História Meu cafajeste favorito. - Capítulo 20


Escrita por: ~ e ~Neko-Solitario

Postado
Categorias Naruto
Personagens Anko Mitarashi, Deidara, Fugaku Uchiha, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hidan, Ibiki Morino, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Jiraiya, Kabuto, Kakashi Hatake, Karin, Kimimaru, Kurenai Yuuhi, Kushina Uzumaki, Mebuki Haruno, Mikoto Uchiha, Minato "Yondaime" Namikaze, Morino Idate, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Personagens Originais, Sai, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Shizune, Tsunade Senju
Tags Kakasaku, Naruto
Visualizações 164
Palavras 2.365
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Y aí pessoal.

Aqui é seu co-autor.

Bom... este capítulo terá Hentai (pequeno Hentai)

Ando enferrujado, tinha anos que não escrevia um.

Espero que gostem, e peguem leve nas críticas se eu não agradar.

Boa leitura.

Capítulo 20 - Finalmente juntos, a primeira de muitas.


Fanfic / Fanfiction Meu cafajeste favorito. - Capítulo 20 - Finalmente juntos, a primeira de muitas.

 Sasuke, era ele...preciso voltar lá, tenho de saber como ele está. 

 Não estou louca ou vendo coisas...era ele, tem de ser ele, os mesmos olhos, o mesmo jeito... 


 — eu vou sair — digo ainda chorando — preciso ir atrás do Sasuke. 


 — não — sai da varanda e vem até a cama sentando ao meu lado — não vou deixar você fazer isso. 


 — como é? — rio — o senhor não manda em mim, nem é meu pai.


 — não é questão de mandar, e só pra ficar claro eu sou seu patrão, e enquanto estiver trabalhando pra mim eu mando sim.


— sobre o trabalho posso até aceitar, na minha vida pessoal —faço uma pausa —não!


— é melhor você descansar —fala com calma, nas tenho certeza que está furioso por dentro — e se não quiser fazer isso por mim, faça pelo seu pai. Ele pediu pra que eu cuidasse de você.


— o senhor não entende, eu preciso voltar lá, preciso ver ele e saber como ele está. —levanto mas ele puxa meu braço me sentando outra vez.


— da pra parar! —grita me deixando pior. 


— desculpa Sakura , não queria gritar com você — me abraça. — tudo vai ficar bem.


— mas então o que faço? O que eu faço?... — o aperto chorando. 


— acho que o melhor seria você dormir, amanhã estará mais calma. Além disso a essa hora ele deve ter ido embora.


Ele tem razão...


— quer ir pra cama? — pergunta e me solta — sem maldade.


— quero —me sinto cansada, minha cabeça dói.


Hoje meu dia foi muito estressante, se não bastasse o cansaço por não ter dormido, ainda nem tive como descansar direito.


—eu sei tirar os lençóis da cama — falo de pé com ele ajeitando os travesseiros.


— eu sei, só quero fazer você se sentir melhor —termina e me olha.


Porque é tão fofo as vezes...


— Vou pegar uma de minhas camisas pra você —abre a mala —aqui está — joga uma camisa branca para mim — olhei em suas coisas hoje cedo, e você não tem nada confortável pra dormir bem, você é pequena então ela vai parecer um vestido em seu corpo. Seria bom você tomar um banho — aponta o banheiro — não está quente, mas vai ajudar a relaxar — chega perto de mim — não se preocupe, eu não vou entrar.


— eu sei.


Entro no banheiro e fecho a porta, não a tranco pois sei que ele não entraria aqui. 


Me olho frente ao espelho, vejo meus olhos inchados com minha maquiagem borrada e meus cabelos bagunçados. 


Não consigo tirar a cena de hoje a tarde da minha cabeça, depois de tanto tempo sem saber de nada ele aparece assim, de repente. Será que ele me viu?... claro que me viu, depois de ter causado aquele vexame não tinha como deixar de me notar. Como será que meus pais vão reagir quando souberem dessa notícia, de que o Sasuke finalmente apareceu, não vejo a hora de contar pra eles, vão ficar tão felizes...principalmente o meu pai, lembro que no dia que o Sasuke sumiu meu pai ficou dizendo que era culpa dele, que o erro era totalmente dele. Sempre fiquei pensando o porquê dessas palavras, até que concluir que não era nada mais que o efeito do álcool. 


Tomo meu banho e visto a camisa que Kakashi me deu. Realmente ficou parecido com um vestido. Acabo não vestindo nada por baixo, a camisa é tão grande que nem da pra perceber que estou sem nada .


Saio do banheiro e vejo Kakashi mexendo no celular.


—pode deitar —diz. Aponta pra cama.


Deito na cama e puxo as cobertas para me cobrir completamente.


Sinto um peso na cama e logo depois seu braço está em minha cintura e o outro acariciando meu cabelo. 


— Você tem pesadelos? — pergunta. 


— antigamente eu tinha. Quando invadiram minha casa e bateram nos meus pais, fiquei com medo depois disso. Fiquei muito tempo sem dormir direito.


— agora durma — me abraça — não se esqueça, tudo vai ficar bem.


Relaxo em seus braços. Ele continua fazendo círculos em minha barriga e acariciando o meu cabelo. Tudo isso é muito bom, mas ainda não consigo dormir, devem ter passado muitas horas. 


— dormiu em algum momento? — pergunta.


— não. 


A cama balança, e logo após Kakashi acende a luz.


— Você é linda — volta a deitar do meu lado.


— obrigado. — agradeço. 


Ele me olha com a sobrancelha arqueada.


— que foi? — pergunto.


— eu disse que você é linda.


— já agradeci.


— Você tem que dizer" Você é lindo também"


— Você também é lindo — reviro os olhos. 

— amo sua risada — fica em cima de mim acariciando meu rosto.


— Ino disse que é muito escandalosa.


—por isso que eu gosto. Sua risada é engraçada.


Nós dois rimos até que paramos e ficamos nos encarando.


— Eu gosto de você — fala me surpreendendo.


— eu também gosto de você.


Então nos beijamos. Um beijo lento, sua mão vem para a minha nuca, e ele puxa um pouco o meu cabelo mantendo minha cabeça no lugar. Ficamos nessa por um tempo, até ele sair de cima de mim.


— o que foi? — pergunto. Mesmo não sendo certo eu quero.


— não posso continuar — levanta da cama.


— porque? — tiro o lençol de cima de mim pra poder levantar.


— se cubra, por favor.


Olho para baixo e vejo que estou nua de barriga para baixo. Me cubro imediatamente. 


— eu vou dormir no sofá da varanda. — abre a porta.


— talvez eu queira que você continue. —falo tão rápido que nem sei se ele entendeu.


— tem certeza?


— nunca tive tanta certeza em minha vida.


— Eu quero que você saiba — se aproxima —Que eu gosto de você, nunca vou te abandonar depois disso.


— do que você está falando?


Ele para e pensa um pouco.


— não quero que pense que depois de se entregar para mim eu irei te dispensar, não pense isso, por favor, eu não sou um canalha. Você será minha, só minha entendeu?


— Você está falando de quê? — pergunto confusa.


— nós teremos um relacionamento sério, pouco me importa o que irão falar, ou pensar.


— eu me importo —falo imediatamente — não quero que as pessoas pensem que sou uma aproveitadora, que me enfiei na casa do chefe pra fisgar sua fortuna.


— o que os outros tem haver com isso? Somos somente eu e você. 


— meus pais saberão...


— qual o problema? 


— o problema? —pergunto — meu pai vai dizer que me envolvi com meu chefe, e minha mãe vai dizer que nunca daremos certo por causa da nossa classe social, o senhor é rico e eu sou apenas uma pessoa como tantas outras, que não tem onde cair morta.


— isso não me importa, falarei com seus pais sobre nós dois.  


— vamos fazer o seguinte — falo — você realmente quer um relacionamento sério? — ele confirma —então será entre nós dois, e as pessoas mais próximas. Meus pais não precisam saber no momento. 


— Pensei que você fosse querer que eles soubessem.


— eu quero, mas tenho medo que eles me julguem mal, que comecem a pensar que sou uma interesseira e você um aproveitador.Você sabe que sempre tem alguém pra inventar essas coisas.


— entendo —maneia a cabeça — estamos namorando, mas só as pessoas próximas saberão. Posso conviver com isso. Tem certeza que quer isso?


— o quê? 


— se entregar pra mim?


— tenho.


— isso é um tipo de agradecimento? Se for pode esquecer, eu não quero.


— não irei fazer isso pra te agradecer, eu realmente quero.


Voltamos a nos beijar, ele morde meus lábios seu beijo é carregado de desejo e luxúria, sinto nossas respirações se misturarem. Ficamos um tempo só no beijo, até suas mãos começarem a explorar cada canto do meu corpo por cima da camisa, com voracidade ele desliza sua boca para o meu pescoço depositando várias mordidas até a minha orelha, fazendo minha intimidade molhar com os arrepios gostosos e um pequeno gemido sair de minha boca.


Desce as mãos até o fim da camisa a tirando me deixando completamente nua.


— nossa — me olha com desejo. Fico envergonhada — você é linda.


Sua boca desce até minha barriga entre beijos e mordidas. Não consigo conter os gemidos , nem a vergonha quando ele desce sua boca em minha intimidade passando a língua.


Ele volta ao meu rosto e toma minha boca em um beijo lento e molhado, descendo uma de suas mãos até minha intimidade começando a me masturbar com o dedo. Ao mesmo tempo que me masturba ele começa a brincar com sua língua em meus seios, não contenho os gemidos sentindo sua boca quente me devorando com desejo, ao mesmo momento que seus dedos iniciam movimentos circulares ao me masturbar me levando a loucura.


— Kakashi... — deliro mordendo meus lábios. 


Ele sorrir ao me ouvir gemer e continua com os movimentos, mas dessa vez coloca dois dedos dentro de mim, aumentando a velocidade e força me levando a loucura.


Sinto que não vou me segurar por mais tempo, isso é tão bom. Vou enlouquecer em seus braços desse jeito, nunca desejei alguém como o desejo agora nesse momento. Passei tanto tempo imaginando como seria ser tocada por essas mãos, esses braços, essa boca em meu corpo...


— fala que você quer Sakura — tira um preservativo da gaveta ao lado colocando em seu membro.


— eu quero — falo com timidez.


— não conseguir te ouvir — começa a esfregar a cabecinha do seu membro em minha intimidade me fazendo gemer muitas vezes.


— eu quero — deixo a timidez de lado.


Sem avisar ele para com os movimentos e penetra minha intimidade de uma só vez arrancando um gemido alto de minha boca.


Suas mãos começam a apalpar minhas coxas e bunda, subindo aos meus seios os massageando com força, com sua língua explorando cada canto da minha boca tomando meu ar muitas vezes.


Levo minhas mãos as suas costas e as arranho com minhas unhas, arrancando dele um gemido baixo.


Sinto que estou chegando em meu limite, fecho meus olhos gemendo alto com a sensação. Não demora muito e com mais três ou quatro estocadas Kakashi chega ao seu ápice também. 


 — isso foi muito bom — ele deita ao meu lado ofegante.


Rio com suas palavras lembrando que horas atrás eu queria me fazer de difícil, e agora estou aqui do lado dele ofegante depois de fazermos amor pela primeira vez.


 — foi sim — fecho os olhos pensando.


Isso não foi um agradecimento como ele disse, meu corpo pediu pelo dele. Depois de muito tempo em minha vida, eu sentir realmente vontade de me entregar a uma pessoa.

Acredito que foi melhor do que realmente seria, ele foi tão carinhoso, safado e intenso ao mesmo tempo...E suas palavras estão... —penso —nesse momento não entreguei somente meu corpo, entreguei meu coração também. 

Espero que ele realmente esteja sendo sincero com suas palavras, mas, eu realmente acredito nele.


[...]


Acordo e não vejo Kakashi na cama, levanto e percebo que estou sem roupa, vejo a camisa jogada no chão e me visto. Vou até o banheiro e escovo os dentes.


Vou até a cozinha e encontro Kakashi, uma música toca no celular.


— dormiu bem? — me dá um selinho me vendo sentar a mesa.


— dormir bem sim — fico vermelha lembrando a noite passada.


O momento está muito bom pra ser verdade, Kakashi está sem camisa preparando o café da manhã. Fico um tempo olhando para suas costas e observo uma tatuagem no ombro do seu braço.


—gosta do que vê? — pergunta sorridente, nunca vi ele sem aquela máscara logo pela manhã. Porque será que ele usa aquilo? Ele é tão lindo.


— nunca pensei que um empresário teria tatuagens, ou que escutaria Hip Hop.


— sou um empresário diferente — dá de ombros — acho que seria um rapper se não fosse empresário. 


— rapper? Uma profissão bem diferente.


— e como é —tira o bacon da frigideira e coloca num prato. — era um adolescente muito rebelde, vivia me metendo em confusões, saia para beber, ia a algum Show de Rock ou Hip Hop, e também lutava para ganhar dinheiro. 


— lutava? — lembro — o senhor me falou antes de virmos pra cá.


—meu pai não queria me dar dinheiro — quebra os ovos e coloca na frigideira — sempre lutei muito bem e conhecia um clube de luta, juntei as duas coisas e comecei a ganhar dinheiro assim. — retira os ovos e coloca num prato — meu pai sempre foi ambicioso, e meu jeito não era o que ele esperava para dar continuidade aos seus negócios. 


— e você não é ambicioso? — pergunto com dúvida. 


— não — senta do meu lado. — por exemplo, eu nunca me tornaria sócio de um bandido.


 — como assim?


— o hospital que sou dono , assim como a empresa de contabilidade, ele era do meu pai antes, com sua morte e a incapacidade da minha mãe eu tive de assumir.


— entendi — penso — e quem seria esse bandido?


— Orochimaru — come um pouco dos ovos — quando meu pai morreu ele começou a comprar produtos ilegais e de pouca qualidade, isso começou a colocar a vida de muitos pacientes em risco.


Nunca ouvi falar nesse homem.


— por isso você passou a tomar conta do hospital também? 


— não exatamente, pra mim não fazia diferença quem morria ou não.


Que frieza...mas não cabe a mim julgar ou não. 


— pareci frio agora não foi? — ergue sobrancelha. Balanço a cabeça concordando. 


— Como foi que decidiu se dedicar ao hospital também? 


— foi depois do acidente com minha mãe e eu — aponta para a cicatriz que atravessa seu olho de cima a baixo — quase fiquei cego deste olho, e minha mãe quase morreu. Não podia permitir que usassem materias e utensílios hospitalares sem qualidade em minha mãe, foi a partir disso que passei a conferir a situação do hospital e tudo que entra lá de perto.


— entendi — sorrio o olhando.


— você não comeu nada do seu prato — aponta o garfo — deu trabalho pra fazer.


— não seria melhor ter pedido o café da manhã? — rio de sua cara de decepção. 


— seria, mas não confio nessas comidas de hotéis.


— vai morrer de fome um dia desses.








Notas Finais


Espero que tenham gostado. Até o próximo.


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