História Meu Carma - Capítulo 32


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Categorias Black Veil Brides (BVB)
Personagens Andrew "Andy" Biersack, Personagens Originais
Tags Andy Biersack, Anjos, Black Veil Brides, Demonios, Fallen, Hush Hush, Lilith, Sussurro
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Palavras 2.827
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 32 - Futuro


As mãos de Andrew nas minhas costas puxando-me para perto mais uma vez despertava uma sensação até então, única. Era intenso ter seus braços ao redor do meu corpo, sempre mantendo nossos corpos juntos. Sua boca na minha acompanhava um ritmo perfeito, quase calculado.

Saímos do escritório após algum tempo, em silêncio. Se alguém aparecesse e estudasse bem os nossos rostos, saberiam exatamente os nossos planos, o que deixava tudo ainda mais divertido.

Sentia-me como uma criança prestes a ser pega após cometer uma travessura. A alegria surgia vez ou outra, juntamente com risinhos contidos, tentando ao máximo conter o segredo dos acontecimentos futuros apenas para mim. Era um segredo a ser mantido apenas entre nós durante aquela noite.

O frio na barriga era semelhante ao que ocorre quando estamos prestes a fazer algo meramente proibido. Eu tinha consciência de que o que faríamos não era algo tão proibido assim, contudo, uma parte da minha mente — mesmo que pequena — dizia que aquilo não deveria ocorrer. Havia tantos perigos envoltos ao que aconteceria e, eu sabia exatamente disso, mas não importava-me tanto. Estava pronta para correr todos os riscos, seja eles quais fossem.

Subimos os degraus da enorme escada em silêncio, mas eu sabia que assim como a minha, a cabeça de Andy estava um turbilhão. Colocamos os pés no longo corredor ainda em silêncio. Nos entreolhamos por breves segundos.

— Corre. — murmurou Andrew, virando o rosto para encarar o extenso corredor mais uma vez — Corre, corre, corre, corre.

E então corremos. Saí em disparada sentindo mais e mais o tecido macio do tapete em meus pés descalços. Andrew estava logo atrás de mim, com uma risada que acompanhava-o. Paramos ao chegarmos em certo ponto, em frente ao nossos quartos. Encarei ambas as portas, alternando o olhar, decidindo qual porta aparentava ser a mais convidativa.

— E então? — indaguei baixinho — O meu quarto ou o seu?

— O nosso. — respondeu Andy, passando o corpo pelo meu para abrir a porta do meu quarto.

Adentramos o local, nossas respirações pesadas e contínuas soando pelo quarto. Mesmo com a escassa luz do cômodo — sendo a única iluminação vinda do pequeno abajur posto na mesa de cabeceira — conseguia ver o rosto corado de Andrew provocado por nossa pequena corrida. Sabia que meu rosto, provavelmente, também evidenciava nosso pequeno alvoroço, mas não importava-me.

Aproximei-me de Andrew, envolvendo meus braços em sua nuca, sem qualquer cerimônia. O beijei em seguida, puxando levemente seu cabelo bagunçado. Não vou citar palavras horríveis e clichês a cerca do beijo, até porque, não consigo transcrevê-las, por mais que eu queira. Não consigo dizer, especificamente, os detalhes do que senti no exato momento. Apenas consigo dizer que, fora ali, nos poucos minutos antes de ter minha blusa sendo arrancada do meu corpo, que eu soube dos meus verdadeiros sentimentos nutridos por Andrew. Eu o amava.

E eu queria expelir esse sentimento de dentro de mim, não por repulsa ou coisa parecida, mas porque eu queria que ele soubesse de tudo.

Queria tanto dizer "eu te amo.", mesmo que soasse péssimo. Porém, as únicas palavras que saíram foram:

— O quão errado isso é?

Xinguei-me mentalmente, amaldiçoando o fato da minha boca sempre dizer as palavras erradas nos momentos certos.

— Errado? — indagou — O que quer dizer?

— O que está prestes a vir — respondi, prosseguindo a besteira antes feita — o fato de estarmos juntos aqui. O fato de sermos uma mortal e anjo. Ou demônio... Um anjo-demônio.

Andrew afastou-se alguns centímetros, as sobrancelhas franzidas.

— Podemos parar se quiser. — ele disse, a voz saindo firme e decidida.

— Não! Eu não quero parar. Apenas me diz o quão errado tudo isso exatamente é.

Andrew respirou fundo, as mãos grandes e geladas em meus ombros, massegeando-os, como uma forma estranha de fazer carinho.

— É muito errado. — respondeu — Numa escala de 0 à 10, com certeza 10. De qualquer forma, se não fossem nossos erros, não teríamos nos apaixonado anos atrás. Agora, simplesmente, eu não dou à mínima para as minhas atitudes. E você?

— Também não dou à mínima. — respondi com sinceridade — Mesmo que seja errado, você faz parecer tão certo.

Andrew sorriu, levando as mãos à minha cintura, puxando-me para perto mais uma vez. Recostou a testa na minha, os olhos fechados, a respiração quente e calma.

— Sabe o que eu mais desejo agora? — indagou ele, a voz saindo em um sussurro.

— O quê? — perguntei no mesmo tom.

— Que eles nos ouçam agora. — respondeu, referindo-se claramente ao clero — E que saibam que o que eu sinto por você é maior do que tudo, inclusive do medo de que a tirem de mim.

— E sabe o que eu mais desejo agora?

— O quê? — soltou uma risada breve e baixa.

— Que você esqueça os problemas da mesma forma que eu vou esquecer quando voltarmos a nos beijar.

Andrew depositou um selinho nos meus lábios antes de finalizar nosso diálogo:

— Eu amo você. — sua voz soou mais encatadora do que eu jamais ouvira antes.

E então voltamos a nos beijar. Sua mão percorrendo uma rota imaginária em minhas costas, à procura do meu cabelo, puxando-o pelas raízes em seguida, fazendo-me arfar em resposta. Seus dedos tornaram à busca, dessa vez, apenas para achar finalmente o feiche do meu sutiã. Andrew afastou-se de repente, apenas para alcançar a gaveta da pequena mesa de cabeceira, trazendo um pacote de preservativo entre os dedos indicador e médio em seguida.

O entusiasmo e a ansiedade cresciam em mim gradativamente juntamente com meus nervos, que mexiam-se mais e mais em meu corpo, como se estivessem prestes à transbordar de meus poros, pondo um fim a tudo.

Com cautela, segurei fortemente sua camiseta, retirando-a em seguida com certa dificuldade. Ignoramos qualquer coisa e voltamos a nos beijar. Andrew deitou-me na cama calmamente enquanto minha mente concentrava-se na sua boca na minha pele e vice-versa.

Me perdi no emaranhado dos seus cabelos e depois disso, tudo finda.

***

Apesar de ter sido a minha primeira vez, não senti tanta dor, já que era isso que eu ouvia a todo momento pelos corredores da escola. Foi apenas intenso, ao ponto de fazer-me esquecer os eventuais problemas, caso os arcanjos soubessem do que ocorrera.

De qualquer forma, eu estava alheia a tudo que nos rondava. E pela expressão cansada de Andy, sabia que ele também estava.

No momento, nossas respirações continuavam levemente aceleradas, ao mesmo tempo em que pesadas, contudo audíveis demais se comparado ao silêncio profundo do cômodo.

Minha cabeça repousava em seu peito, que subia e descia a todo momento. Gotículas de suor formavam em sua pele, mas simplesmente não liguei. Apenas continuei ali, imersa no que acabara de acontecer.

— Então... — indagou Andrew, quebrando o silêncio — Posso acender um cigarro?

— Não — respondi seriamente — não quero ser sua fumante passiva esta noite.

— Droga. — murmurou, puxando-me mais para perto com seu braço à minha volta.

Puxei um pouco mais o lençol fino sobre minhas pernas, assegurando-me que meu corpo da cintura para baixo não estava à mostra.

— Como vai ser daqui a adiante? — indaguei, fazendo com que ele percebesse que o passo que havíamos dado era sério, se comparado as consequências que com certeza ainda estavam por vir.

Andrew colocou o polegar em meu queixo, levantando meu rosto para que eu pudesse fitá-lo. Afastou-se um pouco, apenas o sufiente para que continuássemos mantendo contato visual.

— Continuaremos sendo nós mesmos. — respondeu — E, de qualquer forma, não acho que seja prudente ficar pensando no pior. Estamos aqui agora e apenas isso importa. Achei que concordasse comigo.

— Eu concordo. Apenas tenho medo do futuro.

— Então pare de se prender ao futuro e volte ao presente, bem aqui, onde estamos.

— Tem razão — meneei a cabeça, querendo por um fim às minhas indagações.

Permanecemos em silêncio, esperando pelo sono que, felizmente, não demorou a chegar.

***

Era 8 de janeiro quando Jacob e Noah vieram para fazer-me uma visita. Não nos víamos desde o surto de Logan e vê-los no salão principal à minha espera foi reconfortante.

Abracei Noah assim que nos vimos e cumprimentei Jacob em seguida. Percebi de imediato certa tensão quando nossas mãos tocaram-se em um aperto breve.

— Nós precisamos conversar. — disseram Jacob e Noah em uníssono.

No momento, Andrew estava ao meu lado, mas logo afastou-se, encaminhando-se para as escadas. Sabia o que ele queria dizer, então tornei a fitar os irmãos à minha frente.

— Vamos ao escritório. — eu disse, mostrando um sorriso um tanto afetado pois estava com receio do que poderia vir dessa conversa.

Ambos acompanharam-me em direção ao escritório. Assim que entramos, sentei-me no divã de imediato, preparando-me para qualquer coisa. Noah e Jacob permanceram em pé; os braços cruzados e as expressões mantendo-se impassíveis.

— Está tudo bem com você? — indagou Noah, mostrando um sorriso amigável.

— Sim. — respondi, simulando um sorriso.

— Ótimo. — murmurou Jacob, quase distraído — Percebi que você e Andrew estão mais próximos que antes.

Ele estava certo. Durante todos esses dias, Andy migrou para meu quarto — que antes da minha estadia no castelo, era o quarto dele. Dormimos juntos e acordamos juntos, sempre. Tem vezes que, simplesmente, não saímos da cama. Permanecemos nela o dia inteiro, conversando ou nos mantendo sempre mais próximos do outro.

— É, acho que estamos.

— Isso é muito bom! — exclamou Noah com um sorriso maior no rosto.

— Sim, muito bom. — Jacob meneou a cabeça; fitava o chão, os dedos indicador e  polegar no queixo, como se estivesse pensativo — Eu consegui desfazer todo o mal causado por Logan na sua família. Sua avó já está bem novamente. Então, se estou certo, a sua irmã e a sua mãe devem voltar para casa daqui exato dois dias. Desculpe, mas não acho que seja prudente que você continue aqui. Noah e eu já fizemos o suficiente para que elas não notassem sua ausência.

E a bomba estava ali. Ainda não havia de fato explodido, mas estava quase. Olhei em volta, atônita, receosa, nervosa e mais outras coisas. De repente, mesmo que fosse estranho admitir, eu considerava aquele castelo como a minha casa. Era inevitável: onde quer que Andrew estivesse, também seria o meu lar.

— Sabe que não é exatamente uma separação, certo? — indagou Noah, atrapalhando-me os devaneios — Vocês continuarão se vendo.

Tentei sorrir, mesmo que estivesse pensando o pior.

— Tem razão. — cedi — Mas, e os anjos da morte?

— Se eles, até agora, não descobriram sua localização exata, não vai ser agora que vão achá-la, certo? — disse Jacob — E não se preocupe. Acima de tudo, sou seu anjo da guarda. Vou interferir sempre que for preciso para protegê-la.

— Obrigada. — consegui dizer — Obrigada por tudo. Se não fosse vocês, talvez Andy  e eu não estaríamos juntos.

— Nós gostamos de finais felizes. — disse Noah, abrindo os braços — Agora, me abraça. Afinal, finais felizes combinam com abraços também.

***

No dia 10, horas antes da minha volta para casa, o problema começou. A bomba, a qual Noah e Jacob colocaram à minha frente resolveu explodir, desmoronando tudo à minha volta, inclusive eu mesma.

Andrew não estava satisfeito com a minha ida, assim como Charlotte. Eu também não estava, mas eu precisava voltar. Minha família e meus amigos não sabiam o que estava acontecendo comigo, por isso eu não deveria levantar suspeitas. Sem contar que, eu precisava estudar, mesmo que no momento meu psicológico não estava cem por cento preparado. Porém eu precisava iniciar logo o College. Apenas imaginar isso dava-me medo. Medo do que esperava-me mais adiante.

Andy sabia de tudo isso e, mesmo com a cara amarrada vendo-me arrumar minhas malas, não disse nada contra. Foi durante o almoço, porém, que as coisas resolveram levar um rumo terrível.

Minha mente borbulhava a todo momento com ideias terríveis sobre o maldito futuro. Eu pensava tanto nele, ignorando totalmente o que Andy dissera há um tempo atrás sobre eu não prender-me tanto ao futuro. Sabia que ele estava certo. Pelo menos, meu coração reconhecia isso, mas meu cérebro não.

Muitas vezes, meu cérebro não seguia a linha tênue da razão com a clareza. Por isso, Margot dizia que eu era impulsiva. Talvez fosse verdade. De qualquer forma, só pude constatar isso durante o almoço quando ocorreu-me as verdadeiras consequências que nosso romance traria.

Entre uma garfada e outra, estávamos em silêncio. Durante as refeições, Andrew sempre lia anotações feitas por ele mesmo em relação ao trabalho ou algo parecido. De relance, mandei um olhar à Charlie, que estava em pé próxima à mesa, que dizia tudo que eu gostaria de ter dito em voz alta "nos deixe a sós." Por sorte, como a ótima amiga que Charlotte é, entendeu de imediato, retirando-se em seguida.

Andrew permanecia alheio aos movimentos a sua volta. Eu sabia que não deveria iniciar um diálogo inoportuno no momento, ainda mais com ele ali, compenetrado nas suas extensas anotações, mas eu ignorei a parte do meu cérebro que insistia a manter-me focada na razão.

— Tem algo que não sai da minha cabeça. — anunciei, iniciando a maldita conversa.

— Se for o meu corpo nu, fique sabendo que é natural. — retrucou seriamente, ainda com os olhos voltados aos papéis.

Permaneci séria. Era como se eu quisesse começar uma briga.

— É sobre nós dois.

— Não quero dar início a uma DR. — ele disse — Estou um pouco ocupado e, você vai embora daqui algumas horas.

— Andrew, isso é extremamente sério.

— Ok — murmurou largando os papéis, pousando os olhos com as sobrancelhas tensas em meu rosto — continue.

— Bem, talvez não tenha percebido, mas acho que nossa história romântica não deverá ser prolongada.

O que eu estava dizendo?!

— O que quer dizer? — indagou, aproximando-se mais um pouco de mim juntamente com a cadeira.

— Primeiro, estou sempre à espera da morte, sabemos bem disso. Segundo... ok, vamos descartar a hipótese de uma morte prematura. Sem arcanjos, sem anjos da morte. Sem o clero para decidir nosso futuro. Vamos colocar em mente uma vida feliz e aparentemente eterna, até que, acontece algo. Alguma doença surge, ou a velhice bate à porta. — engulo em seco — Eu sou uma mortal, como você mesmo sempre diz. Estou sujeita a doenças, velhice ou qualquer outro tipo de problema. A morte vive à espreita, Andrew. Estou fadada a qualquer circunstância fatal. Mas, você não. Você não é um humano. É imortal. De qualquer maneira irá me perder.

— Como você consegue? — soltou uma risada amarga breve — Como consegue sofrer por antecipação?

— Estou sendo realista. — repliquei.

— Realista?! Agora há pouco soava como se planejasse a própria infelicidade.

— Você não entende! — gritei, levantando-me abruptamente — Pode não parecer, mas, sempre tive meus planos. Meu futuro demarcado em cada passo, apesar de minhas dúvidas em relação as minhas escolhas. Minha vida virou de cabeça para baixo, é verdade, mas desde que eu soube que eu amo você, venho pensando em como será meu futuro. Aliás, nosso futuro, porque o que eu mais desejo é que você esteja ao meu lado daqui adiante. Então não diga que estou planejando a minha infelicidade, porque não estou! — respirei fundo — Desde que você entrou na minha vida eu soube que, minha felicidade está onde você está. Por isso eu estou planejando que a nossa felicidade dure e não o contrário.

— Bom, se pensa mesmo assim, acho melhor que você fique. — ele disse, convicto, levantando-se em seguida.

— É fácil dizer isso quando é do seu mundo que estamos falando. — levantei os braços para dar ênfase — Este é o seu lugar, Andy, não o meu!

— Você sabe que não é bem assim. — retrucou — E de qualquer maneira, sabemos que você não teria problemas em se acostumar a permanecer.

— É, você está certo. — concordei, minha voz tornando-se calma mais uma vez — Mas minha família está lá fora. Infelizmente, minha vida inteira está construída fora desse castelo. Por mais que eu queira, eu não posso ficar.

Sentei-me novamente na cadeira pois sentia o corpo cada vez mais trêmulo. Minha respiração estava ofegante, como se eu tivesse dado a volta na pista de corrida da Learns High School sete vezes seguidas. Andrew sentou-se a minha frente, a mão em meu ombro enquanto deixava seu irreconhecível carinho no lugar, acalmando-me.

— O que aconteceu comigo? — indaguei baixinho, mais para mim mesma do que para ele.

— Nada. — ele respondeu — Você está certa, acima de tudo.

— Mas eu não devia ter agido dessa forma. — suspirei — Acho que eu preciso me encontrar.

— Não, você não precisa. Você nunca saiu daqui. — tocou a ponta do meu nariz com seu dedo indicador, fazendo-me esboçar um sorriso fraco — De qualquer maneira, eu preciso dar um jeito nisso.

— No quê exatamente?

— No nosso futuro. — respondeu, fitando-me com seus olhos azuis permanentemente indecifráveis.

— E o que você vai fazer?

Suspirou.

— Você vai voltar para casa agora. — respondeu — Vou pedir ao Jacob para que leve você de volta. Eu vou ficar por aqui, trabalhando para que possamos ter finalmente o nosso final feliz.

— O que você vai fazer? — tornei a perguntar, receosa.

— Há um jeito... há apenas um jeito. Nunca pensei que teria que recorrer a isso. — disse ele, evidentemente divagando.

 — Meu Deus, do que você está falando?

— Da minha última escolha. Pode parecer estranho, mas o clero vai ter que nos ajudar.



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