História Meu anjo peculiar - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 1.045
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Siiim, já tem outro capítulo em menos de cinco minutos!
É que Eu não tenho nada pra fazer da vida mesmo :')
Boa leituuuura!

Capítulo 2 - 2-Então, Noah?



   Acordo nessa quarta-feira cheia de energias negativas, primeiramente porquê acordei antes do despertador. Segundamente, a escola, as pessoas da escola e... o louro imbecil. Me remexo na cama esperando o despertador, ele ira tocar daqui 12 minutos. 

   -Ótimo! Doze minutos para pensar em inutilidades. 

   Digo a mim mesma, aliás, um fato sobre Milla Guillmer; eu sempre falo comigo mesma, sempre. 

   Penso em como será hoje na escola, o que farei para evitar perguntas sobre Antonne e claro, o Antonne. Penso também em como fingir estar tudo as mil maravilhas. 

   -Droga Milla, para! -quando termino de brigar comigo mesma, o despertador grita no meu ouvido. 

   Levanto, sem ânimo, me visto (sem ânimo), vou a cozinha beber um café. 

   -Bom dia minha princesa, dormiu bem? -mamãe pergunta, ela sim é uma pessoa positiva -Iiih, e esse rostinho? O que tem?

   -Desânimo. Mas não se preocupa. -levanto para encher minha progenitora de beijinhos -To indo pra aula, até mais tarde.

   -Até, minha filha. 

   Minha mãe é uma boa pessoa, chega a ser boa até demais, às vezes falo para ela parar de ser tão legal porque tem gente que não sabe dar valor nessa qualidade dela e que ela acaba fazendo papel de trouxa. Ela diz que é bobagem minha, mas uma hora vai perceber que estou certa. Mas também tem problemas sentimentais, me pede desculpa por eu não ter pai. Não foi culpa dela! Idiotas como meu pai faz pessoas como minha mãe se sentirem culpadas pelo caráter de merda que tem.

Ela não entende que meu pai foi embora porquê é um filho da mãe sem coração, ela acha que não era uma boa esposa. É uma pena não conseguir tirar esse pensamento dela, agora não se acha boa pra ninguém. Pra mim minha mãe é a melhor que tem.

   -Milla! Ei, Milla! -quem me grita é a Payper, a Payper! Agora ela corre até mim -Milla, olha não me leve a mal, eu não tenho nada a ver com o Antonne. 

   Devo acreditar? Não? Certo.

   -Vocês dois sempre arrumando desculpinha pra tudo. Ta tudo bem Payper, não guardo rancor. 

   -Mas eu falo sério, não tenho nada a ver com aquele garoto.

   Ela parece nervosa.

   -Ta! Não precisa me explicar mais nada agora, ja acabou Payper! 

   Agora eu passo por ela e ando rápido até a frente do Colégio, isso pareceu uma novela mexicana. Mas aquele comportamento da Payper... que estranho. Pareceu nervosa demais, meio me obrigando a acreditar nela, como se ela necessitasse disso. Ah, vou relevar. Não vou me fazer de trouxa nem deixar alguém fazer isso por mim. 

   A aula tinha começado, não vi Antonne ainda. Nem um sinal dele, e isso é ótimo. Tento prestar atenção na aula, não dá. Tem alguém me olhando, alguém que eu não tinha percebido a presença até agora, parece que se matriculou agora. Deve ser, eu teria o notado antes, com toda minha certeza. É o tipo de garoto intenso, só de olhar para ele eu sinto algo estranho, uma vontade estranha, e agora ele está encarando, me deixando sem graça e sem reação. Devo encarar também? Isso seria ousado. 

   Sim, encare. 

   Agora também coloco meus olhos nele. 

   "Nossa, você veio da onde meu anjo?"

   Já penso, ele realmente é um anjo. Tem mais alguém o vendo? Me digam por favor, esse ser não é humano. O cabelo negro tão brilhante, sua pele branca parece de porcelana, os cílios longos da mesma cor dos cabelos, sua boca é tão vermelhinha que começo a achar que ele passa batom, mas tem algo de diferente... a cor de seus olhos, nunca tinha visto algo assim, o esquerdo é de um verde claro e o direito, o olho direito é azul, azul escuro e mais intenso que o próprio garoto. 

   "Que doença ele tem?"

   Penso, meio errado. Não precisa ser uma doença, na verdade não faço idéia do que seja. A única coisa que sei, é que é diferente e lindo, peculiar, mas tão bonitos para mim, eu gosto.

   Acho que minha expressão fica estranha, por quê o anjo peculiar (vou chama-lo assim até saber seu nome) parou de olhar para mim e olha o livro a sua frente. Estou muito curiosa, quero o ver de perto.

   -Benny, o garoto ali atrás, é, no canto. Ele chegou agora? 

   Pergunto pra garota da frente.

   -Não mesmo, esse aí é só calado mesmo. 

   Então ele está na minha classe à um tempinho? Como não tinha o percebido antes? Bom, pelo menos eu sei que não sou só eu que o vejo.

   -E Benny, por acaso você... hm, você sabe o nome dele?

   -É Noah, Noah Coole. Você se interessou Milla? 

   -O quê? Não! -digo rápido, como se fosse uma pergunta muito vergonhosa -Quer dizer... ele não é feio. -Ah Milla, vamos. Não é nada difícil se interessar nesse carinha. Ele tem um charme especial, não acha?

Um charme especial. Ele é lindo.

-Ah Benny, eu concordo, concordo com você. -digo quase esquecendo da ruiva e fixando novamente o olhar em Noah Coole, meu mais novo protagonista de fantasias.

Talvez eu até vá falar com ele, podemos ser bons amigos. Amigos podem flertar, não podem? Espero que sim. Quer dizer, não é que eu queira mesmo flertar com Noah, acabei de sair de um relacionamento de dois anos e três meses. Mas é que talvez, eu não consiga ignorar seus lábios tão aparentemente macios. Ah não! Não tenha esse pensamento ousado sobre mim! Eu sou somente alguém muito fraca com sentimentos, me apego tão rápido. Realmente um defeito meu, queria não ter essas coisas, não sentir sabe? Já me apeguei demais em monstrinhos humanos, e se eu pudesse, queria não ter conhecido nenhum deles.

O sinal para o intervalo acaba de tocar e eu olho para Noah, todos se levantam e vão saindo da classe. Alto, magro. Percebo. Seu cabelo parece tão macio, esse corte me lembra coreaninhos. Continua lindo e fica ainda mais quando agora passa por mim e sorri de lado, sem reação eu somente foco meu olhar. Será que isso é o começo de uma paixão? Será que estou precipitando as coisas? Só o vi hoje, mas me sinto tão atraída. Eu o quero e sinto que devo tomar isso como um desafio. Eu sempre cumpro desafios.

Olá, Noah Coole. 

   


Notas Finais


Não sei se isso ta bom, Mas se já chegou até aqui já é uma expectativa pra mim rsrs
Não me xinguem :)


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