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História Meu anjo sem asas(BTS-Kim Taehyung) - Capítulo 6


Escrita por:


Notas do Autor


Olá, meus anjinhos caídos! Trouxe mais um pouquinho de May e Tae para vocês!
Bom, vou tentar postar com mais frequência. Talvez, saia mais um capítulo hoje, okay? Estou empenhada em trazer mais conteúdo para vocês, pois estamos em tempos difíceis, e acho que tirar vocês de uma realidade tão absurda como a que estamos vivendo hoje é a melhor coisa que posso oferecer à vocês, meu leitores. Espero poder ajudar nisso.
À todos que estão preocupados e nervosos com essa pandemia, peço, por favor, que mantenham a calma. Entrar em parafuso não resolve nada. Cuidem-se e fiquem seguros.

Boa leitura!

Capítulo 6 - Onde está você?


Fanfic / Fanfiction Meu anjo sem asas(BTS-Kim Taehyung) - Capítulo 6 - Onde está você?

Sabe quando as coisas parecem horríveis? Pois bem...elas são. Na verdade, são bem piores quando nos damos conta de que não somos mais crianças e que ninguém vai nos ajudar. Temos que andar com as próprias pernas, enxugar as próprias lágrimas, fazer os próprios curativos.


― Tae? ― disse, surpresa e um bocado desorientada . Eu esperava qualquer outra pessoa, menos ele. Afinal, Tae estava com raiva de mim.

― Oi. ― respondeu friamente. Ele nunca tinha falado comigo daquele jeito. Era notório o seu desgostoso em me ver. Desviei o olhar, dando-lhe espaço para entrar. ― Seokjin está? Preciso falar com ele ― disse sem rodeios. Seu olhar não expressava nem um mínimo resquício de tristeza. Estava com a postura enrijecida, ereta. Fiquei tão confusa e desconcertada que demorei alguns segundos para responder.


–Bom, ele viajou... Só chega amanhã. ― disse sem encará-lo, estava envergonhada demais.


― Já que ele não está, não tenho mais nada para fazer aqui. Volto outra hora― a frieza com que aquelas palavras eram proferidas foram como facadas no peito. Como assim não tinha nada o que fazer aqui? Mordi o lábio inferior, tentando evitar a vontade de chorar.


― Tae... ― disse em tom quase inaudível ao segurar seu pulso para que ele me olhasse, e assim ele o fez. Encarou-me com frieza e indiferença ― Não acha que precisamos conversar? ― indaguei sugestiva, fazendo-o vir lentamente à mim, de modo que sua respiração tocasse suavemente meu cabelo.


― Você acha que temos? ― disse com um tom mais grave na voz, me fazendo quebrar o contato visual.


―Sim, acho ― disse baixo, voltando a encará-lo.


                                          (Tae On)


Por Deus! Eu estava sendo um completo idiota. Mas precisava saber o que ela queria de verdade. "Droga,May! Pare de me olhar desse jeito". Era quase impossível não ceder àquele olhar tão doce e triste. Bufei irritado comigo mesmo e fui sentar-me no sofá, frente à ela.


― O que quer falar? ― perguntei seco, insensível.


— Tae, eu... — seus olhos se moviam nervosos e rápido ― Queria esclarecer as coisas... Naquele dia eu estava com medo...


― Medo?! ― questionei, indignado. Eu queria entendê-la, mas ter medo de mim? Era absurdo ― Do que você tem medo? ― disse e soou mais como uma exigência do que uma pergunta.


― Medo de te amar, mas isso foi...


―De me amar?! May, ouça a estupidez que você acabou de falar. Pensei que pudesse ser qualquer outra coisa, mas isto?! Nunca tive medo de mostrar que sempre te amei, e sabe por quê? ― a encarei com os olhos estreitos ― Porque eu confiava em você...Eu confiava em você! E agora você vem com isso?! ― soltei uma risada sarcástica ― Eu sou mesmo um idiota!


                                         (May On)


  O modo como ele falava, se movia de um lado para o outro com as mãos na cabeça estava me assustando.


― Não, Tae. Você não entendeu ― disse com as mãos estendidas em rendição ― Não é medo de te amar, porque eu sempre te amei... Mas ainda é complicado. Poxa! Somos amigos desde crianças. Eu sempre te vi como tal, mas...


― Não... Chega! Eu não aceito ter que ouvir isso― disse estático, então pude notar seus olhos brilharem de lágrimas ― Droga, May! Não quero ser apenas uma amigo. O que sinto por você é muito mais forte ― uma lágrimas rolou, depois outra e mais outras. Foram poucas as vezes que o vi chorar, mas cada uma delas me doía como se fosse a primeira.


― Tae...Tae ― chamei com a voz embargada pelo choro. Ele não estava escutando, pois sequer parava de andar de um lado para o outro ― Kim Taehyung, para! Você não me ouve! ― esbravejei com raiva, tendo a atenção dele, afinal.
                                            (Tae On)
 

  Não conseguia acreditar. Eu estava chorando feito uma criança. Estava furioso por ter que me "controlar". Queria que ela compreendesse! Eu a amava! Amava mais que tudo.


―Não, May! Não quero saber o quê já sei. Não importa o que diga... Não consigo aceitar que você tenha medo de mim! ― disse exasperado quando agarrei seus braços.


― Você não está me ouvindo! Você nunca me ouve! ― seus soluços se intensificaram. Ela encostou a cabeça no meu peito e pôs-se a chorar copiosamente, ao passo que  eu tentava cessar as minhas lágrimas. Aos poucos fui afrouxando minhas mãos de seus pulsos para abraçá-la.


―Você está me torturando, May. Decida o que você quer, por favor. ― disse arrastado. Sentia o peito pesado.


― Eu te amo, Tae ― disse num fio de voz, olhando-me com aqueles lumes brilhantes ― Não duvide disso. Não aceito que você me julgue por conta disso, porque eu te amo sim. Amo muito! ― aquelas palavras tocaram um lugar no meu coração que eu jamais imaginei que existisse. Era um sentimento novo e um sensação confusa, sobretudo era algo esplêndido, maravilhoso.


 Sem antes pedir, juntei meus lábios aos dela, dando início a um beijo intenso Sem dúvida eram os mesmos, tão macios e quentes, lábios que beijara antes, porém molhados pelas lágrimas.


 Não quis sair daquele momento, queira que o tempo, o mundo parasse, contudo meus pulmões necessitavam de ar. Desfiz o beijo vagarosamente, mantendo minha testa colada a sua. Encarei seus olhos que permaneciam fechados, enquanto lágrimas finas rolavam pelo seu rosto rosado. Senti o peito ser estraçalhado, esmagado.


                                          (May On)


Era ali que eu deveria estar, eu tinha certeza. Meu coração, minha mente, meu “eu” sabia disso.
― Desculpa...não dá. Isso dói em mim ― abri os olhos assustada quando ele, repentinamente, se afastou.
― Tae? ― tentei me aproximar, porém ele recuou.


― Não dá ― saiu porta a fora sem dizer mais nada. Fiquei atordoada e nada que surgia na minha cabeça servia como resposta para a saída dele.


"Mas eu te amo..."



  Acordei completamente desnorteada e me assustei ao ouvir o meu celular tocar. Tateei cegamente o lado da cama, procurando o troço barulhento.


                                          (Ligação On)


M― Alô, Jin?


J― Oi, pequena! Que bom que retornou. Ligue três vezes e nada de você me atender.


M― Desculpa....Não consegui dormir cedo.


J― O que aconteceu? ― respirei fundo, sem vontade alguma de responder àquela pergunta ― May... você estava chorando?


M― Depois... Não é uma boa hora para isso. Tenho que me aprontar.


J― Está bem. Sabe que pode conversar comigo sempre que quiser...Amo você, meu amor.


M― Também amo você, irmão.

 

                                        (Ligação Off)


 Desligue o celular e o joguei na cama. Arrastei-me até o banheiro, onde tomei um bom banho quente. Vesti um jeans preto, uma camisa creme de mangas longas e gota alta, junto aos meus tênis sociais brancos; escovei os cabelos, e enquanto arrumava a bolsa fiquei me perguntando o quê Tae não queria ouvir. Por que você saiu daquele jeito?, pensei, sozinha.


  Desci à cozinha só para pegar um café forte, na tentativa de ficar acordado com aquele energético durante todo o dia.

 Cheguei à universidade com tanto desgosto e cansaço que fiz Lia me receber com uma careta, ao contrário de Yoongi que já sabia o motivo da minha "cara amarrada".


— Que cara é essa, May? Não pode estar assim logo pela manhã! — disse,  falsamente irritada.


― Lia! ― o mais velho a advertiu antes de volver-se para mim com uma expressão gentil e preocupada ― Você está péssima. O que houve? ― engoli em seco. Lá vamos nós de novo, pensei.


― Taehyung ― respondi, exausta daquilo.


― Por falar nele... Cadê o meu irmão? ― franzi o cenho, desentendida.


― Não faço ideia...Por quê? ― percebi ela ficar inquieta.


― Ele não passou a noite com você? ― neguei com a cabeça ― Aaah Deus...Tae não apareceu em casa. Perguntei para alguns amigos dele onde provavelmente ele poderia estar...Nenhum deles sabe do Tae. Você era a minha maior esperança, May. Já liguei, mas ele não me atente! ― demorei alguns segundos para associar as coisas. Foi aí que entrei, internamente, em desespero. Senti o coração bater errado. Fiquei em estado de choque.


― May...? May?! ― senti ser sacudida pelos ombros. Encarei o mais velho que parecia estar tão preocupados e nervoso quanto eu.


― Eu preciso procurá-lo ― levantei da carteira, fazendo-a ranger e chamar a atenção de todos, inclusive da professora.


― Srat. Mayleeng, sente-se por favor — pediu com indiferença.


― Professora, eu tenho que...


— Srat. Mayleeng, sente-se e faça silêncio, por favor! — senti a mãozinha de Lia puxar meu braço, a encarei e ela estava preocupada, bem mais do que eu imaginava, certamente. Voltei para meu lugar, mas com toda certeza minha mente e meu coração estavam tão longe que sequer percebi as horas passarem.

Ao sair da sala bati de frente com outra pessoa.


— Yah! Aonde vai com tanta pressa, criança? — reconheci a voz doce e calma de Jimin que sempre andava com aquele sorriso no rosto, deixando no lugar de seus olhos duas linhas horizontais.


— Aah desculpa, Jimin .Não te vi — respondi, nervosa.


— Tudo bem... Mas tenha calma. Sua casa não vai sair correndo — falou com um tom humorístico.


— Está bem — respondi, torcendo a alça da bolsa. Ele me deu um sorriso em resposta e seguiu um caminho contrário ao meu. Por um segundo me perguntei porquê ele estava na alí, porém dei de ombros. Havia coisas bem mais relevantes naquele momento à se pensar.


 No momento em que pus os pés na rua, comecei a correr o mais rápido que podia para chegar em casa. Acabei por notar que algumas pessoas, que seguiam um curso diferente do meu, olhavam-me com uma expressão estranha, como se eu estivesse passando por louca ou estivesse fugindo da polícia. Na verdade, eu não estava ligando nem um pouco para o olhares alheios sobre mim, estava nervosa demais para dar importância àquilo.


 Cheguei em casa já sem fôlego e agradeci aos céus por Jin estar em lá. Subi as escadas correndo, até o quarto do mais velho.


— Jin! Jin! — gritei, irrompendo  pela porta — Kim Seokjin!


— May, calma. O que foi? — perguntou, assustado pela forma abrupta que entrei no cômodo. Respirei fundo ,tentando conter a enorme vontade de chorar.


— O Taehyung sumiu! — exclamei em pura aflição.


— Como assim? Explique isso direito — disse, me puxando para sentar ao seu lado, na cama.


— Ontem ele veio aqui para falar com você. Quando viu que você não estava, quis ir embora, mas eu pedi que ele ficasse para conversarmos — descarreguei as palavras rapidamente — Eu pensei que estávamos resolvendo as coisas... Mas do nada ele foi embora — disse vagamente — Lia, Suga e eu já ligamos para várias pessoas, para o caso de terem visto ele. Já tentamos contato com o próprio, mas só chama! Ele sumiu, não dá notícia e não apareceu até agora! — levantei da cama, nervosa. Comecei a andar de uma lado para o outro.


                                               (Seokjin On)


  Fiquei atordoado com aquilo. Enquanto tentava digerir o que ela havia dito, me dei conta de que a mais nova estava puxando os cabelos da nuca com muita força.


–May, para... Mayleeng, para com isso agora! — ele sequer parecia estar ali. A impressão era de que a alma tinha deixado o corpo dela-Já chega!-disse, furioso, segurando seus pulsos na altura do rosto. Eu entendia seu nervosismo, mas se machucar a esse ponto? Por um momento senti raiva da irresponsabilidade do Taehyung — Você enlouqueceu?! — indaguei-a com o tom de voz alterado. Olhei fixamente para seus lumes, que marejaram.

Instantaneamente meu coração apertou e senti-me mal por estar gritando com ela e, talvez, machucando-a.


— Jin... Eu amo aquele idiota. Se algo acontecer à ele... Não irei me perdoar — mesmo aquilo sendo um pouco inusitado para mim, eu já esperava por aquilo.

 Não era novidade, nem surpresa que existia algo entre os dois. Era tão notório o laço que ambos tinham desde que eram crianças. E isso foi motivo de ciúmes da minha parte, o que gerou algumas brigas. Mediante a situação, senti-me perdido. May estava desesperada, e vê-la chorar me partiu o coração. Taehyung, provavelmente, saíra para esfriar a cabeça e não lembrara de noticiar à irmã. Eu, de fato, gostava muito do Tae, éramos amigos, mas o amor que eu tinha pela minha irmã sobrepunha-se a isso. Se fosse necessário trancá-la no quarto para que ela não fosse sozinha atrás dele, e sabe-se lá o que poderia acontecer, eu o faria. Além de prometer aos nossos pais que eu cuidaria dela e a protegeria, eu a amava mais que tudo no mundo.


Levando em consideração que Tae estivesse sendo apenas irresponsável naquele momento, pensei bem no que fazer.


— Minha pequena, é provável que ele ainda esteja magoado e tenha saído para colocar as ideias no lugar. Taehyung é um homem, sabe se virar sozinho. É verdade que às vezes, nós homens temos a irresponsabilidade de não dar satisfação — disse calmo e pausadamente, tentando fazê-la entender — Não acho que você deveria ficar tão preocupada — expliquei enquanto acariciava suas costas.


— Mas...


— Não, May — respondi rápido e com firmeza — Mesmo que você esteja preocupada e nervosa, não deixarei você sair para procurá-lo. Sei que o ama, mas se expor ao perigo de sair sozinha a está hora? Isso é demais. Sei do que estou falando quando digo que ele está bem. Ele não é mais criança. May... Por mais que isso preocupe você, não permito que você saia — expliquei, tentando manter-me calmo pelo fato de estar com tanta raiva dos atos inconsequentes do Tae.


— Jin...


— May, eu já disse que não — reforcei minha palavra.


— Pelo menos me prometa que se até amanhã ele não aparecer, você vai me ajudar a procurá-lo — pediu com uma voz fininha e oscilante.


— Eu prometo — assenti ao pedido na mais nova. Se aquilo significasse que ela não se meteria em encrenca, já estava bom — Agora vá descansar. Foi um dia longo.


— Obrigada, irmão — sorri ao notar que ela estava menos nervosa.


— Eu te amo, pequena. Só quero seu bem — disse, colocando uma mecha de cabelo atrás de sua orelha.


— Eu sei... Também te amo. Boa noite — apertei meus braços envolta de seu corpo um pouco mais antes dela sair do quarto.


                                               (May On)


 Fui para meu quarto, tentando enfiar a ideia de que Tae estava bem e que eu estava sendo boba, na cabeça. Tomei um banho quente, vesti um pijama azul marinho e deitei repetindo dentro da minha cabeça que estava tudo bem.


O tempo parecia ter congelado, os minutos se tornaram horas. Mesmo que eu quisesse, não conseguia dormir.


— Ele está bem, May — falar comigo mesma era algo que eu considerava bastante útil, principalmente nos momentos de nervosismo — Mas...E se ele estiver mesmo precisando de ajuda? E se algo tiver acontecido...? Não dá! —levantei da cama de vez, corri até o closet, peguei uma calça jeans, azul claro, uma camisa preta de mangas longas e gola alta, um casaco marrom café, coturnos pretos e me vesti às pressas. Peguei um lanterna que eu sempre guardava para o caso de queda de energia.


 Era meia-noite e vinte quando sai de casa. As ruas estavam completamente vazias, frias e pouco iluminadas pelos postes que vez ou outra apareciam. Meus olhos, assim como meus ouvidos, mantinham-se bem alertas. Não poderia ser hipócrita e falar que não estava com medo. Afinal, já se passava do horário permitido para uma menor de idade.


 Comecei a pensar que aquela busca despreparada tinha sido em vão, quando, de repente, começou a chover.


— Ótimo. Só era o que faltava. Já estava difícil, e essa chuva agora. Que bela ajuda — bufei, irritada. Contudo continuei andando pelas ruas silenciosas e molhadas.


 Já estava andando há horas e realmente pensei que estava em uma busca inútil, quando uma risada bastante familiar ecoou perto dali.


— Tae? — chamei vagamente, sem enxergar muito bem por conta da pouco luminosidade e da chuva. Meu coração estava um pouco acelerado por conta do medo que aos poucos ia crescendo dentro de mim — Taehyung? — chamei novamente e o dito cujo saiu cambaleando de uma esquina e acabou caindo ali mesmo. Meus batimentos ecoavam na minha cabeça. Corri até ele, desorientada pelo desespero — Por Deus! Tae?! Taehyung, acorda!!! — pedi um tanto nervosa e recebi um resmungo manhoso como resposta. Com dificuldade ele abriu os olhos lentamente, e ao perceber que era eu, sorriu meio desajeitado.


— May?


“Por que você me assusta desse jeito, seu idiota?”


Notas Finais


Aqui está mais um pouquinho desta história tão antiga ( falo sério kkk) para vocês. Espero que tenham gostado desse capítulo. Bom, o que vocês acham que vai acontecer com a nossa mocinha delinquente depois de ter burlado uma lei para procurar o Tae? Huuuuuuummm... Lá vem problema!
Até o próximo capítulo, anjos!💜💋


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