História Meu Bad Boy-Bughead - Capítulo 6


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Categorias Camila Mendes, Cole Sprouse, KJ Apa, Lili Reinhart, Madelaine Petsch, Riverdale
Personagens Alice Cooper, Archibald "Archie" Andrews, Cheryl Blossom, Elizabeth "Betty" Cooper, Forsythe Pendleton "Jughead" Jones III, Hal Cooper, Veronica "Ronnie" Lodge, Xerife Keller
Tags Amor, Casal, Menino Mau, Paixão, Riverdale, Romance
Visualizações 59
Palavras 989
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


-Você é um jogo e eu vou adorar dar o check-mate.

- Não se eu der antes - Sorrio maliciosa.

- E que comecem os jogos! "

''Tá mais do que na hora de dar play nessa história!''

Capítulo 6 - Capitulo 6


Fanfic / Fanfiction Meu Bad Boy-Bughead - Capítulo 6 - Capitulo 6

Betty Cooper

 — Isso é tão entediante. — Jughead disse enquanto me observava a limpar uma mesa.

— Você deveria limpar já que está sentado apenas observando — eu respondi num tom de voz divertido enquanto esfregava uma mancha de suco de uva. 

Droga,essa coisa nunca saía.

— Isso parece ser divertido, vamos fazer isso. — Ele se levantou e veio em minha direção. 

— Você não precisa realmente fazer isso. Estou sendo paga pra cumprir estas ordens. 

Franzi as sobrancelhas mas ele tomou o pano de minhas mãos. 

— Eu quero fazer isso — ele disse, aplicando o produto de limpeza no pano e esfregando a mancha de suco que foi sumindo rapidamente.— Está vendo, amor. Eu tenho todo o jeito para isso. — Ele me deu uma piscadela e o sino da porta soou. 

Franzi a testa porque já havíamos parado de atender clientes e a placa na porta que dizia "fechado" indicava o mesmo. 

— Não façam nenhum movimento brusco — um homem familiar de aparentemente quarenta anos de idade vestido com roupas surradas e escuras disse assim que passou pela porta.

— Que porra é essa? — Jughead perguntou colocando o pano sobre a mesa e franzindo as sobrancelhas. 

— Obviamente um assalto — ele respondeu com um sorriso de lado enquanto retirava um revólver de sua cintura. 

Engoli em seco. 

— Por favor, não queremos que ninguém se machuque. O caixa fica logo ali — eu disse apontando para o mesmo e recuando dois passos para trás.

— Boa garota — ele disse se dirigindo até o caixa. — Vocês são namorados? — ele perguntou casualmente enquanto guardava algumas notas em uma pequena mochila. 

— Por que você quer saber? —Jughead respondeu seco e com os olhos vidrados no assaltante. 

— Porque ela... — Ele apontou para mim com a arma. — É bem bonita. — completou deixando sua mão erguida cair ao lado de seu corpo.

— Não aponte essa droga para ela, porra. —Jughead disse entre dentes e fechando os punhos. 

Arregalei os olhos. 

—Jughead, não reaja — eu sussurrei em seu ouvido desfazendo o punho em sua mão e entrelaçando seus dedos nos meus. 

Ele pareceu relaxar um pouco mas ainda assim lançava um olhar mortal para o homem atrás do caixa.

— Você é um jovenzinho bem corajoso— o homem disse soltando uma risada nasalada. — Mas tome cuidado, posso acabar perdendo a minha paciência — completou com um olhar sério em alerta.

Jughead puxou uma cadeira da mesa e desabou sobre ela bufando e batendo o pé freneticamente no chão.

— O que eu disse? — o homem perguntou gesticulando com a arma nas mãos. — Sem movimentos bruscos. — Ele falou pausadamente.

O celular de Jughead começou a vibrar sobre a mesa, atraindo a atenção do assaltante, ele andou até nós e o pegou. Depois ergueu uma das mãos em minha direção. 

— Celular, querida. 

Eu retirei meu celular de meu bolso e o entreguei em suas mãos. Ele piscou em minha direção antes de se virar e continuar andando de volta até o caixa.

— E lá se vão todas as minhas esperanças. — Jughead murmurou.

— Há uma alarme de emergência, mas ele só é ativado por um botão que, infelizmente, fica em baixo do balcão. 

— Ótimo, acho que posso fazer isso. 

Ele se levantou da cadeira, o homem estava de costas para nós, ele revirava algumas prateleiras, enquanto Jughead andava calmamente até o balcão. Eu não estava gostando nem um pouco disso.

As mãos de Jughead  começaram a tatear por baixo da borda e ele me lançou um olhar significativo por cima do ombro, eu apontei para a esquerda, o botão ficava exatamente em baixo do jarro de flores. 

Depois de pressionar o botão,Jughead  andou em passos largos e rápidos até mim e se sentou novamente sobre a cadeira no mesmo instante que o ladrão se virou para nós

Seus olhos percorreram toda a lanchonete até pararem sobre mim. 

Eu congelei porque o olhar dele não era muito amigável. 

— Você, venha até aqui.

— De jeito nenhum. —Jughead interferiu. 

O homem sorriu, e se aproximou lentamente. Eu recuei alguns passos para trás até que bati na borda da mesa.

No próximo momento, sua mão estava sobre meu braço e o cano de sua arma contra a lateral de minha cabeça.

— Cale-se ou ela morre — o assaltante disse a ele, deixando seu aperto em meu braço mais forte. 

— Não machuque ela. —Jughead disse me lançando um olhar preocupado

— Claro, basta calar a porra da boca. Ou a sua língua vai ser a causa da morte dela.

Jughead abriu a boca para lhe responder mas a fechou no mesmo instante. No próximo momento, dois policiais passaram pela porta apontando suas armas ao homem de roupas escuras, atrás de mim.

— Largue a garota e coloque a arma no chão — um dos policiais falou se aproximando cuidadosamente, ainda apontando sua arma para ele. 

— Não se aproximem — o ladrão apertou meu braço fortemente e eu soltei um gemido de dor. Isso iria ficar muito roxo.

 — Solte a mocinha, senhor. Nós não queremos te machucar — o outro policial se manifestou, apontando também sua arma ao assaltante.

— Se vocês se aproximarem mais, eu juro que... — o homem não completou a frase, o barulho do jarro se estilhaçando sobre sua cabeça veio seguido do baque de seu corpo pesado contra o chão.

Jughead havia o nocauteado com um maldito jarro de flores. 

— Você está bem? — ele me perguntou colocando uma mecha de cabelo atrás de minha orelha. Eu assenti, passando meus dedos levemente no meu braço que estava um pouco dolorido.

— Muito bem. Agora vamos retirá-lo daqui — um dos policiais disse, segurando os pés do assaltante enquanto o outro segurava as mãos

A cena toda era ridícula. 

— Espere um momento, este não é o Hal Cooper ? — O policial disse enquanto observava o homem mais de perto.

— Sim, esse é ele — o outro confirmou balançando a cabeça. — Ele está sendo procurado por assalto e agressão em vários estados. 

Meu coração começou a bater fortemente contra meu peito e meus pés fraquejaram. 

Porque pela primeira vez em onze anos, falaram o nome de meu pai.


Notas Finais


CÊ VÊ Q O CARA É FODA QUANDO A ARMA DELE É A PORRA DE UM JARRO DE FLORES
👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏

•Comentem•Recomendem aos amigos•Imaginem que o coração é a bunda do Jughead Jones e apertem... rsrsrsrsrs XOXO ❤🔥


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