História Meu anjo peculiar - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 1
Palavras 658
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Primeeeeeira fanfic e a única coisa que digo é; sejam felizes pessoal, só leiem essa merda :)

Capítulo 1 - 1-O que faço agora?


   -Já te expliquei mais de cinco vezes o motivo de eu não gostar de você perto da Payper e a única coisa que eu acho agora é que você é um burro! -grito mesmo, muito por sinal. Todos estão olhando, até a própria Payper.

-Mas eu só pedi que ela me emprestasse um lápis, só isso Milla! Esta fazendo um escândalo por merda nenhuma! -o cretino grita de volta quase parecendo adorar a situação. 

-Não banca a vítima Antonne! Eu ja sei de tudo, a partir de agora peça sempre os lápis dessa... piranha! Não ligo mais, está solteiro aliás. 

   E agora me viro e ando para longe daquele monte de curiosos e do estúpido infiel, na minha cabeça está ecoando "recém-solteira". Faz muito tempo que não sei o que é ser livre de homem, desde meu primeiro ano, puro tempo perdido. Agora que estou no meu terceiro ano no ensino médio com quase 18, poderei aproveitar o máximo que posso com quem eu quiser. Só tenho um problema bem pequenininho; sem amigos por conta do namoro obsessivo da parte de ambos e não saber ser solteira. O que vem agora? Não posso terminar um namoro ja marcando encontro com outro, posso? Claro que não Milla, sua tonta. O jeito é esperar que minha vida volte ao status "solteira sim, sozinha nunca" de forma natural. Caralho, que clichê! Estou rindo sozinha, percebi que isso foi meio brega demais. Começo até a pensar se deixar Antonne assim desse jeito no meio de todo o Colégio foi uma boa, o que pensarão quando me vêem depremida e sozinha? 

Antonne não vai demorar achar outra namoradinha, aliás, isso me faz pensar no quanto fui trouxa por não ter percebido os meus chifres que quase tombavam minha cabeça para os lados, e o pensamento que tive agora a pouco sobre ter deixado ele foi excluído. Fiz certo! Demorei demais, agora que estou solta nesse lugar preciso deixar qualquer pensamento e sentimentos pelo Antonne para trás, para sempre! Respiro leve e fundo, me sinto melhor. Decido ir embora, ficar nesse hospício vai gerar perguntas, olhares e meu mau humor constante. 

   Ligo meu carro que ganhei do vovô Phill e com muito, muito custo consigo que ele pegue no tranco, dirijo até meu apartamento e grito o nome do meu bebê, esse nunca me decepciona.

-Dog! Dog, mamãe chegou! -sim, o nome do meu cachorro é Dog. Qual o problema? -Olá meu peludinho. 

   Ele vem abanando o rabinho, o único que não me arrependo de amar tanto. Mamãe não está em casa, ainda esta no trabalho e sei que chegará só mais tarde, não quero mesmo ter que explicar o por quê de estar em casa no horário escolar. Meu celular toca no exato momento em que me levanto do chão para pegar um leite, não faço nem idéia de quem seja. 

-Alô. 

-Oi Milla, não desliga por favor!

-Ah Antonne, o que você quer? Seja breve. -merda! Esqueci que ele não entende nada rápido. 

-Milla, não é certo terminar comigo assim. Precisamos conversar, me diz onde está. 

-Antonne, não temos o que conversar. -penso em desligar, mas algo me diz que preciso continuar a ligação. 

-Olha Milla, não quero terminar com você, pensa direito Milla. Você quer mesmo me deixar?

-E eu devo te aceitar de volta? Antonne você sabe o que fez, várias vezes. Eu notei todas e agora chega. Foi a última vez, Antonne. 

-Tudo bem Então, você sabe o que faz. É melhor só não se arrepender. 

   E desliga, ele desliga antes que eu o mande para o inferno. Meu Deus, meu dia acaba de ficar pior. "Não irei me arrepender Antonne, disso pode ter certeza" digo em voz alta sozinha para mim mesma. Pretendo odia-lo, não tinha percebido o quanto ele é um idiota sem noção. 

   Mas só tenho uma certeza. 

   Minha vida começa agora, e eu vou fazer o máximo para que ele note o quanto posso ser o que não sou. 



Notas Finais


Ai meu Deus, não me odeiem se isso foi horrível.
Desculpem-me :')


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