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História Meu baterista favorito - Capítulo 3


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Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 3 - Meu primeiro dia de trabalho


Fanfic / Fanfiction Meu baterista favorito - Capítulo 3 - Meu primeiro dia de trabalho

 Todos ainda estavam muito sonolentos, Micky estava sentado ao meu lado no sofá enquanto eu o mostrava alguns trabalhos no meu notebook em cima da mesinha do outro lado do que se chamava de cozinha. Ele também era fotógrafo, então pude bater altos papos, o bom é que ele pareceu apreciar muito minhas fotos e projetos e isso me aliviou. Justin estava deitado no outro sofá enquanto cantarolava alguma música, Chris estava deitado em sua cabine, Zack e Jimy estavam do lado do nosso sofá encostados na pia conversando sobre CoD. Até agora parecia bem tranquilo estar com eles, então me senti bem na presença deles. 

 

   Umas três horas depois, paramos para comer, Chris disse que dispensava fotos nessa parada e que podia ficar tranquila. 

 

   Paramos num café muito bonito, era todo rústico e as opções de doces eram tentadoras, sem contar que o lugar era enorme. Quando vi escrito no menu "Brazilian Morning Coffee" eu quase surtei, era café com ou sem leite e aquele pão na chapa com manteiga. Esse momento era meu. Pedi esse. Fazia tempo que não tomava um café desses. Justin perguntou o que eu tinha pedido e eu apontei no menu, ele sorriu e disse que ia pedir também porque parecia bom. Acabou que quando nossos pedidos chegaram uma três pessoas da equipe pediram também, Justin terminou primeiro e pediu mais um. Na hora de ir embora eu pedi um Capuccino e alguns donuts para levar. Micky pra variar estava gravando, mas não quis fazer nenhum update, assim como Chris, que percebi estar bem reservado. 

   

   Mais três horas de estrada e chegamos no Estado do primeiro show. Todos aproveitamos para almoçarmos e fazermos compras para sobrevivermos na estrada.

 

   Paramos num restaurante da cidade mesmo, eu pedi uma salada, frango e um suco de laranja com limão. Fomos de uber para o mercado, deixamos a Van para a equipe fazer compras também. Em um carro estavam Jimy, Micky e Justin e no outro Zack, Chris e eu, fomos em silêncio. No mercado encontramos os outros. Chris explicou que fazemos as compras em conjunto (papel higiênico, produtos de limpeza e alguns alimentos) e as compras individuais (pode ser alimento, cosmético, higiene e tudo mais). Pegamos  e pagamos tudo, pedimos uber para voltar para o ônibus que já estava estacionado atrás da casa de show que eles fariam a primeira apresentação. O bom é que lá tinha vestiário e uma sala que servia de camarim, onde eles autografavam pôsteres, comiam, davam entrevistas e etc. 

 

   Depois de guardamos as compras, aproveitei pra tirar fotos pelo local. Estava distraída e toda boba alegre tirando fotinhos legais quando perto do portão do estacionamento onde estavam os ônibus vi Jimy conversando com outra menina, mas a conversa aparentemente  não estava sendo muito agradável para ambos, parecia uma discussão. Não era da minha conta, então me juntei aos meninos da banda que estavam brincando de jogar uma almofadinha com areia dentro num buraco de uma caixa de madeira. Aproveitei e fiz umas fotinhos também. Minutos mais tarde, Jimy chegou com a expressão mais calma possível. Justin o encarou e se aproximou dele.

 

Jimie… - Justin e ele se comunicaram com os olhos. 

 

É… sim. - Ele acenou com cabeça e olhou para baixo. 

 

Vamos ali tomar algo comigo. - Justin o chamou. 

 

   Durante o diálogo os outros caras pareciam saber o que era, mas quando Justin o chamou, seguiram jogando normalmente enquanto os dois se retiravam. Nesse tempo que ficamos ali de bobeira enquanto a equipe montava a estrutura do show, Micky me chamou para ajudá-lo a filmar o vlog, coisa que adorei fazer. Filmamos os jogos, os meninos fazendo updates e como as coisas estavam indo. Eu não poderia dizer pelos próximos dias, mas hoje com certeza foi um dia que estava amando.

 

   Minha tarde se resumiu em fotos e ver os caras treinando com seus instrumentos, afinando guitarras e baixos, teste de microfones e logo depois entrando na casa de shows para se arrumarem. Chris recomendou que eu me arrumasse no ônibus, pois assim teria privacidade, já que ninguém estaria lá, mas tinha que encontrá-los em 40 minutos. Como já estava com a câmera ok, fiz tudo tranquilamente, tomei um banho, coloquei uma calça legging, meu tênis-presente e uma camiseta preta sem estampa. Prendi meus cabelos num coque alto, deixei um pouco frouxo.  Peguei meu crachá da equipe e em 30 minutos já me encontrava no camarim deles. 

 

   Eles estavam perfeitos. 

   

  

  Estavam com aquelas maquiagens artísticas horripilantemente fodas. Já comecei meu trabalho de verdade naquele momento, fiz fotos ótimas e sabia disso. 

 

Puta que pariu elas ficaram muito legais. - Exclamei e os caras me olharam. Ah, disse em português, todo palavrão em português é melhor que em qualquer outra língua. Eu ri em seguida traduzi.

 

Você tem que nos ensinar a xingar em português, aí podemos mandar as pessoas de foderem sem elas saberem. - Anunciou Zack.

 

Vocês encontraram a brasileira certa pra isso. - Eu ri. 

 

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   Eu achava que com a banda que trabalhei os shows eram agitados, mas essa banda me fez ralar muito mais, eu não parei um segundo e isso era empolgante, tantos momentos, tantos ângulos, tantas fotos! Não podia melhorar… melhorou. Jimy passou o resto do dia meio quieto depois do encontro com a anônima, mas eu notei que tudo aquilo foi descontado na hora que ele colocou os pés nos pedais da bateria. Ele estava empenhado, tão determinado que senti todos no palco "pegarem" essa energia e foi aquela coisa estrondosa e linda de ver. Já tinha dois anos que eles não saiam em turnê e agora eles estavam extravasando todo esse tempo ali. Eu não podia estar mais animada, foi melhor ainda quando sobrava um respiro pra cantar junto. Eu amava esse trabalho.

 

   Quando acabou eu só queria um banho e cair na minha cabininha. Mas não. Tinha foto com fãs. Eu particularmente não acho tão maravilhosa essa parte, já que as meninas que tiravam foto junto deles meio que me fuzilavam com os olhos depois de verem meu crachá da equipe. O que elas estavam pensando?

 

   Finalmente, meu trabalho tinha acabado, por hora. Eles tomaram banho no local do evento e eu aproveitei o ônibus novamente. Quando retornaram e o ônibus deu partida eu já estava passando as fotos pro notebook e pra um HD externo. 

 

Wow, que cheiro bom aqui. - Jimmy exclamou. - Sentir outro cheiro além de perfumes e desodorantes masculinos torna tudo diferente. 

 

Realmente. - Micky disse. Todos riram. 



 

E aí, tirou muitas fotos? - Jimmy disse se sentando ao meu lado no sofá. Eu acho que na verdade o cheiro maravilhoso dele era o que realmente tornava tudo diferente. Podia sentir esse cheiro a vida toda.

 

Acho que vão gostar. Pra ser sincera, foi uma coisa tão legal que foi mais diversão que trabalho. Adorei esse show. - Sorri para Jimmy que me encarava de um jeito entretido.

 

Foi um tiro de sorte, estávamos receosos sobre como seria sua relação com o pessoal, mas vejo que acertei. - Disse Chris se abaixando e apoiando os braços totalmente tatuados no apoio do sofá ao meu lado. - Quando estiver tudo pronto nós queremos ver. Ah, seu cabelo ficou bonito dessa cor. - Ele piscou e foi para sua cabine. 

 

Ah, você acabou saindo antes de comer, então trouxemos pizza pra você. Deixei na bancada, quando quiser pode ir pegar. Sua parte ficou dois dólares pro Justin. - Ele disse digitando alguma coisa no celular. 

 

Tá certo, mais tarde eu já pago ele. - Caramba, dois dólares é bem pouco. Quantas pessoas comeram?

 

Se importa se ficar por aqui? - Tirou a atenção do celular e me encarou. 

 

Não, claro que não. Fique à vontade. -  Respondi tranquilamente. 

 

   Micky se sentou do outro lado do sofá e ficou conversando conosco, mais tarde Justin se juntou à nós e ficamos conversando sobre quem teria coragem de pular de um avião de paraquedas (??) e aparentemente todos éramos muito corajosos para isso. Mais tarde Justin e Micky foram se deitar e acabei ficando com Jimmy no sofá, ficamos conversando bem baixinho sobre jogos. Ele também me mostrou que  ônibus tinha luzes azuis e as colocou na cor, eu o pedi pra não tirar, tinha achado lindo. Mostrei minha galeria de jogos e ele conhecia maioria deles. Falamos sobre bandas e gostos musicais e acabamos dividindo o fone enquanto ouvíamos Fall Out Boy como bons e velhos emos que somos enquanto dividia minha pizza com ele. Por fim estávamos quase infartando por rirmos baixo porque estávamos vendo memes. Quando finalmente nos acalmamos. Ele ficou de frente pra mim e colocou o braço acima do encosto do sofá, o homem estava bem perto de mim. 

 

Sente falta do Brasil? Tipo, amigos e algum parente? - Ele me encarou curioso.

 

Bom, só tenho contato com cinco amigos e uns tios e primos por parte de pai. Da minha mãe só um tio e duas primas.

 

Mas sua mãe não é a Luna? Ela não é estadunidense? - Ele indagou.



 

Bom, não.  - Jimy me olhou mais curioso ainda. - Meu pai e minha mãe não tinham nada sério, logo quando ela engravidou, papai conheceu Luna num festival aqui em USA e começaram um relacionamento poucos meses depois. Meu pai só veio descobrir sete meses depois quando uma tia ligou pra ele dizendo que ela caiu de um lance de escadas  e que teriam que fazer meu parto. "Que parto? Do que você está falando?", foi o que ele respondeu, minha tia apenas perguntou se minha mãe não tinha contado e que independente de onde ele estava, ele precisava ir para o hospital onde estávamos. Ele estava na Argentina e pegou o primeiro avião pra São Paulo, no Brasil. Eu quase morri e ela também. Fiquei meses entubada na UTI, ela nunca quis me ver ou me amamentar, tirava leite e mandava por alguém. Até que ela sumiu semanas depois enquanto eu lutava pra viver. Meu pai e as pessoas do hospital cuidaram de mim. Até que pude ir pra casa e Luna me criou. Meu pai, disse que nasci na noite de lua cheia, e aquela foi a lua mais linda que ele viu, então me deu esse nome, "para o ser mais lindo que eu já vi". Meu nome não é por causa da Luna, mas ela sim é minha mãe. Já senti muita raiva da mulher que me deu a luz, mas sinceramente, hoje, não me importo mais, nada mais importa. - Sorri pra ele. 

 

Eu não sabia se foi muito pra você eu ter tocado no assunto, desculpe. - ele colocou a mão no meu ombro.

 

Não é um segredo. - Ri. - Tenho pais ótimos, um trabalho ótimo… uma vida ótima. Então tudo bem. - Dei de ombros.

 

Mas com certeza você é tão linda quanto uma lua cheia. Seu pai está certo. - A mão que antes estava no meu ombro agora tirava uma mecha de cabelo do meu rosto e colocava atrás da minha orelha. Eu tava amando esse momento. 

 

Bom, eu não queria ser invasiva, mas te vi conversando com uma moça hoje e te vi triste, queria saber como se sente. Não quero mesmo saber o que aconteceu, só queria saber de você mesmo. - Fiz uma breve. - Se não quiser dizer tudo bem, mas espero que esteja melhor. 

 

Ah, sim. Eu estou bem melhor, o show, os caras, uma conversa agradável com pizza com certeza me deixaram muito melhor. Eu vou falar mesmo assim: ela é minha ex namorada, uma ótima pessoa, pena que sua traição jogou tudo pelo ar. Faz um ano e ela ainda vem atrás de mim. - Fez uma pausa e respirou. - Não tenho tempo e nem vontade de reatar e nem de outro relacionamento ou sair por aí beijando toda hora, não tá pra mim essas coisas. 

 

  Narrador

 

   É, Lua. Talvez isso tenha te dado um chute leve no estômago. Ele era um cara bem legal. Ela também não queria relacionamentos, mas sua cláusula de contrário dizia que se envolver com pessoas da equipe e banda não era proibido, mas que o desempenho em trabalho não deveria cair, nem faltar compromissos e que isso seria discutido pelo contratante caso ocorresse, já que o conhecimento do empregador sobre o envolvimento deve ser obrigatório. Ela cogitou pelo menos algo casual, mas aparentemente não ia rolar. Aceitou, afinal, o que poderia fazer? 

 

   Jimy a encarou e sua expressão era pensativa. Ele sentia algo muito legal vindo dela, mas era melhor não tentar. Ele notou que deveria ser cuidadoso sobre ela, principalmente sobre seu autocontrole, já que se pegou diversas vezes olhando para seus lábios durante a conversa. 

 

Jimmy, temos poucas horas se sono, não é melhor irmos dormir? - Ela já disse se levantando com seus aparelhos eletrônicos em mãos. Que corpo lindo ela tinha, mesmo com uma camiseta larga e calça folgada ele enxergava isso.

 

   No momento que pode observá-la, antes do show enquanto tirava fotos no camarim, ele estudou seu corpo. Ela tinha seios que já não estavam na escala média, eram até que grandes, uma bunda linda e pernas um pouco grossas. Ela não estava usando maquiagem nem no show e nem agora, e de fato, seu rosto era tão lindo e radiante quando uma lua. 

 

Isso, uma boa ideia. - Ele afastou os pensamentos e levantou rapidamente. Talvez ela tenha o  percebido babando? 

 

   Como a Cabine de Lua ficava ao lado da de Jimy, ele pôde observá-la mexendo em seu celular, ficou ali olhando até pegar no sono.

   

   P.O.V Lua

 

   Na manhã seguinte, acordei e fui sonolenta escovar os dentes e tomar um banho. Só prestei atenção que apenas Chris e eu estávamos acordados quando voltei do banheiro. No meu celular marcava 08:38 A.M. Ótimo, só quatro horas de sono. 

 

Bom dia! Vou fazer café, quer? - Perguntei à Chris que estava sentado em um dos sofá lendo um livro que não consegui identificar. 

 

Bom dia, Lua. Eu aceito. Dormiu bem? - Ele virou a atenção para mim que estava na banca preparando a cafeteira. 

 

Um pouco dolorida, mas bem. E você? - Respondi. 

 

Eu apaguei na hora que deitei, um pouco dolorido também, mas na primeira semana é assim mesmo. - Riu. - Hoje nós vamos parar pra almoçar num lugar que adoramos, dá pra jogar golf lá também. Sabe jogar golf?

 

Definitivamente não. - Ri. 

 

Podemos te ensinar. Zack é o melhor. 


 

Meu pai me disse que tentou várias vezes, mas que não era pra ele.

 

Seu pai compensa isso no talento com o Spechtrus. 

 

Tenho orgulho dele, não é pra qualquer um ter uma das maiores bandas de metal. - Pausei. - Espero isso de vocês também. A energia de vocês é a mesma que sinto ao escutar as músicas da banda do meu pai. 

 

Eu tenho uma filha. - Ele sorriu. - Tenho 32 anos e 12 anos desses eu passei como uma pessoa melhor por ter ela. Eu quero transmitir essa mesma sensação sua pra ela. 

 

Com certeza vai. - Entreguei a caneca de café pra ele. - Tenho fé nisso. 

 

Só gostaria que tudo sobre minha filha que eu disser ficasse entre nós, eu não gosto de expor ela, então quanto mais discreto, mais posso proteger  ela. Pode ser? 

 

Claro, tem a minha palavra. - Me sentei no outro sofá com meu café e fiz uma pausa de poucos minutos. - Chris, posso te pedir uma coisa?

 

O que for possível, eu farei. - Sorriu e tomou um gole de café. - O que é?

 

No próximo Estado, eu gostaria de pedir um dos horários que eu não fotografo para sair e fazer uma visita à alguém muito importante. Eu sei que acabei de chegar, mas eu queria muito vê-lo e contar como está a vida. - Engoli o choro. - E é perto do local do show.

Mas é claro que pode. Contanto que não fique fora muito tempo e sem dar notícias. - Ele fez uma expressão tranquila.

 

Não vai ser muito tempo, acho que no máximo uma hora. 

Fique tranquila, não precisa fazer o que precisa correndo. Apenas seja forte. - Ele percebeu que eu estava triste.

 

BOM DIA! - Gritou Jimy se jogando da sua cabine e nos assustando. 

 

BOM DIA FILHOS DA PUTA! - Gritou Zack ainda deitado. 

 

Por quê vocês tem que ser assim? - Indagou Micky se levantando enquanto esfregava os olhos. - Fodam-se vocês, eu vou usar o banheiro primeiro.

 

NÃO ME FAÇA PARAR PRA MIJAR NA ESTRADA DE NOVO, MICKY. - Exclamou Jimy.

Mas que inferno. - Micky abriu caminho. - Seja rápido. 

 

   Jimy correu para o banheiro como se não houvesse amanhã. Chris e eu apenas observamos tudo calmamente. 

 

Devia provar o café da Lua, ela colocou canela. Está divino. - Chris comentou com Micky. 

 

Os cookies da minha mãe estão aí na bancada, pode pegar também. - Completei.

Acordei assim que senti o cheiro, parece ótimo. - Ele disse colocando um cookie na boca e enchendo sua caneca. 

 

Bom dia. - Justin extremamente sonolento  apareceu apareceu atrás dele e sendo o próximo a pegar café. 

 

   Depois da fila pra escovar os dentes, todos comeram em silêncio. Justin fez ovos com bacon pra todos, mas eu não quis comer, então ele agradeceu por sobrar mais.

 

   O resto da manhã foi tranquilo, fiquei jogando CoD com Jimy e Zack, Justin se juntou à nós mais tarde, Micky ficou gravando algumas coisas pro  vlog e Chris estava twittando sobre a turnê, os novos produtos da loja da banda e interagindo com fãs. 

   Ao fim do meio dia, chegamos no restaurante que Chris disse, na verdade não tinha só coisas de golf como eu imaginei, futebol americano, futebol e basquete também. Era gigante, tinha uma loja e um campo de golf gigante e atrás tinha uma quadra. Funcionava como boliche, você alugava as mesas e as pistas, e ficava lá pelo tempo alugado e as mesas ficavam de frente para o campo de golfe, era realmente como um boliche.

 

Aqui tem um dos melhores frangos que você vai provar. - Zack disse.

 

Vocês falam muito bem daqui, tenho altas expectativas. 

 

Não vai se decepcionar. - Ele levantou a mão pra eu bater e eu o fiz. 

 

   Era verdade. Puta que pariu, era muito bom. Mesmo que o molho tivesse mais calorias do que eu costumo consumir em um único dia. 

 

   Mais tarde eu finalmente vi que não era a única menina. Eu estava almoçando com o pessoal da equipe, que por sinal eram muito engraçados, e então notei que todos estavam comentando que "Ginia está atrasada", "que horas a Ginia disse que viria?", então finalmente sou surpreendida pela sua chegada, uma mulher lindíssima, loira de olhos castanhos claros, cabelos curtos, toda tatuada e usando uma bota de salto preto, calça jeans azul e uma regata preta com uma bolsa azul escura no ombro. 

 

Boa tarde meus queridos, a assessora favorita de vocês voltou! - Ela levantou os braços e fez uma pose. 

 

   Espere... viajamos sem nenhum assessor????!

 


Notas Finais


Obrigada por ler!


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