História Meu Casamento Arranjado (Nyongtory) - Capítulo 11


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Categorias 2NE1, Big Bang
Personagens Cl, D-Lite (Daesung), G-Dragon, Sandara Park, Seungri, T.O.P, Taeyang
Tags Jiyong!bottom, Nyongtory, Seungritop
Visualizações 26
Palavras 1.312
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha só, mais um, estou gostando tanto de escrever essa fic, aaaah ❤️
Leia com carinhooo 🙊

Capítulo 11 - Capítulo 11


Fanfic / Fanfiction Meu Casamento Arranjado (Nyongtory) - Capítulo 11 - Capítulo 11

Jiyong on

Não gosto dessas pessoas.

Tudo bem que são os meus pais e os pais do Seungie, mas para mim, qualquer lugar em que meu pai e a esposa dele estão, tudo fica mais escuro e os pais dele também colaboram, principalmente o pai, ele tem uma expressão como a dele mesmo quando eu o conheci.

Todos nós sentamos a mesa e eu servi o almoço com a ajuda do Seungie.

- Se me ouvisse e contratasse empregados tudo seria mais fácil. – A mãe dele falou. – Sinceramente, não te fiz bem sucedido e rico para que servisse macarronada. – Concluiu me deixando desconfortável.

- Agora não mãe. – Pediu.

- É, o apartamento é pequeno, conseguimos nos virar bem. – Completei.

- Claro, cozinheiro. – Escutei a mulher do meu pai resmungar.

- Sou um ótimo cozinheiro mesmo “mamãe”. – Respondi banhado em sarcasmo.

- Sim, isso é verdade, a faculdade de gastronomia fez ótimos efeitos. – Elogiou Seungie.

- Obrigada. – sorri pequeno.

- Vocês parecem se dar bem agora. Isso torna tudo mais fácil. – Meu pai comentou quando terminamos de almoçar e Seungie me ajudou a colocar os prato na pia.

- Claro, fora que sempre foi meu sonho me casar com um desconhecido por causa da sua empresa. – Resmunguei torcendo para Seungie não se ofender.

- Não começa. – Pediu.

- Vocês deviam simplesmente dizer o que querem e parar de fingirem que se importam como o relacionamento que impuseram a nós. – Seungie falou surpreendendo todos da mesa, ainda que o mesmo tivesse mexendo no celular como se nada daquilo fosse ofensivo. – Então, sobre o casamento.

- Seu mal educado. – Ouvi minha sogra sussurra a ele já que estava ao seu lado.

- Apenas disse a verdade. Nunca nos obrigaram a isso se se importarem conosco, então por que não pular essa parte e falar do que realmente importa? – Continuou em ouro desdém, o que estava me fazendo querer rir.

- Quer saber, acho que se nós vamos mesmo nos casar, podiam deixar a cerimônia com a gente. – Sugeri, já que pensei que pudesse ser divertido organizar.

- Não, vou contratar uma empresa de eventos. – Minha madrasta disse.

- Claro que vai. – ri soprado.

- O que quer dizer com isso? – Ela perguntou.

- Quis dizer que você não consegue organizar um simples evento e o que não é surpreendente vindo de alguém que não dá nem a própria descarga. – Falei.

Pude notar como o modo com que eu e o Seungie estávamos falando os estava deixando desconfortáveis e irritados.

- Vocês dois estão pensando que só porque vão se casar podem nos tratar assim? – Meu pai falou e eu não me aguentei, por mais que eu estivesse em uma discussão interna sobre ser um incomodo e dizer o que queria, eu falei.

- Você me obrigou a morar na casa de um estranho com quem você também me quer casado. Eu pago minha faculdade com o meu emprego no restaurante, eu não moro na sua casa graças a você inclusive. Seungie é formado em direito, trabalha na empresa por vocês, tem um carro, uma apartamento. Se estamos nos casando é para que vocês se contentem e saiam do nosso pé, então sim, estamos falando assim por que vamos nos casar nos conhecendo a três meses por causa de vocês, então por favor, não me venha cobrar respeito. – Desabafei.

- Garoto eu ainda sou o seu pai! – Gritou segurando firme no meu braço.

- Acho melhor solta-lo ou isso não vai terminar bem para vocês. – Seungie avisou se levantando e tirando as mãos do meu pai de mim. – E também, ele não disse nada que não seja verdade, vamos ver se a empresa a qual você quer tanto se associar resiste sem mim cuidando de todos aqueles processos envolvendo essas falcatruas que os dois fazem. – concluiu olhando no rosto de cada um ali.

- Você está querendo dizer o que com isso? Você não é nada naquela empresa. – O pai dele disse com semblante raivoso.

- Estou dizendo que eu tenho provas o suficiente para mostra para todo mundo que você tem abaixado salários sem motivo, cortado gastos necessários na empresa e tudo isso porque você e seu caro sócio estão desviando dinheiro. – Explicou deixando todos ali nervosos.

- O que? Isso é uma mentira. – Seu pai desdenhou.

- Você acha que me criou daquele jeito para que eu não encontrasse erros gritantes como um rombo equivalente a 10 mil dólares no caixa da empresa? – Perguntou. E eu só o olhava incrédulo.

- Você não faria isso. – Meu pai disse.

- Encosta nele de novo e você vai ver o que eu faria. – Ameaçou. – Aliás, agora que eu estou pensando. Os quatro saiam da minha casa e papai, eu entro em contato com você quando tiver tempo.

- Vai deixar ele falar assim com a gente? – Meu pai Perguntou.

- Sabe eu aprendi a não contraria-lo, ele pode ficar bastante irritado e vocês não querem isso papai. – Ri soprado e levemente orgulhoso.

- Vamos embora daqui. – Meu sogro disse.

Saíram e eu senti como se um peso saísse das minhas costas, entretanto, ele logo voltou. Meu pai era influente querendo ou não, os pais do Seungie ainda mais, e se quisessem fazer algo com a gente? Sei que o que Seungie descobriu eles ficaram ainda mais inclinado a tentar algo e...

- Pare de pensar tanto. – Disse Seungie se aproximando e me abraçando. – Eu sei que está preocupado com o que eles irão fazer, então eu vou te contar o que aconteceu. – Explicou me apertando mais contra seu corpo.

- Você é louco. – Disse sorrindo e retribuindo o abraço.

- Vamos para o quarto. – Pediu me puxando delicadamente pelo braço em direção ao mesmo.

- Você sabe disso a muito tempo? – Perguntei sentando na cama.

- Sim, antes de você vir morar aqui. – Revelou.

- Mas por que não me disse nada? – Perguntei desconfiado.

- Não achei que você estivesse interessado, na verdade nem eram meus planos revelar isso agora, só que eu senti que era o momento de falar, fora que eu já tenho todas as provas necessárias para derrubar as duas empresas. – Explicou.

- Eles vão tentar nos fazer ficar calados e eu não sei do que seu pai é capaz, mas o meu não tem nada a perder Seungie! – Falei nervoso.

- Eu sei, e meu pai também vai querer fazer alguma coisa, mas eu cuidei disso. – Falou calmo.

- O que você fez? – Perguntei ainda nervoso.

- Se acalma, você me viu usar o celular durante o almoço quase inteiro certo? – perguntou e eu assenti. – Eu enviei para o meu pai um e-mail, bem simples e curto dizendo que se algo acontecesse a um de nós, mesmo que simples para eles como você perder o emprego ou algo do tipo, a polícia e a imprensa receberia as provas.

- Você é realmente louco! – Conclui incrédulo.

- Olha, eu venho procurando provas disso desde que me formei a um ano atrás, quando passei a cuidar da parte jurídica da empresa, e hoje eu só pensei que fosse o momento certo para por um fim. Eu não quero entregar tudo a polícia por que ainda são nossos pais alí, mas achei que fosse um jeito melhor de tirá-los dos nossos pés. – Contou.

- Isso quer dizer que eu preciso arranjar um lugar novo para morar. – conclui rindo (de nervoso).

- Por que? – Perguntou com semblante confuso.

- Seungie, depois de hoje não posso e nem quero voltar para casa. E segundo o que você disse não precisamos mais nos casar, logo, eu imagino que não me quer mais aqui te perturbando, considerando que eu entrei do nada em algo que você planejava a meses e... – Fui cortado pelo gosto delicioso dele, seus lábios nos meus e eu notei que aquele era um maravilhoso jeito que ele adorava usar para me fazer calar a boca.


Notas Finais


Aaaah o que será que esses dois vão resolver fazer? 😭

Obrigada por acompanhar a história desses dois até o próximo capítulo! 😉❤️


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