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História Meu chefe criminoso e pervetido - Capítulo 10


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Notas do Autor


Hello pessoas, tutu pão com 6?

A dois dias atrás eu bati 300 seguidores, porém, eu disse que ia atualizar todas as minhas fanfics. Mas, eu não tive tempo pra escrever, então eu vim atualizar hj....
Esse capítulo vai estar muito maneiro, espero que gostem.

~Boa leitura bebêix~

Capítulo 10 - Morte? Tiro? S.n de volta pra casa?


- Oi gente, sou eu! 

- N-não acredito, m-minha S/n! Exclama Changbin com água nos olhos.

- Calma aê, eu vou soltar vocês.

Caminho até os três garotos que me olhavam espantados e com sorrisos largos. 

Com um pedaço de vidro que havia encontrado ali perto, corto as cordas que amarravam os punhos e pés dos garotos.

Eles se levantam e correm até mim, me abraçando:

- Eu senti tanta falta de vocês! Falo em meio a lágrimas que rolavam sobre meu rosto.

- Não acredito que te encontramos S/n! Exclama o Bang, também com os olhos marejados.

- Que bom que você está bem! Fala o Lee me abraçando mais forte.

Christopher e MinHo me soltam fazendo com que apenas Changbin estivesse estivesse me abraçando. Ele fala baixo em meu ouvido, quase um sussurro:

- Minha S/n está bem.

Ele separa o abraço e segura minhas mãos, que estavam frias e suadas por causa de minha ansiedade em revê-los.

Ele olha fixamente em meus olhos e sorri.

Sou sincera em falar que o sorriso dele é lindo? E que eu sou apaixonada?

~Com YeonJun e a madrasta~

- Hyunjin! Cadê a S/n?

- Não sei, não vi.

- COMO ASSIM VOCÊ NÃO A VIU?? 

- Eu nem estava em casa! Cheguei agora!

- Hey YeonJun!

A voz trêmula da mulher, chama a atenção do de cabelos azuis:

- O que foi?

- Sente o cheiro que está aqui atrás.

.

- É o perfume da S/n!! Ela esteve aqui!!

- Merda, com certeza ela está com os amigos dela! Vamos logo pra lá!

Eles adentram novamente o carro, e partem para o local onde os quatro adolescentes estariam.

~De volta com S/n e os outros~

- Vamos sair daqui antes que aquele cara e sua madrasta apareçam.

Quando íamos sair, o carro de YeonJun aparece no local. Demos a volta mas minha madrasta já nos esperava lá. Entra adentra o local segurando uma arma, ela a apontava em nossa direção, mas seu alvo era eu:

- Vamos acabar logo com essa palhaçada. S/n, obrigada pela sua morte. Dá de ombros, dando um leve sorrisinho.

Ela atira:

- S/N!! NÃO!

O tiro que era pra ser em mim, acaba sendo em Changbin, que pula em minha frente para me proteger, igual cena de Dorama. 

O tiro por sua vez acaba sendo abaixo do pulmão direito do garoto, que cai já inconsciente e sangrando exageradamente na minha frente.

Obviamente eu começo a chorar. Eu estava com muito medo de Changbin morrer, aqui, na minha frente:

- CHANGBIN!? CHANGBIN!? ACORDA! N-NÃO M-ME DEIXA, POR FAVOR!! Falo em meio a soluços e lágrimas.

- Calma, eu chamei a ambulância. Diz Chris guardando seu celular.

- Vamos parar com esse showzinho não é? Se ele morrer, é só enterrar. Fala minha madrasta revirando os olhos e sorrindo, como se aquele momento fosse engraçado.

Me levanto ficando na sua frente. Cerro meus punhos e grito:

- VOCÊ ATIROU NO MEU MELHOR AMIGO!! QUEM VOCÊ ACHA QUE É!?

- Calma S/n!

A ambulância chega. Os enfermeiros saem do veículo com uma maca. Colocam Changbin na maca colocando vários aparelhos respiratórios no mesmo. 

Quando estavam indo embora, um enfermeiro pergunta:

- Alguém vai com o paciente?

Já grito:

- EU POSSO IR TAMBÉM!? Pergunto em quase um grito.

- Você não vai pra lugar nenhum mocinha.

- Me larga!

- Ou você fica aqui, ou... Olha para meus amigos.

Com certeza se eu fosse, ela iria matá-los ali mesmo:

- Okay...

Chris e MinHo entram na ambulância:

- vamos te resgatar S/n! MinHo fala e adentra a ambulância juntamente com Chris e vão.

- Você está muito ferrada mocinha! Exclama minha madrasta encravando suas unhas em meu braço, me fazendo soltar um gemido de dor:

- Me desculpe por isso S/n.

Fala o de cabelos azuis me colocando dentro do carro. 

Pela janela eu vi os dois conversando sobre algo.

Depois a mulher deu uma grande quantidade de dinheiro para YeonJun.

Ele adentra o carro e voltamos para o esconderijo.

~No esconderijo~

Meu rosto estava molhado. As lágrimas haviam molhado minha manga do uniforme escolar. Subo para o quarto ainda chorando.

Ao chegar, tranco a porta do local e me jogo sobre a cama ainda chorando. "Como está o Changbin?" "Ele conseguiu sobreviver?"

Essas eram as perguntas que rondavam em minha mente no momento. Minha linha de raciocínio é atrapalhada com batidas singelas na porta:

- S/n? Deixa eu entrar? Fala YeonJun com um tom triste em sua voz.

- Vai embora.

- Eu quero fazer uma coisa legal.

- Tipo o que? Levanto da cama e vou até a porta:

- Se arrume rápido. Vou te levar no hospital.

- S-sério!? Coloco as mãos sobre a boca após perceber que havia gritado.

- Sim; não gosto de ver você assim.

Abraço o maior e falo:

- Obrigada Yeon!

- Por nada baixinha!

Separamos o abraço, volto para dentro do quarto e fecho a porta em seguida.

Troco de roupa, e faço um coque frouxo, coloco um sapato e desço para a sala, onde YeonJun me esperava:

- Vamos? 

- Claro. Corro até o carro e adentro o mesmo.

_-Saímos-_

_-No hospital-_

Chegamos no hospital, caminho até a recepção e falo para uma moça que estava ocupada, arrumando uns papéis sobre o balcão:

- Onde está o paciente Seo Changbin?

- No quarto 246, segundo andar.

- Okay, obrigada. -Vem YeonJun.

Ao chegar ao segundo andar, corro até os meninos que estavam à frente de uma porta. Com certeza, Changbin estaria ali:

- S/n!

- O que aconteceu com o Changbin!?

- Ele está na cirurgia agora. Olha pra YeonJun. - O que ele está fazendo aqui?

- Ele veio me trazer aqui para ver o Chang.

- Mas ele é um assassino S/n! 

- Eu sei mas...

A fala do australiano é cortada, após vermos um doutor saindo da sala:

- E aí doutor!? Como ele está!?

- Conseguimos retirar a bala, porém, ele perdeu muito sangue. Ele precisa de uma doação de sangue agora, caso contrário, ele morre.

- Q- qual o tipo sanguíneo d-dele!?

- O

- O m-meu.. QUE MERDA!

- O meu também não é compatível.

???: Eu posso doar.

Todos olham para trás. Um garoto alto, que sorria mostrando suas covinhas havia falado isso?

- Posso doar?

- Claro, por aqui. Fala o doutor o guiando até uma sala ao lado.

- Quem era ele?

- Não sei. Todos respondem em uníssono.

- Eu vou descobrir quem é. Sorrio.






Notas Finais


-_Continua_-

Bjus, menor que treix <3


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