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História Meu anjo sem asas(BTS-Kim Taehyung) - Capítulo 9


Escrita por:


Notas do Autor


Minha Deusa, meus neurônios vão queimar!!!!

Aproveitem mais um capítulo dessa história meio problemática. Amo vocês!

Boa leitura!

Capítulo 9 - Acabou, Taehyung. Chega!


Fanfic / Fanfiction Meu anjo sem asas(BTS-Kim Taehyung) - Capítulo 9 - Acabou, Taehyung. Chega!

Acordei cansada e com os olhos pesados por conta do choro da noite anterior. Mesmo chateada e magoada não podia ficar trancada no quarto a manhã inteira. Levantei preguiçosamente da cama e me arrastei até o banheiro.
Depois de um bom banho para despertar, vesti uma calça jeans clara, um moletom vermelho bordô de gola alta, calcei os meus coturnos pretos, penteado os cabelos, pus um pouco de perfume e deixei todo organizado para sair.


Desci as escadas de mármore sem pressa alguma, não estava com energia para nada naquela manhã.


— Pequena! Bom dia! — corri os olhos para a porta da cozinha, de onde Jin saia com sua maleta de trabalho em mãos.


— Oi, Jin — disse, cabisbaixa, ao descer o último degrau.


Como se estivesse fazendo uma avaliação, ele fixou os mirantes atentos a tudo, em mim.


— Meu anjo, não fique assim — disse ao me abraçar — Vocês dois vão se resolver logo, okay? — assenti e me esforcei para oferecer-lhe o meu melhor sorriso — É assim que gosto de te ver...Sorrindo-deu um beijo do topo da minha cabeça antes de sair do cômodo.


Respirei fundo, convencendo-me de que tudo ficaria bem, e me encaminhe à cozinha.


— Oi, Nona — cumprimentei a mais velha.


— Bom dia, querida. Já vou servir o seu café — disse sem tirar os olhos do líquido escuro que fervia no bule. Sem muita demora ela andou calmamente até mim coma a garrafa de café em mãos e, como de costume, serviu-me uma xícara do mesmo.


— Obrigada — disse sem tirar os olhos do líquido quente.


— May — levantei o olhar ao ouvi-la me chamar — Não gosto de ver essa carinha triste.... Coma. Vai ajudar a animá-la um pouco — seu jeito de falar era tão doce e gentil, que não pude deixar de agradecer e sorrir, mesmo que meu ânimo não fosse um dos melhores.

 

    Depois de terminar a refeição, me despedi da Nona e sai para a universidade. Já perto do local encontrei Lia e Yoongi.


— Oi, May — ambos cumprimentaram-me em uníssono.


— Oi — disse, simples. Eles trocaram olhares rápidos, já cientes da briga que Tae e eu tínhamos tido.


— May, vocês brigaram? — suspirei, já esperando aquela pergunta. Passei as mãos pelo cabelo. Não havia necessidade daquele questionamento, sendo que ela sabia que a resposta era um "sim".


— Hum — voltei-me para ela — Eu preciso pensar um pouco no que aconteceu — Suga assentiu, compreensivo.


— Está fazendo a coisa certa, May. Às vezes não é tão bom passar por cima das coisas. Isso fará bem aos dois — Yoon respondeu de uma forma que o deixava ainda mais sábio.


 Fomos os três para a sala. Adentramos a classe e logo em seguida o inspetor entrou, nos informando que a primeira aula seria vaga, pois o professor estava resolvendo problemas pessoais.


 Involuntariamente procurei Tae e o encontrei no final da sala, sozinho, olhando para o nada. Cogitei a ideia de ir falar com ele. No entanto hesitei ao ver Jade, a "popular" da universidade, passar as unhas bem feitas pintadas de vermelho, envolta dos ombros dele. Senti uma pontada de ciúmes, porém ignorei o ocorrido e me juntei a Lia e Suga nas bancas da frente. Por mais que eu quisesse me inteirar a conversa dos dois ali presentes, não conseguia prestar atenção, por estar tão preocupada e com a mente presa ao que acontecera.


— Pessoal, eu vou à... biblioteca — ambos assentiram e deram continuidade a conversa.


 Notei que Taehyung não estava na sala. May, só por um minuto não toque no nome dele, pensei, irritada comigo mesma. Dirigi-me até a biblioteca. Talvez uma leitura me dispersasse do que estava acontecendo a minha volta e dentro de mim.


 A ponta estava entreaberta. Com cautela adentrei o local. Era um lugar bem grande, e literatura ficava na última seção. Ao me aproximar da mesma, ouvi alguém arfar e pelo timbre de voz era uma garota. Achei estranho. Ao volver-me a seção que tanto queria, presenciei a cena que deslacrou o meu coração. Jade estava encostada em uma das prateleiras sendo agarrada por Taehyung. Ela estava com as mãos envoltas em seu pescoço. O mesmo, por sua vez, segurava a cintura dela, enquanto a beijava.


  Senti o chão se abrir sob os meus pés, o céu cair em minha costas de forma mais violenta possível. Um aperto doloroso envolveu o meu peito. Uma lágrima teimosa rolou. Tentei sufocar a dor que aquela cena estava me causando, tapando a boca com as mãos. Tentei sair dali despercebida, porém acabei esbarrando em uma prateleira, chamando a atenção deles.


 Jade carregava um sorriso vitorioso, já Taehyung encarava-me exasperado. Mantive meus olhos fixos nele, até perceber que ele estava se aproximando de mim. Recuei, incrédula. Eu não o deixaria me tocar nunca mais! Sai correndo, mesmo ouvindo seus chamados estridentes por mim.


                                          (Tae On)


 Aquilo doía tanto. Nunca quis machucá-la. Respirei fundo, tentando não chorar. Meu Deus, o que eu fiz?!, pensei, desesperado. Olhei para Jade com ódio. Se não fosse sua maldita ameaça, nada teria acontecido.


                                       (Flashback On)


 Tinha acabado de tomar banho e estava me vestindo, cheio de energia. May e eu estávamos completando um ano de namoro. Eu estava extremamente feliz. Cada momento com ela era importante e aquela data era muito especial.


Desci para tomar café da manhã, quando ouvi a campainha tocar. De um jeito "elétrico" fui atender a mesma.


— Jade? O que está fazendo aqui? — disse, espantado.


—Não vai me convidar para entrar, docinho? — a encarei com a cara fechada. Não queria aquela garota na minha casa.


— Você não é bem-vinda aqui. O que quer? — ela me encarou séria, revirando os olhos com raiva e me empurrou para dentro, entrando contra a minha vontade — Diga logo o que você quer, Jade — ditei, impaciente.


— Okay. Não irei enrolar — disse dando uma olhada ao redor — Quero você longe da May. Você Vai terminar com ela-disse, simplista, como se aquilo fosse algo normal.


  Demorei um pouco para compreender e como aquilo era loucura, absurdo, a encarei com cara de quem não estava acreditando no que ouvia.


— Você quer o quê? — perguntei, incrédulo.


— Você me ouviu bem. Quero que fique longe da May — disse como se fosse normal pedir aquilo. O que deu nessa garota? Por Deus!, pensei.


— Você é louca. Não vou me separar da May — retruquei ainda atordoado com tamanho idiotice. Ela, no entanto, riu e volveu-se para mim com um sorriso diabólico no rosto.


— Aah você vai, sim — disse, autoritária e cheia de si.


— E por que eu faria isso, Jade? — perguntei com um tom desafiador.


— Taehyung, você não me conhece. Não vai quero me enfrentar — disse, cética.


— O quê? O que você faria à mim? — perguntei arqueando uma sobrancelha. Perguntei-me até onde ela iria com aquela loucura.


— Com você? Nada, querido. Nada aconteceria com você — disse, passando as mãos pelos meus braços. Mas, sim, à sua querida Mayleeng — franzi o cenho, sem saber o rumo daquela conversa.


— O que quer dizer com isso? — perguntei, hesitante.


— Tae, eu tenho contatos que me devem favores e... acabar coma a vida da sua princesinha é algo bem fácil para mim, caso você não me obedeça — disse, sentido que havia me ganhado.


— Você não seria capaz — disse, começando a me assustar. Eu sabia que Jade só tinha cara de boa gente, mas não se devia brincar com aquela garota.


— Aah sou sim, querido. Sou capaz de qualquer coisa para ter o que quero. E, por exemplo, eu quero você. Porém não posso tê-lo enquanto estiver com a Kim — disse de modo teatral.


— Eu não vou fazer isso. E mesmo que fizesse eu jamais seria seu — respondi, estático com a mente doentia daquela garota.


— Você que sabe. É uma pena ter que sujar as mãos de...


— Não! Você não vai encostar um dedo nela! — esbravejei, irado e assustado — Eu faço o que você quiser, mas não vai machucá-la — disse, aceitando aquela derrota. Eu estava de mãos atadas. A vida da May era minha prioridade. Eu a protegeria, mesmo que para isso eu tivesse que partir seu coração.


— Muito bem, amorzinho — disse com doçura. Se eu não soubesse de quem se tratava, poderia acreditar que era uma garota inocente.


— Odeio você —disse com os punhos cerrados quando ela saiu.


 Sentei no sofá, sentido a raiva correr pelo meu sangue. Não dava para acreditar. Com o coração a mil, deixei as lágrimas carregadas de dor, molharem o meu rosto.


–Meu amor, me perdoe. Eu amo você. Farei o que for preciso para protegê-la. Eu prometo.

                                          (Flashback Off/ May On)


 Eu estava tão nervosa que pude ouvir as batidas do meu coração ecoando dentro da minha cabeça. Corri sem rumo, sem saber o que pensar ou que fazer.
Já no terceiro andar, entrei na sala que sempre ficava vazia. Batia a porta com certa brutalidade.


Tomada pelo cansaço, deixei as costas deslizarem pela parede indo de encontro ao chão frio. Fiquei alí sentada, abraçada aos joelhos, deixando as lágrimas quentes e pesadas rolarem.  A dor que se instalara em meu peito, tirou-me o ar. Um nó crescia gradativamente em minha garganta. Meu coração não conseguia aceitar o que meus olhos haviam presenciado. Como ele pôde?, pensei.
Senti-me fria, minhas mãos suavam, minha respiração, de fato, estava cortada. Comecei a ofegar, nervosa.


 Andei aos tropeços até a sacada em busca de ar. Ao abrir as portas de vidro, senti uma brisa fresca e gélida bater contra o meu rosto molhado. Caminhei até o parapeito, debruçando-me sobre o mesmo e deixei meu olhar cair sobre o gramado que se estendia a metros de onde eu estava. O céu estava nublado, mas me trazia um sentimento de acolhimento. Era o cenário ideal para aquele tipo de situação. Que coisa mais clichê, pensei, revirando os olhos.


 Estava perdida no emaranhado da minha mente quando ouvi a porta ser aberta, fazendo-me voltar o rosto para o interior da sala. Enxuguei os olhos e as bochechas com o dorso das mãos e estreitei os lumes irritados pelo choro excessivo para enxergar melhor.


— Taehyung? — chamei-o, estática, ao vê-lo ali, caminhando lentamente até mim — Não! Fique longe de mim! — esbravejei, me sentindo encurralada pela presença dele e pelo meu nervosismo.


— May, eu não queria... — disse com os olhos melancólicos, enquanto as palavras implícitas ficaram pairando entre ele e eu.


— Taehyung, eu... eu não entendo — disse num fio de voz, enquanto lágrimas finas e tênues pendiam dos meus cílios e rolavam silenciosamente — Você mudou do nada. Eu só pedi um tempo para pensar. Eu achei... — suspirei alto, tentando dizer as palavras com clareza, sem gaguejar — Eu achei que o conhecia — levantei o olhar para ele — O que eu deixei de fazer para que você simplesmente me descartasse dessa forma? Eu te dei tudo de mim, Tae. Agora, me diz por quê, por favor — naquele momento me senti tão humilhada, pisada e machucada. Doía como nunca havia doído antes.


— May, eu não quis fazer aquilo. Eu...


— Não minta pra mim! Eu vi! — vociferei, furiosa. Reuni todas as minhas forças e caminhei depressa em direção a porta, todavia senti sua mão segurar meu pulso. Fiquei ali, parada, sentindo o desgosto que aquele toque, que por tanto tempo era tão bom, me causar tanta mágoa.


— May, por favor, acredite em mim. Eu não queria aquilo! Você sabe que eu não queria! — sua voz saiu embargada pelo choro. Como você é capaz de chorar depois do que fez?, pensei, irada. Ele estava mentindo descaradamente, e aquilo foi o cúmulo para mim. Volvi-me à ele devagar, encontrando seu olhar de desespero, respirei fundo, decidida. Por mais que eu soubesse a dor que me causaria, estava decidida. O encarei com firmeza. Nenhum de nós ousava desviar o olhar e como estava corroendo o meu peito aquela situação.


— Acabou, Taehyung! Eu passaria por cima de muita coisa, mas isso foi demais. Chega. Acabou. — sua expressão ficou aterrorizada. Aquilo o surpreendera.


— Não, não, não! May, você não pode me deixar! — disse, suplicante, apertando sua mão envolta do meu pulso — Eu amo você! — fiquei em choque, duvidando se realmente tinha ouvido aquilo.


— De todas as mentiras que você me contou... essa foi a que mais me machucou — disse, olhando-o fixamente e seu olhar vacilou, perdeu o foco. Aos pouco senti sua força se desfazendo envolta do meu pulso. Sai dali correndo. Não conseguiria passar nem mais um minuto perto dele.


 Estava feito. Tudo havia acabado. Ele e eu já não existia mais. Toda uma história perdida. Senti-me uma idiota. Há um ano, eu pensava que uma amizade seria mais seguro para ambos, porém optei por dar ouvidos ao meu coração e escolhi viver um amor que eu jurei ser eterno. Doía muito pensar que não mais existia o "nós". Era cada uma seguindo o seu caminho a partir daquele momento. Eu o dei o melhor de mim. Eu me doei por inteira à você, seu idiota. Você me roubou de mim, pensei, machucada e com o coração deslacerado.


Não me importei com nada a minha volta. Simplesmente sai da universidade sem rumo certo, mesmo que voltar para casa fosse o melhor à se fazer.
Andava pelas ruas frias e silenciosas daquele bairro de Seul. A brisa gélida bagunçava os meus cabelos e os jogava para trás delicadamente. Ao avistar a silhueta de casa se formar mais a frente, senti tanta necessidade de estar em meu lar.


  Cheguei em casa um pouco turbulenta e bati a porta com brutalidade. Senti-me incapaz de respirar, mas capaz de destruir tudo que estivesse na minha frente. Debrucei-me, abraçada aos joelhos e pus-me a chorar copiosa e desesperadamente.


— May? — levantei lentamente a cabeça e tive a visão do meu irmão de pé, sem o blazer, com uma expressão um tanto assustada no rosto — O que houve? — aquela pergunta foi o cúmulo. Suspirei, levantei e subi as escadas correndo. Sequer fiz questão de respondê-lo. Eu estava mais atordoada do que podia imaginar.


 Adentrei meu quarto e com força, bati a porta. Comecei a andar de um lado para o outro, nervosa. De tanto pressionar os dentes contra o lábio inferior, o gosto metálico de sangue se espalhou pela minha boca. Passei as mãos pelo cabelo diversas vezes — mania adquirida do papai que sempre fazia isso quando estava irritado ou preocupado — como se o ato fosse tirar da minha cabeça todos os meus problemas.


 Quando as lágrimas ficaram mais tênues, enfim, corri os olhos pelo cômodo. Por todos os lados ele estava marcado. Fotografias, cartas, livros, pinturas, flores. Tudo! Eu sabia que precisava tirar tudo aquilo dali. Taehyung teria de sair da minha vida, mesmo que contragosto, e aquilo seria o começo.


 Procurei uma caixa de madeira antiga que eu sempre tivera, desde criança, e comecei a juntar tudo dentro da mesma, até abrir uma gaveta do criado mudo. Era uma rosa azul. Minhas flores favoritas. Novamente memórias que continham ele me atormentaram. Cada item tocado era uma lembrança que me invadia.
Mesmo que eu quisesse, não conseguia evitar que novas lágrimas surgissem.
Lágrimas estas que estavam carregadas de desgosto e desespero. Comecei a ficar furiosa comigo, com ele, com tudo. Eu tinha ciência de que me desfazer das coisas que ali estavam era uma das piores partes.


Comecei a procurar o cadeado da caixa e ele não estava no meu quarto. Desci as escadas como um "furacão" e procurei nas gavetas da cozinha.


— May, o que está acontecendo? Fala comigo — ignorei o toque em meu ombro — Olha pra mim — continuei ignorando-o. Quando, finalmente, encontrei o bendito cadeado, levantei de supetão e quando tentei sair, fui barrada pelo meu irmão. O mais velho segurou o meu pulso, fazendo-me olhá-lo — May... — em uma análise detalhada, ele não tirou os olhos dos meus, preocupado. Desvencilhei meu braço rapidamente e corri para o quarto novamente — May!


— Me deixa em paz! — disse o vendo no começo da escada. Bati a porta, cheia de raiva. Corri para a cama onde estava a caixa aberta. Estava tão nervosa e tremia tanto que as várias tentativas de fechá-la eram errôneas. Ouvi a porta ser aberta, contudo ignorei, obstinada a fechar o droga daquela caixa.


— O que está fazendo? — perguntou ele, mas eu estava tão envolta em minha própria raiva que sequer virei a cabeça — May... May, para com isso! — disse autoritário e zangado, agarrando-me pelos ombros. Encolhi meu corpo na cama em meio aos soluços exasperados.


                                                (Jin On)


  Ao vê-la daquele jeito tão frágil e chorosa, larguei lentamente seus braços. Olhei para a caixa que estava a beira da cama. Abri-a com cuidado, olhando o interior da mesma. Estava repleta de cartas, fotos, flores, desenhos, pinturas, pelúcias e cada coisa era dela e do Tae.  Não precisei que ela me respondesse, aquilo me servia como resposta. A história dos dois tinha acabado e as lembranças dentro daquela caixa, era o modo como ela estava se "desligando" dele. Senti o peito apertado. Eu já havia sentido a mesma coisa. Sabia o quanto doía.


— Acabou... — disse a mais nova com a voz rouca e falha, enquanto fungava e enxugava as lágrimas inutilmente. Ela olhava a caixa com desgosto e tristeza. Eu sabia que estava doendo, muito mais do que em mim. Suspirei pesado. Peguei o cadeado que estava jogado sobre a cama e com cuidado, para que ela tivesse tempo de conciliar aquilo, tranquei a caixa.


 Voltei meu olhar à ela, que, por sua vez, estava estática como se aquilo ainda fosse uma ilusão, uma mentira.


— Você não está sozinha — seus olhos marejaram novamente e ela me abraçou com toda sua força — Eu estou aqui e não vou te abandonar — a apertei nos meus braços.


— Dói, Jin .Dói tanto — disse, num fio de voz.


—Eu sei, querida. Eu sei...



 


Notas Finais


Bom, acho que por hoje foi isso. Espero que estejam gostando.
PS: estou sentindo que vocês não estão muito animados com essa fic. Sei lá.... Parece que não consigo engajar vocês com a fic. Não pretendo parar de postar, mas parece que não está dando muito resultado.
Enfim, beijo e até o próximo capítulo!💜💋


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