História Meu Bad Boy-Bughead - Capítulo 4


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Categorias Camila Mendes, Cole Sprouse, KJ Apa, Lili Reinhart, Madelaine Petsch, Riverdale
Personagens Alice Cooper, Archibald "Archie" Andrews, Cheryl Blossom, Elizabeth "Betty" Cooper, Forsythe Pendleton "Jughead" Jones III, Hal Cooper, Veronica "Ronnie" Lodge, Xerife Keller
Tags Amor, Casal, Menino Mau, Paixão, Riverdale, Romance
Visualizações 76
Palavras 2.180
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


-Você é um jogo e eu vou adorar dar o check-mate.

- Não se eu der antes - Sorrio maliciosa.

- E que comecem os jogos! "

''Tá mais do que na hora de dar play nessa história!''

Capítulo 4 - Capítulo 4


Fanfic / Fanfiction Meu Bad Boy-Bughead - Capítulo 4 - Capítulo 4

Jughead Jones

— Se você continuar encarando seu celular a cada cinco segundos, eu vou achar que você ficou realmente louco — a voz de Archie soou, seguida por uma almofada voando em minha direção e caindo aos meus pés.

— Vai treinar essa mira, babaca — eu respondi pegando a almofada do chão e a colocando em cima do sofá novamente.

Seus olhos me encararam com um brilho de perversidade e um dos cantos de sua boca se ergueram levemente. 

— Besteira, mas me diz, a Betty já te respondeu? 

Filho da puta. 

Eu juntei minhas sobrancelhas e cerrei um de meus punhos. Ele sabia como me acertar. Eu estava sem uma resposta até agora e só faltavam duas horas para a maldita festa começar.

Abri minha boca para falar algo que nenhuma criança poderia ouvir quando meu celular vibrou em minhas mãos. 

Desbloqueei a tela e deslizei até as notificações. 

Você tem uma nova mensagem de Betty. 

"Preciso estudar. Não estou com tempo para festas. Desculpe, semana de provas :)" 

De jeito nenhum.

— Que cara é essa? Não me diga que o anjo te deu um fora. 

— Vai se foder,Archie Andrews.

Eu estava mal humorado e sem paciência, se Archie estivesse fazendo mais piadas sobre meu primeiro fora de uma garota, eu iria esquecer que éramos amigos e acertar um soco em seu nariz.

Dei um longo gole em minha cerveja enquanto eu pensava. Uma ideia iluminou meu cérebro como uma luz na escuridão e eu senti o sorriso torto se espalhar lentamente por meus lábios. 

— Ah, não. Não sorria desse jeito, eu estou começando a ficar assustado.Na última vez que você sorriu assim, foi quando teve a ideia de fingir ser amigo do irmão de Cheryl Blossom, apenas para fodê-la enquanto ele ia ao banheiro.

Eu o ignorei. 

O que você acha de estudarmos juntos? Tenho certeza de que compartilhamos alguma classe.

Na verdade eu nunca tinha a notado antes. E eu me arrependia profundamente por isso, então se nós realmente tivéssemos alguma aula juntos, Archie poderia chupar meu pau, porque eu era um filho da mãe sortudo.

— Estou com fome. Você tem algo aqui? — a voz de Archie soou da cozinha. — Cara, o que você come? — ele perguntou enquanto revirava os armários, fazendo ruídos. 

— Pede uma pizza. O número está sobre a geladeira. 

Bati meu pé freneticamente contra o carpete de madeira. 

Meu celular vibrou novamente.

Nós fazemos cálculo juntos, mas não acho que seja uma boa ideia, já está ficando tarde. 

Deslizei meus dedos com agilidade sobre o teclado.

Besteira, amor. Sou horrível em cálculo, não me deixe cair nesta matéria.

O que era apenas uma grande mentira de merda. Eu era ótimo com números, eu me dava bem em cálculo e gabaritava em todas as provas. Nunca foi grande coisa para mim. 

 — Inferno, que demora para atender. — Archie murmura impaciente, com o celular apoiado contra a orelha. — Alô, eu que uma pizza de... 

Parei de prestar atenção no que Archie dizia e me voltei para meu celular.

Tudo bem. Não sou tão boa nisso então acho que iremos cair juntos. Me encontre na biblioteca perto do campus daqui à trinta minutos. 

Me levantei do sofá e passei a mão na minha camiseta amassada, numa tentativa falha de deixá-la lisa novamente. 

Archie estava assistindo um programa na TV, jogado sobre a poltrona.

— Parece que alguém conseguiu — ele disse, sem tirar os olhos da tela à sua frente. Eu coloquei meu gorro sobre meus cabelos desgrenhados e passei por ele.

— Mantenha a porta fechada se for sair — eu disse puxando a maçaneta de minha porta e indo até o térreo para encontrar meu camaro azul 1974

...

Empurrei a porta da biblioteca, olhei ao meu redor e lá estava o anjo. Em toda sua pureza e auréola. Ela estava sentada em uma mesa mais afastada de todas as outras. 

Ela usava uma regata branca, jeans escuras e seus pés estavam em uggs. Sua atenção estava totalmente em um livro de estudo. 

Ela só levantou seu olhar para mim quando desabei em uma cadeira à sua frente.

— Oi... — ela disse, me fitando com seus olhos, eu podia ver a hesitação através de suas íris. Ela deslizou seus dentes em seu lábio inferior distraidamente. 

Ela iria me enlouquecer. 

Me segurei para não jogar os livros que estavam sobre a mesa e me inclinar para beijá-la. 

— Eu não vi você chegar — ela continuou, se remexendo em sua cadeira parecendo desconfortável por eu estar encarando sua boca magnífica descaradamente.

— Eu sei, anjo. Senti um pouco de ciúmes desse livro que prendeu sua atenção. — Eu sorri torto e puxei o livro para mim. 

Observei a página em que o livro estava aberto ''Calculo''.

— Na verdade eu estava tentando entender essas coisas. — Ela aponta para várias frações e números. 

— Vamos trabalhar nisso.

Pelos próximos momentos, eu expliquei tudo que estaria caindo na próxima prova, ela parecia demonstrar interesse em cada palavra que saía de minha boca. 

Às vezes ela ficava curiosa sobre algo, e eu repetia tudo que já havia dito com toda a paciência que nunca tive. Eu nunca fui bom em ensinar, nunca tive paciência, mas para Betty ela apenas havia surgido de algum lugar.

Eu gostava de como ela franzia levemente as sobrancelhas e mordia o canto de seus lábios quando estava concentrada.

— Eu não entendo... — ela falou, me analisando atentamente. Os olhos eram pura surpresa. 

— O quê? 

Alonguei meu braço em frente ao meu peito. Ficar sentado nessas últimas horas havia me deixado com as pernas adormecidas.

— Você... — ela começou a falar mas seus olhos caíram para meus braços descobertos e tatuados. Então ela balançou a cabeça como se quisesse limpá-la e depois ergueu seu olhar para encontrar o meu e seu rosto ficou num tom vermelho brilhante. 

— Não tem problema em olhar, linda. — Eu me debrucei sobre a mesa, meu rosto a poucos centímetros de distância do seu. Eu podia sentir seu perfume.— Se você quiser nós podemos sair daqui e eu irei te mostrar tudo — completei com um sorriso torto. 

Ela arregalou os olhos. 

— Não é necessário. — Ela desviou o olhar de meu rosto. — Pensei que você fosse ruim em cálculo. 

— Se eu não tivesse dito aquilo você não iria aceitar sair comigo. — Eu puxei uma das mechas de seu longo cabelo em minha direção.

— As coisas que dizem sobre você não são exatamente legais. 

Ela não era de todo inocente. No mínimo já tinha ouvido rumores sobre mim pela faculdade e sabia que deveria manter uma distância segura. 

— Então, você sempre vem aqui? — Betty perguntou, ela parecia nervosa. 

Então eu comecei a rir feito um idiota.

Ela me encarou confusa. Seu rosto havia corado violentamente. 

— Isso pareceu uma cantada, anjo — eu expliquei, ainda sorrindo. 

Se possível, seu rosto havia ficado ainda mais vermelho. 

— Me desculpe, não era para ter soado como uma. 

— Não se desculpe, mas me diga sobre você. — Eu peguei sua mão que estava pousada sobre a mesa cautelosamente e entrelacei nossos dedos.

Observei a forma como ela tremeu com o contato. 

— Não há muito o que dizer sobre mim. Eu vivi em  Cleveland desde que eu nasci e agora eu e minha mãe nos mudamos para Riverdale no verão passado. Eu trabalho em uma lanchonete logo após as aulas e o que me resta de tempo eu passo lendo livros.ouvindo música ou estudando — ela disse dando de ombros e encarando nossas mãos juntas e eu apenas acenei a cabeça.

Eu meio que já esperava isso dela mas a imagem de ela ficar sozinha em algum canto lendo livros me incomodou bastante.

— Qual sua cor preferida, amor?

— Acho que azul. E a sua? 

— Boa escolha. No momento eu ando gostando muito de um amarelo quase platinado. — Eu enrolei seus cabelos ao redor de meu dedo indicador, sem quebrar o contato visual. 

— Eu tenho que ir. — Ela cortou nosso olhar, se levantando e guardando seus livros rapidamente. Eu quase soltei um palavrão.— Bem, obrigada por tudo. Eu realmente não sou boa com números. — Ela passou a alça de sua bolsa por um dos ombros. — Boa noite. — Sorriu sutilmente em minha direção. 

Eu entrei em seu caminho, a impedindo de partir. 

— Como você vai embora? 

— Vou caminhando. Já está escuro e não posso demorar. — Ela tentou passar por mim mas eu segurei seu braço delicadamente.

— De jeito nenhum, amor. Eu te levo. 

Passei meu braço ao redor de seus ombros e a forcei andar até a saída. O estacionamento estava completamente vazio, exceto por meu carro estacionado a poucos metros de distância. 

Abri a porta do passageiro. 

— Obrigada, isso realmente foi doce. — Ela deslizou para dentro e eu balancei a cabeça.

Se ela soubesse que a palavra doce a definia. 

Soltei um riso irônico. 

Entrei no carro e girei a chave, fazendo os faróis se acenderam no mesmo momento e o motor vibrar. 

Observei Betty colocar o cinto de segurança. Ela ergueu os olhos para mim e olhou para o painel, levemente confusa por ainda estarmos parados. 

— Nós podemos ir?

— Claro, estou esperando você me dizer seu endereço. A não ser que você queira ir para o meu apartamento. 

Um sorriso malicioso brincava em meus lábios. 

— Ah, sim. Me desculpe, mas preciso ir para casa. 

Ela me passou seu endereço e eu o coloquei em meu GPS.

Dei marcha ré no carro e comecei a dirigir de acordo com o que o meu celular me indicava.

  Abri meu porta-luvas e retirei meu iPod, o entregando nas mãos de Betty.

— Escolha uma música. 

Ela assentiu e eu voltei a prestar atenção no trânsito. Alguns segundos depois, o som de baterias encheu o espaço do carro.

Abaixei o som e pude ouvir ela cantarolando juntamente com o vocalista da banda que tocava em meu rádio. 

Sua voz era suave e completamente afinada. 

— Você canta bem. — Eu me virei para encará-la, surpreso. 

Ela sorriu em minha direção e eu quase bati o carro.

Esses sorrisos faziam coisas estranhas com meu estômago. Eu não estava gostando disso, mas eles poderiam facilmente iluminar a porra de uma cidade inteira.

Logo após alguns momentos, virei a rua de sua casa. 

— Chegamos na sua rua, anjo — eu anunciei, encarando as casas simples e pequenas. Mas todas tinham jardins bonitos e pareciam bem cuidadas. — Qual delas é a sua? — perguntei, enquanto ela retirava o cinto de segurança. 

— É aquela azul com as cercas brancas.

A casa ainda estava há alguns metros de distância, eu pisei no acelerador e estacionei exatamente em frente sua porta. Ela arrumou a alça de sua bolsa em seu ombro e se virou no banco para me encarar.

— Obrigada pela carona. E por me ensinar cálculo, eu realmente aprecio o que você fez por mim. E eu gostei de passar um tempo com você. — Ela desviou os olhos dos meus quando disse a última frase, ela abriu a porta do carro e eu segurei seu braço, a impedindo de sair

Estávamos perto. 

Muito perto. 

Apenas alguns centímetros de distância nos separavam. Seus olhos tomaram um misto de surpresa e choque, mas então eles caíram para meus lábios

Foda-se.

Fechei a distância entre nós e colei meus lábios nos dela, mudei minha mão até sua nuca e afundei meus dedos em seus cabelos que pareciam uma espécie de seda. 

Ela ficou tensa no início mas quando deslizei minha língua para dentro de sua boca ela pareceu derreter em meus braços e segurou em meus ombros. 

Nossas línguas eram urgentes. Completamente desesperadas.

Minha outra mão viajou até seu estômago, por baixo de sua blusa, meus dedos tocando em toda sua pele lisa e macia.

Esperei ela me impedir mas ela não o fez. 

Merda. 

Subi minha mão até encontrar o fecho de seu sutiã e o soltei.

Cobri um de seus seios com a palma de minha mão, arrastei meu polegar por cima de seu mamilo, fazendo movimentos lentos e circulares.Betty gemeu contra meus lábios e jogou sua cabeça para trás. 

— Eu quero mais disso — ela disse ofegante. Eu soltei um palavrão quando minha ereção explodiu através do zíper de minha calça jeans. 

Caralho.

— O que você quer, amor? — eu perguntei, deslizando minha língua sobre o lóbulo de sua orelha e o mordiscando. 

— Eu quero que você me toque. 

Eu não daria isso a ela. Não assim, não no banco de um carro, porra. Me afastei, tirando minhas mãos dela e me encostei no banco atrás de mim. 

— Eu fiz algo de errado? — ela perguntou com a testa franzida e eu balancei a cabeça. 

— Não, anjo. Você não fez nada de errado. Mas eu preciso que você coloque o seu sutiã novamente antes que eu não possa me conter mais. 

Ela o fechou novamente e me encarou, parecendo chateada. 

— Eu preciso ir.

Mas que porra.

Segurei o braço dela. 

— Não tem nada a ver com você. Você é doce demais pra mim e não posso ter algo com você dentro do carro. Então não ache que tem algo de errado com você. Você toda é perfeita. — Ela assentiu e desceu do carro. 

Esperei até que ela estivesse dentro de sua casa em segurança e dei a partida com o carro.

Eu estava tão fodido.


Notas Finais


pessoal, se for para criticarem a Betty por não entrar no padrão "difícil" peço que não comentem nada porque meninas também sentem desejo, meninas também podem dormir com quantos caras quiserem sem serem rotuladas como putas. se ela estiver afim e ele também, POR QUE NÃO?? só porque ela não tem um pênis? ah, fala sério.


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