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História Meu chefe insuportavelmente lindo - Jikook - Capítulo 12


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Notas do Autor


⚠️Aviso⚠️

Não me matem! Nem é pelo atraso que estou pedindo isso, mas sim pelo capítulo em si. Depois desse capítulo vcs vão querer arrancar meu coro 😂😂❤️ eu vou ser muito xingada nos comentários dps dessa kkkk mas não culpo vcs, pode xinga pq é bom pra descontar a raiva (vcs vão passa muita raiva nesse capítulo) mas calma e vcs já vão entender pq.

Uma coisa que eu queria esclarecer; é sobre o Jimin ter batido na Laura. Não, eu não acho certo homem bater em mulher nem ao contrário, mas meus personagens tem vida própria, eles fazem oq pessoas da vida "real" fariam em uma situação como esse, e se seu filho (a) fosse raptado por qualquer pessoa, eu tenho certeza q vc não ia ficar parado esperando q a vaca tussa pra fazer algo. Ainda mais se vc sabe quem fez isso, então Jimin meteu a porrada nela pq estava de cabeça quente, e qualquer um faria a mesma coisa no lugar dele e na situação dele também. Aposto q vc faria a mesma coisa, não é? Afinal; é seu filho. E mesmo q Jeonmin não seja filho legítimo de Jimin, ele o ama como se fosse.
Foi uma atitude errada? Foi. Mas a dela foi pior por fazer essa merda toda, se ela não tivesse feito isso nada disso estaria acontecendo.

Capítulo 12 - Capítulo XI


Fanfic / Fanfiction Meu chefe insuportavelmente lindo - Jikook - Capítulo 12 - Capítulo XI

Jungkook p.o.v's

Juro por Deus, que quando eu por as minhas mãos naquela desgraçada, ela vai se arrepender de ter nascido.

Quem ela pensa que é para pegar meu filho e minha irmã!? Tá se achando muito, pro meu gosto.

Eu fiquei super feliz quando Jimin contou que tinha conseguido a localização de Jeonmin e Jennie, e também pela surra que ele deu nela. Meu baixinho é foda demais.

O plano estava a prova de falhas, sairíamos daqui com os dois sãos e salvos. E de bônus, a Laura iria para o xadrez.

— Atenda e coloque no viva-voz. – mandou o policial.

Assim fiz; atendi a ligação e coloquei no viva-voz.

— Fala, demônio. – ordenei, assim que a ligação foi iniciada. — Tô sem paciência pra tu hoje! – eu sabia que estava brincando com o fogo, era a vida das pessoas mais importantes da minha vida que estava em jogo, mas eu não tô com saco pra mimimi.

— Oi pra você também. – riu sínica.

— Quanto você quer? – perguntei, certamente ela quer dinheiro. — Me diz seu preço, e eu pago.

— Nossa, quanta pressa. Não dar nem tempo para mim se divertir um pouquinho? – ironizou.

— Encoste um dedo no meu filho e você morre. – avisei — Acho que outra pessoa já te avisou isso, né? – um sorriso perverso tomou meu rosto, Laura pareceu se irritar.

— Aquele viado! – gritou.

— Viado mesmo, né!? – ri — Tanto que namora comigo. O pior seria se você xingasse ele de "hétero"! – os outros garotos seguravam a risada, enquanto o policial nos encarava como se fossemos loucos.

— Idiota! – rosnou — Mas ele vai ter o que merece! Ah se vai. – ameaçou, e Jimin riu convencido. — Chega de papo, eu quero 11 bilhões de dólares americanos, vou embora dessa merda! – falou.

— O garota, cê tá loka? – foi uma pergunta retórica — Eu sou rico mas nem tanto!

Mas que ousadia, acha que tá na Narnia, por que decerto acha que eu tenho cara de Aslam e abre portal para o bando internacional dos EUA!?

— E, também – e tem mais? — Eu quero Park Jimin. Ele vai me trazer o dinheiro e se entregar junto, só então eu libero os dois.

— Vai sonhando que eu vou dar o Jimin pra você de não beijada! – ri zombeiro.

— Você não tem escolha, Jeon. – até parece que podia ver o sorrisinho maligno dela na minha frente. — Ou sua família, ou Jimin. Você tera que escolher.

Olhei para Jimin e ele parecia não se importar, os policiais assentiram, dizendo que eu devia concordar, e que seria até mais fácil para entrar.

— Ok, ele leva e o dinheiro. Onde você está? – lógico que eu tinha que me fazer de tonto.

— Eu te mando a localização. Tchauzinho! – afinou a voz de um jeito irritante e desligou. Quase joguei o telefone nas pedras ali perto, de raiva.

Mas, tentei manter a calma. O policial se aproximou da maleta onde tinha o dinheiro falso.

— Embaixo das notas tem placas de ferro, assim o peso faz parecer dinheiro de verdade. – falou.

Logo chegou a notificação com o local onde Laura está – era desnecessário, mas ok – e também uma foto dela toda machucada, a boca cortada e o pescoço com marca de dedos vermelho e um pouco roxos. E tinha uma legenda: "avisa o Park, que ele vai ficar bem pior que isso quando eu por minhas mãos nele."

— Caralho! – falei rindo — Você fez isso, Jimin? – mostrei a foto de Laura para ele e os outros vieram ver também.

Jimin sorriu orgulhoso e assentiu. — Porra! – disse Yoongi — Me lembre de nunca brigar com você. – rimos e Jimin lhe deu um tapinha nas costas.

— Temos que esperar um pouco, ela irá perceber se chegarmos agora. – prosseguiu o policia — O caminho é longe e sacar 11 bilhões de dólares americanos, demora.

Concordamos e esperamos. Foi cansativo ficar ali sem nada pra fazer, fiquei pensando em mil e uma forma de acabar com aquela ratazana do esgoto. Foi divertido torturar ela em minha mente.

Meia hora depois, demos início ao plano.

Jimin pegou a mala com as notas falsas, dando um jeito de ajeita-la na moto e seguiu em direção ao galpão lá na frente. Os outros garotos já estavam em posição, era só Jimin derrubar o cara da porta que os outros seriam apagados e amarrados também.

Observamos eles de longe; Jimin chegou lá com a mala em mãos, mostrando que estava desarmado, um dos brutamontes foi até ele e chegou se estava tudo certo.

Quando ele abril a porta, Jimin deu uma joelhada nas partes baixas do homem, que caiu de joelhos no chão com a mão no saco. Antes que ele pudesse levantar, Jimin chutou a cara dele, o deixando inconsciente no chão.

Eu já sabia que ele faria algo do tipo, pois com a faca corria grande risco de matar o cara, e era óbvio que Jimin não ia correr esse risco – apesar de tudo, Park não quer ficar conhecido como assassino, mesmo ter batido em uma mulher...? Realmente, Jimin é uma pessoa confusa.

Os outros garotos apareceram e apagaram os caras, arrastaram todos para longe e os deixaram presos. Nós nos aproximamos e aguardamos no lado de fora, ainda não era hora de entrar.

Jimin entrou, com a mala, pronto para fazer a troca. Nós permanecemos em silêncio.

— Tá aqui. – falou Jimin, jogando a mala no chão, fazendo o barulho ecoar pelo lugar vazio. — Cada eles?

— Calma. – riu — Primeiro vamos ver se está tudo aqui mesmo, conheço bem o Jungkook, ele é bem espertinho. – pela fresta da porta, pude ver Laura se aproximar da mala no chão e arrasta-la para longe de Jimin.

Abril a maleta, pegou um dos maços de dinheiro e olhou minuciosamente. Espero que ela seja burra o bastante para não perceber que as notas são falsas. E pelo visto ela foi, tanto que sorriu e guardou-as no lugar, fechando a mala de novo.

— Ai ai... – suspirou rindo — Você acha que eu sou o que? Em? – perguntou, tanto eu quanto todo mundo ficou confuso — VOCÊ ACHA QUE EU SOU BURRA? EM? SEU IDIOTA!

Merda! Fudeu, fudeu, fudeu!!! Ela percebeu que não era dinheiro de verdade, isso não podia ter acontecido.

— Sinceramente? – Jimin disse — Eu acho isso e muito mais. – porra, Jimin! Não é hora pra você debochar dela assim.

Laura pegou a arma em cima de uma mesa velha que tinha ali, e pontou na direção de Park – que não demonstrou reação alguma.

Veio para perto dele e o puxou pelo braço, virando Jimin de frente para onde eu estava – na porta de entrada –, passou um braço pelos ombros dele e apontou a arma para sua cabeça. Arg... Desgraçada!

— Pode entrar Jeon, eu sei que você está aí. – chamou-me.

Rosnei baixo e entrei, deixei a arma no coldre na cintura. Achei melhor entrar sozinho, quem sabe consigo negociar.

— Aí está você! – falou risonha, parecia aqueles palhaços assassinos. — Enfim, o grande protagonista do espetáculo entrou em cena. – deu alguns passos para trás, levando Jimin junto.

Esse que não tinha expressão alguma na face, estava totalmente neutro, e isso podia ser bem ruim.

— Diga logo o que quer, e solte eles. – falei direto e objetivo.

— Ah Jeon, ia ser tudo tão mais fácil se você não tivesse armado esse joguinho pra cima se mim. – vi Jimin levar a mão lentamente até a parte interna da jaqueta que usava, a faca estava guardada no bolso de dentro. — Mas, infelizmente você preferiu o caminho maia difícil, sabe? – fingiu tristeza e suspirou. — Bom, melhor para mim. – sorriu sádica.

Jimin pegou a faca, e com todo cuidado escondeu a mesma na manga da jaqueta, no outro braço. Tudo bem calculado, e Laura não percebeu – para nossa sorte.

— Ok, você quer dinheiro, não é? – perguntei, sem dar tempo para ela responder, continuei: — Então tá! Solte meu filho, minha irmã e Jimin que eu te dou a senha dos meus cartões.

— Sabe, eu até podia fazer isso e te deixar na lama. Mas meu objetivo é outro; eu devolvo seu filhinho e sua, queridíssima, irmã se... – fez uma pausa dramática, enquanto um sorriso perverso crescia em seus lábios — Se o Jiminzinho aqui, ficar comigo.

Eu ia gritar e protestar, mas Jimin chamou minha atenção, movimentando as mãos. Olhei para ele e arregalei os olhos quando ele assentiu com a cabeça, concordando em ficar.

Tentei protestar, fazendo sinais como piscar em um determinado padrão – como um código morçe –, de uma maneira que ele entendesse. Mas nada adiantou, ele estava decidido.

— Ok, o Jimin fica. – disse, por fim.

— Que bom. E sem gracinhas viu!? – alertou. Concordei.

Ela se distanciou, amarrou Jimin em uma cadeira e saiu, caminhando de costas para ter certeza que eu não tentaria nada. Encarei Jimin e ele estava estranho, estava quieto demais.

Laura abril uma porta, e de lá puxou Jennie e Jeonmin – meu bebê estava no colo da tia, ele estava assustado e Jennie tentava acalma-lo a todo custo.

Jennie correu em minha direção, abracei a mesma, apertando forte ambos em meu braço.

— Calma, shii... Tá tudo bem, agora tá tudo bem. – falei, tentava tranquilizar os dois.

Jennie, na verdade, estava bem e não parecia muito assustada, mas Jeonmin estava chorando baixinho e não queria me soltar. Mas eu precisava pegar Jimin, não ia deixá-lo aqui de modo algum.

— Bebê, vai com tia Jennie, sim? Papai vai pegar o Chimy, você quer brincar com o tio Chimy, não é? – ele assentiu, mesmo estando agarrado em meu pescoço. — Então, eu vou levá-lo pra casa e a gente vai brincar, tá bom? – mesmo não querendo, ele se soltou de mim e foi para os braços Jennie.

— Jungkook... O que você vai fazer? – perguntou minha irmã — É perigo, você tá sozinho!?

— Não, mande os policiais entrar, tire Jeonmin daqui. Os meninos estão lá fora, vão pra minha casa, Jisoo está lá. – ela assentiu, beijei sua testa e a de meu filho — Amo vocês.

— Nós também te amos, irmão. – e saiu.

Respirei fundo, tentando manter a calma e não botar tudo a perder. Sequei algumas lágrimas e dei alguns passos para frente.

A porta foi arrombada antes que alguém disse algo, os policiais cercaram tudo, Laura estava sem saídas. Ela rapidamente ficou atrás de Jimin, fazendo ele de escudo e também como moeda de troca.

— Mas um passo, e eu mato ele. – ameaçou — E não estou brincando. – puxou o cabelo de Jimin, fazendo ele erguer a cabeça e me encarar.

Jimin estava planejando algo, conheço ele o suficiente para saber que esse silêncio significa "vai dar merda".

— Você está cercada, Laura, e os seguranças estão presos. – o tenente ao meu lado alertou. — Renda-se que será melhor para todos.

Laura riu, achando tudo isso uma brincadeira, mas eu sabia que ela estava procurando tempo para pensar em alguma coisa e sair dali, antes que os policiais avancem.

Jungkook off / Autora p.o.v's

— Eu só vou me render, depois que acabar com a raça desse nojento aqui. – intensificou o aperto nos fios do Park, esse que rosnou irritado. Já sem paciência.

Park estava se segurando ao máximo, já tinha conseguido se soltar das cordas com a faca que tinha escondido na manga da jaqueta. Tinha conseguido cortas o nó em seu pulso, só estava esperando o momento certo para agir.

— Tudo bem, Laura. – suspirou — Quanto você quer? Todo mundo tem um preço, qual é o seu?

— Sabe Jungkook, eu até podia pegar todo o seu dinheiro e sumir daqui. – passava o cano da arma pelo rosto e pescoço de Jimin, e isso irritava muito o Jeon. — Mas, aqui está cheio de polícias, é só eu dar um passo para fora que você coloca os cães pra correr.

— É, porque quem corre atrás de cadela é cachorro. – finalmente o Park avia falado algo.

Cadela, você me paga! Pensou Jimin, preparando-se para pular daquela cadeira e acabar com a raça de Laura.


Notas Finais


Enganei vcs com foto né??? Ksksk


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