favoritar e comentar. Espero que tenham gostado.
Quem sabe, se tiver muitos pedidos, eu não faça mais?
Até a próxima!


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