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História Meu arrogante e irresistível padrasto - Capítulo 2


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Capítulo 2 - Prológo


Fanfic / Fanfiction Meu arrogante e irresistível padrasto - Capítulo 2 - Prológo

— Pai, tudo bem? —O questiono preocupada vendo-o pousar a mão sobre o peito com uma feição de dor.

Ele sorri fracamente e segura minha mão, levando até seu rosto, grudando seus lábios na palma da minha mão.

— Estou bem, minha querida. Não se preocupe com esse velhinho aqui. — Responde de forma divertida, mas como não se preocupar vendo seu pai piorar um pouco mais a cada dia que passava?

— O senhor é meu pai. Como eu não vou me preocupar? — Me agacho do lado da sua cadeira no escritório.

— Não precisa minha linda. Eu estou bem, eu garanto. — Ele insiste em tentar me passar a impressão de que estar tudo bem quando na verdade eu sei que não estava. — Você não tem que ir pra universidade?

— Tenho..., mas se o senhor quiser eu posso ficar aqui e cuidar de você hoje. — Falo vendo-o esboçar um sorriso cheio de ternura.

— Não precisa. Pode ir para sua aula tranquila. Ficará tudo bem comigo. — Garantiu beijando minha mão de novo.

— Tem certeza? — Insisto insegura, preocupada dele passar mal e o pior acontecer e eu não estar aqui. O pensamento faz meu peito apertar.

— Tenho meu amor. Vá tranquila.

Assenti e dei um beijo no seu rosto depois de levantar e caminhar até a porta. Mas antes que eu passe pela mesma, ouço ele me chamar:

— Fernanda...

Me viro encarando-o.

— Oi?

Ele sorriu e me deu aquele sorriso doce, acolhedor que sempre dava desde que me entendo por gente.

— Eu te amo minha filha... — Sua voz e ligeiramente trêmula.

Eu sorrio para mesmo.

— Eu também te amo pai.

É a última coisa que digo antes de sair da mansão com uma sensação estranha e uma sufocação no meu peito.

*

O motorista me deixou na frente da Columbia. Conforme eu ia atravessando o campus, algumas pessoas me cumprimentavam, a maioria era interesseira. Só se aproximavam de mim pelos meu status e por ser a namorada do garoto mais popular e gato de toda universidade, Justin Bieber. Justin e eu nos conhecemos bem aqui na Columbia. Eu falo que foi atração à primeira vista, porque eu gostei dele desde que meus olhos pousaram naqueles olhos castanhos, seus cabelos despojados loiro e aquela imensidão de tatuagens cobrindo os músculos dos seus braços.

— Bom dia, minha gata gostosa!

Falando no mesmo...

Justin me agarrou por trás e cheirou meu pescoço, depois mordeu minha carne sensível enviando faíscas pelas minhas terminações nervosas. Suspirei alto, me virando, e atacando seus lábios rosados e macios tão gostosos de beijar...

Submergi meus dedos no seu cabelo e movi no mesmo ritmo lento e dançante das nossas línguas. Senti sua ereção cutucar meu ventre e gemi quando ele afundou seus dedos na carne do meu bumbum sob o jeans da minha calça colada. Ele chupou minha língua e mordeu meu lábio me arrancando outro gemido que foi abafado pela sua boca apetitosa e exigente.

Interrompemos o beijo para buscar o ar ausente em nossos pulmões. A essa altura já tinha uma plateia de curiosos e invejosos nos encarando e cochichando. Mas nenhum dos dois ligava para o que as pessoas pensavam e falavam de nós.

— Bom dia... — Falei com minha boca encostado na dele, com os olhos abertos encarei sua íris escurecidas.

— Saudades... — falou deslizando as mãos pelo meu corpo enquanto eu arranhava a sua nuca com a ponta das unhas.

— Saudades? — eu rio e afasto mais meu rosto para fita-lo melhor. — Mas só ficamos o final de semana sem nos ver. — Falo lembrando que ele viajou com o pai para Los Angeles. O senhor Bieber teve uma reunião importante e insistiu para que o filho o acompanhasse.

— Pra mim pareceu que ficamos sem nos ver dois anos. — Reclamou fazendo bico.

— Que nenê... — Apertei suas bochechas com uma mão e beijei seu biquinho. — Você é um grude, isso sim.

— E você gosta. — Aproximou do meu ouvido e começou a sussurrar besteiras... — Estava com saudades de comer essa bucetinha gostosa.

— Hmm... Justin... — Suspirei seu nome e apertei minhas pernas tentando amenizar o formigamento no meio das minhas coxas.

Ele soltou uma risadinha sacana e tornou a apertar minhas nádegas. Respirei fundo e me separei dele antes que começássemos a dar um show na frente dos universitários.

— Justin... — Falo em um tom de alerta com minha respiração irregular. — Controla-se.

Ele solta o ar com força e, de supetão pega minha mão e sai me puxando pelo gramado. Quando vejo que estamos caminhando em direção a quadra eu já sei para onde estamos indo.

— Justin temos aula daqui a pouco sabia disso? — Falo enquanto andávamos para parte de trás da quadra a onde fica o porão.

— Nós matamos a primeira aula. — Ele abre a porta e entramos.

O local ficava algumas coisas velhas da universidade e praticamente ninguém entrava ali, por isso ninguém sabia que a fechadura estava quebrada. Justin e eu vínhamos vez ou outra quando nosso desejo não podia esperar para quando chegássemos na sua casa, ou em algum hotel.

— Justin, eu acho... — Tento argumentar sobre faltarmos ao primeiro tempo de aula, mas sou calada pela sua boca me beijando apaixonada e ávida.

Suas mãos desceram até a barra da minha regata branca e a tirou rapidamente do meu corpo. Sem deixar meus lábios, Justin soltou o fecho do meu sutiã e a peça preta rendada solta, desliza pelos meus braços, causando calafrios por onde deixa a pele nua, e para bem nos meus pés.

- Eu acho que você deve se acalmar - me encarou com um sorriso sacana no lábios vermelhos. Deslizou seu polegar sobre minha pele sensível e exigente, me fazendo o encarar em súplica, eu o queria.

Nossos lábios se uniram mais uma vez com mais intensidade e fome um do outro, seus dedos encontraram meus seios e brincavam com os bicos sensíveis, eu podia jurar que gozaria a qualquer momento só com esses toques preliminares.

Antes que me desse conta, Justin me pegou no colo, sem impedir nosso beijo apavorado, e me pôs acima de uma mesa, só então, deixou que seus lábios tocassem meu pescoço e colo, e finalmente, abocanhou meu seio esquerdo, brincando com sua língua quente enquanto sua mão trabalhava no outro.

- Puta merda... - suspirei jogando minha cabeça pra trás, senti uma de suas mãos apertarem minha coxa, céus eu o queria dentro de mim AGORA! O deslizar de seus dedos estavam indo na direção do centro do meu desejo, estava completamente a mercê dele.

Bem devagar, ele abriu e retirou minha calça junto com a sapatilha, foi puxando minha calcinha de lado depois de brincar com toda a extensão, passou seu indicador no meu clitóris.

- Justin, por favor - ele começou movimentos em circulares no meu ponto mais sensível - Droga, não para por favor - minha voz saía quase como um miado em meio aos gemidos constantes e incontroláveis. Senti que gozaria a qualquer momento, até perceber que ele mudou sua movimentação, e desceu para o meio de minhas pernas. Raios, não dava mais pra me conter, segurei em seus cabelos e então ele sorriu malicioso e disse:

- Você quer isso? - diminuiu o ritmo de seu dedo esperando minha resposta, eu sabia oque iria acontecer, mas ele realmente amava me ver implorando, e eu amava implorar por cada pedacinho dele.

-

- Por favor - suspirei. Ele mal esperou e abocanhou meu sexo molhado sem pudor. - Porra - gemi alto sem me importar se teria alguém nos espiando agora, seus movimentos eram tão ágeis, sua língua macia em meu clitóris como se chupasse a mais doce bala, senti seus dedos me adentrando num ritmo sincronizado com sua boca.

- Amor, eu vou... - antes de terminar ele se levantou e me beijou ferozmente, e num movimento brusco, me colocou de costas pra ele, e deitada na mesa, de forma que ele tivesse acesso total a minha parte traseira.

Tirou minha calcinha, jogando-a em algum canto do local. Senti um tapa forte ser desferido em minha bunda, queimando e me fazendo soltar um gemido mais alto que o devido, eu estava no ápice, eu precisava gozar pra ele. Foi então que seu membro me adentrou sem delicadeza, oque eu mais queria.

- Como você está quente! - gemeu e apertou minha bunda com força, a mesma que estocava seu pênis extremamente duro em mim - Olha oque você faz comigo, Fernanda! - deferiu outro tapa - Vamos, olhe pra mim! - Me virou na mesa, de forma que ficassemos frente a frente. Suas mãos pegaram em meus seios e apertaram, aquilo era tão excitante, suas investidas estavam me deixando tonta de prazer.

- Eu vou... Não pare por favor... - Era a única coisa que conseguia dizer naquele momento, foi a motivação perfeita pra que ele acelerasse. - Aaaah, Justin - senti meu rosto esquentar e meu ventre formigar, iria explodir ali a qualquer momento, encarando seus olhos brilhantes de excitação em me ver completamente sedenta aos seus desejos.

- Goza pra mim, amor - disse entre seus suspiros roucos. Suficiente.

- Puta merda... Aaaaah! - Senti meu corpo vibrando com um orgasmo intenso, logo ele me levantou pela cintura e me puxou para perto, senti ele gozar junto a mim, minhas pernas travaram em volta de seu quadril, pra que ele não saísse de dentro.

Nossos corpos estavam suados, perdi o momento em que ele tirou sua camisa, nossas peles estavam quentes e avermelhadas, respirações ofegantes e roucas, sendo compartilhados, estávamos nos encarando de testas coladas.

- Olha oque você faz comigo... - disse sem desgrudar seus olhos de minha boca.

- Olha oque VOCE faz comigo, Justin - o beijei intensamente, sem pensar em quanto tempo estávamos lá, ou quanto tempo demoraria pra acabar, estar ali com ele, era tudo oque me importava, conhecia meus caminhos como a própria palma da mão.


Notas Finais


Continua???

✳️O hot não foi feito por mim✳️


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